TIRANDO O ATRASO DA SENHORA DA FAXINA

 PARTE 1

Olá, pessoal! Me chamo Tulio, tenho 19 anos, sou branco, cabelo preto, olhos castanhos escuros, 1,78cm, porte atlético por joga vôlei na praia todo final de semana. Durante a semana, estudo direito. Sou do interior de MG, mas vim para Fortaleza graças ao SiSU fazer faculdade. Moro numa república com mais três amigos e raramente visito meus pais, pois eles não tem condições de me manter aqui e me dar muitos luxos, como o de viajar para vê-los o tempo todo. Estou no terceiro período e, ao contrário do ano passado, não verei meus pais no final do ano.
Dezembro estava sendo um mês péssimo para mim, a namorada que tive durante um ano terminou comigo há menos de 2 meses e eu já estava subindo pelas paredes. Nós fodíamos todos os dias. Quando ela não vinha para minha casa ou eu a visitava, arrumava um jeito de comê-la pela facul, foi um ano de muito leite bem derramado, mas, infelizmente, acabou.
Já estava com sinais de tendinite devido à semana de provas e às constantes punhetas para me aliviar e eis que surge a musa desta série de contos, Dona Matilde.
Dona Matilde era nossa faxineira. Na verdade, faxineira do Guilherme, um dos meus amigos de república. Como os pais dele tinham condições, pagavam por faxinas quinzenais no apê. Na verdade, nem sei porque o Guilherme optou por dividir um apartamento com outros caras, mas isto não vem ao caso. Voltando a quem interessa, a senhora faxineira vinha a cada 15 dias e, generosamente, faxinava toda a casa, incluindo o meu quarto e os outros meninos. Aquela senhora evangélica, morena, de peitos grandes e caídos, dona de uma bunda grande e mole, um tanto obesa, tinha pouco menos que 1,60cm, cabelos grisalhos e olhos escuros. Sempre vinha de vestido e trocava por uma bermuda de malha e uma camisa de vereador para fazer faxina. Como não a encontrava muito em casa, pois sempre faxinava aos sábados, enquanto eu estava jogando vôlei, não me toquei que a senhora já passava dos 60, exatamente 62, apesar de muito resistente e trabalhadora.
A encontrava pouco, mas estava para vê-la mais agora que os meninos estavam para curtir as férias com seus familiares e alguém precisava abrir a porta para ela realizar as faxinas, que já estavam pagas pelos pais do Gui. Sábado, 02 de Dezembro de 2017, era por volta das 6 da manhã, já tinha tocado uma frenética antes de levantar da cama e estava finalizando meu pão com queijo quando ouço a campainha, Dona Matilde chegou para fazer a faxina. Apenas de bermuda, sem cueca, abro a porta, dou bom dia e vou ao meu quarto me organizar para ir à praia. Informo Dona Matilde da viagem dos meninos e de meu retorno no final do dia após o vôlei. A mesma confirma tudo com a cabeça, e inicia a faxina pela cozinha.
Durante o dia, o sol estava perfeito e muitas gatinhas foram à praia, lembro-me de algumas me secando enquanto jogava, mas nenhuma ficou para que eu puxasse um papo e tirasse o meu atraso. No caminho para casa, ainda teve uma no onibus que me fulminava com o olhar, eu estava de bermuda preta de futebol, dava para ver um pedaço de minha sunga branca e minha camisa branca pendurada no ombro; a safada até mordia os lábios quando viu eu iniciando uma ereção, mas nada o fez, acho que a senhora no banco da frente era sua mãe ou tia. Desci puto e com muito tesão, ainda estava excitado.
Quando cheguei no apartamento, percebi que ainda tinha muita areia nas pernas e não quis destruir o trabalho de Dona Matilde, a quem possuía muito respeito. Entrei pela porta dos fundos e aproveitei para tomar uma ducha e abaixar a tensão. Tirei meu calção e aproveitei aquela água gelada só de sunga. Abri os olhos e me deparei com Dona Matilde me olhando um pouco nervosa. Eu era mais alto que ela, um corpo jovial e másculo, apenas de sunga, com uma bela ereção que valorizava meus 18 cm de pica grossa, todo molhado. Ao vê-la neste estado, nem me lembrei de minha ereção, a mesma prosseguiu, trêmula, me informando que estava finalizando a faxina e que aquela era a última área que faltava, apenas depois que a vi apertando com força o cabo do rodo que lembrei do cabo na minha sunga. Imediatamente, eu pedi desculpas por estar atrapalhando o serviço dela e informei que sairia já dali. Ela foi educada e gentil como sempre, apesar de ainda nervosa e disse que eu poderia continuar e que ela aproveitaria a água caindo para limpar embaixo do tanque e os azulejos da parede. Já estava por ali mesmo, então aceitei.
Percebi que Dona Matilde sempre me fitava e comecei a gostar da sensação. Pulsava meu pau de propósito e passava a mão por toda extensão de meu corpo para atiçar aquela senhora, que apertava o rodo com força e me comia com os olhos. Não sabia ao certo até onde aquilo iria, mas eu precisava acabar com meu tesão. Então, sem pensar muito, me vi abrindo a boca e dizendo aquela senhora que iria aproveitar para já deixar minha sunga escorrendo e desembrulhei meu mastro da sunga, libertando a tora aos olhares de fome da senhora. Neste momento, Dona Matilde de morena ficou pálida e percebi todos os seus pêlos corporais se arrepiarem, a senhora não parava de me olhar. Ao terminar de estender a sunga, perguntei se havia algum problema e a mesma apenas balançou a cabeça em negação, me punhetei um pouco, bem devagar, enquanto a encarava e a mesma perguntou onde eu queria chegar. Sem pensar muito, pedi apenas que ela me ajudasse a sair daquela situação. Sem saber muito o que fazer, ela se aproximou e pegou no meu pau com tanta força quanto pegava o rodo e continuo os movimentos que eu iniciara. Quanto mais a sentia trêmula, mais meu pau pulsava e eu comecei a gemer de prazer. Não demorou muito e eu senti o gozo vir, apesar de aumentar os gemidos e começar a urrar, acho que aquela senhora pouco experiente não sabia que eu estava gozando, e o fiz com muita força e excitação. Meus jatos eram tão firmes e intensos que melaram a mão e parte da manga da camisa de vereador que Dona Matilde usava para fazer faxina. A senhora estava tão empolgada que não parou de me punhetar até meu pau começar a reduzir de tamanho e ficar mole em sua mão. Então, retornando a mim e percebendo o que tinha feito, sem nem olhar para Dona Matilde, eu peguei minha toalha no balcão e fui para o quarto. Em transe, fiquei lá me sentindo doido e culpado pela situação. Só lembro de ter ouvido pouco depois a voz de Dona Matilde avisando que acabara a faxina e se despedindo.

Que merda que eu fiz?! Ou pior/melhor, Que merdas que eu fiz??



PARTE 2 

Olá, pessoal! Aqui segue a continuação do meu relato sobre como tirei meu atraso com Dona Matilde.
No inicio da semana, eu ainda estava embasbacado com o que havia feito. Eu nunca imaginara pedir para uma senhora me punhetar, nem imaginaria sentir prazer com aquilo. Para piorar a situação, aquela senhora não era uma desconhecida que eu nunca mais veria. Na verdade, a veria novamente em menos de 10 dias.
Tentei distrair minha mente procurando informações na faculdade sobre grupos de extensão e pesquisa para ajudar no meu currículo e também baixei o Tinder para ver se desenrolava alguma novinha para mim. Eu sou um cara bonito, inclusive, muito gostoso. Não estava entendendo a demora para achar uma gostosinha que eu pudesse fazer de puta. Além disso, achava um tiro de misericórdia ficar com Dona Matilde, a via como uma tia minha.
No primeiro sábado após o ocorrido, ao retornar para casa do vôlei, a sensação foi estranha: eu queria sentir uma presença na casa, mas ao mesmo tempo torcia para não encontrar ninguém. Apesar de não ter tido faxina, entrei pelos fundos e repeti o ritual de banho que tinha feito na semana passada. Deste vez, porém, me masturbei sozinho e me ouvi gemer o nome de Dona Matilde enquanto gozava no chão. Bem que eu poderia estar gozando na mão daquela safada velha, pensei… Mas meus pensamentos se foram e eu logo me sentia culpado enquanto enxugava a área.
Passei a semana em tensão. Apesar da seca, não sabia o que estava se passando comigo. Eu queria Dona Matilde sem querer. Gostaria de apagar aquilo da história e vê-la apenas como a tia da faxina. E que ela me visse como um jovem educado e na minha. Não sabia o que se passava em sua mente. Por vezes, pensava se ela estava pensando em mim e em minha pica. Lembro de ficar excitado algumas vezes pensando na ideia dela estar tomando banho e se tocando enquanto pensava em mim. Nesta tensão, chegou a sexta e eu tinha decidido a fingir que nada havia ocorrido e tentar levar a situação da maneira mais civilizada possível.
O dia 16 de dezembro chegou. Menos de 10 dias para o natal. Aguardei Dona Matilde para entregar as chaves, mas não sabia como o fazer, então, deixei a porta do apartamento aberta e as chaves com um bilhete que dizia “As chaves estão aqui, fui à praia. Acho que a senhora terá menos trabalho hoje, pois os meninos não bagunçaram os quartos dele.” em cima da mesa. Ao ouvir que ela tinha ido se trocar, sai do quarto apressado e bati a porta. Não tinha coragem de olhar nos olhos dela. Pelo menos, não naquele dia.
Fui ao vôlei, que durou bastante tempo. Algumas pessoas informaram que iriam viajar para o Rio de Janeiro e outros para a Bahia e só voltavam depois do ano novo, então aproveitamos para comer um peixe assado na praia com um bom baião de dois. Sorte a minha, as irmãs de uns amigos estavam por lá e pude conversar com Aline. Uma morena clara, da minha altura, corpo de sereia, com uma fala doce e bem safada. Era mais velha que eu uns 5 anos e sabia bem o que queria. Mas, naquele dia, só quis me atiçar mesmo. Trocamos números de telefone e ainda me lembro de receber uma mensagem dela quando já estava no ônibus de volta para casa “Prazer em conhecê-lo. Você é bem animado. Aliás, estava bem animadinho hoje. Gostaria de ver essa animação toda quando voltar da Bahia.”. Ahhhh, aquela cachorra safada. Sabia que tinha me deixado excitado com seus papinhos de segunda intenção e estava me fazendo ir para casa chupando dedo.
Chegando em casa, entrei pela porta dos fundos e fui em direção ao meu quarto, quando escuto uma voz vinda da cozinha “Não vai se lavar antes de entrar?”. Dona Matilde não havia ido embora mais cedo. Tenho certeza que era para ela ter largado umas 3 horas mais cedo pelas minhas contas. Com um frio na espinha e um pouco de vergonha (eu ainda não sabia como reagir), virei-me à sua direção e respondi a primeira coisa que me veio aos lábios “eu vou pegar uma toalha”. Estava atônito. Aquela senhora me exigia tomar um banho e seduzi-la como da última vez. Será que ela queria novamente me punhetar? Ao sair do quarto com a toalha, fui próximo da cozinha, ainda sem olhar em seu rosto, e disse que iria tomar banho, mas que iria deixar para lavar minha sunga depois, na tentativa de morgar a situação. Imediatamente, ela se aproxima de mim e diz que eu não preciso me preocupar, que ela me ajuda. Inclusive, tinha deixado uma macarronada que fez com o que tinha de feira para eu aproveitar naquela noite e no almoço do domingo. Aquela senhora estava se mostrando submissa a mim, mas eu não sabia qual a moeda de troco. Na verdade, eu não queria acreditar que ela deixara de faxinar por dinheiro, para trabalhar por pica.
Desconversei, dizendo que não precisava, mas ela foi firme em suas palavras “Tulinho, você está só, eu estou aqui para organizar a casa e ajudar você”. Nessa hora, meu pau deu a primeira pulsada e eu me senti perdendo o controle. Mas tentei relutar “Dona Matilde, acho que a senhora acha que vai acontecer aquela mesma coisa que aconteceu da outra vez, mas eu acho que deveríamos deixar aquilo no passado”. Ela balançou a cabeça em confirmação, mas com um olhar que nem aqueles cães vira-latas olhando galetos de padaria girando na brasa. Para ser mais diplomático, pedi para que ela se sentasse e conversássemos rapidamente, para amenizar a situação e continuar a amizade e respeito. Como o chão da cozinha esta encerado, fomos à sala. Ela sentou de um lado, com seu short de malha e sua blusa de vereador e eu do outro, com minha bermuda de jogador, ainda com camiseta e com um pouco de areia em meus pés.
“Dona Matilde, naquele dia eu estava bem nervoso e tenso, pois eu tinha terminado com minha namorada, minha família está passando por problemas e estou sozinho neste apartamento. Acho que meu estresse saiu na forma daquela ereção e ocorreu o que ocorreu. Peço mil desculpas por tudo. Nunca quis ofendê-la, sei de sua religião, sua idade e tenho muito respeito pela senhora.” Dei essa enrolada, para que não achasse que eu só estava na seca, disse isso da forma mais rápida e objetiva que pude e ela apenas me olhava. Acho que tentava se convencer que tinha realmente sido uma loucura nossa. “Me desculpe também, Tulinho, faz mais de 20 anos que não sei o que é um pênis. E, das lembranças que tenho, não lembro de algo muito bom. Tive muitas sensações diferentes desde o que ocorreu, mas entende que você não iria sentir desejo por uma senhora velha e derrubada como eu.” Vi os olhos dela quase encher de lágrimas e tentei consolá-la “A senhora não é feia, nem derrubada, muito menos velha… A senhora é muito experiente, madura e tem seus bons atributos. É que acho estanho tudo isso e acredito que não haveria ocorrido se eu não estivesse com a cabeça do jeito que estava.” Ela apenas continuo de cabeça baixa. Então, eu me aproximei mais e comecei a afagá-la. Não queria magoá-la. Era muito estranho me imaginar tendo tesão por alguém da idade de minha avó.
Enquanto eu alisava seus cabelos com uma mão e segurava seu ombro com outra, Dona Matilde se debruçou sobre mim em um abraço e ficou acariciando minhas costas. Putz, meu ponto fraco. Tentei me manter tranquilo e a tranquilizando, mas fui fazendo carinhos cada vez com mais pressão, a medida que ela também descia e subia com suas mãos pelas minhas costas. Meu pau já pulsava. A soltei rapidamente e nos olhamos por alguns segundos. Eu vi nos olhos daquela senhora o fogo do desejo. Eu também estava com tesão. E ela era uma mulher madura e dona de si. Voltamos a nos abraçar e nos acariciar. Passei a mão em seu rosto e desci rapidamente pelo seio direito até encontrar a sua barriga. Dei um aperto e dizendo a mim mesmo “deixa essa puta ter o que ela quer”, fui para trás, me deitando no sofá e abaixei minha bermuda e sunga com um puxão. Não falei nada, apenas observava o que ela iria fazer com minha vara grossa e pulsante, de pé, em sua frente.
Ela estava tremula, como da primeira vez, mas sentia que já pegava meu pau como um comprimento a um velho conhecido. Com uma mão alisava meu tanquinho e com a outra me punhetava, nervosa. Meu caralho grosso pulsava muito e escapava de sua mão. Ela, prontamente, começou a me punhetar com as duas mãos, nervosa, com medo de perder aquela pica das mãos. Eu apenas olhava como ela o admirava enquanto suas mãos subiam e desciam. Pedi para que cuspisse, pois suas mãos estavam secas e começavam a machucar, mesmo com meu pau babando um pouco. Ao cuspir sua boca quase chega no meu pau. Gemi enquanto sua saliva caía sobre a cabeça da minha pica. Suas mãos estavam mais rápidas agora que deslizavam com facilidade. Às vezes fechava os olhos e depois a encarava. Já fazia uns 10 minutos que ela subia e descia, mas dessa vez, eu não estava gozando rápido. Ela já estava agoniada, ansiosa por leitinho.
Quando a vi se abaixar para cuspir novamente na cabeça de meu pau, inclinei minha pelve fazendo sua boca tocá-lo. Ela congelou com o “selinho" dado. Não sabia se descia ou se continuava na punheta. Acho que nunca tinha feito um boquete, mas deve ter gostado da textura e do sabor que acabara de sentir. Então, ela me olha nos olhos e com um gesto de quem diz “eu sei o que você quer”, ela desceu com toda a boca no meu pau. Ela era inexperiente com certeza. Parecia a primeira vez que usava um enxaguante bucal. Não tinha sincronia para colocar e tirar de sua boca, agitada e meio louca, ela tentava subir e descer no meu pau. Sua língua era sedosa, um pouco aspera, mas muito macia. Infelizmente, não estava conseguindo aproveitar, pois seu nervosismo a fazia me mordiscar de vez em quando. Algumas vezes, eu dava um pulo para trás, de tanta dor. Ela notando minha situação inconfortável, mas sem querer parar de mamar minha vara docinha, me pergunta se eu prefiro que ela tire a chapa. Na hora não entendi bem, mas acenei com a cabeça confirmando que sim se aquilo iria diminuir a dor, eu estava topando.
Foi quando a vi retirar suas próteses dentárias. Dona Matilde era banguela, na hora, engoli seco, pois era um tanto broxante, inclusive, meu pau murchou um pouco, mas a gulosa só demorou o tempo de colocar os dentes no bolso e já engoliu meu pau com tudo. Puta que pariu!!! Agora estava perfeito. Entrava e saía com exatidão. Acho que aquela prótese era nova ou mal feita, pois até a coordenação do boquete se alinhou. E a pressão? Nossa, velho. A gengiva de Dona Matilde era dura, mas macia ao mesmo tempo e fazia meu pau deslizar. Uma pressão muito boa, parecia uma bucetinha virgem. Naquele vai e vem, eu já gemia, não mais de dor, mas de prazer. Estava tão tomado que segurei seus cabelos, fazendo força e enterrando cada cm dos meus 18 em sua garganta. Sua boca estava bem arreganhada devido a grossura e acho que agora ela tinha medo de me machucar. A puta não tinha reflexo de vômito, demorava muito para reclamar. Acho que é coisa da velhice essa perda de reflexos. Aquilo estava muito bom. E eu já estava me sentindo um animal.
Levantei-me do sofá, a deixei sentada e subi no sofá. Coloquei uma perna na parte de cima e a outra ao seu lado. Balancei meu pau na sua cara e bati sem pena em suas bochechas, esfreguei nos olhos, mimetizei foder suas orelhas. “É isso o que a senhora quer? Quer rola quer? Toma, safada!!” Segurei sua cabeça e soquei fundo naquela garganta. Fechei os olhos e viajei por uns 2 minutos. Parei quando achei que ela estava quase morrendo, pois a vi um pouco roxa e com os olhos bem abertos. Senti que já tinha judiado demais daquela senhora. Ainda em pé na sua frente, me punhetei e , urrando, gozei em sua cara. Quase que a deixo cega de tanta porra nos olhos, em cima do nariz. Gozei muito, uma porra grossa, parecia vinda de um alien. Descendo da sofá, olhei para seu estado, ela quase lambeu os lábios, mas colocou para fora quando sentiu o gosto. Voltando a mim, novamente, senti culpa pelo que estava acontecendo. Subi minha sunga e bermuda e disse que ia tomar banho. Fiquei no banheiro com a água na minha cabeça. Me sentia numa ressaca moral. Depois de uns 40 minutos, ela bate na porta e diz que está ido embora e que tudo está organizado. Eu não respondo e fico ali sentado, por mais 1 hora, com o chuveiro desligado dessa vez.
Sai do banheiro, me troquei e fui jantar. A lasanha realmente estava boa. Ela queria me agradar. E me agradou muito naquele dia. Pediu para fazer, e eu fiz o que ela quis também. Acho que a agradei, mas não sei se fiz o certo. Ainda tentava a ver com respeito e carinho, como o que tenho pela minha avó. Mas sua lembrança estava me dando mais excitações agora.

Continua.

Espero que estejam gostando!

Contato: baupicante@gmail.com

PARTE 3

Então, retornando aos meus relatos. Ainda em 2017, chegou o fim do ano, dia 30 de dezembro. Não tinha certeza se Dona Matilde iria vir realizar limpeza, e como não teria jogo, dormi até tarde. Acordei com a campainha tocando loucamente. Para minha surpresa, era Dona Matilde. Assustado, pergunto o que ela estava fazendo lá. Sem entender bem, ela entra sorrindo e me responde que estava lá para fazer faxina. Que os pais do Guilherme haviam pago o mês completo, daí ela estava fazendo jus ao dinheiro. Ainda sem saber bem como me comunicar com ela, tendo quebrar o gelo dizendo que ela terá pouco trabalho dessa vez, pois a casa passou os últimos dias bem organizada. Ela retruca com um ar astuto que estava achando o contrário, que encontraria uma gigante bagunça, pois eu estaria provavelmente trelando todos esses dias. Percebi que ela estava mais íntima, embora com sua timidez. Eu não estava processando bem as informações, daí resolvi voltar para o quarto e me tranquei. Por sua vez, Dona Matilde seguiu a organizar a casa.
No meu quarto, comecei a me excitar com a ideia daquela puta estar na sala, ajeitando o sofá e lembrando do esporrada que eu dei na cara dela da última vez. Também estava afim de fazer de novo, mas tinha muita dúvida se deveria. Passaram-se 30 minutos, 1 hora, mas antes da segunda hora, eu já estava com tesão a mil. Resolvi bater uma no quarto para relaxar. Bati uma frenética e gozei com muito tesão, mas na hora que me melei todo com minha porra, só pensava na boquinha de Dona Matilde sem chapa. Mal gozei e meu pau já estava duro de novo. Dei uns tapas no dito cujo e resolvi fazer o inevitável. Olhando para o meu pau, “conversei" com ele: “É, Tulinho, você vai ter o que tanto quer”.
Fui para a sala já pelado, balançando o pau em uma das mãos e chamando por Dona Matilde. Não a encontrei na sala, segui a caminho da cozinha e a peguei bebendo água. Já abordei ela perguntando se não queria beber algo melhor. Ela estava assustada, talvez não esperasse minha atitude, mas estava com muita vontade de engasgar com meu pauzão novamente. Sentei na mesa de pernas abertas, e ela já foi se escorando na cadeira, abrindo mais minhas pernas… meio confusa, sem saber se chupava minhas bolas ou abocanhava meu pau. Eu já não tinha pressa, só observava aquela puta velha olhando para minha genitália como um bezerro olha para as tetas da mãe.
Dona Matilde apertava minhas bolas, e engasgava com meu pau, com tamanha intimidade, parecia que ela me chupava há décadas, eu apenas gemia e revirava meus olhos, por vezes empurrava sua cabeça mais fundo, mas a deixava a vontade de fazer como quisesse. Já tomado por toda a situação, pedi para ela retirar a prótese e me chupar sem os dentes. Ela estava muito melhor no boquete do que antes, mas a sensação da chupada dela só com a gengiva era muito boa. Ela o fez, e agora me chupava com mais vigor, com mais força, estava babando como um cão com raiva. Jà não aguentando mais a posição, deitei em cima da mesa e gemi e me contorci até encher sua boca com porra. Só percebi quando voltei a mim e me sentei, a puta estava meio indecisa se engolia ou se jogava na pia. Eu fiquei rindo enquanto ela se organizava, toda descabelada, banguela e com a cara branca de tanto leitinho.
Depois que o corpo esfriou e o pau baixou, estava mais relaxado do que as últimas vezes, mas não sabia bem como agir. Corri rápido no quarto, passei um papel no pau, coloquei uma sunga, uma bermuda, com a camisa ainda no ombro, avisei a Dona Matilde e bati o pé para a praia. Resolvi sair para dar uma volta, espariar, processar tudo aquilo um pouco. Eu já havia lido muitos contos online sobre jovens que fodiam suas babás, empregadas, faxineiras… inclusive, algumas garotas também relatavam esses eventos, mas é estranho quando nós somos personagens dessa situação. Não é um “conto erótico”, é uma situação real, cotidiana… duas pessoas se entregando a desejos carnais, devido a hormônios, carência, e situações excitantes. Quanto mais eu caminhava, mais eu me acostumava com a ideia de que iria fazer novamente, e iria ser ainda melhor que da última vez. Tentava a cada passo na beira-mar arrumar uma justificativa para parar, ou para acreditar que nada tivesse ocorrido, ao mesmo tempo que já estava ficando excitado novamente, e eu sabia quem era a razão.
Estava tão atordoado que nem reparava nas barracas e cadeiras da praia, na tentativa de achar uma gostosa novinha, apenas andava de um lado para o outro, queimando um pouco o juízo com o sol a pino que fazia e imaginando como eu foderia aquela boquinha murcha novamente. Comi um sanduíche na praia, com uma boa água de coco, dei uns mergulhos para relaxar a mente, até porque aquela seria a última vez que eu iria à praia em 2017 e voltei para casa certo de repetir o ato da manhã. Na volta, quanto mais perto de casa o ônibus se encontrava, mais meu pau pulsava e doía dentro da sunga. Meu tesão era tanto, que duas bichinhas sentadas no outro lado do fundão devoravam meu volume com os olhos. Eu nem estava ligando, sempre curtia que babassem no meu volume, e estava cada vez mais animado com o que estava para fazer, que nem tinha tempo de me preocupar com aquilo.
Chegando em casa, entrei por trás, para não sujar o trabalho dela, sempre muito respeitoso, mas já chamando ela na área de serviço “Dona Matilde, vem cá na área!! Trouxe uma coisa para a senhora!”. Não acho que ela imaginasse que seria um balaio de pica, pois sua cara ao me ver tomando banho no chuveirão de bermuda, sem camisa e com o volume quase rasgando sunga e short era de espanto. Achei até que ela fosse desmaiar. hehehehe. Tirei minha bermuda e chamei ela para mais perto. Ela ainda meio atordoada, veio quase que cambaleando. Peguei sua mão e trouxe mais para perto, e colocando em cima da sunga, onde o pau quase fura a mão dela. Eu estava com muito tesão, meu pau doía muito, já era grosso, mas estava desproporcional naquela tarde. Ela até tremia um pouco, enquanto apertava. Olhei para ela e perguntei se não iria tirar minha sunga, para pegar ele melhor.
Ela me olhava de cima a baixo, como se não acreditasse no que ocorria, e invés de baixar minha sunga e cair de boca no meu pau, ela desceu a cabeça em direção ao meu peito e lambeu meu mamilo. PUTA QUE PARIU, vi estrelas na hora. Ela seguiu revezando entre um mamilo e outro, e eu simplesmente gemendo, fico alisando meu pau por cima da sunga com uma mão, e busco as mamas dela com a outra. Dona Matilde tinha mamas enormes, caídas, de quem amamentou muitos e por muito tempo, mesmo assim, a sensação era boa, era uma pele macia, e estava quente. Nesse processo, ela nem se importou de estar se molhando todinha também, pois eu não havia desligado o chuveiro. E foi tirando a camisa, quando eu comecei a procurar a mama por baixo dela (a mesma de vereador de sempre). Ajudei-a a retirar o sutiã e vi dois balaios caindo sobre seu estômago, auréolas enormes e bicos avantajados. Belos seios, que nem me deixavam parar para pensar que estavam abaixo de onde já estiveram um dia. Soltei meu pau e agarrei suas duas tetas, apertava com força uma, enquanto ajeitava a outra para abocanhar. Vi Dona Matilde se tremer e gemer quando coloquei seu mamilo da boca e mordi o bico. Seu gemido foi só gasolina para que chupar e morder com mais intensidade. Ela ficou petrificada, sem ação, apenas sentia tudo o que eu fazia com suas mamas. Pedi que ajoelhasse, e já fui retirando minha sunga. Repousei meu pau sobre seus seios. Esfregada e batia meu cacetão naquelas tetas. Apontei meu pau em frente aos seus lábios e pedi que ela cuspisse. Ela obedeceu, deixando meu pau bem melado. Desci novamente, e comecei a esfregar meu pau entre suas tetas. Meu pau deslizada com facilidade naquela pele macia. Eu apertada uma teta contra outra, fazendo um reguinho apertado, melado e quente, e enfiava com mais e mais força.
Aquele sarro foi muito intenso, não me recordo quanto tempo ficamos daquele jeito, mas acredito que quase uma hora. Ela então, pegou meu pau e abocanhou. Chupava com muita intimidade. Nem precisei pedir, já foi retirando a dentadura e abocanhando mais e mais. À essa altura, meu pau estava inchado, vermelho e dolorido, mas não baixava de jeito nenhum. Dei dois tapas em sua cara, tirei o pau de sua boca e comecei a me punhetar. Quando senti que viria, mirei em seus peitos e esporrei várias vezes. Nem parecia meu terceiro gozo do dia, pelo volume de porra que produzi. dessa vez, ela já passou a mão nas mamas e lambeu os dedos, sentindo o gostinho de porra do seu macho.
Ajudei ela a se levantar, e quando percebemos, estava de noite. Eu estava calmo, porém ela estava preocupada, pois precisava pegar conduções para voltar para casa rápido, naquela noite teria um evento na igreja que ela está frequentando.

Nem se preocupem, pois ainda continua…

baupicante@gmail.com


PARTE 4

Na sequência dos fatos… aquela semana foi muito intensa para mim, pois acabara de passar meu primeiro natal sozinho, e tinha que passar o reveillon também. Para distrair-me, foquei em estudar alguns casos bem interessantes da área penal (minha área favorita), enquanto esperava a atualização do Vade Mecum. 2018 iniciou, eu imaginava como seria minha relação com Dona Matilde de agora em diante. E como seria a situação com o retorno dos meninos.
Dia 06/01/2018, primeiro sábado do ano, estava de bobeira em casa, pois os meninos só retornariam na última semana de janeiro, e o vôlei só retornaria no começo de fevereiro. Acordei cedo, para dar uma corridinha pelo quarteirão, já que estava há algumas semanas sem jogar vôlei. Quando volto, encontro Dona Matilde na porta da casa, apertando a campainha. Pensei logo: eita que essa velha já veio atrás de pica.. e já fui me excitando. No entanto, ela me informa que os pais do Gui pediram para ela faxinar a casa, pois eles iriam vir com o filho, realizar umas compras e resolver umas pendências da casa. Tentei brincar, dizendo que ela então limpasse com muito carinho, para agradar os patrões. Ela sorriu e me olhou fixamente, como se aguardasse mais alguma informação. Enquanto entrávamos, eu aproveitei e dei o sinal que ela queria: apertei seu mamilo e lhe disse “Se caprichar na faxina, depois tem um presentinho”. Ela, já tomada pela sacanagem, sorriu e retrucou “hmmm, acho que vai ser um presentão”.
Tomei um banho, comi um sanduíche e fui para a minha rotina de férias (estudar, estudar e me preparar para o próximo período). De vez em quando, dava uma apertada no pau, que sempre dava sinal de vida, como se soubesse o que estava para acontecer no fim do dia. No almoço, comi na cozinha, quase que mudo, embora Dona Matilde estivesse há poucos metros de mim. Reparava que ela estava mais safada, se abaixando mais, levantando o bundão. Se oferecendo em cada movimento que ela sentisse que eu estava observando. Tudo aquilo era muito excitante. Eu tinha uma puta velha, louca por minha pica, e meu tesão se misturava com minha seca e o desejo de rasgar aquela pele flácida e macia de Dona Matilde. Meu pau pulsava na bermuda de moletom, mas me contive, pois a casa realmente precisava estar arrumada, já que os pais do Gui viriam na segunda-feira.
A tarde chegou e Dona Matilde veio até a porta do meu quarto informar que só estava faltando limpar a área de serviço para ela largar. Entendi seu recado, mas só respondi com um balançar de cabeça e um “tá certo” seco. Acredito que ela tenha descido amuada, já que estava sedenta por pica e eu passei o dia sem lhe dar uma gotinha de porra. Quando cheguei na área, ela estava terminando de passar o rodo ao lado da máquina (última atividade que ela fazia naquele setor). Olhei ao redor e brinquei “Nossa, Dona Matilde, a senhora caprichou bem hoje, viu?! Vai pedir aumento para os patrões, é? hehehe”. Ela sorriu e disse que sempre caprichou em seu trabalho, mas que havia feito algo mais especial naquele dia, pois eu havia prometido um presente. Sorri, já apertando o pau duríssimo por cima da bermuda e a chamei para a sala, para receber seu presente.
Já fui tirando minha bermuda e sentando de pernas abertas no sofá. Balançando meu pau, chamei ela para cima e já fui dizendo que ela iria ter a recompensa da vida dela naquela tarde. Ela se ajoelhou na minha frente e caiu de boca, devorando meu pau. Chupava intensamente, já não era tão bobinha com a pica na boca. Eu observava tudo, e sorria, olhando para minha puta velha. Às vezes, batia na sua cara, e esfregava meu pau entre seus olhos. Ela ficava paralisada, em pleno êxtase.
Tirei sua camisa, e quase rasgo seu sutiã, de tanto tesão. E já caio de boca em seu mamilo direito, enquanto belisco o esquerdo. Ela começou a gemer. Nossa, como gemia. Naquele dia, ela estava pronta para a vara do Tulião. Tirei sua calça de lycra e já fui retirando sua calcinha de pano rosa. Não era calçolão, mas também nem parei para analisar. Empurrei seu corpo contra o sofá, e ela só suspirava enquanto o encostava , abri suas pernas e encontrei uma buceta inchada, grande, bem carnuda, com bastante pelos, alguns até grisalhos. Era a primeira vez que eu fodia uma buceta peluda, mas eu estava ali para aquilo mesmo… uma xota inchada, velha e muito suculenta. posicionei meu pau em cima da buceta de Dona Matilde. Senti que ela se tremeu toda. Também senti um frio na coluna quando meu pau repousou em seus pelinhos. Meu pau já latejava de forma mais intensa. Comecei a esfregar meu pau sobre sua buceta, e a sensação dos pelos ralando no cabeção do meu pau era impagável. Cada vez que esfregava, eu pressionava mais meu pau contra a buceta de Dona Matilde, e ia sentindo a maciez de sua buceta. Ela se abria, e eu via a musculatura de suas pernas relaxando cada vez mais. Abri seus grandes lábios, e encontrei uma buceta cor de vinho escura, bem suculenta.
Olhei para sua cara, e com ar de deboche, perguntei se ela tava pronta para levar uma surra de pica de um garotão. Ela só balançou a cabeça e abriu mais as pernas. Foi o sinal que eu tive para empurrar a cabeça do meu pau buceta a dentro. Nessa hora, ela se contraiu toda e depois relaxou. Era como se seu corpo estivesse travado por todos esses anos e finalmente reabriu para a vida. E o sexo. hehehe. A sensação era muito boa, a buceta dela estava muito quente, porém a pele era macia, e, para a minha surpresa, estava bem molhada. Tirei e coloquei a cabecinha várias vezes, só curtindo a sensação da entrada (minha glande transitando entre os pelos ásperos e secos de sua buceta e a entrada molhada e macia de sua vagina). Continuei naquele movimento, até que fui pausado por Dona Matilde me dizendo que queria sentir ele todo dentro dela. Apenas olhei nos seus olhos enquanto me movimentei descendo em direção ao seu corpo. Meu pau deslizou de vez e ela deu um grito. Coloquei a mão sem sua boca e falei perto do seu ouvido: Não era pica que você queria, sua velha safada? Agora, aguenta a rola do teu macho novinho. Você só vai embora hoje quando eu cansar.”
Comecei a fodê-la lentamente, pois não sabia o quanto ela iria aguentar de pressão, mas para curtir mais, enchi minhas mãos com suas tetas e com essa pegada, forçava seu corpo para frente e para trás, para me auxiliar na penetração. Comecei a sentir a buceta de Dona Matilde mordiscando meu pau. A velha não era tão arrombada assim. E cada vez mais encharcada. E eu aproveitei para aumentar a velocidade. Soltei seus seios e agarrei em suas pernas. Fodia já com muita intensidade em frango assado, e ela gemendo como uma cachorra no cio, recebendo meus 18cm de rola grossa. Meu tesão estava a mil, dei uns tapas em sua cara e brinquei dizendo várias sacanagens: E aí, tá gostando velha safada? Era isso o que você tanto queria? Ela apenas balançava a cabeça em afirmação e gemia mais alto. Continuei bombando aquela buceta, até que senti ela se tremer e meu pau ensopar. A vadia havia gozado. Sorri olhando para sua cara de safada e mandei ela ficar deitada de ladinho no sofá. Por cima, eu penetrei novamente, mas agora metia tudo e tirava tudo, e depois socava com tudo de novo. Ela dava gritinhos toda vez que entrava, e seguia gemendo quando eu ia retirando. Eu tava na maior tesão, mas nem me preocupava em gozar naquela hora.
Cansado de foder por cima, sentei ao seu lado e disse: Vem cá, senta no seu presente. Ela, afoita, pulou em cima do sofá e já desceu sentando com tudo. Repousei meus braços no encosto do sofá e só admirava o trabalho daquela vadia em cima do pau. Ela subia e descia de forma faminta. Sua buceta pressionava meu pau ainda mais naquela posição. Eu estava delirando de tanto prazer. Até que ela começou a pular mais rápido e se tremeu toda, ensopando mais uma vez meu pau. Dessa vez, após se tremer toda, ela parou em cima do meu pau, como se estivesse cansada. Mandei ela se virar e ficar de quanto, enquanto me levantava. Segurei em sua cintura e continuei a fodê-la sem dó. Quanto mais ela gemia, mais eu acelerava e tentava socar mais fundo. Já estávamos completamente suados, não sei nem quanto tempo havia passado. Coloquei minha mão em seus cabelos, e puxei sua cabeça, empinando mais seu rabo. Continuei bombando com força e ela se tremeu rapidamente e ensopou meu pau mais uma vez. Depois daquela gozada, senti que já poderia ser a minha vez. Levantei seu corpo pelos braços, e quase colada a mim, de pé, continuei fodendo com firmeza, até sentir um galão de porra explodindo da minha rola e invadindo a buceta de Dona Matilde. Continuei bombando por mais uns segundos e quando retirei o pau, a porra grossa escorria por suas pernas, quase chegando ao chão. Aquilo sim era uma foda.
Dona Matilde estava destruída, e eu estava adorando tudo aquilo. Disse a ela que precisaria de um bom banho antes de ir embora. Ela seguiu para o banheiro externo e eu fui para o banheiro próximo dos quartos. Quando sai, ela já havia ido embora. Fiquei feliz, por ela não ter ficado no meu pé, e ter entendido que o que aconteceu foi fruto do tesão dos dois, para prazer mútuo - e que prazer!

Acho que o momento crucial chegou para vocês, não é mesmo? hehe Mas ainda tem alguns pontos que eu preciso completar. Este relato ainda continua


ÚLTIMA PARTE 

Dia 20 de janeiro de 2018… O fim das férias estava próximo e a minha rotina voltaria ao normal. O pessoal do vôlei estava reiniciando neste sábado e eu estava super animado para curtir uma praia e ver se desenrolava o lance com a Aline, já que ela estava para voltar das férias na Bahia. Lá na república, o Lucas e o Pedro já haviam voltado, e estavam organizando as coisas do semestre. Embora imaginasse que iria encontrar Dona Matilde, estava quietinho, pois já havia dado uma boa gozada nela, e estava meio receoso de ser pego pelos meninos.
Acordei super animado, me organizei e sai cedinho para a praia. Fiz uma bateria de exercícios para ir me aquecendo enquanto a galera foi chegando. 07:30 e toda a galera já enchia a área das redes. Estava muito animado, ouvindo as histórias de férias do pessoal e curtindo um bom vôlei. Quando me perguntavam o que havia feito, apenas respondia que tinha curtido minha solidão enfiado nos estudos… hehehe… mal sabiam eles que eu estava era fodendo uma sexagenária.
O dia passou, almoçamos um peixe muito gostoso pela orla, estava tudo maravilhoso. Menos o fato de Aline não ter aparecido. Seu irmão me disse que ela tinha aproveitado para ficar mais 15 dias, já que suas aulas só retornariam em março. Aquela puta deveria estar fodendo com muitos baianos, isso sim, mas não vem ao caso. Fiquei meio encabulado, por não desenrolar aquela vadia, e as meninas que estavam por lá já eram muito chegadas. Ficar com elas iria complicar muito o vôlei. Por volta das 16h, visto minha roupa e sigo meu rumo para casa. Como imaginava que Dona Matilde havia passado por lá, já entrei por trás, tomei um banho na área de serviço, tirei minha roupa e já coloquei para secar. De toalha, entro na casa e sigo para meu quarto.
Até que me deparo com Dona Matilde limpando meu quarto, ou pelo menos fingindo que limpava. Tomei um susto na hora, pois ela geralmente começa pela sala e depois segue para os quartos. Questionei o que ela fazia por ali àquela hora, e ela me respondeu toda cínica que quando estava limpando a sala o Lucas e o Pedro pediram para ela ajeitar logo os quartos deles, pois iriam dar uma volta no shopping para comprar uns livros e pegar umas encomendas, e iriam fechar seus quartos depois. Daí, ela pensou melhor em ajeitar toda a casa e aproveitar que os meninos estavam fora para ajeitar meu quarto por último, já que eu iria chegar tarde.
Na hora, entendi o que aquela safada queria e meu pau já foi crescendo na toalha. Comecei a apertá-lo enquanto a questionava: “aaah, então quer dizer que a senhora ainda não arrumou meu quarto? Ela um pouco assustada com minha pergunta, disse que havia limpado todinho e com muito mais carinho do que os outros quartos. Que, na verdade, estava ali me aguardando, para saber se o serviço estava bom. Entrando na brincadeira, fui me aproximando dela e jogando minha toalha no chão. Disse que não havia gostado do serviço e que ela iria ser castigada por isso. Fui jogando ela sentada na minha cama e pus uma perna ao seu lado, deixando meu pau na sua cara. A mesma já foi o massageando e o beijando. Comecei a empurrar meu pau contra sua cara, que já tinha se entregue a engoli-lo completamente até a entradinha da garganta (essa puta estava cada vez mais safada). Corri rápido na porta e a tranquei. Já retornei tirando sua roupa e apertando e beijando suas tetas moles.
Dona Matilde retirava sua calcinha e já ia abrindo as pernas. Comecei a bater com meu pau em seus grandes lábios, olhei em sua cara e perguntei: Passou o dia todo esperando por isso, né cachorra? Ela sorriu e me respondeu: Estou esperando por isso desde a última vez que fui embora. Foi o que faltava para eu devorar aquela puta velha. Comecei a esfregar meu pau em sua buceta, enviando cada vez mais fundo. Sentia que Dona Matilde estava toda molhada, e sua buceta contraía forte, quase arrancando meu pau. Que velha apertada! Abri mais suas pernas e comecei a martelar sua bucetinha grisalha. Dona Matilde gemia alto, entregue ao tesão. Aquela velha estava toda aberta ali, para mim, um garotão sedento por buceta. E eu não me rogava, comia com toda a maestria que eu possuía. E fazia questão de enfiar mais fundo, só para ouvi-la gemer mais e mais alto.
Senti que Dona Matilde havia gozado e resolvi mudar de posição, virei ela de quatro, e cai de boca lambendo sua buceta. Era um tecido macio, um pouco crespo, por causa dos pelos, mas uma delicia. Fiquei lambendo ela e alisando seu clítoris até que ela gozou novamente na minha língua. Já estava doido para gozar também. Então, resolvi abrir suas pernas ainda de quatro para ter a visão daquela buça antes de encher de porra, e me deparei com seu cuzinho piscando. Não pensei duas vezes e já fui alertando: não disse que iria castigá-la? pois pronto, chegou a hora!
A velha não tinha entendido, mas assim que encostei a cabeça do meu pau em seu cuzinho, ela sabia o que estava prestes a acontecer. Ao contrário de sua buceta, seu cu era lisinho, sem pelos, e muito fechado. Tentei enviar meu pau algumas vezes, e sem sucesso. Acho que ela nunca havia dado e estava muito tensa. Resolvi cuspir em um dedo e ir abrindo aos poucos, afinal, meu pau era grosso e eu só iria sair de cima dela depois que fodesse aquele rabo. Fiquei alisando um de seus peitos enquanto socava o primeiro dedo. Ela estava apreensiva, podia sentir a resistência que fazia no meu indicador. Cuspi e reintroduzi o indicador com o meu dedo do meio, para ajudar, desci a outra mão até sua buceta, e estimulava seu clítoris na tentativa de deixá-la mais excitada e relaxada. Após uns 10 minutos de muito alisado, consegui enfiar meu terceiro dedo, e com quase nenhuma paciência, já enchi a mão de cuspe e enfiei o quarto. Quando senti que ela estava bem abertinha, retirei meus dedos e encaixei a cabeça do meu pau. Desta vez, ele conseguiu entrar, e assim que chegou dentro, seu anel anal começou a piscar.
Cuspi em cima do pau e fui forçando a entrada, enquanto isso Dona Matilde revezava entre gemidos de dor e prazer. Tirei meu pau e pedi para ela deixá-lo bem lambido. Ela encheu meu pau de cuspe, afinal, sabia que quanto mais seco seria pior. Retornei ao seu rabo e já fodia com mais profundidade. Comecei a penetrar mais e mais, até que cheguei a uma velocidade deliciosa. Segurei em sua cintura e seguia num vai e vem dos deuses. Dona Matilde já não parecia estar com tanta dor, e a penetração fluía mais, embora o cuzinho estivesse bem apertadinho. Comecei a aumentar mais e mais a velocidade, até ouvir o barulho de minhas pernas batendo em suas coxas. À esta altura, Dona Matilde já gritava de prazer, desci uma mão até sua buceta e comecei a dedilhá-la, enquanto tirava todo o meu pau e colocava todo de volta.
Isto durou por volta de uns 15 minutos, quando meu pau já estava inchado de tanta pressão e sentia que seu cuzinho estava mais e mais quente. Ergui um pouco seu corpo, a segurando pelos peitos, e continuei fodendo fundo o seu cuzinho. Dona Matilde já havia gozado mais uma vez na minha mão e agora estava entregue, só aguardando a porra de seu novinho. Não demorou muito e eu tive um baita orgasmo. Não sei bem quanto gozei, mas depois que tirei meu pau, muita porra saiu do cu de Dona Matilde. Segurei sua cabeça pelos cabelos e levei até meu pau, fazendo com que ela lambesse o resto de porra que havia ficado nele. Ela lambia cheia de vontade, como uma cadela.
Após tudo, Dona Matilde se levantou, meia cambaleando, vestiu sua roupa e saiu dizendo que voltaria em breve para mais trabalho. Sorri e disse que estaria por lá para checar se estava tudo certo. Depois disso, tive mais algumas fodas com Dona Matilde, até que depois de uns 8 meses ela precisou ir para Alagoas, cuidar de uma neta menor de idade que havia engravidado. Posso contar mais algumas das histórias com Dona Matilde se vocês quiserem, mas minha meta agora é dividir com vocês histórias com outras maduras que aconteceram depois que Dona Matilde despertou meu tesão por senhoras.

baupicante@gmail.com

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