MAMÃE E SUA AMANTE


De uma massagem nas costas, arrombei o cu da minha mãe

Era pra ser uma massagem pra endireitar as costas dela, mas acabei comendo o rabão da minha mãe gostoso

Sabe o que é um filho temporão? Aquele que fica pra cuidar dos pais depois que os irmãos casam e saem de casa. No meu caso, cuidar da minha mãe, depois que meu pai faleceu. E, pela diferença de idade, com 18 anos, eu parecia mais neto dela.

Com quase 60 anos, minha mãe tinha seios fartos e um corpo de curvas bem generosas. Não sabia como era a sua vida sexual, se ela se encontrava com algum homem. Mas, desde aquele incidente, eu acabei fazendo parte da sua vida sexual.

Uma tarde, ouvi um grito no seu quarto e fui ver o que era. E, pra minha surpresa, minha mãe estava de bruços, completamente nua sobre a cama com um consolo quase todo enterrado no seu cu.

"Pode dar uma ajudinha, meu bem?", ela sussurrou. "Acho que dei um mal jeito nas costas e não consigo me mexer!"

"Ô, mãe!", eu sentei do seu lado, na cama. "Quer que eu tire isso pra você?"

"Mas tenha cuidado".

Eu montei em cima dela e, com cuidado, fui tirando o consolo de dentro dela. Mas não pude evitar de fazer minha mãe gemer, dessa vez de prazer. Só que ainda estava imóvel, ali deitada na cama. Então ela me pediu pra fazer uma massagem nas costas.

Ainda montado em cima dela, comecei a passar minhas mãos com força, desde os seus ombros até a sua bunda enorme. E de novo ela começou a gemer, dessa vez de alívio. De repente, meu pau já tava ficando duro feito pedra, olhando o seu cuxzão apontando pra mim.

Até que ela melhorou e pôde se virar, sorrindo aliviada. Mas, assim que assim que notou a minha ereção, ela me lançou aquele olhar meio safado, e disse:

"Já que a gente conseguiu superar o constrangimento inicial da situação, por que não continuamos daqui, meu bem?", ela sussurrou, com a mão sobre o meu pau duro, na calça.

"Tem certeza, mãe?", eu mal podia acreditar.

"Já faz um bom tempo pra mim... e eu podia te ensinar umas coisinhas, meu bem!"

E, sem perder tempo, ela foi logo levantando a minha camisa, com os olhos cheios de tesão diante do meu peito nu.

Observei enquanto ela me envolvia em seus peitos de mamilos eriçados contra o meu corpo, colocando as mãos entre as minhas coxas. Suas mãos seguravam meu pau, girando-o suavemente enquanto o envolviam, da base à glande, numa punheta gostosa.

Mas o que ela queria era provar o meu pau, e fez isso com avidez, debruçada no meu colo e me chupando, como se fosse o primeiro pau que botava na boca há anos.

Enquanto me fazia um incrível boquete, minha mãe se tocava entre as pernas. Meu pau fazia sons de sucção, e ruídos úmidos na sua boca, enquanto ela continuava, acariciando-o firmemente para prepará-lo. E o que ela queria era continuar tendo o cu arrombado... mas dessa vez com um pau de verdadfe... e o do próprio filho.

Mais à vontade, eu exploravam com meus dedos a sua vagina, puxando seus lábios. Então me empolguei e deslizei dois dedos dentro dela, girando-os, e pressionando contra suas paredes. Mas ela pegou na minha mão e tirou, dizendo que ainda não era hora disso.

Fiquei chocado e quase gozei quando ela me olhou bem nos olhos e me disse pra dedilhar o seu cu, ficando de quatro pra mim. Comecei a sondar suavemente a entrada contraída e ela disse que eu precisava de lubrificação, pra facilitar.

"Não sou mais uma garotinha, filho!", ela me sorriu.

Lambi meu dedo até que estivesse bem lubrificado e recomecei. Desta vez, ele entrou gradualmente naquele canal quente e aveludado sem muita dificuldade. Ela ofegou, fez um pequeno som de engasgo e me perguntou se eu já havia transado com alguém... por trás.

Eu não tinha. O pensamento me excitou ainda mais, deixando meu pau completamente duro. Ela continuou descrevendo as maravilhas, a firmeza, explicando como era bom para ela e o quanto eu gostaria. Ela se contorceu contra mim, depois girou suavemente até ficar com sua bunda grande empinada.

Não precisei de mais incentivo. Ela me passou um tubo de gel lubrificante da gaveta da mesa de cabeceira e me disse pra lubrificar meu pau e sua entradinha, antes de penetrá-la. Mas ela me encorajou a começar com a língua, que era o que ela mais gostava.

Enquanto eu colocava meus polegares na fenda de suas nádegas com as mãos em suas nádegas, minha mãe, sabendo o que eu estava prestes a fazer, arqueou as costas e abaixou o rosto no colchão para melhor desfrutar o seu prazer.

Ela então levou as mãos para trás, para abrir as nádegas e me mostrar o que tinha pra mim. "A mamãe adora sentir sua linguinha escorregadia no meu bumbum. Experimente, querido, você não vai se arrepender", ela sussurrou, olhando pra mim por cima do ombro.

Ela rebolou a bunda, empinando provocantemente. Então abriu as nádegas com as mãos, ansiosa. Comecei a girar a língua na parte superior da fenda, perto da base da coluna. Nessa área, usei bastante pressão, mas, enquanto lambia lentamente um dos lados, na sua nádega lisa, fui acariciando com mais delicadeza. Bem devagar, deliciando-me com a sensação da pele macia na minha língua.

Quando minha língua alcançou o ponto onde eu sentia o início do franzido, lambi ao redor, descendo até a extremidade inferior da sua fenda e recomecei a subir; o aroma que emanava do seu ânus era muito doce e frutado. Mais uma vez, pulei a área franzida, querendo guardar o melhor para o final, e lambi o caminho até onde eu havia começado.

"Adoro isso, meu bem!", ela sussurrou. "Adoro o jeito que você come o meu cu!"

Ela também sabia que o melhor ainda estava por vir, e eu comecei a lamber o centro da sua fenda, inalando o aroma doce. Mamãe estava gemendo novamente, se contorcendo de prazer e empurrando o ânus contra meu rosto, pedindo mais. Ela se expressou ainda mais alto quando minha língua alcançou seu delicioso botão rosado e eu lambi com toques curtos, acariciando onde nós dois mais gostávamos.

Aquilo parecia enviar ondas de choque pela sua espinha e ela começou a arquear a bunda em êxtase. Era surpreendentemente excitante passar a língua para cima e para baixo, sentindo a superfície macia e as dobras apertadas que levavam ao seu ânus. Embora eu tivesse passado um bom tempo ali, dando todo prazer que ela queria, sabia que ainda podia fazer melhor.

Ela soltou um suspiro quando minha língua deslizou pela superfície quente de sua bunda, lambendo a fenda. Seus olhos se arregalaram e ela gritou com a boca cerrada quando sentiu a ponta da minha língua sondar o orifício apertado do seu ânus. "Empurra", ela implorou. "Bem fundo na bunda da mamãe, querido!"

Coloquei a ponta da minha língua contra a pequena abertura do seu ânus e a empurrei lentamente até que estivesse completamente dentro. Senti o calor apertado das paredes do seu reto. Ela gemeu de satisfação enquanto minha língua acariciava seu ponto G. Enterrei meu rosto na sua bunda gostosa, lambendo seu ânus com vontade e rapidez, devorando-o com avidez e por completo.

Grunhi, sugando seu ânus com lábios quentes e pressionando minha língua contra a dobra. "Sua bunda é gostosa, mãe! Quer mais..." "Oh, Deus, sim!" ela gritou, empinando a bunda contra meu rosto, esticando uma das mãos entre as pernas para agarrar o meu pau duro.

Ela se firmou o melhor que pôde, rebolando a bunda contra o meu rosto enquanto eu lambia seu ânus contraído. Quando empurrei minha língua bem fundo entre as suas pernas e por baixo da sua bunda, arrastando-a pela sua vagina, ela soltou um gemido de prazer. Ela engoliu em seco quando minha língua deslizou pela fenda da sua vagina macia, depois pelo seu ânus ardente e voltou.

Segurei seus quadris, pressionando meu rosto com toda a força contra a fenda da sua bunda, minha língua buscando entrada novamente. Senti meus lábios queimarem ao redor do anel do seu ânus, minha língua molhada fazendo-a formigar. "Oooooh, querido, isso é maravilhoso!", ela soluçou.

Com minha língua lambendo e minha boca sugando o orifício, senti que sua vagina escorria suco pela parte interna da coxa. "Amor, seu pau, amor! Ohhh, seu pau, querido! Eu preciso do seu pau no meu cu, amor." "Depressa...!" Dominado pela paixão, tirei meu rosto de sua bunda, ajoelhando-me atrás dela. Afastei as suas nádegas e a visão me excitou tanto que mal conseguia respirar.

Seu ânus parecia tão apertado, mesmo depois da minha estimulação oral, mas agora estava pronto pra meter nela. Enfiei um dedo novamente, duvidando que meu pau conseguisse entrar naquele pequeno orifício rosado. Mamãe implorou para que eu enfiasse meu pau, apenas a cabeça, e que ela me aceitaria. Ela pressionou meu dedo com força e me disse para me apressar.

Retirei minha língua de onde eu estava lambendo e a substituí pelo lubrificante. Quando ela o sentiu ali, mamãe soube exatamente o que era e abriu as nádegas pra facilitar. Mesmo sendo minha primeira vez em um cu, essa era certamente minha intenção e, depois de esguichar o lubrificante dentro de seu ânus e espalhá-lo ali e ao redor...

Com o orifício contraído, também cobri meu pau com o lubrificante. Então, posicionei a ponta bem na entrada. Quando ela sentiu meu pau roçar na fenda da sua bunda, começou a arfar e se mover contra mim. Senti a cabeça redonda e inchada do meu pau pressionando seu ânus. Prendendo a respiração, ela relaxou um pouco, esperando que eu a penetrasse.

A cabeça do meu pênis parecia tão grande, e fiquei surpreso quando começou a deslizar para dentro. Mamãe pressionou contra a minha ereção e eu soltei, observando meu pau sumir lentamente, centímetro por centímetro, dentro dela.

Estava tão apertado; quase gozei, mas consegui controlar meu desejo bem a tempo. Forcei-me a esperar, para aproveitar ao máximo. Mamãe murmurou feliz a princípio, enquanto a cabeça do meu pau lhe adentrava, e repetiu seus pequenos sons de prazer enquanto eu começava a meter todo o resto lentamente, um pouco mais do meu pau entrando a cada estocada, até que estivesse inteiro dentro dela.

De repente, ela gritou quando meti mais fundo em sua intimidade. Mamãe agarrou o lençol enquanto suspirava contra a penetração no seu cu. Ela gemia enquanto eu me inclinava, agarrando seus quadris e a puxava para cima. Agora ela estava completamente subjugada. Eu fiquei assim, com meu pau todo enfiado nela.

Minha mãe grunhiu e então disse: "Seu pau está todo no meu cu!" Ela quase gritou as últimas palavras quando seu primeiro orgasmo anal atingiu seu corpo. "Me fode!", ela gritou mais alto. "Me fode, filho!"

Então comecei a foder o cu da minha mãe lentamente, com vontade. Meus dedos encontraram sua vagina enquanto eu começava a me retirar devagar, deixando ela toda mole, antes de me enfiar de volta. Eu adorava a sensação do seu cu molhado. Era macio e acetinado.

Era mais apertada que qualquer outra coisa em que eu já tivesse enfiado meu pau. Foi a melhor foda de todas. Comecei a foder minha mãe pra valer, cada vez mais rápido, me deliciando com seus gemidos, a carne macia da sua bunda batendo contra a minha virilha. A cada estocada, suas nádegas se separavam, dando uma sensação macia na minha barriga. Nós dois fazíamos barulhos de prazer que se misturavam, enquanto eu esfregava meus quadris contra a sua bunda macia, empurrando meu pau o máximo que podia.

Repetidamente, eu enfiava e tirava meu pau do seu cu apertado, e bem lubrificado. A cada penetração, eu me surpreendia com a forma como ela se abria pra mim e como sua bunda apertava o meu pau. A cada estocada, eu a ouvia gemer, expressando o quanto aquilo também era prazeroso pra ela.

Segurando seus quadris, eu penetrava e saía com meu pau, observando o cu da minha mãe apertá-lo. Cada estocada do meu pau fazia seu cu se esticar ao máximo. Cravei meus dedos na carne da minha mãe e comecei a penetrá-la com estocadas seguidas. Ela começou a gemer e gritar, com os olhos fechados, enquanto cravava os dedos no travesseiro, contorcendo sua bunda empinada de forma lasciva.

Empurrando meu pau o mais fundo que pude em seu cu, alcancei-a por baixo das pernas, para acariciar seu clitóris e me deliciar com a sensação de sua buceta molhada. Minha mão estava cheia do seu gozo e eu esfreguei os lábios e belisquei seu clitóris enquanto penetrava e saía com firmeza.

Ela começou a balançar os quadris para frente e para trás, ordenhando meu pau lentamente. Acelerei o ritmo, meus quadris batendo contra os dela.

"Vou gozar, mãe!"

"Isso, querido, me enche de porra!"

Soltei um som gutural forte ao sentir meu pau se contrair fundo em seu cu. Eu estava gozando! Enfiei meu pau todo na sua bunda e gozei dentro dela, que se contorcia em convulsões. Ela também gemia sem parar enquanto gozávamos ao mesmo tempo.

Meu corpo enrijeceu e joguei a cabeça para trás, fechando os olhos. Puxei seus quadris com força, enfiando meu pau o mais fundo possível no seu cu. Ela empurrou a bunda para trás com toda a força, a respiração ofegante e rouca, os olhos arregalados.

Eu lutava para respirar, meus dedos puxando sua vagina. Meus testículos estavam dolorosamente contraídos. Então, de repente, eu estava jorrando esperma bem fundo na minha mãe, subindo pelo seu reto trêmulo com força.

Ela gritou novamente, sua barriga se enchendo com meu gozo enquanto ambos gozávamos em espasmos que causavam tremores por todo o corpo. Mamãe soluçava de êxtase, esfregando a bunda de forma lasciva enquanto eu continuava a ejacular dentro dela.

Depois de um tempo, não tinha mais forças, e desabei sobre ela, sem energia nenhuma. Ficamos assim por alguns minutos recuperando o fôlego, e então eu rolei pro lado. Nos abraçamos por um instante, e então ela perguntou como eu me sentia.

"Caramba, isso foi incrível, mãe!", respondi. "Se quiser, posso meter mais um pouco... na frente..."

Com um sorriso no rosto e uma expressão safada, minha mãe me abraçou forte e ficamos abraçados por um longo, longo tempo.

"Quer muito foder a sua mãe, filho?", ela perguntou, acariciando suavemente o meu rosto.

Sussurrei em seu ouvido, dizendo o quanto eu adorei meter no seu cu e fazê-la gemer. Então, ela me abraçou forte, com sua buceta inchada e úmida roçando no meu pau.

E com uma voz rouca, ela me disse que adoraria que eu fizesse na sua buceta o mesmo que eu fiz no seu cu, e que estava faminta por um pau de garoto como o meu. Mas que precisava se recompor, até que estivesse pronta pra cavalgar o meu pau.

Depois eu conto como foi comer a minha mãe pelo resto de todo aquele dia

Depois de arrombar o cu da minha mãe, eu provei a sua buceta

Que limites você está disposto a romper pra satisfazer sua mãe num momento de carência?

A gente sempre ouve do que uma mãe é capaz de fazer por um filho, de como uma mãe é capaz de superar tudo pelo amor de um filho. Mas, e o contrário? O que um filho é capaz de fazer por sua mãe? Que limites você está disposto a romper pra satisfazê-la?

De uma surpresa inesperada, depois uma massagem nas costas, eu me vi na cama da minha mãe como nunca me imaginei... com meu pau duro feito pedra, e sem conseguir esconder isso.

Mas também, não é todo dia que você flagra sua mãe se masturbando, com um consolo enfiado no rabo. E depois de satisfazer a sua vontade e meter muito no seu cu, eu agora estava sobre ela, olhando direto nos seus olhos enquanto mais uma vez me preparava pra meter nela.

Acho que àquela altura, já não éramos mais apenas mãe e filho. Ainda não sabia exatamente o nome: cúmplices, amantes... seja como for, eu estava mais do que disposto a fazer tudo pela minha mãe, como um filho amoroso.

Me movi entre as suas pernas abertas e olhei pro seu rosto. "Não acredito que isso está acontecendo, mãe!", sussurrei, enquanto molhava o dedo com saliva e começava a massagear seu clitóris.

"Oh, está acontecendo, querido! Eu sei que é errado, mas estou tão excitada que não consigo evitar! Oh, meu bem, é tão bom quando você faz isso!" Enquanto sussurrava, ela alcançou meu pau e começou a masturbá-lo.

"Você tá tão molhada, mãe!", eu gemi enquanto ela continuava a acariciar meu pau.

Ela então me puxou pra cima dela e foi guiando meu pau até a sua buceta. "Me fode, meu bem! Vamos, me fode!", aquele sussurro lascivo me chegava aos ouvidos feito música, enquanto pressionava meu pau contra o centro de sua fenda.

Enquanto eu abria os seus lábios e metia nela, um brilho novo surgiu no seu rosto. E eu começava a descobrir o que toda mãe esconde... que numa cama toda mãe é antes de tudo uma mulher... e pode ser uma puta safada. E, claro, minha não era diferente.

"Bem aí, meu bem, só deslize um pouquinho para frente e para trás", ela gemia, enquanto dava instruções."Ah, assim... exatamente assim!"

Minha mãe inspirou profundamente quando meu pau entrou em sua vulva, e ela ofegou ao senti-lo mais fundo. Suas mãos me abraçaram, me puxando com mais força.

Ela estava suculenta e quente, e os músculos da sua vagina se contraíram, me puxando para dentro, até que a cabeça do meu pau estivesse bem fundo. Empurrei até onde dava e deslizei devagar para fora dela, provocando o seu clitóris com o dedo. Ela então passou a mover os quadris em resposta à minha penetração, até preencher sua buceta novamente. Então, eu comecei a meter com firmeza, penetrando-a como ela queria.

"Me fode!" ela murmurou. "Mmm, isso, me fode!"

Olhei pro rosto dela, observando sua expressão de sonho enquanto se agarrava em mim.

"Mãe?" Eu gemi. Seus olhos se abriram lentamente e tentaram focar no meu rosto enquanto ela gemia em resposta. "Você gosta disso?"

"Ummmmm!", ela balançou a cabeça de um lado pro outro, em êxtase.

Empurrei meu pau com mais força, tirando dela sons de prazer e nomes que não poderia nem reproduzir. Não imaginava que minha mãe pudesse ficar num estado de êxtase como aquele, tomada de luxúria e gozo.

"Mmmmmm, s...sim, uhhhhh, simmmmm... é tão bom, meu bem!"

"Você sabe quem está te fodendo, mãe?" Eu a provoquei, querendo ouvir isso da boca dela.

"Mmmmmmmmmmmm", ela respondeu sedutoramente.

"Quem, mãe?" Perguntei. "Quem está te fodendo?"

"Uhhh!" "Hummm, v...você é meu amor, meu filho!", foi a resposta que eu queria ouvir.

"Você gosta de sentir seu filho assim, todo dentro de você?", perguntei, mas a resposta era óbvia.

"Ohhhh, simmm! Você é tão booom...uhhhh, meu bem!... hummm, tão gostoso! E tão gostoso... Mais forte! Mmmmmmm, mete mais forte!", ela implorava, de olhos fechados.

Minhas mãos se moveram para acariciar suas coxas firmes e macias, fazendo ela ter o ímpeto de me apertar, com suas pernas em volta da minha cintura. "Tô quase gozando, mãe!", eu disse, meio ofegante, enquanto minhas mãos começavam a apertar e acariciar os seios da minha mãe.

"Ainda não, amor!", ela sussurrava. "Aguenta mais um pouco e continua me fodendo!"

Enquanto estava todo dentro dela, sentindo os bicos dos seus peitos contra o meu corpo, eu a abraçava forte. Então comecei a beijá-la, não como um filho beijaria sua mãe, mas como a mulher fogosa que ela era. Mamãe entreabriu os lábios e meteu a língua na minha boca.

Ela roçou meus dentes, então abri a boca e sua língua continuava em busca da minha. Era uma sensação maravilhosa! Nossas línguas começaram a se entrelaçar na minha boca, e então pressionei a minha, fazendo o mesmo e metendo na sua boca, pra saborear a doçura que havia dentro dela.

Minha língua se movia dentro da dela, como o meu pau na sua buceta, enquanto minhas mãos voltavam pra suas coxas. Então comecei a acariciar e apertar suavemente.

As paredes da sua vagina envolveram meu pau enquanto eu a penetrava, abrindo caminho até os recônditos mais profundos das suas entranhas. E agora ainda mais forte, suas pernas se entrelaçavam à minha volta, com seus braços nas minhas costas e sua boca se pressionando contra a minha.

Ela movia seus quadris sob o peso do meu corpo. E enquanto eu a penetrava, ela impulsionava com mais força para cima, pra receber mais do meu pau. "Mais fundo! Mais rápido!", ela gritava.

Pensei em recuar um pouco pra não machucá-la, mas minha mãe continuava a insistir: "Mais forte. Oh, querido, me fode com mais força!"

Então aumentei o ritmo e a força das minhas estocadas e a penetrei com toda força. Então deslizei meus braços por baixo de suas nádegas e puxei sua vagina pro meu pau. Estávamos completamente entrelaçados e eu a estava fodendo freneticamente!

Mamãe acelerou o ritmo, gemendo e acompanhando cada estocada. Ela respirava com dificuldade e seu corpo se contorcia e suas pernas se apertavam cada vez mais em mim.

"Vai, meu bem! Me enche de novo! Me enche de porra!", ela disse enquanto se movia sob mim e apertava o meu pau com seus músculos internos firmes. "Vai! Goza na sua mãe!", ela gritou quando sentiu meu pau inchar.

Nesse instante, senti que não aguentaria mais. Meu pau começou a pulsar dentro dela. Interrompi o beijo e soltei um gemido forte ao sentir meu pau se contrair fundo no seu canal vaginal. Eu estava gozando! Não acreditava que estava gozando na buceta da minha mãe!

Meu pau começou a jorrar com mais força, uma segunda e uma terceira vez. E agora o barulho que fazia era de uma penetração molhada, banhada com meu gozo.

Enfiei meu pau até o fundo da minha mãe e ejaculei o que me sobrava, enchendo tanto que o meu gozo escorreu da sua buceta, descendo pela sua bunda. Então, quando senti minha mãe estremecer e sua vagina se apertar em volta do meu pau, ela gozou intensamente, agarrada em mim.

As contrações da sua buceta me faziam sentir como se as paredes dela estivessem sugando meu pau. Seus músculos se contraíam e cada pequeno movimento convulsivo se transmitia pro meu pau ainda pulsante dentro dela.

Minha mãe ofegou alto, se contorcendo embaixo de mim com o prazer que estava sentindo. Ela arfava e convulsionava, já meio sem fôlego. "Caralho, filho, isso é muito bom! Eu... não... consigo... me... controlar...!", ela continuou a xingar e gritar enquanto eu agarrava os seus quadris.

Meu pau ainda estava duro feito pedra, todo metido dentro dela, que me olhava exausta. Então, desabei ao seu lado, na cama, sentindo como se tivesse sido virado do avesso pela enorme onda de prazer. Estávamos ofegantes, buscando ar, e lentamente voltamos à realidade do que tínhamos acabado de fazer.

Ficamos ali deitados, nos acariciando, afagando e murmurando como tinha sido incrível aquela experiência.

"Então é isso, não é, filho...", sua respiração aos poucos voltava ao normal. "O que nós somos agora?"

"Ainda sou seu filho, mãe!", eu tentava acalmar o peso na sua consciência. "E você ainda é minha mãe... mas isso não nos impede de ter prazer um com o outro", eu beijava o relevo do seu peito. "E sempre que quiser, o meu pau é todo seu."

"Já que é assim, acho que vou reclamar o que é meu... só mais um pouquinho!"

Ela então se inclinou, deslizando sobre o meu corpo, e foi em direção ao meu pau. E o que ela queria era lamber o que restava da minha porra, na cabeça do meu pau. Com a língua estendida, ela pegou tudo o que restava, sem deixar escapar uma gota. Lambeu e engoliu tudo, e depois me sorria satisfeita.

Claro que naquela noite eu já não dormi mais na minha cama. Agora eu tinha um lugar na cama da minha mãe, que um dia pertenceu ao meu pai. E assim com o meu pau era da minha mãe, a sua buceta era toda minha... e eu fodi muito pelo resto da noite, fazendo ela gemer nos meus braços.

Continua.

Depois de arrombar o cu da minha mãe, eu comi a sua buceta

O que um filho é capaz de fazer por sua mãe? Que limites você está disposto a romper pra satisfazê-la?

A gente sempre ouve do que uma mãe é capaz de fazer por um filho, de como uma mãe é capaz de superar tudo pelo amor de um filho. Mas, e o contrário? O que um filho é capaz de fazer por sua mãe? Que limites você está disposto a romper pra satisfazê-la?

De uma surpresa inesperada, depois uma massagem nas costas, eu me vi na cama da minha mãe como nunca me imaginei... com meu pau duro feito pedra, e sem conseguir esconder isso.

Mas também, não é todo dia que você flagra sua mãe se masturbando, com um consolo enfiado no rabo. E depois de satisfazer a sua vontade e meter muito no seu cu, eu agora estava sobre ela, olhando direto nos seus olhos enquanto mais uma vez me preparava para penetrá-la.

Acho que àquela altura, já não éramos mais apenas mãe e filho. Ainda não sabia exatamente o nome: cúmplices, amantes... seja como for, eu estava mais do que disposto a fazer tudo pela minha mãe, como um filho amoroso.

Me movi entre as suas pernas abertas e olhei pro seu rosto. "Não acredito que isso está acontecendo, mãe!", sussurrei, enquanto molhava o dedo com saliva e começava a massagear seu clitóris.

"Oh, está acontecendo, querido! Eu sei que é errado, mas estou tão excitada que não consigo evitar! Oh, meu bem, é tão bom quando você faz isso!" Enquanto sussurrava, ela alcançou meu pau e começou a masturbá-lo.

"Você tá tão molhada, mãe!", eu gemi enquanto ela continuava a acariciar meu pau.

Ela então me puxou pra cima dela e foi guiando meu pau até a sua buceta. "Me fode, meu bem! Vamos, me fode!", aquele sussurro lascivo me chegava aos ouvidos feito música, enquanto pressionava meu pau contra o centro de sua fenda.

Enquanto eu abria os seus lábios e metia nela, um brilho novo surgiu no seu rosto. E eu começava a descobrir o que toda mãe esconde... que numa cama toda mãe é antes de tudo uma mulher... e pode ser uma puta safada. E, claro, a minha não era diferente.

"Bem aí, meu bem, só deslize um pouquinho para frente e para trás", ela gemia, enquanto dava instruções. "Ah, assim... exatamente assim!"

Minha mãe inspirou profundamente quando meu pau entrou mais fundo em sua vulva, e ela ofegou ao senti-lo quase todo. Suas mãos me abraçaram, me puxando com mais força, até que eu estivesse completamente dentro dela.

Ela estava suculenta e quente, e os músculos da sua vagina se contraíram, me puxando mais para dentro, até que a cabeça do meu pau estivesse bem fundo. Empurrei até onde dava e deslizei devagar para fora dela, provocando o seu clitóris com o dedo. Ela então passou a mover os quadris em resposta à minha penetração, até preencher sua buceta novamente. Então, eu comecei a meter com firmeza, penetrando como ela queria.

"Me fode!" ela murmurou. "Mmm, isso, me fode!"

Olhei pro rosto dela, observando sua expressão de sonho enquanto se agarrava em mim.

"Mãe?", eu sussurrei. "Você gosta disso?"

Seus olhos se abriram lentamente e tentaram focar no meu rosto enquanto ela gemia em resposta.

"Ummmmm!", ela balançou a cabeça, em êxtase.

Empurrei meu pau com mais força, tirando dela sons de prazer e nomes que não poderia nem reproduzir. Não imaginava que minha mãe pudesse ficar num estado de êxtase como aquele, tomada de luxúria e gozo. Ela dizia todo tipo de sacanagem, coisas tão sujas que me enchiam de um tesão meio pervertido.

"Não sabia que conhecia todos esses nomes", eu disse.

"Mmmmmm, s...sim, uhhhhh, simmmmm... é tão bom, meu bem!"

"Você sabe quem está te fodendo, mãe?" Eu a provoquei, querendo ouvir isso da boca dela.

"Mmmmmmmmmmmm", ela respondeu sedutoramente.

"Quem, mãe?", perguntei. "Quem está te fodendo?"

"Uhhh!" "Hummm, v...você, meu amor... meu filho!", foi a resposta que eu queria ouvir.

"Você gosta de sentir seu filho assim, todo dentro de você?", perguntei, mas a resposta era óbvia.

"Ohhhh, simmm! Você é tão booom... uhhhh, meu bem!... hummm, tão gostoso! E tão gostoso... Mais forte! Mmmmmmm, mete mais forte!", ela implorava, de olhos fechados.

Minhas mãos se moveram para acariciar suas coxas, fazendo ela ter o ímpeto de me apertar, com suas pernas em volta da minha cintura.

"Tô quase gozando, mãe!", eu disse, meio ofegante, enquanto minhas mãos começavam a apertar e acariciar os seios dela.

"Ainda não, amor!", ela sussurrava. "Aguenta mais um pouco e continua me fodendo!"

Enquanto estava todo dentro dela, sentindo os bicos dos seus peitos contra o meu corpo, eu a abraçava forte. Então comecei a beijá-la, não como um filho beijaria sua mãe, mas como a mulher fogosa que ela era. Mamãe entreabriu os lábios e meteu a língua na minha boca.

Ela roçou meus dentes, então abri a boca e sua língua continuava em busca da minha. Era uma sensação maravilhosa! Nossas línguas começaram a se entrelaçar na minha boca, e então pressionei a minha, fazendo o mesmo e metendo na sua boca, pra saborear a doçura que havia dentro dela.

Minha língua se movia na sua boca, como o meu pau na sua buceta, enquanto minhas mãos voltavam pra suas coxas. Então comecei a acariciar e apertar suavemente.

As paredes da sua vagina envolveram meu pau enquanto eu a penetrava, abrindo caminho até os recônditos mais profundos das suas entranhas. E agora ainda mais forte, suas pernas se entrelaçavam à minha volta, com seus braços nas minhas costas e sua boca se pressionando contra a minha.

Ela movia seus quadris sob o peso do meu corpo. E enquanto eu a penetrava, ela impulsionava com mais força para cima, pra receber mais do meu pau. "Mais fundo! Mais rápido!", ela gritava.

Pensei em recuar um pouco pra não machucá-la, mas minha mãe continuava a insistir: "Mais forte. Oh, querido, me fode com mais força!"

Então aumentei o ritmo e a força das minhas estocadas e a penetrei com toda força. Então deslizei meus braços por baixo de suas nádegas e puxei sua vagina pro meu pau. Estávamos completamente entrelaçados e eu a estava fodendo freneticamente!

Mamãe acelerou o ritmo, gemendo e acompanhando cada estocada. Ela respirava com dificuldade e seu corpo se contorcia e suas pernas se apertavam cada vez mais em mim.

"Vai, meu bem! Me enche de novo! Me enche de porra!", ela disse enquanto se movia sob mim e apertava o meu pau com seus músculos internos firmes. "Vai! Goza na sua mãe!", ela gritou quando sentiu meu pau inchar.

Nesse instante, senti que não aguentaria mais. Meu pau começou a pulsar dentro dela. Interrompi o beijo e soltei um gemido forte ao sentir meu pau se contrair fundo no seu canal vaginal. Eu estava gozando! Não acreditava que estava gozando na buceta da minha mãe!

Meu pau começou a jorrar com mais força, uma segunda e uma terceira vez. E agora o barulho que fazia era de uma penetração molhada, banhada com meu gozo.

Enfiei meu pau até o fundo da minha mãe e ejaculei o que me sobrava, enchendo tanto que o meu gozo escorreu da sua buceta, descendo pela sua bunda. Então, quando senti minha mãe estremecer e sua vagina se apertar em volta do meu pau, ela gozou intensamente, agarrada em mim.

As contrações da sua buceta me faziam sentir como se as paredes dela estivessem sugando o meu pau. Seus músculos se contraíam e cada pequeno movimento convulsivo se transmitia pro meu pau ainda pulsante dentro dela.

Minha mãe ofegou alto, se contorcendo embaixo de mim com o prazer que estava sentindo. Ela arfava e convulsionava, xingando e gemendo, já meio sem fôlego. "Caralho, filho, isso é muito bom! Eu... não... consigo... me... controlar...!", ela continuou a xingar e gritar enquanto eu agarrava os seus quadris.

Meu pau ainda estava duro feito pedra, todo metido dentro dela, que me olhava exausta. Então, desabei ao seu lado, na cama, sentindo como se tivesse sido virado do avesso pela enorme onda de prazer. Estávamos ofegantes, buscando ar, e lentamente voltamos à realidade do que tínhamos acabado de fazer.

Ficamos ali deitados, nos acariciando, afagando e murmurando como tinha sido incrível aquela experiência.

"Então é isso, não é, filho...", sua respiração aos poucos voltava ao normal. "O que nós somos agora?"

"Ainda sou seu filho, mãe!", eu tentava acalmar o peso na sua consciência. "E você ainda é minha mãe... mas isso não nos impede de ter prazer um com o outro... sempre que der vontade", eu beijava o biquinho eriçado do seu peito. "E sempre que quiser, o meu pau é todo seu."

"Já que é assim, acho que vou reclamar o que é meu... só mais um pouquinho!"

Ela então se inclinou, deslizando sobre o meu corpo, e foi em direção ao meu pau. E o que ela queria era lamber o que restava da minha porra, na cabeça do meu pau. Com a língua estendida, ela saboreava a mistura dos seus fluidos com o meu gozo, sem deixar escapar uma gota. Lambeu e engoliu tudo, e depois me sorria satisfeita.

Claro que naquela noite eu já não dormi mais na minha cama. Agora eu tinha um lugar na cama da minha mãe, que um dia pertenceu ao meu pai. E assim com o meu pau era da minha mãe, a sua buceta era toda minha... e eu fodi muito pelo resto da noite, fazendo ela gemer nosDe

Minha mãe me emprestou pra comer a vizinha


A dona Janú era a melhor amiga da minha mãe, mas eu não podia imaginar que ela estava planejando dividir com a vizinha outra coisa que acabaria me envolvendo.

A dona Janú morava na mesma rua, tipo umas duas casas antes da nossa. E se eu chegava da faculdade e minha mãe não tava em casa, eu já sabia que ela devia tá lá. As duas eram como unha e carne, sempre compartilhando uma xícara de açúcar ou alguma receita nova. Eu só não podia imaginar que a minha mãe estava planejando dividir com a vizinha uma outra coisa que acabaria me envolvendo.

Depois de ouvir as duas conversando ao telefone, eu descobri que elas talvez fossem bem mais íntimas do que eu imaginava.

Minha mãe e eu estávamos deitados depois do nosso primeiro encontro sexual. Ela estava tão excitada, feliz e satisfeita. Fomos tomar banho juntos. Ensaboamos os corpos um do outro, com uma intimidade nova que agora partilhávamos.

Estávamos nos secando quando, de repente, minha mãe disse:

"Preciso ligar pra Janú, pra contar como foi maravilhoso transar com você. Como foi bom sentir seu pau me preenchendo e como foi excitante quando você gozou dentro de mim."

"Mãe, você acha que é uma boa ideia?", eu me surpreendi. "Porque, se mais alguma vizinha souber do que fizemos, a coisa toda pode se espalhar, e a gente pode se meter em algum problema."

"Digamos que eu e ela partilhamos não só uma xícara de açúcar, e temos lá uns segredos que ela me confia e que eu confio a ela. Vai ficar tudo bem, querido", disse minha mãe, enquanto ia pegar o telefone.

Pelo que ela disse, já fazia tempo que a dona Janú não transava. Ela era viúva e o filho único tinha ido fazer faculdade numa cidade vizinha. No fundo, aquela ideia maluca, de que a minha mãe podia dividir com a vizinha a nossa intimidade, podia ser muito excitante. Não muito diferente da minha mãe, a dona Janú era uma gordinha de seios fartos, com uma bunda enorme, capaz de deixar com inveja muita garota mais nova. Mas de repente aquilo começou a me preocupar.

Fui pro meu quarto e deitei na cama, quando de repente minha mãe entrou meio excitada.

"Ai, me sinto tão bem contando pra alguém como eu gozei!", ela sentou do meu lado.

"E então, o que ela disse sobre o nosso segredinho?", perguntei, sem conseguir tirar os olhos dos seios dela, com a toalha enrolada no corpo.

"Ela estava muito interessada em todos os detalhes."

"E pelo visto, você contou tudo."

"Ai, querido, fiquei molhadinha só de lembrar de tudo!", ela parecia mais excitada. "Por falar nisso, o que acha da Janú, filho? É um mulherão, né? Os velhos daqui são maluquinhos por ela."

"Já vi que tem coisa aí", eu conhecia aquele seu olhar. "Vai, mãe, fala logo o que tá tramando."

"Queria que fizesse um favor pra sua mãe", ela disse finalmente. "Queria que fizesse com a Janú o mesmo que fez comigo!"

"Quer que eu transe com a vizinha?", eu mal podia acreditar.

"Que foi? Tá com medo de uma buceta peluda?", ela pegava no meu pau. "Da minha você bem que gostou, né?"

"Não é isso. Só não sei se é uma boa ideia. Pode ser arriscado. Além disso, como se sentiria se isso acontecesse? Não quero que nada nem ninguém se interponha entre nós dois no nosso novo relacionamento, mãe."

"E não vai, meu amor!", ela me beijou.

"Mas me diga, como se sente em relação a isso tudo? Quer mesmo que eu faça sexo com ela?"

"Pra ser sincera, eu ficaria muito excitada sabendo que a Janú estava sendo fodida pelo meu filho. Não sou o tipo de mãe egoísta quando se trata da minha melhor amiga aproveitar o que eu acabei de ter. Aliás, se você não se importar, ela sugeriu que eu assistisse. Não se importa que eu assista, né?"

"O que acha, mãe?", respondi. "Como acha que eu vou transar com outra mulher na sua frente?"

"É só fazer com ela o mesmo que fez comigo, querido. E vai fazer sua mãe muito feliz", ela me sorria, como se me pedisse uma coisa trivial.

Nossa, eu não esperava por essa, principalmente vindo da minha mãe. Eu estava tentando processar a ideia da minha mãe me assistindo transar com a vizinha. Aí veio a parte que de repente me ocorreu: E se, no meio da coisa toda, ela quisesse também participar? Fiquei em silêncio por um tempo até que minha mãe falou de novo.

"Bem, o que você acha?", ela disse, enquanto estendia a mão e acariciava o meu pau por sobre o tecido do meu short.

"Acho que não teria problema. Eu faço tudo por você, mãe. E se o que quer é me ver comendo a vizinha, por mim tudo bem."

"Mal posso esperar!", ela deu um risinho de pura excitação.

Então, se inclinou e abaixou o meu short até o joelho pra me chupar. Primeiro, ela começou lambendo a cabeça do meu pau lentamente, fazendo isso como uma verdadeira puta, enquanto me olhava. Até que engoliu o meu pau de uma vez, levando cada vez mais fundo na boca, até que eu estivesse completamente na garganta dela.

Ela me chupou por alguns minutos, até que tirou a toalha enrolada no seu corpo e sentou em cima de mim, guiando a cabeça do meu pau até a entrada da sua buceta molhada.

Ela pegou um dos seios e levou na minha boca pra eu chupar, enquanto cavalgava o meu pau toda fogosa. Eu segurava a sua bundona, puxando mais pra cima do meu pau e metendo tudo, ao mesmo tempo em que mamava e chupava intensamente o seu mamilo durinho. E a ideia de fazer o mesmo com a vizinha me deixava ainda mais excitado, sabendo que minha mãe estaria assistindo a tudo.

"Não esqueça disso, querido", ela sussurrava no meu ouvido. "No final, você é só meu... e eu sou todinha sua!"

Ela continuou cavalgando meu pau até que eu gozasse dentro dela de novo. Depois, deitou na minha cama toda satisfeita. Nossa, eu tava tão excitado, vendo a buceta dela toda vermelha e com os lábios inchados, que me ajoelhei ao lado da cama e comecei a chupar o seu grelo.

E depois de fodê-la com meu pau, eu ainda tentava fodê-la com a minha língua. Eu metia bem fundo, provando na sua buceta molhada a minha porra misturada com o seu gozo. Depois, comecei a beijá-la, dividindo com ela tudo o que tinha colhido do seu interior.

Naquela noite, pela primeira vez eu dormi na sua cama. E é claro que a gente fodeu a noite toda, até ela desabar nos meus braços e a gente dormiu de conchinha. Até o fim da semana, eu já tinha me tornado amante da minha mãe, e a gente fodia todo dia, com um apetite que ela revelava que me impressionava... mas eu estava mais do que feliz em satisfazê-la.

No sábado de manhã, eu tinha à academia pra malhar até. Depois voltei pra casa por volta do meio-dia. Deixei o carro na garagem e entrei pela porta dos fundos. E assim que entrei em casa, ouvi vozes femininas na sala de estar. Eram a dona Janú e mamãe conversando.

Tanto minha mãe quanto a dona Janú estavam usando vestidos leves de verão, daqueles com a parte de cima cobrindo os seios. E pelo tamanho avantajado dos peitos das duas, era como se ambas estivessem sem sutiã, mas não consegui ter certeza, enquanto passava por elas.

Fui pro meu quarto, tirei a roupa suada de ginástica e fui pro banheiro tomar um banho. Na sala, minha mãe e a dona Janú ainda estavam conversando. Vi que estavam bebendo um vinho que minha mãe tinha colocado na geladeira pela manhã.

"Por que não pega um copo e se serve um pouco aqui com a gente, querido?", disse minha mãe.

Fui até a cozinha e peguei um copo, voltando em seguida e me sentei entre elas. Mamãe me serviu, depois encheu os copos dela e da dona Janú e colocou a garrafa na mesinha, enquanto eu era literalmente devorado pela vizinha, que não parava de me olhar.

Mamãe deu um gole no vinho e colocou a taça ao lado da garrafa na mesinha. Podia ver como estava excitada, pelo jeito como seus mamilos saltavam no relevo do vestido. E os da dona Janú não estavam menos eriçados. Com certeza minha mãe devia estar excitada em exibir o filhão pra vizinha.

"Como foi seu treino na academia?", perguntou mamãe.

"Foi bom. Encontrei uns amigos lá", respondi.

"Bem, mostra isso então!", ela me fez levantar do meu lugar no sofá. "Deixa a gente ver como suas pernas estão bem definidas."

Dei outro gole no meu copo de vinho e fiquei de pé entre as duas. Eu sabia onde isso ia dar, mas agi como se nada estivesse acontecendo. Só que meu pau resolveu ficar um pouco duro, parado entre duas mulheres maduras, com os olhos na altura da minha virilha.

Mamãe então começou a esfregar a mão na minha perna esquerda, sentindo como ela estava firme. Depois, esfregou as duas pernas, subindo um pouco mais a cada movimento. Meu pau definitivamente estava ficando duro feito pedra, começando a marcar o meu short de ginástica.

Olhei pra baixo e vi que o volume se pronunciava mais do que eu conseguia disfarçar. E a dona Janú estava encarando a silhueta da cabeça do meu pau no meu short, mordendo o lábio inferior. Então olhei pra minha mãe, que apenas sorriu e sussurrou:

"Pelo visto, tá tudo bem definido aí!"

Apenas sorri, meio constrangido por estar de pau duro na frente das duas.

"Bem, Janú, o que você acha das pernas firmes do meu filho?", perguntou ela, passando as mãos pela frente do meu short, acariciando meu pau agora completamente ereto.

"Parecem... Quer dizer, parecem firmes, duras e musculosas pra mim", disse a dona Janú, lambendo os lábios.

Minha mãe perguntou: "Gostaria de ver o que me deixou tão feliz esta última semana?", ela sorriu maliciosamente pra amiga.

Enquanto prendia os polegares no cós do meu short, ela por um instante levantou os olhos em busca dos meus. Então, sem perder mais tempo, minha mãe abaixou lentamente o meu short, trazendo junto a cueca e fazendo o meu pau duro saltar pra fora.

Com a cara mais safada do mundo, ela olhava pra vizinha em busca de uma resposta. A dona Janú olhava pro meu pau boquiaberta, depois olhou pra minha mãe e disse:

"Ai, Beth! Quer dizer que esse é o pauzão que você tanto me falou a semana toda?!", ela ainda fez menção de querer tocá-lo, só não teve coragem.

"Sim, esse é o meu bebê!", foi a resposta da minha mãe, com uma expressão de cumplicidade.

Então, com toda naturalidade, ela puxou meu short até os tornozelos, fazendo o meu pau bater na minha barriga um pouco acima do umbigo, com a ponta curvada para cima, apontando diretamente para o rosto dela. Minha mãe começou a esfregar meu pau com a mão esquerda enquanto a direita massageava meus testículos. Então, ela o envolveu com a mão esquerda, puxando-o para baixo. E enquanto me olhava, ela estendeu a língua e lambeu a ponta com a língua.

E pro deleite da sua amiga, que olhava excitada, minha mãe começou a chupar a cabeça do meu pau, brincando com a língua em volta. Depois, engoliu tudo e de repente eu podia sentir meu pau no fundo da sua garganta. Devagar ela foi recuando, fazendo o meu pau surgir da sua boca todo molhado de saliva. Então, tendo mostrado à amiga o que fazer, ela pegou a mão da dona Janú, colocando-a em volta do meu pau e guiando-a para acariciá-lo.

A dona Janú entendeu o recado e começou a acariciar o meu pau duro. Ela se inclinou para a frente até que a cabeça brilhante de saliva quase tocasse seus lábios. Minha mãe sorriu e a incentivou a fazer o que ela tava morrendo de vontade de fazer.

"Vai em frente e experimenta como é gostoso."

A dona Janú segurava o meu pau, com um brilho nos olhos. Então, inclinando-se para a frente, ela começou a beijá-lo. Havia uma gota de líquido pré-ejaculatório escorrendo da ponta e ela simplesmente lambeu, fechando os olhos e suspirando enquanto sentia o meu gosto.

"Não é uma delícia?", minha mãe provocava.

A dona Janú então engoliu de vez e começou a chupar o meu pau, metendo tudo na boca feito uma menina gulosa. Depois tirou da boca, sem largar dele, e olhou pra minha mãe. "Tem certeza de que está tudo bem pra você, Beth?", ela olhava pra minha mãe.

"Sim, com certeza, porque quero que você experimente o êxtase que eu tenho experimentado a semana toda. Você é minha melhor amiga e quero compartilhar meu filho com você. Agora é a sua vez, enquanto eu vou ficar aqui sentada assistindo meu filho te dar prazer como ele me dá."

E sem perder tempo, a amiga da minha mãe voltou a me chupar. Aos poucos ela foi se soltando e já estava se empolgando, metendo o meu pau cada vez mais fundo na garganta.

Pra quem tava não sei há quanto tempo sem transar, ela era muito boa em chupar um pau, quase tão boa quanto minha mãe. Ela lambia meu pau de cima a baixo, depois começava a engolir meus testículos, um de cada vez, metendo tudo na boca. Depois, voltou a chupar o meu pau, enquanto eu sentia a glande tocar o fundo da sua garganta.

Ela continuou se esbaldando no boquete, fazendo meu pau deslizar pela sua língua até a sua garganta. E então voltava, recobrando o fôlego, pra em seguida engolir de novo, fazendo uma pressão gostosa de sucção enquanto mamava. Àquela altura, eu já não aguentava mais, então disse a ela que tava quase gozando.

A dona Janú então tirou meu pau da boca, olhando pra mim e disse:

"Goza na minha boca, quero sentir o gosto da sua porra!"

Envolvendo os lábios novamente em volta do meu pau, ela continuou me chupando. E eu segurei a sua cabeça e comecei a foder a sua boca, metendo lá no fundo. Ela se agarrava à minha cintura, de boca aberta e recebendo tudo. Até que eu senti o sêmen subindo pelo meu pênis, vindo dos meus testículos, e de repente comecei a ejacular, sem mais parar.

Podia sentir jatos do meu esperma encherem a sua boca, e ela bebia o que podia. Então, com a língua estendida, ela ainda queria mais, deixando a minha porra deslizar e descer pela sua garganta, enquanto ela engolia o mais rápido que podia. Era tanto que um pouco escorreu pelos cantos da sua boca, e pelo queixo.

Quando a dona Janú deixou meu pênis sair da boca, em busca de ar, minha mãe estendeu a mão, limpando o fio de porra que lhe escorria. E então levou o dedo à boca, chupando o resto do meu gozo.

Depois, minha mãe colocou a mão na minha bochecha, virando meu rosto para o dela, enquanto começava a me beijar apaixonadamente. Sua língua veio em busca da minha e eu comecei a chupá-la, ao mesmo tempo agarrando o seu peito por cima do vestido.

Quando nossos lábios se separaram, a dona Janú virou meu rosto para o dela e continuou o beijo, com língua e tudo, sem se preocupar com a minha mãe do lado. Continuamos nos beijando, e ela queria agora chupar a minha língua, como fez com meu pau. E eu, por minha vez, meti a mão nos seus peitos, tirando pra fora e apertando cheio de tesão. Mamãe finalmente nos interrompeu, feito uma menina impaciente.

"Vamos logo com isso, vocês dois!", ela começou a ajudar a amiga a tirar a roupa.

Eu olhava as duas se despindo e mal podia acreditar naquilo. Era uma bela putaria que minha mãe e sua amiga estavam querendo, bem ali na sala.

Enquanto A dona Janú se deitava no sofá, com a cabeça no colo da minha mãe, estendi a mão e acariciei seus seios enormes. Acho que nem me surpreendi quando vi que ela não estava mesmo usando sutiã. Só faltava ter saído de casa sem calcinha, a safada.

A dona Janú tinha seios grandes, com aréolas do tamanho de uma moeda e mamilos grossos e compridos, que davam vontade de chupar só de olhar, duros do jeito que estavam.

Sem perder mais tempo, me ajoelhei ao lado do sofá e caí de boca entre eles, mamando feito um moleque naqueles dois peitões. Chupei e mordi levemente o mamilo esquerdo dela enquanto minha outra mão apertava o outro seio, beliscando e rolando o mamilo entre o polegar e o indicador. Depois, troquei de seio, dando ao outro o mesmo tratamento.

Olhei pra minha mãe e ela estava nua, exceto por sua calcinha fio-dental de renda preta. Ela massageava os seios da amiga, colocando na minha boca e se deleitando enquanto eu mamava neles.

Pedi pra dona Janú se levantar enquanto eu abaixava a sua calcinha fio-dental vermelha transparente de renda. Beijei e lambi seu monte de Vênus logo acima da borda da calcinha. Fiz com que ela se sentasse novamente no sofá, abri suas pernas e vi pelo fino tecido que ela tinha uma bucetona peluda, não muito diferente da buceta da minha mãe.

Puxei-a para que sua bunda ficasse bem na beirada do sofá enquanto beijava a parte interna de suas coxas até chegar à sua vagina úmida coberta de pêlos. Passei a língua longamente do ânus até o clitóris, saboreando seu doce suco vaginal.

Então, pra deixá-la peladinha como eu, segurei as laterais da calcinha dela, puxando-a toda enquanto ela ofegava de excitação. Deslizei a calcinha pelas suas pernas enquanto admirava o triângulo de pêlos pubianos, logo acima da sua bucetona de lábios enormes. A dona Janú se recostou, abrindo bem as pernas pra revelar seus lábios úmidos e inchados, que imploravam por um beijo, e ela tinha o maior clitóris que eu já vi. O clitóris dela era do tamanho da ponta do meu dedo mindinho, e era suculento ao primeiro contato na ponta da língua.

Por um instante olhei pra minha mãe e vi que ela já tinha se livrado da calcinha e estava também completamente nua. Nossos olhares se encontraram e ela disse: "Vai em frente, lambe a Janú e a faz ela sentir o mesmo que você fez comigo ontem à noite."

Encostada no braço do sofá, com uma mão ela massageava o seio esquerdo, e com a outra esfregava freneticamente a vagina e o clitóris, observando a dona Janú e eu.

Usei meu dedo para esfregar os lábios externos dela, umedecendo-o com os fluidos que lhe escorriam. Nossa, o grelo enorme dela chegava v brilhar, com tanto gozo, se nem ainda ter sido penetrada. Eu mal podia esperar para chupá-lo.

Adicionei outro dedo, levando à boca pra provar o seu sabor. Depois, meti bem fundo de novo e trouxe de volta, todo melado de gozo. Então, só de provocação, ofereci à minha mãe pra que ela também provasse do suco vaginal da amiga. Minha mãe, por sua vez, não se fez de rogada e começou a lamber e chupar os meus dedos, fazendo aquela sua cara de safada e olhando pra dona Janú, que pelo visto ficou bem excitada com aquilo.

Voltando minha atenção à sua buceta, lambi e penetrei com a língua, enquanto minha mãe chupava os meus dedos. Então voltei a enfiá-los na dona Janú, enquanto colocava minha boca sobre o clitóris dela, chupando e estimulando-o com a língua. A mulher a essa altura começou a gemer, segurando a minha cabeça e mantendo entre as suas pernas.

Eu movia meus dedos para dentro e para fora, fodendo ela o mais fundo que podia, enquanto chupava seu clitóris. Ela gritou que ia gozar, então acelerei o ritmo, enfiando meus dedos mais rápido e mais fundo, o tempo todo chupando e estimulando seu clitóris.

A dona Janú agarrou minha cabeça ainda mais forte, movendo os quadris na minha cara. Até que começou a gozar na minha boca e por todo o meu rosto. Ela então se jogou no encosto do sofá, meio exausta e tentando recobrar o fôlego.

Minha mãe me puxou e me beijou, sentindo o gosto da sua amiga na minha boca e lambendo em volta o que me escorria do seu gozo.

E enquanto a dona Janú se recuperava do êxtase do orgasmo, minha mãe me jogou no chão, até que eu estivesse deitado de costas no carpete da sala, com meu pau apontando pra cima. Depois, antes mesmo que eu pudesse perceber, ela sentou em cima de mim e pegou no meu pau.

"Eu sei que a noite é sua, Janú. Mas enquanto você se recupera, eu preciso me aliviar um pouco no meu filho!"

Ela passou a perna por cima de mim enquanto segurava o meu pau, guiando-o em direção à sua vagina. Com as mãos no meu peito, ela se encaixou até que eu estivesse enterrado bem fundo. E, depois de um suspiro profundo de puro prazer, ela se ajeitou, ficando ereta, jogando a cabeça para trás e balançando para frente e para trás no meu pau.

Ela então foi acelerando os movimentos, se fodendo cada vez mais rápido e forte, enquanto eu apertava seus seios, rolando seus mamilos entre meus polegares e indicadores. E antes que eu pudesse gozar, ela abriu os olhos e me sorriu satisfeita, como se tivesse feito um xixizinho depois de chegar da rua.

"Prontinho, Janú, agora tá lubrificado e pronto pra você!", minha mãe se levantou e deixou sua amiga se ajeitar sobre o meu pau, descendo devagar e se deixando penetrar com uma expressão de puro prazer.

"Ah, meu bem, seu pau é tão bom! Faz muito tempo que não sinto um pau dentro de mim, muito menos um desse tamanho. Ah, me fode, meu bem! Me fode gostoso!"

Minha mãe se aproximou, ficou de frente pra dona Janú, acariciando os peitos dela. Então, ela passou uma das pernas sobre a minha cabeça, abrindo bem a outra e abaixou sua buceta molhada na minha cara.

"Chupa a minha buceta enquanto a Janú cavalga você, filho", e ela já tinha sentado.

Ao mesmo tempo em que a dona Janú rebolava e se fodia ela mesma sobre o meu pau duro, eu me dedicava a lamber e a penetrar a buceta da minha mãe com toda a minha força.

Eu estava na verdade sendo fodido por duas coroas gordinhas de seios fartos bem no tapete da sala. Enquanto a minha mãe fodia a minha cara, esfregando a buceta e me fazendo enfiar a língua toda dentro dela, sua amiga continuava a usar o meu pau pra se foder, movendo os quadris para a frente e para trás.

Àquela altura, já não tava mais agüentando com as duas. Você olha uma dessas mulheres com cara de boazinhas, algumas com um netinho nos braços, e nem imagina do que são capazes quando estão em cima de você.

Minha mãe continuava gemendo, com seu gozo encharcando o meu rosto. Mas ela não se continha tão-somente com a minha língua. Na verdade, acho que ela queria uma outra língua... mais exatamente a da sua amiga.

Nesse instante, as duas me usavam como um brinquedinho... e ao mesmo tempo se beijavam intensamente, como se já tivessem feito aquilo. E a santinha da dona Janú se revelava uma outra safada. Enquanto estendia a língua na boca da amiga, ela dedilhava o seu clitóris, mostrando que de fato as duas já tinham feito aquilo antes.

Então, com um tesão que eu já tinha visto no seu rosto antes, minha mãe se inclinou e pegou na sua mão um dos seios da dona Janú, levou à boca e começou a chupar.

Era o que eu tinha imaginado, que em algum momento, no meio da nossa pequena festinha, alguma sacanagem acabaria rolando entre as duas. Nunca soube que minha mãe tenha transado com outra mulher antes, mas como ela disse, as duas eram bem mais íntimas do que meras vizinhas.

De repente, não consegui mais segurar e, meio excitado por descobrir aquele outro lado da minha mãe, eu comecei a gozar na buceta da sua amiga, que estava em êxtase, sentindo a minha porra fluindo dentro dela.

"Ai, Beth, seu filho tá gozando dentro de mim!", ela sorria feito uma menina. "Isso, meu bem, goza na minha buceta! Quero sentir sua porra bem lá no fundo!"

Eu tentava acompanhar o seu ritmo, no mesmo movimento para baixo, enquanto enterrava a cabeça do meu pau no fundo do seu útero. E um jato após o outro do meu gozo jorrava nas suas entranhas, fazendo as paredes da sua vagina apertarem o meu pau, em seu próprio orgasmo.

Exausta, a dona Janú rolou para o lado, deitando ao meu lado no chão com as pernas abertas, enquanto eu observava o gozo escorrer da sua buceta dilatada.

Nesse instante, mamãe se inclinou sobre mim, pegando meu pau na boca e limpando nossos fluidos do meu pau e me chupando tomada de tesão. Ainda querendo mais gozo, ela se moveu entre as pernas abertas da dona Janú, lambendo e chupando o gozo da sua buceta. Definitivamente as duas já tinham feito aquilo antes... isso eu tinha certeza agora.

Depois de nos limpar, ela olhou pra sua amiga e disse, com uma cara bem safada:

"Você vai passar a noite aqui em casa, não é, Janú?"

Continua..

Minha mãe e a vizinha eram amantes, e eu comi as duas

Minha mãe tinha um amante. Eu só não podia imaginar que esse amante, na verdade, não era um homem, mas sim uma mulher.

Quando minha mãe resolveu me emprestar pra comer a vizinha, isso nos tornou ainda mais íntimos. Não pelo que fazíamos na cama, ou pelo tesão que ela tinha em me chupar e cavalgar o meu pau, mas por descobrir um segredo seu que ela guardava de mim... ela e a vizinha eram na verdade amantes.

Não sei há quanto tempo, mas a dona Janú e a minha mãe trocavam mais do que uma xícara de açúcar. Enquanto eu pensava que minha mãe não tinha sexo há anos, ela visitava a casa da vizinha — e a sua cama — pra se consolarem uma à outra na sua solidão... e se chuparem e se foderem no meio da tarde.

Se alguma vez eu desconfiei que a minha mãe tinha um amante, a única coisa que eu não podia imaginar é que esse amante, na verdade, não era um homem, mas sim uma mulher. E não só isso, eu a conhecia. Fico imaginando cada vez que cheguei em casa e lá estava a dona Janú conversando com a minha mãe... provavelmente depois de terem se chupado muito.

Como a minha mãe, ela tinha seios enormes, com mamilos muito maiores que os de qualquer mulher que eu já tinha comido. Um pouco mais gordinha, o que se revelava abaixo do umbigo era uma buceta bem peluda. Não era apenas um monte de pêlos, mas uma selva, uma floresta densa que se espalhava pela parte interna de suas coxas.

E se antes havia o segredo de se encontrarem às escondidas, agora, bem na minha frente, elas se entregavam a um tesão que me deixava excitado só de ver.

Começamos com uma troca de carícias, enquanto eu beijava uma, depois a outra, tentando dar atenção às duas. Até que de repente estávamos dividindo um beijo a três. Daí por diante, as duas continuaram, sem se importar comigo.

No banheiro, debaixo do chuveiro, minha mãe se ocupava dando atenção aos seios da dona Janú, em meio a lambidas e chupadas no pescoço. Eu estaria mentindo se dissesse que não era excitante de se ver. Mamãe parecia estar no cio enquanto mamava um dos seios, massageando o outro.

"Acho melhor a gente ir pra cama de uma vez!", eu sugeri, fazendo as duas trocarem um olhar de cumplicidade.

Depois de se secarem, elas me conduziram pro quarto da minha mãe, se sentando na cama, e cada uma com um olhar mais guloso pro meu pau. Mas acho que primeiro a minha mãe queria dar atenção à sua amante, e começou a acariciá-la.

As duas então se beijaram e eu fiquei de plateia, vendo excitado minha mãe revelar o seu lado meio lésbica. Então ela deitou a dona Janú de costas na cama e mergulhou de cara entre as suas pernas.

A vizinha ria enquanto mamãe fazia o que quer que estivesse fazendo — parecia beijar e lamber o que já parecia uma floresta úmida antes mesmo de enfiar ali a sua língua.

"Sua xoxota é gostosa, Janú!", ela sorriu por um instante.

Não conseguia ver o seu rosto, enquanto ela devorava a buceta da vizinha, usando as mãos por baixo da bunda dela para levantá-la e chegar bem fundo no seu canal vaginal, mas o som da sua língua trabalhando intensamente me deixava louco. Era uma delícia descobrir que a minha mãe também adorava chupar uma buceta.

Não demorou e a dona Janú gozou, se contorcendo nos lençóis. Depois, um segundo orgasmo, já meio ofegante. E, não se contendo, ela agarrou o meu pau, metendo na boca e me chupando entre um gemido e outro.

Mamãe levantou a cabeça, com o rosto corado, e vendo excitada o que acontecia na sua cama. Mas ainda não queria sair de entre as pernas da amiga. Dessa vez com o dedo, ela continuava fodendo a dona Janú. E quando tirava o dedo todo melado, ela o levava à boca, provando do seu gozo. Ela até me estendeu o dedo, me oferecendo pra também provar do que escorria da buceta da vizinha.

Minha mãe então veio se juntar à amiga e as duas agora dividiam o meu pau, me chupando como nenhuma outra mulher me chupou antes.

"Eu sei o que você quer agora", ela sussurrou no ouvido da dona Janú, enquanto passava a mão por entre os pêlos da sua buceta.

"Vai, sobe logo de uma vez!", a vizinha se ajeitava na cama.

Caminhando de gatinho até a beira da cama, minha mãe ficou de quatro e se ajeitou sobre o rosto da amiga, com a cara entre as pernas dela. E de repente o meu pau começou a pulsar de tesão, vendo as duas se prepararem pra fazer um meia-nove.

"Você quer chupar uma buceta peluda, não é?" ela disse, voltando a meter a língua na sua buceta.

E a dona Janú, por sua vez, não perdeu tempo e começou a chupar a minha mãe. Ouvi a sua resposta meio abafada enquanto ela puxava a mamãe pela bunda, encaixando a sua virilha sobre o seu rosto.

Eu observava as duas enquanto se chupavam sem nenhuma cerimônia, como se já tivessem feito aquilo não sei quantas vezes. Ao mesmo tempo em que explorava a virilha da amiga, minha mãe movia os quadris, numa dança sensual do seu grelo que era devorado pela dona Janú.

Então me abaixei de joelhos atrás delas, olhando bem de perto o intenso trabalho da minha mãe com a língua na amiga. Até que não aguentei mais e tive que me juntar a ela. Estendendo a língua, eu tentava pegar um pouco do gozo que escorria da buceta molhada que ela devorava.

Comecei a lamber os grandes lábios da dona Janú, disputando com a minha mãe, que chupava intensamente o grelo dela como se fosse um pau. No início, ela se afastou, me deixando ter um pouco do gostinho da sua amiga, mas eu estava começando a descobrir como ela parecia gostar de uma buceta.

Resolvi então explorar o que mais a dona Janú tinha a oferecer. E é claro que, com aquele bundão, ela devia ter um cu delicioso. Coloquei dois travesseiros por baixo dela pra facilitar e comecei separando as nádegas dela, pra ter acesso ao anel rosado do seu cu. No mesmo ponto onde terminavam os pêlos da sua buceta, começava uma trilha que levava a um mundo mágico, que devia deixar os homens do bairro malucos quando ela passava, rebolando aquele rabão.

E enquanto minha língua explorava o seu orifício delicado, saboreando a sua parte mais íntima, ela começou a gemer, quase sem fôlego pra continuar lambendo a minha mãe.

"Ai, meu Deus! Vocês dois tão me matando!"

Ao sentir o primeiro contato da minha língua com as milhares de terminações nervosas ao redor de seu ânus, a dona Janú passou a gemer cada vez mais alto. Ela estremeceu ao sentir nossas duas línguas a explorando. E, num movimento incontido, ela impulsionava os quadris em direção à língua da minha mãe, no mesmo instante em que eu comecei a penetrá-la com o dedo.

Então minha mãe pegou um dos meus dedos e começou a empurrá-lo para dentro da buceta da dona Janú. Ela estava literalmente me usando como um consolo pra foder a amiga, ao mesmo tempo em que continuava a chupar o seu grelo.

A dona Janú soltou um forte gemido ao sentir meu dedo entrando pelas dobras da sua buceta. E quando minha mãe começou a fazer movimentos de vai e vem, alternando com lambidas no seu grelo, ela foi relaxando, desfrutando de um prazer intenso. Não sei há quanto tempo ela não transava, mas nunca vi uma coroa gozar tanto, deixando o rosto da minha mãe todo melado.

Mas ainda faltava o principal; faltava pegar a dona Janú pela mão e conduzi-la ao paraíso. E foi o que eu fiz.

Abrindo bem as pernas dela, deixando totalmente exposta a sua buceta molhada, eu segurei meu pau pela base e comecei a pincelar, deixando ela mais ofegante só com a expectativa. E então fui metendo devagar, tentando prolongar ao máximo aquela tortura.

Queria dar a ela um orgasmo que tão cedo ela não esqueceria. Mas de repente senti minha mãe pegar no meu pau e fazê-lo deslizar todo para dentro da sua amiga. Acho que ela já não tava aguentando aquilo, com um misto de tesão, inveja e o ciúme natural de mãe.

E quando já estava todo dentro dela, eu comecei a penetrá-la, aos poucos aumentando o ritmo a cada estocada. A dona Janú se contorcia toda, de olhos fechados e agarrando-se aos lençóis, enquanto gemia.

E só de provocação, quando ela não tava mais aguentando, eu tirava o meu pau e dava umas batidas na sua buceta e esfregava no seu grelo.

Numas dessas vezes, minha mãe não se conteve e meteu a mão no meu pau e enfiou ele na boca, me chupando e lambendo dele todo o gozo da dona Janú. Depois, ela mesma enfiou de volta, pra eu continuar fodendo a sua amiga. E ficamos assim por um tempo, enquanto eu testava até onde as duas aguentavam.

Comecei a me mover lentamente, deixando A dona Janú ditar o ritmo. Ela gemia enquanto continuava a chupar a minha mãe. Senti o meu pau chegar mais fundo dentro dela, onde deixava ela mais excitada. Então ela abraçou forte a minha mãe pela cintura, mergulhando com vontade no seu suco vaginal, enquanto eu continuava meus movimentos.

Entramos em um ritmo agradável e a dona Janú começou a se mover mais rápido. E quanto mais rápido, mais ela ficava molhada, fazendo minha mãe se esbaldar, enquanto lambia tudo o que lhe escorria.

Numa hora, a dona Janú tava tão doida de tesão, enquanto eu fodia ela, que agarrou a bunda da minha mãe, cravando nela as unhas, e voltou a chupar intensamente a sua buceta. Acho que ela tava gozando porque de repente eu senti o meu pau ser comprimido dentro dela com uma força tão grande que também me fez gozar.

Eu gemia ofegante, enquanto ejaculava uma grande quantidade de esperma dentro dela. E enquanto tremia, movendo-se em resposta às minhas estocadas, senti seu clitóris roçar na base do meu pênis. Ela continuou fazendo isso até ter outro orgasmo, abraçada à minha mãe.

Já estava meio exausto, depois de despejar dentro dela tudo o que eu tinha. E quando finalmente tirei meu pau, minha mãe não perdeu tempo e começou a lamber da cabeça a mistura de esperma e o gozo da sua amiga.

A dona Janú se levantou, recobrando o fôlego. E,percebendo o que a minha mãe fazia, resolveu se juntar a ela. As duas então começaram a lamber o esperma do meu pau e a se beijar. Senti minha ereção diminuir enquanto observava as duas se divertindo feito duas meninas, como se dividindo um doce.

Depois disso, fui me deitar entre as duas, e devo ter cochilado por um tempo. Mais tarde, aquela noite, fui acordado pelas duas, que de novo já estavam me chupando, querendo dessa vez cavalgar o meu pau. E fizemos isso pela noite afora, enquanto eu me revezava entre uma e outra, e as duas se chupavam.

Essa combinação incestuosa e lésbica continuou daquele dia em diante, quando a dona Janú praticamente já não saía mais lá de casa. Não muito diferente da minha mãe, ela nem se preocupava mais com roupas, andando nua em pêlo por toda a casa.

Com o tempo, os vizinhos começaram a desconfiar daquela amizade tão íntima das duas. Mas nem podiam imaginar tudo o que rolava na cama da minha mãe a noite toda.

Continua...


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