VISITANDO O ASILO
PARTE 1
Olá, pessoal! Seguindo a lista de aventuras depois da iniciação com Dona Matilde, vou contar as travessuras que realizei durante um semestre num asilo. Para quem não me conhece, sou o Tulio, estudante de direito, moro em Fortaleza, mas sou de Minas Gerais. Branco, 19 anos, 1,78m, porte atlético, 18cm de pica bem grossa do cabeção rosado.
Esta série de relatos ocorreu no meu quarto período, logo após o fato com a senhora do ônibus. Estava querendo ser estagiário de um escritório muito renomado, mas precisava dar uma melhorada em meu currículo para conseguir uma nota boa na seleção. Daí, resolvi participar de um projeto de extensão da faculdade, e adivinhem só! O projeto se tratava de realizar visitas e promover atividades em um asilo que ficava no mesmo bairro que a universidade. A princípio, nem pensei em safadeza, já que minha meta era acumular horas de extensão, mas as coisas foram mudando e eu ganhei muito mais ao longo do semestre.
As visitas eram realizadas duas vezes na semana, uma na quarta e outra no sábado, ambas aconteciam o dia todo. Como não queria deixar de ir para o vôlei, mas também não poderia faltar aula na quarta de dia, pedi para ficar os dois dias no turno da tarde, e consegui depois de muita dificuldade do professor responsável. No primeiro dia, não pude ir de manhã para a dinâmica de apresentações, pois teria uma prova, cheguei depois do almoço e já fui jogado em uma atividade. Iríamos cada um ser “padrinho/madrinha” de um idoso, e passaríamos um mês com ele, até que rodaríamos para outro e outro, até completar os quatro meses.
Não tive opção de escolher meu primeiro “afilhado", pois cheguei por último, como havia falado. Daí, sobrou para mim justamente a única senhora do asilo que era restrita ao leito. Dona Elisete tinha 78 anos, era morena, de pele bem fina, cabelos super brancos, amarrados num cocó, era bem consciente, um pouco obesa, seios grandes, mas braços e pernas magros por ser pouco ativa. Estava restrita à cama, pois sofreu um AVC há dois anos e outro há seis meses, e desde então não mexe direito as duas pernas, e precisa de suporte para sentar e realizar algumas atividades.
Naquela tarde, a atividade seria ajudar a fazer alongamentos e exercícios. Tentei pedir para Dona Elisete mexer os braços e pernas, mas ela quase não se mexia. Embora bem conversadora, não conseguia se mexer bem, dava para ver seu empenho e esforço para tentar levantar as mãos acima de uns 30cm do corpo. Daí comecei a mexer junto, ajudando-a a levantar os braços, mexer o pescoço, e depois fui para as pernas. Quando comecei a levantar as pernas de Dona Elisete, percebi que ela estava sem calcinha e sem fralda, o que era muito estranho, mas talvez estivesse em falta no local. Percebi rapidamente os pelinhos alvos de sua buceta e continuei os movimentos, mas agora ficando excitado a cada subida.
Quando terminei de ajudá-la a mexer todo o corpo, resolvi fazer uma massagem em Dona Elisete, que aceitou muito feliz. Ela disse que tinha muitas dores por ficar muito tempo parada, e talvez a massagem fosse ajudar a fazê-la dormir bem, além de já ter se mobilizado bastante naquela tarde. Não tinha hidratante, então tive que fazer a massagem no seco mesmo… Iniciei por sua cabeça, massageando a testa e dedilhando suas bochechas. Passei para seu pescoço, com muita dificuldade, pois minhas mãos ficavam travando nas dobrinhas de sua pele. Até brinquei, dizendo que eram várias lombadas, e informei que numa próxima vez eu iria trazer um hidratante para ela.
Continuei a massagem por seu busto, e “sem querer” passei algumas vezes a mão por cima do decote do vestido, pegando a parte de cima de seus seios. Podia jurar que a ouvi dar um gemidos todas as vezes que eu passava a mão naquela região. Ou talvez fosse só o meu tesão a mil. Terminei nessa região e fui para cada braço, sentia que ela cada vez estava mais entregue e relaxada. Foi quando eu iria descer para suas pernas e ela pediu para que eu massageasse sua barriga, pois se sentia muito “presa”. O vestido de Dona Elisete era daqueles que é cheio de botões na frente, bem “vovozinha” mesmo. Tentando manter a postura, pois meu professor poderia entrar no quarto para inspecionar a qualquer momento, abri apenas os botões do meio, deixando sua barriga exposta.
Com movimentos circulares, comecei a massagear a região do umbigo, e fui subindo e descendo, ganhando mais e mais espaço, mas sem invadir muito acima, nem abaixo. Foi quando ela conseguiu segurar em uma de minhas mãos e pediu para eu subir mais, chegando por baixo de seus peitos, e descer um pouco mais, bem abaixo do ventre. Sua barriga era um pouco grandinha e macia, o que deixava minha mão deslizar bem melhor que em seu pescoço, e com mais liberdade, eu aproveitava para passar por seus seios e já sentia alguns de seus pentelhos quando baixava.
Senti que estava bem animado nesta área, pois já estava com mais de 15 minutos que eu não para de massagear por ali. Foi quando eu disse que iria passar para as pernas, e ela pediu para eu continuar ali, pois estava muito bom. Dona Elisete parecia já estar quase gozando, só com aquela massagem na barriga, e eu estava com o pau explodindo, mas com muito medo de colocar para fora. Foi quando decidi fazer algo, para não sair no zero a zero. Toda vez que minha mão subia, eu comecei a repousar minha mão sobre seus mamilos e apertá-los. Ela simplesmente fechou os olhos e repousou o pescoço, aceitando o carinho. Beliscava seus mamilos e enchia minha mão com suas tetas. Então, resolvi descer, e em uma única deslizada, passei por seu umbigo, encontrei seus pelos pubianos e cai meus dedos dentro de sua buceta. Dona Elisete, ainda de olhos fechados, apenas mexeu todo seu corpo, como se tivesse levado um choque, e então relaxou. Eu pude sentir isso pela contração que sua buceta fez nos meus dedos e depois a maciez que ficou.
Passei a alisar e alisar sua buceta, sentindo seu clítoris. Tentava apertar ele, mas ele fugia dos meus dedos, estava bem coberto por pele e parecia ser pequenininho. Comecei a penetrar sua buceta com meus dedos, e ela apenas gemia. Era difícil masturbá-la, pois estava muito seco, o que estava dificultando a penetração. Tirei meus dedos e coloquei em sua boca, ela imediatamente os chupou e encheu de baba. Desci e consegui entrar mais em sua buceta. Enfiava três dedos, com muito tesão, e sentia leves contraídas de suas paredes. Ainda com muita resistência, levei meus dedos a sua boca, ela repetiu o processo e eu afundei com tudo no seu bucetão.
Dessa vez, levei a minha boca, meus dedos tinham um cheiro forte de xixi e talco, achei estranho, mas fui ao delírio quando pus na boca, era um gosto forte de buceta. Quem curte chupar um grelinho sabe do que estou falando. Cuspi bastante na mão e entrei com tudo, senti algo, que acho que era seu útero, e fiquei naquele vai e vem por um tempo. Me voltei ao seu clítoris e com a ajuda da outra mão, expus ele, lambi minha outra mão de novo e fiquei brincando com ele por um tempo. Nisso, Dona Elisete já gemia mais forte, como se estivesse com dor. Aquilo só me excitava mais e mais. Eu fui pressionando mais forte e balançando meu dedos de forma mais rápida. Até que ela deu um gemido abafado e deu umas contorcidas. Penetrei novamente sua buceta, na esperança de senti-la bem molhadinha de gozo, mas Dona Elisete não tinha muita lubrificacão. Acho que já estava há muitos anos sem estimular, e pode ter sido alguma sequela dos AVCs.
De qualquer forma, tinha sido muito gostoso. Ela ficou ofegante, tentando se mover para se recompor. E eu estava achando tudo aquilo sensacional. Ouvi passos próximos da porta, e corri para fechar seus botões. Me agarrei com uma das batatas de Dona Elisete e quando virei, me deparei com meu professor perguntando se eu já estava terminando a atividade, pois naquele dia ficaríamos só até as 16 horas. Disse que estava realizando uma massagem, e só faltava aquela perna. Ele olhou para Dona Elisete, meio afobada, e questionou se realmente estava sendo boa. Ela, com um olhar alegre, disse que sim, e que aquela tarde estava sendo uma das melhores desde que ela havia se mudado para o asilo. Meu professor me parabenizou e saiu do quarto dizendo que me esperava na secretaria do asilo com os demais alunos.
Assim que ele saiu, eu me levantei, e me despedi de Dona Elisete, que se despediu de mim dizendo que não via a hora de me encontrar novamente. Mal sabia ela o que eu estava para fazer com ela.
Continua…
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Visitando o Asilo - Pt 2 & 3
Continuando os relatos das minhas idas ao asilo pelo projeto de extensão, no sábado daquela mesma semana retornei para continuar as atividades. No sábado, fizemos uma dinâmica com todos os velhinhos no pátio do casarão. Ajudei a colocar Dona Elisete em uma cadeira de rodas e fiquei próximo dela para dar apoio durante a tarde.
Auxiliamos um pouco, mas a meta era que eles fizessem pinturas, expressando um pouco do que era liberdade para eles. Como vocês sabem, Dona Elisete tem muita dificuldade em mexer o corpo, e também as mãos. Essa dinâmica não foi das melhores para ela, por isso, deixei a tela em seu colo, para que ela conseguisse movimentar as mãos e criar sua pintura. Estava com muito tesão em traquinar com ela novamente, mas também estava empenhado em dar suporte a ela naquela situação.
Sempre que ela ia mudar de cor no pincel, fazia questão de esbarrar o cotovelo em minhas coxas, e eu já entendi o que aquela velha safada queria. Tentava conter meu tesão, mas a excitação era inevitável. Meu pau foi ficando duro e ela foi se preocupando mais em olhar para ele do que para sua obra. E eu nem estava gostando rsrsrs. MAs estava com medo que alguém notasse, pois poderia dar merda para mim.
Ficamos nessa brincadeirinha das 14h até às 16h, quando o professor sinalizou que deveríamos levá-los de volta para o quarto. Aproveitei a oportunidade e perguntei ao professor se teria mais algo para realizarmos. Na esperança de passar um tempo a sós com Dona Elisete. Ele informou que teríamos até 17h pelo projeto, então, poderíamos passar mais 1h de atividade individual se quiséssemos, mas que ele estaria indo embora naquele horário, pois precisava buscar um familiar no aeroporto. Prontamente, me ofereci para ficar, informando que realizaria uma massagem igual a da quarta, pois ela havia passado muito tempo sentada, e estava reclamando de dores nas costas. Meu professor elogiou meu empenho, e disse que eu estava livre, mas que eu não me estendesse depois das 17h, pois não estava proibida a circulação dos alunos fora do horário estabelecido.
Cheguei próximo de Dona Elisete, já tomando o controle de sua cadeira, e a informei que estava levando-a de volta, para dar uma massagem daquelas nela. Ela rapidamente já se animou, dizendo que não pensava em mais nada. As cuidadoras aproveitavam o horário que estávamos por lá para realizar as atividades que estavam pendentes, ou mesmo ir ao mercado etc. Daí, tomei coragem para trancar a porta do quarto logo após entrar com Dona Elisete. Já fui encostando sua cadeira perto da cama, e me chegando junto dela. “Quer dizer que a senhora quer outra massagem daquelas, né?”. Com carinha de safada, ela balançou a cabeça em afirmação. “Aaah, mas hoje eu também vou querer massagem, viu? Vai me dar massagem?” E antes mesmo dela afirmar, já fui baixando minha calça e chegando bem perto dela com meu pau em riste.
Ela se assustou um pouco, mas já foi enchendo as mãos com meu pau. “Massageia meu pau, vai! Sua puta safada. Olha só como ele está tenso.” E pulsava eu pau em sua mão. Ela brincou por alguns minutos com meu pau, até que não aguentei, e empurrei ele em sua boca. Na hora, ela quis cuspir, mas eu continuei segurando sua cabeça, e empurrando mais fundo. Ela começou a me chupar com força. Era uma delícia. Eu estava viajando na boquinha dela. Bem macia. Dona Elisete não tinha dentes, e a boca era mais murchinha que a de Dona Matilde. Era um verdadeiro carinho no meu pau a cada mamada que ela fazia.
Eu tirava o pau todinho de sua boca, e enfiava com tudo. Estava muito excitado vendo-a se engasgar. E ela estava meio atônita, querendo tudo, mas um pouco destreinada de como fazer. Aquilo me excitava ainda mais. Ver uma mulher experiente se abestalhando com meu pau na boca. Ela já estava tão acostumada, que retirava ele e dava uns tapinhas em seus lábios. Por vezes, me olhava, como quem dizia: é a minha vez de satisfazer você. Eu apenas aceitava e vibrava com cada chupada.
Perdi a noção do tempo, e simplesmente fechei meus olhos, e a deixei me chupar até começar a sentir os primeiros sinais que meu gozo estava perto. Tirei meu pau de sua boca, deixei meu cabeção bem na pontinha de seus lábios e comecei uma punheta frenética. Não demorou muito e eu enchi a cara daquela velha de porra. Melei sua boca, suas bochechas e até entrou um pouco em seu nariz. Aquela visão era deliciosa. Esfreguei meu pau em sua cara, retirando o resto de minha porra. E corri para pegar papel. Ajudei a limpar seu rosto e me organizei.
Com medo de já ter passado das 17h, me organizei e disse a ela que estava indo embora. Mas que eu voltaria e ela teria mais. Enquanto a colocava na cama, ela me deu um beijo no pescoço e disse que estaria esperando por mim. Já estava ficando excitado de novo, mas precisava ir embora. Quando sai do seu quarto, vi que ainda tinha uns 20 minutinhos, mas não quis dar muita bandeira e preferi ir embora.
Continua…
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Olá, pessoal! Segue aqui mais uma parte das aventuras que tive durante um projeto de extensão num asilo.
Na quarta seguinte, minhas provas haviam acabado, e a professora iria utilizar o horário para corrigir as questões e rever as notas. Como estava muito satisfeito com meu desempenho, aproveitei para passar o dia no projeto, e me poupar de ir no sábado. Para o meu azar, a dinâmica da manhã foi toda no pátio. Ajudamos uma equipe de saúde a realizar avaliações, checkup de pressão, glicemia etc. Foi bem legal, é bastante gratificante fazer este tipo de trabalho, mas tudo me deixava incomodado, pois o que eu queria mesmo era estar arregaçando a buceta de Dona Elisete. E, acredito eu, era o que aquela puta velha queria também, pois sempre tentava tocar em minhas coxas, me querendo sempre ao seu lado.
Era um pouco ruim a organização das dinâmicas, pois só descobríamos na hora o que iríamos fazer. Chegou a hora do almoço, e eu sai mais alguns alunos para almoçar num barzinho ali perto. Durante o almoço, umas meninas, bem metidinhas do curso de medicina que estavam participando, aproveitaram para fofocar que ouviram “rumores"de que alguns empregados fodiam com os idosos. Elas tinham ficado chocadas e com nojo, mas as próprias senhorinhas admitiram que rolava umas sacanagens, e implorou para que elas não contassem para ninguém, pois era a única diversão que tinha. Depois dessa conversa, uma das garotas tirou onda com um garoto mais jovem do grupo, o único de 17 anos, dizendo que ele poderia aproveitar uma daquelas senhoras. Ele ficou todo envergonhado e meio enojado com a ideia. Mal sabe ele o que estava perdendo. Eu apenas ri e tentei entrar na brincadeira, para não recair para cima de mim.
Voltamos para o asilo, e meu professor nos liberou para realizar atividades individuais à nossa vontade. Para mim, óbvio que isso significava sacanagem. rsrs. Como Dona Elisete era restrita ao leito, eu sempre tinha a desculpa de mantê-la no quarto, pois era muito difícil de locomover pelo terreno com ela. Ainda circulei um pouco, levando-a ao jardim, para dar aquela despistada básica, e corri para nos trancar em seu quarto. Já fui baixando minha calça e colocando ela para mamar. Não queria perder nenhum segundo.
Dona Elisete já estava bem esperta em como me agradar, engolia tudo e depois pressionava bem meu cabeção. Era uma delícia sua boquinha sem nenhum dente para contar história. Meu pau deslizava muito, e ela vivia babando. Era uma sensação de outro mundo. Posicionei uma perna em cima de sua cadeira e comecei a pressionar sua cabeça contra meu pau, empurrando mais e mais meus 18cm goela abaixo. Não queria pensar em mais nada, apenas em ter aquela sensação deliciosa enquanto eu pudesse. Mas aí, lembrei que precisava dar assistência a cachorra velha. Deitei ela na cama, e subi em cima dela, abrindo seu vestido.
Encaixei meu pau em sua boca, e cai de boca em sua buceta peluda. Devorava aquele bucetão. Lambuzava ele todinho, já que era bem sequinho. Parei e fiquei de cara com seu grelinho, bem recoberto por pele. Enquanto isso, ela não parava de mamar meu pau, parecia uma verdadeira mamadeira para ela. usei minhas duas mãos para abrir a pelinha que recobria seu clítoris, e o abocanhei, na hora, ela deu um gritinho, e se estremeceu. Congelei, com medo que alguém tivesse ouvido, e corri na porta. Não vi ninguém por perto. Tranquei a porta e pulei de novo em cima da velha.
Chupava com vigor seu grelinho, e enfiava a língua toda em sua buça. Sentia que ela estava delirando, pois às vezes parava de engolir meu pau e ficava paralisada, como se estivesse em transe. Comecei a mordiscar seu clítoris, enquanto introduzia três dedos no fundo de sua buceta. Logo, ela gozou. Aproveitei para tentar sentir o sabor de seu mel, mas quase não senti lubrificação. Isso não me empatou de ficar mais um bom tempo devorando aqueles grandes lábios. Ela também nem se preocupava em engasgar com minha rola.
Comecei a foder sua boca com mais velocidade, na expectativa de despejar toda minha porra na sua garganta. Enquanto isso, não largava de chupar aquele bucetão. De olhos fechados, eu só curtia aquele paraíso. Minha rola sendo devorada, enquanto eu me esbaldava num bucetão de velha, dentro de um asilo. Me sentia um grande aventureiro. Logo senti que meu gozo estava para chegar. Não demorou muito e enchi sua boca de porra, empurrando meu pau contra sua garganta. Ela fez como se fosse engasgar, mas foi engolindo e limpando meu pau. Eu continuei a chupar seu grelinho, e só soltei quando ela se estremeceu toda e teve seu segundo orgasmo.
Sai de cima de Dona Elisete um pouco atordoado, ela também estava acabada. Ajudei-a a se organizar, me vesti, e comecei a realizar uma verdadeira massagem, afinal meu professor iria passar lá antes de terminar o horário. Abri o tranco da porta, e seguimos até o fim daquele dia sorrindo e trocando histórias. Dona Elisete me contou que se casou nova, mas que morava numa fazenda grande, e traiu o marido muitas vezes com trabalhadores da fazenda. Estava triste por morar no asilo, mas era um dos preços a pagar, pois não tinha filhos e a irmã havia falecido há mais de cinco anos, e nenhum sobrinho quis cuidar dela. Era uma situação triste, mas eu me sentia mais orgulhoso ainda, de estar propiciando prazer aquela senhora.
Continuaaaa…
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Comentários (1)
Carlos Cézar: Cara adoro mulheres bem mais velhas, tipo 60, 70, 80 anos, se souber de alguma me passe o contato dela, meu telegram é @CarlosCAssis
• uid:g3jaxspzm
Anônima.: Oi, Você sabia que eu estou esperando a parte 2, deste conto até hoje? É uma pena que você não continuou escrevendo. Você escrevia tão bem. Eu adorava ler os seus contos.
• uid:w73mmk0kAnônima.: Cadê você BaúPicante??? SUMIU!!!??? DESAPARECEU!!!??? No finalzinho do seu conto está escrito continua... Continua onde, quando???
• uid:1se797zl@JSS_1970: Delicia tenho uma fantasia de fazer o mesmo um dia mas tbm penetrar uma idosa de asilo. O conto me deixou de pau duro
• uid:giplzdrzkAninha: Delicia adoro um novinho assim que faz uma bela massagem quero
• uid:ona23e3qrjAnônima: Hummm... 18 cm de pica,bem grossa do cabeção rosado.Adoro um cabeção rosado! Só de imaginar esse seu pau grosso da cabeça rosinha eu já fico com água na boca! É de lamber os lábios.E não só a boca fica com água molhadinha,entre as minhas pernas também fica bem meladinha,molhadinha.Uma massagem dessas até eu queria,fiquei me imaginando no lugar dessa senhora.E só de imaginar...hummm...Continua assim safado.Bem Safado! Quanto mais safado melhor.
• uid:1se799zContinuando os relatos das minhas idas ao asilo pelo projeto de extensão, no sábado daquela mesma semana retornei para continuar as atividades. No sábado, fizemos uma dinâmica com todos os velhinhos no pátio do casarão. Ajudei a colocar Dona Elisete em uma cadeira de rodas e fiquei próximo dela para dar apoio durante a tarde.
Auxiliamos um pouco, mas a meta era que eles fizessem pinturas, expressando um pouco do que era liberdade para eles. Como vocês sabem, Dona Elisete tem muita dificuldade em mexer o corpo, e também as mãos. Essa dinâmica não foi das melhores para ela, por isso, deixei a tela em seu colo, para que ela conseguisse movimentar as mãos e criar sua pintura. Estava com muito tesão em traquinar com ela novamente, mas também estava empenhado em dar suporte a ela naquela situação.
Sempre que ela ia mudar de cor no pincel, fazia questão de esbarrar o cotovelo em minhas coxas, e eu já entendi o que aquela velha safada queria. Tentava conter meu tesão, mas a excitação era inevitável. Meu pau foi ficando duro e ela foi se preocupando mais em olhar para ele do que para sua obra. E eu nem estava gostando rsrsrs. MAs estava com medo que alguém notasse, pois poderia dar merda para mim.
Ficamos nessa brincadeirinha das 14h até às 16h, quando o professor sinalizou que deveríamos levá-los de volta para o quarto. Aproveitei a oportunidade e perguntei ao professor se teria mais algo para realizarmos. Na esperança de passar um tempo a sós com Dona Elisete. Ele informou que teríamos até 17h pelo projeto, então, poderíamos passar mais 1h de atividade individual se quiséssemos, mas que ele estaria indo embora naquele horário, pois precisava buscar um familiar no aeroporto. Prontamente, me ofereci para ficar, informando que realizaria uma massagem igual a da quarta, pois ela havia passado muito tempo sentada, e estava reclamando de dores nas costas. Meu professor elogiou meu empenho, e disse que eu estava livre, mas que eu não me estendesse depois das 17h, pois não estava proibida a circulação dos alunos fora do horário estabelecido.
Cheguei próximo de Dona Elisete, já tomando o controle de sua cadeira, e a informei que estava levando-a de volta, para dar uma massagem daquelas nela. Ela rapidamente já se animou, dizendo que não pensava em mais nada. As cuidadoras aproveitavam o horário que estávamos por lá para realizar as atividades que estavam pendentes, ou mesmo ir ao mercado etc. Daí, tomei coragem para trancar a porta do quarto logo após entrar com Dona Elisete. Já fui encostando sua cadeira perto da cama, e me chegando junto dela. “Quer dizer que a senhora quer outra massagem daquelas, né?”. Com carinha de safada, ela balançou a cabeça em afirmação. “Aaah, mas hoje eu também vou querer massagem, viu? Vai me dar massagem?” E antes mesmo dela afirmar, já fui baixando minha calça e chegando bem perto dela com meu pau em riste.
Ela se assustou um pouco, mas já foi enchendo as mãos com meu pau. “Massageia meu pau, vai! Sua puta safada. Olha só como ele está tenso.” E pulsava eu pau em sua mão. Ela brincou por alguns minutos com meu pau, até que não aguentei, e empurrei ele em sua boca. Na hora, ela quis cuspir, mas eu continuei segurando sua cabeça, e empurrando mais fundo. Ela começou a me chupar com força. Era uma delícia. Eu estava viajando na boquinha dela. Bem macia. Dona Elisete não tinha dentes, e a boca era mais murchinha que a de Dona Matilde. Era um verdadeiro carinho no meu pau a cada mamada que ela fazia.
Eu tirava o pau todinho de sua boca, e enfiava com tudo. Estava muito excitado vendo-a se engasgar. E ela estava meio atônita, querendo tudo, mas um pouco destreinada de como fazer. Aquilo me excitava ainda mais. Ver uma mulher experiente se abestalhando com meu pau na boca. Ela já estava tão acostumada, que retirava ele e dava uns tapinhas em seus lábios. Por vezes, me olhava, como quem dizia: é a minha vez de satisfazer você. Eu apenas aceitava e vibrava com cada chupada.
Perdi a noção do tempo, e simplesmente fechei meus olhos, e a deixei me chupar até começar a sentir os primeiros sinais que meu gozo estava perto. Tirei meu pau de sua boca, deixei meu cabeção bem na pontinha de seus lábios e comecei uma punheta frenética. Não demorou muito e eu enchi a cara daquela velha de porra. Melei sua boca, suas bochechas e até entrou um pouco em seu nariz. Aquela visão era deliciosa. Esfreguei meu pau em sua cara, retirando o resto de minha porra. E corri para pegar papel. Ajudei a limpar seu rosto e me organizei.
Com medo de já ter passado das 17h, me organizei e disse a ela que estava indo embora. Mas que eu voltaria e ela teria mais. Enquanto a colocava na cama, ela me deu um beijo no pescoço e disse que estaria esperando por mim. Já estava ficando excitado de novo, mas precisava ir embora. Quando sai do seu quarto, vi que ainda tinha uns 20 minutinhos, mas não quis dar muita bandeira e preferi ir embora.
Continua…
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Olá, pessoal! Segue aqui mais uma parte das aventuras que tive durante um projeto de extensão num asilo.
Na quarta seguinte, minhas provas haviam acabado, e a professora iria utilizar o horário para corrigir as questões e rever as notas. Como estava muito satisfeito com meu desempenho, aproveitei para passar o dia no projeto, e me poupar de ir no sábado. Para o meu azar, a dinâmica da manhã foi toda no pátio. Ajudamos uma equipe de saúde a realizar avaliações, checkup de pressão, glicemia etc. Foi bem legal, é bastante gratificante fazer este tipo de trabalho, mas tudo me deixava incomodado, pois o que eu queria mesmo era estar arregaçando a buceta de Dona Elisete. E, acredito eu, era o que aquela puta velha queria também, pois sempre tentava tocar em minhas coxas, me querendo sempre ao seu lado.
Era um pouco ruim a organização das dinâmicas, pois só descobríamos na hora o que iríamos fazer. Chegou a hora do almoço, e eu sai mais alguns alunos para almoçar num barzinho ali perto. Durante o almoço, umas meninas, bem metidinhas do curso de medicina que estavam participando, aproveitaram para fofocar que ouviram “rumores"de que alguns empregados fodiam com os idosos. Elas tinham ficado chocadas e com nojo, mas as próprias senhorinhas admitiram que rolava umas sacanagens, e implorou para que elas não contassem para ninguém, pois era a única diversão que tinha. Depois dessa conversa, uma das garotas tirou onda com um garoto mais jovem do grupo, o único de 17 anos, dizendo que ele poderia aproveitar uma daquelas senhoras. Ele ficou todo envergonhado e meio enojado com a ideia. Mal sabe ele o que estava perdendo. Eu apenas ri e tentei entrar na brincadeira, para não recair para cima de mim.
Voltamos para o asilo, e meu professor nos liberou para realizar atividades individuais à nossa vontade. Para mim, óbvio que isso significava sacanagem. rsrs. Como Dona Elisete era restrita ao leito, eu sempre tinha a desculpa de mantê-la no quarto, pois era muito difícil de locomover pelo terreno com ela. Ainda circulei um pouco, levando-a ao jardim, para dar aquela despistada básica, e corri para nos trancar em seu quarto. Já fui baixando minha calça e colocando ela para mamar. Não queria perder nenhum segundo.
Dona Elisete já estava bem esperta em como me agradar, engolia tudo e depois pressionava bem meu cabeção. Era uma delícia sua boquinha sem nenhum dente para contar história. Meu pau deslizava muito, e ela vivia babando. Era uma sensação de outro mundo. Posicionei uma perna em cima de sua cadeira e comecei a pressionar sua cabeça contra meu pau, empurrando mais e mais meus 18cm goela abaixo. Não queria pensar em mais nada, apenas em ter aquela sensação deliciosa enquanto eu pudesse. Mas aí, lembrei que precisava dar assistência a cachorra velha. Deitei ela na cama, e subi em cima dela, abrindo seu vestido.
Encaixei meu pau em sua boca, e cai de boca em sua buceta peluda. Devorava aquele bucetão. Lambuzava ele todinho, já que era bem sequinho. Parei e fiquei de cara com seu grelinho, bem recoberto por pele. Enquanto isso, ela não parava de mamar meu pau, parecia uma verdadeira mamadeira para ela. usei minhas duas mãos para abrir a pelinha que recobria seu clítoris, e o abocanhei, na hora, ela deu um gritinho, e se estremeceu. Congelei, com medo que alguém tivesse ouvido, e corri na porta. Não vi ninguém por perto. Tranquei a porta e pulei de novo em cima da velha.
Chupava com vigor seu grelinho, e enfiava a língua toda em sua buça. Sentia que ela estava delirando, pois às vezes parava de engolir meu pau e ficava paralisada, como se estivesse em transe. Comecei a mordiscar seu clítoris, enquanto introduzia três dedos no fundo de sua buceta. Logo, ela gozou. Aproveitei para tentar sentir o sabor de seu mel, mas quase não senti lubrificação. Isso não me empatou de ficar mais um bom tempo devorando aqueles grandes lábios. Ela também nem se preocupava em engasgar com minha rola.
Comecei a foder sua boca com mais velocidade, na expectativa de despejar toda minha porra na sua garganta. Enquanto isso, não largava de chupar aquele bucetão. De olhos fechados, eu só curtia aquele paraíso. Minha rola sendo devorada, enquanto eu me esbaldava num bucetão de velha, dentro de um asilo. Me sentia um grande aventureiro. Logo senti que meu gozo estava para chegar. Não demorou muito e enchi sua boca de porra, empurrando meu pau contra sua garganta. Ela fez como se fosse engasgar, mas foi engolindo e limpando meu pau. Eu continuei a chupar seu grelinho, e só soltei quando ela se estremeceu toda e teve seu segundo orgasmo.
Sai de cima de Dona Elisete um pouco atordoado, ela também estava acabada. Ajudei-a a se organizar, me vesti, e comecei a realizar uma verdadeira massagem, afinal meu professor iria passar lá antes de terminar o horário. Abri o tranco da porta, e seguimos até o fim daquele dia sorrindo e trocando histórias. Dona Elisete me contou que se casou nova, mas que morava numa fazenda grande, e traiu o marido muitas vezes com trabalhadores da fazenda. Estava triste por morar no asilo, mas era um dos preços a pagar, pois não tinha filhos e a irmã havia falecido há mais de cinco anos, e nenhum sobrinho quis cuidar dela. Era uma situação triste, mas eu me sentia mais orgulhoso ainda, de estar propiciando prazer aquela senhora.
Continuaaaa…
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Carlos Cézar: Cara adoro mulheres bem mais velhas, tipo 60, 70, 80 anos, se souber de alguma me passe o contato dela, meu telegram é @CarlosCAssis
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