MAMÃE E SUA AMANTE
De uma massagem nas costas, arrombei o cu da minha mãe
Era pra ser uma massagem pra endireitar as costas dela, mas acabei comendo o rabão da minha mãe gostoso
Sabe o que é um filho temporão? Aquele que fica pra cuidar dos pais depois que os irmãos casam e saem de casa. No meu caso, cuidar da minha mãe, depois que meu pai faleceu. E, pela diferença de idade, com 18 anos, eu parecia mais neto dela.
Com quase 60 anos, minha mãe tinha seios fartos e um corpo de curvas bem generosas. Não sabia como era a sua vida sexual, se ela se encontrava com algum homem. Mas, desde aquele incidente, eu acabei fazendo parte da sua vida sexual.
Uma tarde, ouvi um grito no seu quarto e fui ver o que era. E, pra minha surpresa, minha mãe estava de bruços, completamente nua sobre a cama com um consolo quase todo enterrado no seu cu.
"Pode dar uma ajudinha, meu bem?", ela sussurrou. "Acho que dei um mal jeito nas costas e não consigo me mexer!"
"Ô, mãe!", eu sentei do seu lado, na cama. "Quer que eu tire isso pra você?"
"Mas tenha cuidado".
Eu montei em cima dela e, com cuidado, fui tirando o consolo de dentro dela. Mas não pude evitar de fazer minha mãe gemer, dessa vez de prazer. Só que ainda estava imóvel, ali deitada na cama. Então ela me pediu pra fazer uma massagem nas costas.
Ainda montado em cima dela, comecei a passar minhas mãos com força, desde os seus ombros até a sua bunda enorme. E de novo ela começou a gemer, dessa vez de alívio. De repente, meu pau já tava ficando duro feito pedra, olhando o seu cuxzão apontando pra mim.
Até que ela melhorou e pôde se virar, sorrindo aliviada. Mas, assim que assim que notou a minha ereção, ela me lançou aquele olhar meio safado, e disse:
"Já que a gente conseguiu superar o constrangimento inicial da situação, por que não continuamos daqui, meu bem?", ela sussurrou, com a mão sobre o meu pau duro, na calça.
"Tem certeza, mãe?", eu mal podia acreditar.
"Já faz um bom tempo pra mim... e eu podia te ensinar umas coisinhas, meu bem!"
E, sem perder tempo, ela foi logo levantando a minha camisa, com os olhos cheios de tesão diante do meu peito nu.
Observei enquanto ela me envolvia em seus peitos de mamilos eriçados contra o meu corpo, colocando as mãos entre as minhas coxas. Suas mãos seguravam meu pau, girando-o suavemente enquanto o envolviam, da base à glande, numa punheta gostosa.
Mas o que ela queria era provar o meu pau, e fez isso com avidez, debruçada no meu colo e me chupando, como se fosse o primeiro pau que botava na boca há anos.
Enquanto me fazia um incrível boquete, minha mãe se tocava entre as pernas. Meu pau fazia sons de sucção, e ruídos úmidos na sua boca, enquanto ela continuava, acariciando-o firmemente para prepará-lo. E o que ela queria era continuar tendo o cu arrombado... mas dessa vez com um pau de verdadfe... e o do próprio filho.
Mais à vontade, eu exploravam com meus dedos a sua vagina, puxando seus lábios. Então me empolguei e deslizei dois dedos dentro dela, girando-os, e pressionando contra suas paredes. Mas ela pegou na minha mão e tirou, dizendo que ainda não era hora disso.
Fiquei chocado e quase gozei quando ela me olhou bem nos olhos e me disse pra dedilhar o seu cu, ficando de quatro pra mim. Comecei a sondar suavemente a entrada contraída e ela disse que eu precisava de lubrificação, pra facilitar.
"Não sou mais uma garotinha, filho!", ela me sorriu.
Lambi meu dedo até que estivesse bem lubrificado e recomecei. Desta vez, ele entrou gradualmente naquele canal quente e aveludado sem muita dificuldade. Ela ofegou, fez um pequeno som de engasgo e me perguntou se eu já havia transado com alguém... por trás.
Eu não tinha. O pensamento me excitou ainda mais, deixando meu pau completamente duro. Ela continuou descrevendo as maravilhas, a firmeza, explicando como era bom para ela e o quanto eu gostaria. Ela se contorceu contra mim, depois girou suavemente até ficar com sua bunda grande empinada.
Não precisei de mais incentivo. Ela me passou um tubo de gel lubrificante da gaveta da mesa de cabeceira e me disse pra lubrificar meu pau e sua entradinha, antes de penetrá-la. Mas ela me encorajou a começar com a língua, que era o que ela mais gostava.
Enquanto eu colocava meus polegares na fenda de suas nádegas com as mãos em suas nádegas, minha mãe, sabendo o que eu estava prestes a fazer, arqueou as costas e abaixou o rosto no colchão para melhor desfrutar o seu prazer.
Ela então levou as mãos para trás, para abrir as nádegas e me mostrar o que tinha pra mim. "A mamãe adora sentir sua linguinha escorregadia no meu bumbum. Experimente, querido, você não vai se arrepender", ela sussurrou, olhando pra mim por cima do ombro.
Ela rebolou a bunda, empinando provocantemente. Então abriu as nádegas com as mãos, ansiosa. Comecei a girar a língua na parte superior da fenda, perto da base da coluna. Nessa área, usei bastante pressão, mas, enquanto lambia lentamente um dos lados, na sua nádega lisa, fui acariciando com mais delicadeza. Bem devagar, deliciando-me com a sensação da pele macia na minha língua.
Quando minha língua alcançou o ponto onde eu sentia o início do franzido, lambi ao redor, descendo até a extremidade inferior da sua fenda e recomecei a subir; o aroma que emanava do seu ânus era muito doce e frutado. Mais uma vez, pulei a área franzida, querendo guardar o melhor para o final, e lambi o caminho até onde eu havia começado.
"Adoro isso, meu bem!", ela sussurrou. "Adoro o jeito que você come o meu cu!"
Ela também sabia que o melhor ainda estava por vir, e eu comecei a lamber o centro da sua fenda, inalando o aroma doce. Mamãe estava gemendo novamente, se contorcendo de prazer e empurrando o ânus contra meu rosto, pedindo mais. Ela se expressou ainda mais alto quando minha língua alcançou seu delicioso botão rosado e eu lambi com toques curtos, acariciando onde nós dois mais gostávamos.
Aquilo parecia enviar ondas de choque pela sua espinha e ela começou a arquear a bunda em êxtase. Era surpreendentemente excitante passar a língua para cima e para baixo, sentindo a superfície macia e as dobras apertadas que levavam ao seu ânus. Embora eu tivesse passado um bom tempo ali, dando todo prazer que ela queria, sabia que ainda podia fazer melhor.
Ela soltou um suspiro quando minha língua deslizou pela superfície quente de sua bunda, lambendo a fenda. Seus olhos se arregalaram e ela gritou com a boca cerrada quando sentiu a ponta da minha língua sondar o orifício apertado do seu ânus. "Empurra", ela implorou. "Bem fundo na bunda da mamãe, querido!"
Coloquei a ponta da minha língua contra a pequena abertura do seu ânus e a empurrei lentamente até que estivesse completamente dentro. Senti o calor apertado das paredes do seu reto. Ela gemeu de satisfação enquanto minha língua acariciava seu ponto G. Enterrei meu rosto na sua bunda gostosa, lambendo seu ânus com vontade e rapidez, devorando-o com avidez e por completo.
Grunhi, sugando seu ânus com lábios quentes e pressionando minha língua contra a dobra. "Sua bunda é gostosa, mãe! Quer mais..." "Oh, Deus, sim!" ela gritou, empinando a bunda contra meu rosto, esticando uma das mãos entre as pernas para agarrar o meu pau duro.
Ela se firmou o melhor que pôde, rebolando a bunda contra o meu rosto enquanto eu lambia seu ânus contraído. Quando empurrei minha língua bem fundo entre as suas pernas e por baixo da sua bunda, arrastando-a pela sua vagina, ela soltou um gemido de prazer. Ela engoliu em seco quando minha língua deslizou pela fenda da sua vagina macia, depois pelo seu ânus ardente e voltou.
Segurei seus quadris, pressionando meu rosto com toda a força contra a fenda da sua bunda, minha língua buscando entrada novamente. Senti meus lábios queimarem ao redor do anel do seu ânus, minha língua molhada fazendo-a formigar. "Oooooh, querido, isso é maravilhoso!", ela soluçou.
Com minha língua lambendo e minha boca sugando o orifício, senti que sua vagina escorria suco pela parte interna da coxa. "Amor, seu pau, amor! Ohhh, seu pau, querido! Eu preciso do seu pau no meu cu, amor." "Depressa...!" Dominado pela paixão, tirei meu rosto de sua bunda, ajoelhando-me atrás dela. Afastei as suas nádegas e a visão me excitou tanto que mal conseguia respirar.
Seu ânus parecia tão apertado, mesmo depois da minha estimulação oral, mas agora estava pronto pra meter nela. Enfiei um dedo novamente, duvidando que meu pau conseguisse entrar naquele pequeno orifício rosado. Mamãe implorou para que eu enfiasse meu pau, apenas a cabeça, e que ela me aceitaria. Ela pressionou meu dedo com força e me disse para me apressar.
Retirei minha língua de onde eu estava lambendo e a substituí pelo lubrificante. Quando ela o sentiu ali, mamãe soube exatamente o que era e abriu as nádegas pra facilitar. Mesmo sendo minha primeira vez em um cu, essa era certamente minha intenção e, depois de esguichar o lubrificante dentro de seu ânus e espalhá-lo ali e ao redor...
Com o orifício contraído, também cobri meu pau com o lubrificante. Então, posicionei a ponta bem na entrada. Quando ela sentiu meu pau roçar na fenda da sua bunda, começou a arfar e se mover contra mim. Senti a cabeça redonda e inchada do meu pau pressionando seu ânus. Prendendo a respiração, ela relaxou um pouco, esperando que eu a penetrasse.
A cabeça do meu pênis parecia tão grande, e fiquei surpreso quando começou a deslizar para dentro. Mamãe pressionou contra a minha ereção e eu soltei, observando meu pau sumir lentamente, centímetro por centímetro, dentro dela.
Estava tão apertado; quase gozei, mas consegui controlar meu desejo bem a tempo. Forcei-me a esperar, para aproveitar ao máximo. Mamãe murmurou feliz a princípio, enquanto a cabeça do meu pau lhe adentrava, e repetiu seus pequenos sons de prazer enquanto eu começava a meter todo o resto lentamente, um pouco mais do meu pau entrando a cada estocada, até que estivesse inteiro dentro dela.
De repente, ela gritou quando meti mais fundo em sua intimidade. Mamãe agarrou o lençol enquanto suspirava contra a penetração no seu cu. Ela gemia enquanto eu me inclinava, agarrando seus quadris e a puxava para cima. Agora ela estava completamente subjugada. Eu fiquei assim, com meu pau todo enfiado nela.
Minha mãe grunhiu e então disse: "Seu pau está todo no meu cu!" Ela quase gritou as últimas palavras quando seu primeiro orgasmo anal atingiu seu corpo. "Me fode!", ela gritou mais alto. "Me fode, filho!"
Então comecei a foder o cu da minha mãe lentamente, com vontade. Meus dedos encontraram sua vagina enquanto eu começava a me retirar devagar, deixando ela toda mole, antes de me enfiar de volta. Eu adorava a sensação do seu cu molhado. Era macio e acetinado.
Era mais apertada que qualquer outra coisa em que eu já tivesse enfiado meu pau. Foi a melhor foda de todas. Comecei a foder minha mãe pra valer, cada vez mais rápido, me deliciando com seus gemidos, a carne macia da sua bunda batendo contra a minha virilha. A cada estocada, suas nádegas se separavam, dando uma sensação macia na minha barriga. Nós dois fazíamos barulhos de prazer que se misturavam, enquanto eu esfregava meus quadris contra a sua bunda macia, empurrando meu pau o máximo que podia.
Repetidamente, eu enfiava e tirava meu pau do seu cu apertado, e bem lubrificado. A cada penetração, eu me surpreendia com a forma como ela se abria pra mim e como sua bunda apertava o meu pau. A cada estocada, eu a ouvia gemer, expressando o quanto aquilo também era prazeroso pra ela.
Segurando seus quadris, eu penetrava e saía com meu pau, observando o cu da minha mãe apertá-lo. Cada estocada do meu pau fazia seu cu se esticar ao máximo. Cravei meus dedos na carne da minha mãe e comecei a penetrá-la com estocadas seguidas. Ela começou a gemer e gritar, com os olhos fechados, enquanto cravava os dedos no travesseiro, contorcendo sua bunda empinada de forma lasciva.
Empurrando meu pau o mais fundo que pude em seu cu, alcancei-a por baixo das pernas, para acariciar seu clitóris e me deliciar com a sensação de sua buceta molhada. Minha mão estava cheia do seu gozo e eu esfreguei os lábios e belisquei seu clitóris enquanto penetrava e saía com firmeza.
Ela começou a balançar os quadris para frente e para trás, ordenhando meu pau lentamente. Acelerei o ritmo, meus quadris batendo contra os dela.
"Vou gozar, mãe!"
"Isso, querido, me enche de porra!"
Soltei um som gutural forte ao sentir meu pau se contrair fundo em seu cu. Eu estava gozando! Enfiei meu pau todo na sua bunda e gozei dentro dela, que se contorcia em convulsões. Ela também gemia sem parar enquanto gozávamos ao mesmo tempo.
Meu corpo enrijeceu e joguei a cabeça para trás, fechando os olhos. Puxei seus quadris com força, enfiando meu pau o mais fundo possível no seu cu. Ela empurrou a bunda para trás com toda a força, a respiração ofegante e rouca, os olhos arregalados.
Eu lutava para respirar, meus dedos puxando sua vagina. Meus testículos estavam dolorosamente contraídos. Então, de repente, eu estava jorrando esperma bem fundo na minha mãe, subindo pelo seu reto trêmulo com força.
Ela gritou novamente, sua barriga se enchendo com meu gozo enquanto ambos gozávamos em espasmos que causavam tremores por todo o corpo. Mamãe soluçava de êxtase, esfregando a bunda de forma lasciva enquanto eu continuava a ejacular dentro dela.
Depois de um tempo, não tinha mais forças, e desabei sobre ela, sem energia nenhuma. Ficamos assim por alguns minutos recuperando o fôlego, e então eu rolei pro lado. Nos abraçamos por um instante, e então ela perguntou como eu me sentia.
"Caramba, isso foi incrível, mãe!", respondi. "Se quiser, posso meter mais um pouco... na frente..."
Com um sorriso no rosto e uma expressão safada, minha mãe me abraçou forte e ficamos abraçados por um longo, longo tempo.
"Quer muito foder a sua mãe, filho?", ela perguntou, acariciando suavemente o meu rosto.
Sussurrei em seu ouvido, dizendo o quanto eu adorei meter no seu cu e fazê-la gemer. Então, ela me abraçou forte, com sua buceta inchada e úmida roçando no meu pau.
E com uma voz rouca, ela me disse que adoraria que eu fizesse na sua buceta o mesmo que eu fiz no seu cu, e que estava faminta por um pau de garoto como o meu. Mas que precisava se recompor, até que estivesse pronta pra cavalgar o meu pau.
Depois eu conto como foi comer a minha mãe pelo resto de todo aquele dia
Depois de arrombar o cu da minha mãe, eu provei a sua buceta
Que limites você está disposto a romper pra satisfazer sua mãe num momento de carência?
A gente sempre ouve do que uma mãe é capaz de fazer por um filho, de como uma mãe é capaz de superar tudo pelo amor de um filho. Mas, e o contrário? O que um filho é capaz de fazer por sua mãe? Que limites você está disposto a romper pra satisfazê-la?
De uma surpresa inesperada, depois uma massagem nas costas, eu me vi na cama da minha mãe como nunca me imaginei... com meu pau duro feito pedra, e sem conseguir esconder isso.
Mas também, não é todo dia que você flagra sua mãe se masturbando, com um consolo enfiado no rabo. E depois de satisfazer a sua vontade e meter muito no seu cu, eu agora estava sobre ela, olhando direto nos seus olhos enquanto mais uma vez me preparava pra meter nela.
Acho que àquela altura, já não éramos mais apenas mãe e filho. Ainda não sabia exatamente o nome: cúmplices, amantes... seja como for, eu estava mais do que disposto a fazer tudo pela minha mãe, como um filho amoroso.
Me movi entre as suas pernas abertas e olhei pro seu rosto. "Não acredito que isso está acontecendo, mãe!", sussurrei, enquanto molhava o dedo com saliva e começava a massagear seu clitóris.
"Oh, está acontecendo, querido! Eu sei que é errado, mas estou tão excitada que não consigo evitar! Oh, meu bem, é tão bom quando você faz isso!" Enquanto sussurrava, ela alcançou meu pau e começou a masturbá-lo.
"Você tá tão molhada, mãe!", eu gemi enquanto ela continuava a acariciar meu pau.
Ela então me puxou pra cima dela e foi guiando meu pau até a sua buceta. "Me fode, meu bem! Vamos, me fode!", aquele sussurro lascivo me chegava aos ouvidos feito música, enquanto pressionava meu pau contra o centro de sua fenda.
Enquanto eu abria os seus lábios e metia nela, um brilho novo surgiu no seu rosto. E eu começava a descobrir o que toda mãe esconde... que numa cama toda mãe é antes de tudo uma mulher... e pode ser uma puta safada. E, claro, minha não era diferente.
"Bem aí, meu bem, só deslize um pouquinho para frente e para trás", ela gemia, enquanto dava instruções."Ah, assim... exatamente assim!"
Minha mãe inspirou profundamente quando meu pau entrou em sua vulva, e ela ofegou ao senti-lo mais fundo. Suas mãos me abraçaram, me puxando com mais força.
Ela estava suculenta e quente, e os músculos da sua vagina se contraíram, me puxando para dentro, até que a cabeça do meu pau estivesse bem fundo. Empurrei até onde dava e deslizei devagar para fora dela, provocando o seu clitóris com o dedo. Ela então passou a mover os quadris em resposta à minha penetração, até preencher sua buceta novamente. Então, eu comecei a meter com firmeza, penetrando-a como ela queria.
"Me fode!" ela murmurou. "Mmm, isso, me fode!"
Olhei pro rosto dela, observando sua expressão de sonho enquanto se agarrava em mim.
"Mãe?" Eu gemi. Seus olhos se abriram lentamente e tentaram focar no meu rosto enquanto ela gemia em resposta. "Você gosta disso?"
"Ummmmm!", ela balançou a cabeça de um lado pro outro, em êxtase.
Empurrei meu pau com mais força, tirando dela sons de prazer e nomes que não poderia nem reproduzir. Não imaginava que minha mãe pudesse ficar num estado de êxtase como aquele, tomada de luxúria e gozo.
"Mmmmmm, s...sim, uhhhhh, simmmmm... é tão bom, meu bem!"
"Você sabe quem está te fodendo, mãe?" Eu a provoquei, querendo ouvir isso da boca dela.
"Mmmmmmmmmmmm", ela respondeu sedutoramente.
"Quem, mãe?" Perguntei. "Quem está te fodendo?"
"Uhhh!" "Hummm, v...você é meu amor, meu filho!", foi a resposta que eu queria ouvir.
"Você gosta de sentir seu filho assim, todo dentro de você?", perguntei, mas a resposta era óbvia.
"Ohhhh, simmm! Você é tão booom...uhhhh, meu bem!... hummm, tão gostoso! E tão gostoso... Mais forte! Mmmmmmm, mete mais forte!", ela implorava, de olhos fechados.
Minhas mãos se moveram para acariciar suas coxas firmes e macias, fazendo ela ter o ímpeto de me apertar, com suas pernas em volta da minha cintura. "Tô quase gozando, mãe!", eu disse, meio ofegante, enquanto minhas mãos começavam a apertar e acariciar os seios da minha mãe.
"Ainda não, amor!", ela sussurrava. "Aguenta mais um pouco e continua me fodendo!"
Enquanto estava todo dentro dela, sentindo os bicos dos seus peitos contra o meu corpo, eu a abraçava forte. Então comecei a beijá-la, não como um filho beijaria sua mãe, mas como a mulher fogosa que ela era. Mamãe entreabriu os lábios e meteu a língua na minha boca.
Ela roçou meus dentes, então abri a boca e sua língua continuava em busca da minha. Era uma sensação maravilhosa! Nossas línguas começaram a se entrelaçar na minha boca, e então pressionei a minha, fazendo o mesmo e metendo na sua boca, pra saborear a doçura que havia dentro dela.
Minha língua se movia dentro da dela, como o meu pau na sua buceta, enquanto minhas mãos voltavam pra suas coxas. Então comecei a acariciar e apertar suavemente.
As paredes da sua vagina envolveram meu pau enquanto eu a penetrava, abrindo caminho até os recônditos mais profundos das suas entranhas. E agora ainda mais forte, suas pernas se entrelaçavam à minha volta, com seus braços nas minhas costas e sua boca se pressionando contra a minha.
Ela movia seus quadris sob o peso do meu corpo. E enquanto eu a penetrava, ela impulsionava com mais força para cima, pra receber mais do meu pau. "Mais fundo! Mais rápido!", ela gritava.
Pensei em recuar um pouco pra não machucá-la, mas minha mãe continuava a insistir: "Mais forte. Oh, querido, me fode com mais força!"
Então aumentei o ritmo e a força das minhas estocadas e a penetrei com toda força. Então deslizei meus braços por baixo de suas nádegas e puxei sua vagina pro meu pau. Estávamos completamente entrelaçados e eu a estava fodendo freneticamente!
Mamãe acelerou o ritmo, gemendo e acompanhando cada estocada. Ela respirava com dificuldade e seu corpo se contorcia e suas pernas se apertavam cada vez mais em mim.
"Vai, meu bem! Me enche de novo! Me enche de porra!", ela disse enquanto se movia sob mim e apertava o meu pau com seus músculos internos firmes. "Vai! Goza na sua mãe!", ela gritou quando sentiu meu pau inchar.
Nesse instante, senti que não aguentaria mais. Meu pau começou a pulsar dentro dela. Interrompi o beijo e soltei um gemido forte ao sentir meu pau se contrair fundo no seu canal vaginal. Eu estava gozando! Não acreditava que estava gozando na buceta da minha mãe!
Meu pau começou a jorrar com mais força, uma segunda e uma terceira vez. E agora o barulho que fazia era de uma penetração molhada, banhada com meu gozo.
Enfiei meu pau até o fundo da minha mãe e ejaculei o que me sobrava, enchendo tanto que o meu gozo escorreu da sua buceta, descendo pela sua bunda. Então, quando senti minha mãe estremecer e sua vagina se apertar em volta do meu pau, ela gozou intensamente, agarrada em mim.
As contrações da sua buceta me faziam sentir como se as paredes dela estivessem sugando meu pau. Seus músculos se contraíam e cada pequeno movimento convulsivo se transmitia pro meu pau ainda pulsante dentro dela.
Minha mãe ofegou alto, se contorcendo embaixo de mim com o prazer que estava sentindo. Ela arfava e convulsionava, já meio sem fôlego. "Caralho, filho, isso é muito bom! Eu... não... consigo... me... controlar...!", ela continuou a xingar e gritar enquanto eu agarrava os seus quadris.
Meu pau ainda estava duro feito pedra, todo metido dentro dela, que me olhava exausta. Então, desabei ao seu lado, na cama, sentindo como se tivesse sido virado do avesso pela enorme onda de prazer. Estávamos ofegantes, buscando ar, e lentamente voltamos à realidade do que tínhamos acabado de fazer.
Ficamos ali deitados, nos acariciando, afagando e murmurando como tinha sido incrível aquela experiência.
"Então é isso, não é, filho...", sua respiração aos poucos voltava ao normal. "O que nós somos agora?"
"Ainda sou seu filho, mãe!", eu tentava acalmar o peso na sua consciência. "E você ainda é minha mãe... mas isso não nos impede de ter prazer um com o outro", eu beijava o relevo do seu peito. "E sempre que quiser, o meu pau é todo seu."
"Já que é assim, acho que vou reclamar o que é meu... só mais um pouquinho!"
Ela então se inclinou, deslizando sobre o meu corpo, e foi em direção ao meu pau. E o que ela queria era lamber o que restava da minha porra, na cabeça do meu pau. Com a língua estendida, ela pegou tudo o que restava, sem deixar escapar uma gota. Lambeu e engoliu tudo, e depois me sorria satisfeita.
Claro que naquela noite eu já não dormi mais na minha cama. Agora eu tinha um lugar na cama da minha mãe, que um dia pertenceu ao meu pai. E assim com o meu pau era da minha mãe, a sua buceta era toda minha... e eu fodi muito pelo resto da noite, fazendo ela gemer nos meus braços.
Continua.
Depois de arrombar o cu da minha mãe, eu comi a sua buceta
O que um filho é capaz de fazer por sua mãe? Que limites você está disposto a romper pra satisfazê-la?
A gente sempre ouve do que uma mãe é capaz de fazer por um filho, de como uma mãe é capaz de superar tudo pelo amor de um filho. Mas, e o contrário? O que um filho é capaz de fazer por sua mãe? Que limites você está disposto a romper pra satisfazê-la?
De uma surpresa inesperada, depois uma massagem nas costas, eu me vi na cama da minha mãe como nunca me imaginei... com meu pau duro feito pedra, e sem conseguir esconder isso.
Mas também, não é todo dia que você flagra sua mãe se masturbando, com um consolo enfiado no rabo. E depois de satisfazer a sua vontade e meter muito no seu cu, eu agora estava sobre ela, olhando direto nos seus olhos enquanto mais uma vez me preparava para penetrá-la.
Acho que àquela altura, já não éramos mais apenas mãe e filho. Ainda não sabia exatamente o nome: cúmplices, amantes... seja como for, eu estava mais do que disposto a fazer tudo pela minha mãe, como um filho amoroso.
Me movi entre as suas pernas abertas e olhei pro seu rosto. "Não acredito que isso está acontecendo, mãe!", sussurrei, enquanto molhava o dedo com saliva e começava a massagear seu clitóris.
"Oh, está acontecendo, querido! Eu sei que é errado, mas estou tão excitada que não consigo evitar! Oh, meu bem, é tão bom quando você faz isso!" Enquanto sussurrava, ela alcançou meu pau e começou a masturbá-lo.
"Você tá tão molhada, mãe!", eu gemi enquanto ela continuava a acariciar meu pau.
Ela então me puxou pra cima dela e foi guiando meu pau até a sua buceta. "Me fode, meu bem! Vamos, me fode!", aquele sussurro lascivo me chegava aos ouvidos feito música, enquanto pressionava meu pau contra o centro de sua fenda.
Enquanto eu abria os seus lábios e metia nela, um brilho novo surgiu no seu rosto. E eu começava a descobrir o que toda mãe esconde... que numa cama toda mãe é antes de tudo uma mulher... e pode ser uma puta safada. E, claro, a minha não era diferente.
"Bem aí, meu bem, só deslize um pouquinho para frente e para trás", ela gemia, enquanto dava instruções. "Ah, assim... exatamente assim!"
Minha mãe inspirou profundamente quando meu pau entrou mais fundo em sua vulva, e ela ofegou ao senti-lo quase todo. Suas mãos me abraçaram, me puxando com mais força, até que eu estivesse completamente dentro dela.
Ela estava suculenta e quente, e os músculos da sua vagina se contraíram, me puxando mais para dentro, até que a cabeça do meu pau estivesse bem fundo. Empurrei até onde dava e deslizei devagar para fora dela, provocando o seu clitóris com o dedo. Ela então passou a mover os quadris em resposta à minha penetração, até preencher sua buceta novamente. Então, eu comecei a meter com firmeza, penetrando como ela queria.
"Me fode!" ela murmurou. "Mmm, isso, me fode!"
Olhei pro rosto dela, observando sua expressão de sonho enquanto se agarrava em mim.
"Mãe?", eu sussurrei. "Você gosta disso?"
Seus olhos se abriram lentamente e tentaram focar no meu rosto enquanto ela gemia em resposta.
"Ummmmm!", ela balançou a cabeça, em êxtase.
Empurrei meu pau com mais força, tirando dela sons de prazer e nomes que não poderia nem reproduzir. Não imaginava que minha mãe pudesse ficar num estado de êxtase como aquele, tomada de luxúria e gozo. Ela dizia todo tipo de sacanagem, coisas tão sujas que me enchiam de um tesão meio pervertido.
"Não sabia que conhecia todos esses nomes", eu disse.
"Mmmmmm, s...sim, uhhhhh, simmmmm... é tão bom, meu bem!"
"Você sabe quem está te fodendo, mãe?" Eu a provoquei, querendo ouvir isso da boca dela.
"Mmmmmmmmmmmm", ela respondeu sedutoramente.
"Quem, mãe?", perguntei. "Quem está te fodendo?"
"Uhhh!" "Hummm, v...você, meu amor... meu filho!", foi a resposta que eu queria ouvir.
"Você gosta de sentir seu filho assim, todo dentro de você?", perguntei, mas a resposta era óbvia.
"Ohhhh, simmm! Você é tão booom... uhhhh, meu bem!... hummm, tão gostoso! E tão gostoso... Mais forte! Mmmmmmm, mete mais forte!", ela implorava, de olhos fechados.
Minhas mãos se moveram para acariciar suas coxas, fazendo ela ter o ímpeto de me apertar, com suas pernas em volta da minha cintura.
"Tô quase gozando, mãe!", eu disse, meio ofegante, enquanto minhas mãos começavam a apertar e acariciar os seios dela.
"Ainda não, amor!", ela sussurrava. "Aguenta mais um pouco e continua me fodendo!"
Enquanto estava todo dentro dela, sentindo os bicos dos seus peitos contra o meu corpo, eu a abraçava forte. Então comecei a beijá-la, não como um filho beijaria sua mãe, mas como a mulher fogosa que ela era. Mamãe entreabriu os lábios e meteu a língua na minha boca.
Ela roçou meus dentes, então abri a boca e sua língua continuava em busca da minha. Era uma sensação maravilhosa! Nossas línguas começaram a se entrelaçar na minha boca, e então pressionei a minha, fazendo o mesmo e metendo na sua boca, pra saborear a doçura que havia dentro dela.
Minha língua se movia na sua boca, como o meu pau na sua buceta, enquanto minhas mãos voltavam pra suas coxas. Então comecei a acariciar e apertar suavemente.
As paredes da sua vagina envolveram meu pau enquanto eu a penetrava, abrindo caminho até os recônditos mais profundos das suas entranhas. E agora ainda mais forte, suas pernas se entrelaçavam à minha volta, com seus braços nas minhas costas e sua boca se pressionando contra a minha.
Ela movia seus quadris sob o peso do meu corpo. E enquanto eu a penetrava, ela impulsionava com mais força para cima, pra receber mais do meu pau. "Mais fundo! Mais rápido!", ela gritava.
Pensei em recuar um pouco pra não machucá-la, mas minha mãe continuava a insistir: "Mais forte. Oh, querido, me fode com mais força!"
Então aumentei o ritmo e a força das minhas estocadas e a penetrei com toda força. Então deslizei meus braços por baixo de suas nádegas e puxei sua vagina pro meu pau. Estávamos completamente entrelaçados e eu a estava fodendo freneticamente!
Mamãe acelerou o ritmo, gemendo e acompanhando cada estocada. Ela respirava com dificuldade e seu corpo se contorcia e suas pernas se apertavam cada vez mais em mim.
"Vai, meu bem! Me enche de novo! Me enche de porra!", ela disse enquanto se movia sob mim e apertava o meu pau com seus músculos internos firmes. "Vai! Goza na sua mãe!", ela gritou quando sentiu meu pau inchar.
Nesse instante, senti que não aguentaria mais. Meu pau começou a pulsar dentro dela. Interrompi o beijo e soltei um gemido forte ao sentir meu pau se contrair fundo no seu canal vaginal. Eu estava gozando! Não acreditava que estava gozando na buceta da minha mãe!
Meu pau começou a jorrar com mais força, uma segunda e uma terceira vez. E agora o barulho que fazia era de uma penetração molhada, banhada com meu gozo.
Enfiei meu pau até o fundo da minha mãe e ejaculei o que me sobrava, enchendo tanto que o meu gozo escorreu da sua buceta, descendo pela sua bunda. Então, quando senti minha mãe estremecer e sua vagina se apertar em volta do meu pau, ela gozou intensamente, agarrada em mim.
As contrações da sua buceta me faziam sentir como se as paredes dela estivessem sugando o meu pau. Seus músculos se contraíam e cada pequeno movimento convulsivo se transmitia pro meu pau ainda pulsante dentro dela.
Minha mãe ofegou alto, se contorcendo embaixo de mim com o prazer que estava sentindo. Ela arfava e convulsionava, xingando e gemendo, já meio sem fôlego. "Caralho, filho, isso é muito bom! Eu... não... consigo... me... controlar...!", ela continuou a xingar e gritar enquanto eu agarrava os seus quadris.
Meu pau ainda estava duro feito pedra, todo metido dentro dela, que me olhava exausta. Então, desabei ao seu lado, na cama, sentindo como se tivesse sido virado do avesso pela enorme onda de prazer. Estávamos ofegantes, buscando ar, e lentamente voltamos à realidade do que tínhamos acabado de fazer.
Ficamos ali deitados, nos acariciando, afagando e murmurando como tinha sido incrível aquela experiência.
"Então é isso, não é, filho...", sua respiração aos poucos voltava ao normal. "O que nós somos agora?"
"Ainda sou seu filho, mãe!", eu tentava acalmar o peso na sua consciência. "E você ainda é minha mãe... mas isso não nos impede de ter prazer um com o outro... sempre que der vontade", eu beijava o biquinho eriçado do seu peito. "E sempre que quiser, o meu pau é todo seu."
"Já que é assim, acho que vou reclamar o que é meu... só mais um pouquinho!"
Ela então se inclinou, deslizando sobre o meu corpo, e foi em direção ao meu pau. E o que ela queria era lamber o que restava da minha porra, na cabeça do meu pau. Com a língua estendida, ela saboreava a mistura dos seus fluidos com o meu gozo, sem deixar escapar uma gota. Lambeu e engoliu tudo, e depois me sorria satisfeita.
Claro que naquela noite eu já não dormi mais na minha cama. Agora eu tinha um lugar na cama da minha mãe, que um dia pertenceu ao meu pai. E assim com o meu pau era da minha mãe, a sua buceta era toda minha... e eu fodi muito pelo resto da noite, fazendo ela gemer nosDe
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