PAI DE UMA DEFICIENTE MEMTAL E O TABU
Ivan, 37 anos, desafia um tabu com sua filha de 11 anos portadora deficiência mental e impulsos sexuais fora do controle.
-------- Identidade Bourne é meu codinome----------
Essa é a história de Ivan, sua esposa Simone e um Tabu chamado Camila.
A vida põe a gente em situação realmente desafiadores, e as vezes temos que quebrar tabus e fazer o que precisa ser feito. Sou Ivan, vou relatar fatos recentes, de poucos anos atrás, que chocam quem está de fora.
Eu estava com 37 anos, casado com Simone, 32 anos e a nossa filha na época tinha 11 anos, Camila, portadora de um grau leve de Sindrome de Down, mas isso seria nada diante outros problemas mentais que ela também apresentava.
Camila tinha baixo nível intelectual e quase que totalmente movida pelo instinto. Não tem julgamento de certo e errado e é agressiva. Não vou mentir, nossa vida acabou porque ela necessitava de supervisão 24 horas.
Minha esposa formada em psicologia nunca pôde trabalhar. Sou engenheiro mecânico então o que eu ganhava dava pra sobrevivermos, já que existia muitas despesas com os tratamentos, que minimizam a situação mas não resolvem.
Somado a tudo isso Camila tinha hiper sexualidade, desde seus 8 anos eu não podia ficar nem mesmo sem camisa, sempre de roupa e distante porque ela vinha pra cima de mim com desejo sexual e eu me sentia mal por isso. Minha esposa sempre por perto tentava distraí-la e eu não deixava ela me tocar mais. Ela dormia quase sempre com medicamento, chorava e gritava, falava poucas palavras. Ela obedecia por um tempo mas depois voltava aos impulsos instintivos. Ela também tinha seus momentos de ser carinhosa e emocional e reagia com arrependimento e culpa, ao ver que tinha feito algo errado que não podia controlar.
Com grupos de apoio de pais em mesma situação fomos aprendendo a conviver. Minha esposa continuou participando enquanto eu me dedicava ao trabalho. E ela começou a querer mudar o modo de como nós lidávamos com a situação.
Numa noite eu estava no sofá, de calça e camiseta, Camila já com 11, mostrava sinais da puberdade, porém ainda chupava dedo como uma criancinha, ela escapou da mãe que acabara de dar banho e correu pro sofá comigo, era mais uma tentativa de se masturbar se esfregando na minha perna, mesmo com seu pijama , e eu a segurei não deixando me tocar.
- Não Ivan! Deixa ela te abraçar! - disse Simone entrando da sala.
- Que???
- Tenho pesquisado bastante e vi várias situações compartilhadas na internet. Ela precisa de contado do pai, sua figura masculina, por isso vivia raivosa!
- Mas ela está...
- Eu sei! - Simone sentou-se ao meu lado, com seu olhar de exausta. - Nossa filha está crescendo Ivan, e o que nós fizemos até agora foi só condená-la por ser humana, como todas, ela é também sexual, não podemos vê-la como um anjo assexuado!
Minha esposa tentava despistar a mão de Camila para que não pegasse no meu pênis, sem reprovar o que ela fazia. Ela gemou num orgasmo e relaxou tranquila no meu peito chupando dedo, arrumei seus óculos pesados, ela tinha grau elevado de miopia.
- Viu como ela está mais tranquila agora! É isso que ela precisa, o contato com seu pai.
- Querida, mas esse contato não me parece nada apropriado!
- Porque ela te vê como um homem! Ela tem sexualidade!
- Mas ela é nossa bebê! E sou o pai dela!
- E você acha que ela vai conhecer algum rapaz, vão se apaixonar e casar??? - disse Simone ironicamente.
- Não Ivan! Ela está se tornando mulher, e tem desejos sexuais! Você é o único homem na vida dela. Eu, como mulher, entendo nossa filha!
- Temos que ensiná-la o que é certo e errado, como meninas devem se comportar, e ela estava se esfregando em mim! - eu estava bem
desconfortável com a situação e não conseguia aceitar o que minha esposa dizia.
- Ela fica feliz fazendo isso, o único momento que ela tem algum prazer, e estou exausta, estou cansada! Se isso a deixa tranquila nós também ficamos tranquilos! É uma necessidade humana e meninas não humanas, mesmo com problemas mentais! Temos que fazer de tudo pra ela se sentir bem, somos sua família! Não podemos fingir que isso não existe e entregá-la totalmente aos medicamentos fortes!
Passaram-se os dias e realmente o meu contato corpo a corpo estava ajudando. Camila obedecia, passou a se alimentar melhor, a ter menos surtos de raiva pois sabia que iria ficar no meu colo se fosse boazinha.
Numa noite, eu já estava na cama de cueca para dormir e ouvi minha esposa tentando fazer Camila dormir, nossa filha estava agitada e chamava por meu nome. Eu tinha que ajudar minha esposa, vesti o roupão e fui ao quarto dela, Camila se alegrou eu me sentei na cama pra ela me abraçar, ela passou a mão no meu peito por baixo do roupão, eu puxei a mão dela pra longe e ela chorou.
- Ela se sente frustrada e rejeitada pelo pai, Ivan! Deixa ela sentir seu corpo, faz bem!
- Simone isso já está esquisito!
- No olhar dela é esquisito o pai não dar contato de afeto, calor do corpo! Tire o roupão pra ela sentir você! Essa sensualidade é saudável!
Como não tínhamos outra solução, eu baixei o roupão, cobrindo minha cintura pra baixo, e permaneci sentado. Camila me abraçou com força, usou sua mão como garras, grudou no meu peitoral e puxou meus pelos com força, tentei disfarçar a dor.
- Filha, assim dói no pai, passa a mão de leve assim! - explicou Simone.
- Machuquei papai!!! - ela disse começando a chorar.
- Não não princesa, foi cócegas! - eu disse sorrindo.
Tentamos contornar a situação mas Camila arrancou seu pijaminha e só de calcinha sentou-se encaixada de frete pra mim, derrubou o meu roupão e senti perfeitamente sua vagina colada no meu pénis na cueca, arregalei meus olhos pedindo socorro a minha esposa.
- Meu papai! - disse Camila me abraçando com carinho.
Eu retribui acariciando os cabelos lisos dela, eu tentei distrair minha mente, mas senti o calor que vinha dela, senti meu pênis acordar e crescer , e ela se ajeitou e meu pau achou o caminho até ao seu clitoris. Tudo era muito sensual, mistura de afeto, compaixão e excitação sexual.
- Meu amor! - disse Simone olhando em meus olhos. - Você é o único quem pode ajudar! Não se culpe, deixa sentir por completo! Nós estamos exaustos! Não sei mais o que fazer! Toque nossa filha, como na massagem sensual que fazíamos, lembra?
Eu concordei em silêncio. Já não aguentávamos mais, e precisamos momentos de paz. Escorei-me para trás. Camila já esfregava explicitamente sua vagina úmida sobre meu membro, e minha esposa dizia a ela que estava tudo bem, papai a amava, e a ajudou com os movimentos para ela perceber que não estávamos mais contra ela. Simone empurrava a bunda de Camila para roçar mais forte no meu pau, eu fiquei confuso e paralisado.
- Simone, querida, eu estou tenho uma.. to ficando..,
- Eu sei Ivan, isso acontece porque você não é só um pai mas é um homem, o mesmo com nossa filha, é também uma moça! Falei com minha amiga psiquiatra ela me recomendou um fórum na internet de famílias anônimas, Médicos não podem recomendar certas coisas que são consideradas “imorais” pela sociedade. Como canabis e outros métodos alternativos.
- O que você quer dizer? - perguntei para ter certeza de que era o que estava pensando.
Camila parecia estar no climax, meu penis dava pulos involuntários, suas mãos apertavam minha nuca cada vez mais forte, esmagando sua xaninha no meu volume, ela estava tomada pelo prazer que sentia com meu corpo.
- Nós, pais, tentamos negar que nossos filhos sejam sexuais, Ivan! Mas isso tem que ser encarado. Lembra de dona Cecília que começou no Grupo de Apoio aos Pais, mãe solteira de um rapaz de 18 anos, com problema mentais, que ficava se masturbando em público? Ela sumiu da terapia de grupo, por acaso a encontrei nesse fórum, ela disse que as coisas melhoraram. Antes o filho dela era incontrolável, e o rapaz é alto e forte, ela tinha até medo, ela procurou prostitutas pra ele, as poucas que aceitaram foram muito caras, ela coitada não pôde ficar pagando por isso, ele ficava frustrado e agressivo, imagina ela ter que lidar com um homem grande, sem capacidade de entendimento???
- Sim, mas ele é homem...
- Só porque é homem então está tudo bem buscar satisfação sexual, é uma necessidade! Mas quando se é mulher isso tem que ser ignorado!
Isso me fez pensar, e fez sentido. Camila se retorceu e parecia ter atingido um orgasmo. Simone nos abraçou e senti um elo muito diferente entres nós três. Camila relaxou quietinha, tranquila, sentindo-se aceita e protegida enquanto chupava dedo , parecia que ia cair no sono rapidamente. Ainda assim eu estava preocupado com essa situação, deixei ela deitada sobre mim pra esconder minha ereção.
- Simone! Você está sugerindo um serviço sexual para nossa filha de somente 11 anos ou entrega-la a esse cara!?? - eu disse em baixa voz.
- Não Ivan!!! Um estranho!? Que não tem ligação afetivo com ela!? Claro que não! Eu entrei em contato com dona Cecília por mensagens, ela me contou algo que pode parecer loucura, mas que muitas famílias nesse caso já fizeram, tudo segredo, para não serem julgadas!
- O que é então Simone?
- O filho dela quase estuprou a faxineira, ele poderia ter machucado alguém e causar mais problemas! Ele tinha fortes impulsos sexuais e Dona Cecilia que acabava tendo que dar banho nele então ela fez por amor... Ela deixa seu filho satisfazer-se sexualmente com ela!
- Sério??? Como isso? - minha cabeça não aceitava essa informação.
- Ele se tornou menos problemático! Ela me confessou e pediu segredo, assim como todos do fórum! Como aquele pai que disse abertamente a imprensa que ele masturbava seu filho que era totalmente paralítico por que via a angústia do menino relação a suas necessidades sexuais, ele foi muito julgado!
- Querida, eu até entendo! - eu tentava dizer algo. - Mas por outro lado não sei se...
- Eu só quero que nossa filha se sinta completa, conectada ao amor do pai, do jeito que ela entenda ser! -
Simone nos abraçou, Camila já havia caído no sono e a deixamos em sua cama, dormindo tranquila, cobri-me com o roupão, eu mesmo náo queria ver minha cueca melada.
Não sabia o que pensar e o que dizer. Simone percebeu minha confusão e essa conversa parou aí, eu precisava de tempo para digerir isso. com os dias e eu passei a ser o conforto de Camila para dormir, para se acalmar, porém os toques eram mais ousados, ela tinha que sentir minha ereção em sua vagina pra seu orgasmo, eu sentia o formato de sua boceta de menina sobre meu pênis de pai. Minha esposa nada dizia para não me confundir, eu mesmo notei que ela se excitou várias vezes, minha ereção me provou que eu antes de pai era um homem com meus instintos.
Durante a noite, minha esposa e eu transamos loucamente sem muito pensar. Ela tinha raspado sua vagina, encaixou-a no meu pau sentado-se no meu colo de frente pra mim, ela estava imitando nossa filha. No escuro tudo parecia permitido, minha mente tentou me acusar, sem mesmo entender o porque, mas eu ignorei e deixei meu instinto de homem tomar a direção então tivemos o sexo mais delicioso.
Mas tinhamos nossa dura realidade. Minha esposa tinha a tarefa de dar banho em nossa filha. Era exaustivo convencer Camila ir com ela pro banho, e isso ficava mais difícil a medida que ela crescia. Numa noite eu ouvia o drama de minha mulher pedindo a Camila para ficar quieta no chuveiro e parar de mordê-la. Minha filha chamava pelo pai, e Simone dizia que ela deveria tomar banho para estar comigo, mas Camila não parava de gritar. Eu pus um short de banho, não podia mais deixar minha esposa sozinha nessa, nós éramos as únicas pessoas que Camila tinha, por toda sua vida.
- Papai tá aqui bebê! - eu disse entrando no banheiro.
Simone puxou a cortina que separava a ducha, e colocou os óculos na Camila para que me pudesse me ver, ela pulou de alegria e se jogou em mim num abraço, me pegou pela mão e me puxou pra ducha.
Vi no rosto da minha esposa sua alegria e alívio. Minha esposa e filha nuas me fizeram sentir algo diferente, como um orgulho de ser o homem delas. Simone me deu um beijo nos lábios.
- Tá vendo filha? Papai e mamãe vão te dar banho! - disse minha esposa.
A água fez meu short azul grudar na pele, meu penis ficou desenhado. Camila já não era tão pequena que eu precisasse me abaixar para conversar, nem tão alta para não notar meu volume, com meus 1,78m e 89kg eu ficava sem saber como me posicionar diante da minha filhinha totalmente nua. Ela pulava se agitada, abraçava minha cintura, depois olhou pra Pepeka dela e da minha esposa, e se incomodou por eu estar se shorts, começou a puxar pra baixo enquanto eu segurava dizendo não. Seu rosto de alegria se tornou em choro.
- Ivan! Isso iria acontecer de qualquer maneira mais cedo ou mais tarde, deixa ela ver como é o corpo do pai!
- Mas isso poderia ser considerado abuso de vulnerável!!
- Abuso é a privação e frustração que ela tem tido todo esse tempo! Que a faz sofrer! Só nós podemos ajudá-la a ter momentos de alegria e prazer!
Eu vi no rosto de minha filha sua frustração e angústia atrás das lentes grossas de seus oculos, parecia que estávamos punindo ela por ser assim! As gotas dágua escorriam rapidamente mostrando seus olhos amendoados castanho claros, a sindrome de Down não conseguia tirar a beleza dela, Eu fiz sinal pra ela descer meus shorts, ela ficou alegre e empolgada, ansiosa e atrapalhada, minha esposa ajudou. Fiquei nu para minha filha, agora éramos iguais, sem nada para esconder. Finalmente Camila estava vendo um pênis de homem adulto, provavelmente o único de sua vida, um processo natural de seu crescimento que eu estava privando, ela ficou curiosa e olhou para a mãe com confusão pedindo explicações.
- É o pipi do papai! Que você queria ver! - explicou Simone, balançando meu membro com sua mão.
Fiquei sem jeito, a situação vez meu pau inchar , a cabeça saiu, e Camila pegou nele com força e me fez reagir de dor, explorou minhas partes íntimas de perto, até minha bunda, quis sentir com a mâo o meu rego peludo, tive que baixar para ver meu ânus, disse que era a minha pepeka, brincou e riu com o meu saco pendurado.
- Devagar filhinha, senão machuca! - eu disse com calma.
- Você não tá fazendo nada de errado filha! Pode pegar! - reafirmou minha esposa.
Camila agarrou minhas bolas, puxou meus pelos pubianos, segurei pra não reagir bruscamente, Simone se abaixou explicando que podia tocar mas tinha que ser com cuidado. De repente tudo se tornou erótico pra mim, meu penis dobrou de tamanho atingindo seus 19cm com as mãos de ambas admirando ele.
- Olha como seu pai é bonito, filha! - disse minha esposa apertando minhas bochechas.
Simone fez uma breve explicação sobre meu corpo, não tinha certeza se Camila entendia tudo.
- Mamãe tem seios, papai tem peito peludo, papai é musculoso, olhos verdes! Olha o furinho no queixo dele! E os braços que grande, olha as coxas do papai que forte! Papai não bebe, não tem barriga de shop! - ela fazia disso uma brincadeira.
Camila começou a se masturbar descontroladamente com sua mão, Simone não a reaprendeu, e eu me rendi àquele momento divertido, a partir daí passei a participar dos banhos.
Meu penis então era objeto de interesse de minha filha. Para fazer ela dormir, minha esposa pediu pra eu deixar ela se masturbar sobre mim, sentindo meu penis no corpo dela. Na cama de Camila, Simone ficava atrás de mim, eu me encostava nela e Camila vinha de frente. Minha esposa educava a ansiedade de nossa filha, conduzia os movimentos e os toques. Eu confesso que isso me fez sentir totalmente conectado a elas e o homem mais importante do mundo.
Simone fez ela sentar-se entre minhas pernas de costas pra mim e levou meu dedo a sua pequena vagina, ensinou-me a masturba-la enquanto ela se esfregava no meu tórax, eu senti seus mamilos salientes entre meus dedos e sua pele macia, meu membro duro babava nas costas de minha filhinha. Camila passou a se sentir mais amada e confiante, sentia que estávamos ao seu lado, seu comportamento geral começou melhorar.
Numa noite Camila somo sempre estava excitada, se esfregava em tudo tirou sua calcinha, ela não sabia muito o que fazer, então ficou de quatro com sua bundinha virada na minha cara, mostrando sua xaninha brilhosa pra mim, minha esposa empurrou minha cabeça fazendo cheirar a bocetinha da nossa filha, não resistir e lambi, Camila ficou estremecendo de prazer até acabar sentando na minha cara com ajuda de Simone. A bocetinha da minha filha era suculenta, rosinha, lisinha, quentinha, eu chupei com muito amor, como se fosse a cereja mais valiosa do mundo da menina mais bonita, minha esposa fez com que Camila tivesse dois orgasmos na minha boca, senti o seu mel e seu odor que me viciou. Eu me senti o pai mais realizado do mundo sabendo que eu estava fazendo nossa pobre filha se sentir feliz,, eu era distante e não sabia, esse erotismo nos uniu mais.
No nosso quarto fiz Simone imitou a cena, eu não chupava a minha mulher fazia anos, e chupei sua boceta por saber que nossa filha nasceu por ali. Minha esposa erotizou-me como ela queria. Depois de muito tempo nós estávamos tendo prazer de novo. Transformamos uma situação trágica em uma experiência nova! Foi assim que quebramos um tabu, e isso não parou por aí. Há muitas segredos entre pais e filhos que vou lhe contar!
----------- Identidade Bourne -------------
Pai de uma deficiente mental com impulso sexual (2)
Pai de garota de 11 anos, deficiente mental, ensina outro pai a descobrir seu filho também especial.
-------- Identidade Bourne é meu codinome----------
Essa é a história de Ivan, sua esposa Simone e um Tabu chamado Camila.
parte 1 /2020/08/pai-de-uma-deficiente-mental-e-o-tabu-sexual-1/
A vida põe a gente em situação realmente desafiadores, e as vezes temos que quebrar tabus e fazer o que precisa ser feito. Sou Ivan, vou relatar fatos recentes, de poucos anos atrás, que chocam quem está de fora.
Eu estava com 37 anos, casado com Simone, 32 anos e a nossa filha na época tinha 11 anos, Camila, portadora de um grau leve de Sindrome de Down, mas isso seria nada diante outros problemas mentais que ela também apresentava.
Minha filha Camila já podia sair conosco ao shopping, tinha suas crises mas criou mais empatia, quando não gostávamos de certo comportamento, bastávamos explicar que nos desagradava, as vezes ainda ela tinha ataques de ira mas ficaram amenizadas.
Fizemos uma sessão de terapia na água com país e filhos, Camila nunca foi de gostar de água, relutou para entrar numa piscina, mas comigo junto ela permitiu. Era uma relação de confiança, minha esposa era cúmplice dela relação a tudo assim ela se sentia aceita.
Depois deixei minha esposa ir passear, tirar um dia de folga e levei Camila a essa atividade. Ao término da sessão, a terapeuta se foi e todos ficaram mais tempo se divertindo. Eu era o único pai com uma menina e não tive vergonha de tocar minha filha, nem de deixá-la me tocar. Percebi alguns pais reparando o nosso modo íntimo, talvez julgando, ela sentada de frente pra mim encaixada na minha virilha, me fazia carinhos nas costas e rosto como se fosse uma garota apaixonada. Eu deixava ela dar selinhos nos meus lábios, e acariciava seu corpo, ela ficava serena.
Havia fila no trocador para famílias. As mães levaram seus meninos ao vestuário feminino. Eu não podia ir lá. Havia um pai e um menino pequeno no vestiário masculino, ele foi um dos que não paravam de nos observar na piscina, perguntei se havia problema de trazer minha filha pra dentro, o pai disse não ter problema se eu não tinha. Entrei e tiramos a roupa, coloquei seu óculos fixando-os atras das orelhas, ela viu o homem nu e orgulhosamente apontou e disse que era um pipi e ela tinha pepeka, o cara era avantajado, o menino era pequeno mas seu penis parecia endurecer, parecia ter retardo de crescimento e também não falava, ela começou a se masturbar mas aprendemos a não repreender, o pai se agachou pra enxaguar o menino, eu me baixei pra lavá-la e ela virou de bunda e abriu as pernas esfregando sua pepeka na minha cara, eu meti o nariz dando um cheiro e disse que eu já ia lavar a pepeka fedida, o pai entrou na frente do menino pra ele não ver, e esconder sua própria ereção. Eu fiquei duro com o cheiro, e deixei o cara perceber. Afinal deveria ser natural. Camila se esfregava em minhas pernas e eu fazia disso uma brincadeira. Vi o menino imitando Camila, o pai o puxou e passaram de frente da minha ducha, então percebi que o menino estava com uma ereção desproporcional.
- Papai dele tem pipi grande! - disse ela apontando pro penis do cara.
- Sim, grandão! - concordei sorrindo com meu pau endurecendo.
- Desculpa se fiquei sem jeito! Sou Carlos! Esse é Fabiano! - o pai simpático se apresentou nu diante de nós, seu membro tinha baixado mas estava inchado.
- Meu nome é Ivan, minha filha é Camila! - eu disse apertando sua mão, vendo seu pau balançar e erguer.
O menino ficou curioso pela vagina da minha filha, deixamos eles se olharem timidamente. Depois o menino comparou meu pênis com o do pai dele, e o próprio, pareceu mais contente, talvez por se identificar, seu penis ficou totalmente ereto. Camila sem pudor nenhum chegou perto do pênis do cara, virando a cabeça pra ver suas bolas enquanto manipulava sua pepeka. Eu não impedi, agi naturalmente com um sorriso na cara e um ciúme gostoso. Mas ele ficou sem graça e surpreso por eu não reagir.
- Bom deixa eu ir porque essa situação tá ficando engraçada! - disse ele vendo meu membro crescer. - A gente se vê sábado que vem!
Não fiquei pensando no homem como se ele fosse um predador, um tarado. Foi uma reação normal, eu não iria deixar ninguém tocar em minha filha sem ela querer ou para se aproveitar, mas ela que aproveitou, e eu me senti homem nessa hora, por ter algo que as meninas gostam.
Noutra semana nós nos encontramos de novo, depois da terapia aquática permanecemos na piscina, eu o cumprimentei com a cabeça e ele aproximou com seu filho. Falei com o menino mas ele só fazia contato visual. Camila os ignorou, ela chupava dedo agarrada de frente pra mim, tentei ser discreto porque ela estava se masturbando no meu volume abaixo dos shorts.
- Hoje é dia de sua esposa tirar folga né? - disse ele num bom humor segurando seu filho na água.
- Sim! Nós dividimos as tarefas isso quando não fazemos tudo juntos! A sua esposa já veio aqui alguma vez?
- Ela vinha no começo, mas agora que Fabiano está na puberdade, ela não se sente bem em lidar com certas coisas, ela diz que é meu dever de pai. Fabiano tem 15 anos, embora seu corpo pareça ter 10, seus hormônios não obedeceram a regra! - ele ri olhando pro garoto.
- Eu entendo. Eu tinha medo da minha filha, mas isso acabou. Minha esposa e eu somos o mundo dela, não era justo!
Carlos então percebeu o que ela fazia grudada em mim. Ficou em silêncio por discrição e pediu licença se afastando.
- Ei! Tranquilo! - eu disse. - Somos pais, já fomos crianças e adolescentes, mas agora fingimos que nunca fomos né! Camila não consegue controlar seus hormônios, muita gente por aí também não né? - eu falei rindo pra quebrar o gelo. - Seu filho está se tornando homem, sabemos como é!
- Tem razão! Só que minha esposa tem essa história de que tudo é sujo, o fato de ele se tocar é sujo. E os terapeutas dizem que tudo depende dos valores da família. - disse Carlos. - De manhã a cueca dele tá... você sabe!
- Eu também já fui assim, minha esposa me mostrou que na cabeça de nossa filha não existe esse julgamento. Ele deve sofrer muito com ansiedade e talvez até por sentir culpa! Você é o pai e o único quem pode ajudá-lo!
Camila acordou da sonolência dela e se debateu cansada da água, eu a pus sentada na beira da piscina do meu lado quando me virei o garoto se esticava querendo se soltar do pai pra eu pegar ele.
- Não filhão! Ele tá cansado! - disse Carlos sem graça.
- Claro que não! Vem cá garotão! - olhei pro pai confirmando que está tudo bem.
Pra minha surpresa o garoto encaixou em mim de modo sensual e forte, senti seu membro duro na minha barriga, me deu um beijo na bochecha e encostou seu rosto fungando no pelos no meu peito. Eu o amparei por traz mas nem precisava, ele me apertava com força e Carlos olhava meio surpreso. O menino estava me bolinando e eu mostrei naturalidade e compreensão.
Camila ficou agitada, com ciúmes, Então Carlos puxou ele com cuidado de volta pra ele, segurando com medo.
- Deixa ele te abraçar Carlos, seu garoto é forte! - eu disse saindo da piscina.
Disse que ia tomar banho e levei Camila pro vestiário masculino de novo. Era sempre vazio raramente os pais se banhavam ali, não gostavam de se expor nem seus filhos.
Eu peguei um banquinho desses pra auxiliar no banho, coloquei embaixo da ducha, e me sentei com Camila na minha coxa se masturbando enquanto eu lavava seu cabelo. Carlos e seu filho entraram conversando, tiraram a roupa. Camila reclamou algo sobre sua pepeka, puxou minha mão e usou meu dedo pra esfregar sua vagina num prazer imenso, só disse pra ir com mais calma. Carlos via chocado mas excitado, seu membro cresceu e ele tentava não dar atenção. Seu filho ficou duro também.
- Pepeka do papai! Pepeka do pai! - disse Camila agitada.
Então eu me levantei e virei minha bunda pra ela, ela meteu o sabão no meu rego, achou meu buraco e esfregou com toda a força.
- Devagar filha! Pra não machucar a pepeka peluda do papai! - eu disse rindo.
Carlos caiu na gargalhada, até ficou mais a vontade. Vi seu garoto tentar fazer o mesmo, Carlos se esforçou pra não desagradar o filho e acabou deixando, o garoto deu risada, e seu Pai comentou que fazia tempo que ele não ria! O menino estava com pau grande de duro como uma pedra.
Camila enxaguou minha bunda desliguei a ducha e esperei:
- Não vai dar beijo na pepeka do papai? - perguntei olhando pra trás, sem mudar de posição.
Ela veio com força de óculos e tudo é deu um beijo no meu anus, Eu me virei e a abracei.
O menino viu o que eu fiz e olhou pro pai com um sorriso, era a vez do pai dele deixar.
- Vai! Seja pai, ele espera isso de você! - eu motivei. - Curta o momento!
Carlos relaxou num sorriso, então vi aquele grandalhão virar a bunda pro seu menino, e ainda empinou pra dar espaço entre as nádegas. Fabiano abriu a boca no máximo que pôde e abocanhou o cu do pai, parecendo um tubarão!
- Não morde!! - gemeu Carlos!
Eu virei a bunda de Camila pra mostrei pro menino como devia ser, passei minha língua no cuzinho dela, Carlos arregalou os olhos, o menino entendeu e passou a língua no rego dele, e não quis parar, fazia força pra alcançar o cu. Eu disse pro Carlos ficar de quatro pra facilitar. O garoto ria muito e Carlos não pode deixar de rir.
- Agora só falta esse garotão traçar o próprio pai! - ironizou Carlos.
Camila estava se masturbando de novo e Carlos se concentrava vendo Camila, a coloquei de quarto pra mostrar pro menino, meti meu membro entre as perninhas dela. Carlos fez cara de que não estava acreditando, e continuei como se tivesse comendo, o menino entendeu, com seu sorrisão, Carlos já estava de quatro mesmo então meteu seu pênis no rego do pai, deitando sobre as costas dele. Seu filho travou seus bracinhos em volta do corpo dele, ele acelerou bombando com força. Carlos se movia pra proteger seu cu, pro menino não acertar dentro, tentava ficou sério meio confuso. Vi as veias do pescoço do menino inchar e ele ficar vermelho, até que explodiu num gemido alto juntamente comigo que gozei entre as pernas de Camila enquanto ela se retorcia num orgasmo. Carlos nós assistia e também acabará de gozar.
Eu abracei minha princesa por trás, estava molinha de sono. Carlos ainda estava assustado, pediu pra não fazermos muito barulho preocupado em ser notado, vi ele passando o dedo em seu rego tirando o gozo de seu filho, pra minha surpresa ele até brincou.
- Meu Deus Fabiano! Foi mais de litro!
O garoto não conseguia conter sua felicidade, ria sem parar olhando seu pai reclamar. Eles continuaram brincando na ducha, Fabiano orgulhoso mostrava seu pênis duro pro pai pegar, Carlos estimulava o membro do garoto e limpava dizendo que era pra chegarem limpos pra madame não reclamar.
Já pronto, dei um tchau discreto com Camila cochilando no meu ombro, Carlos se aproximou agradecendo.
- Valeu Ivan! Não entendo o que fizemos, minha cabeça tá uma bagunça. Mas só sei que meu filho agora está feliz! Quero manter contato contigo, se for possível!
Eu disse pra me procurar numa rede social de profissionais e tal. Daí olhei pro menino, seus olhos grandes brilhavam e seu sorriso fez seu rosto ficar muito mais bonito, ele tocou no membro de seu pai e o apertou pra ver a cabeça crescer.
- Agora ele se sente vivo! Esse sorriso não tem preço! Que pai não faria qualquer coisa pra ver isso! - fui embora, agora era a vez do pai conhecer de verdade seu filho.
-------- Identidade Bourne ----------
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Comentários (20)
babydopapai: Adorei quem querer conversar eu sou uma mulher trans iniciada pelo tio e pelo pai Teleg Babydopapai
• uid:1360jpxv9jPaulo: Estou me masturbando
• uid:4aosjybuoidPaulo: Muito bom seu contos tem 3 parte
• uid:6oei6pwoicBacellar.: Li todos. Vc é um exímio escritor e seus contos são perfeitos. Nos leva pra dentro da história contada. Gostaria que continuasse a escrever. Um grande abraço.
• uid:8efelyz20delisabeth: O primeiro conto é interessante entre familia O segundo conto perdeu o foco
• uid:41731ych499Valter: verdade mais foi excitante
• uid:19mic396zTaradao: Eu sou louco por incerto
• uid:g3iuytbql
*Identidade Bourne*: Beleza então! Continuação tá a caminho!
• uid:13621dkkhjGilmar Santos: Conto maravilhoso...muito bom o 1° e 2° tbm...continua por favor
• uid:40vok3eq49iCaipiraAstronauta: Não vai ter continuação esse conto? Contimua que ta muito legal
• uid:8cips3frqlzooboy: quando sai a continuacao
• uid:1dai0texi9Pachecao: Espetacular continue não demore a publicação
• uid:gqbk7woijEletrônico: Tbm escrevo, e estou gostando da temática, diferente e esclarecedor. Aguardando o avanço com a sua filha
• uid:8kqtlwnoiaIdentidade Bourne: Valeu! Sim tem mais vindo ae
• uid:13621dkkhjTony Alves 100: Espero a continuação, conto maravilhoso.
• uid:fi07p99d4Monalisa: Que delícia de conto. Toda molhada aqui hihi. Quem quiser conversar sobre o tema só chamar. Skype: live:.cid.d95dbfbd61d5c904 monaputinha@hotmail.com
• uid:1ghm429r8rcMaria: Esse conto é uma delícia, continua...
• uid:44odpuyi6idJairo: bom
• uid:gsu5164zksss: escreve mais ultimamente ta difícil contos bons como o seu
• uid:vpdk6yql
Claudio: ja fiz sexo gay com down foi muito delicioso adorei chupar a piroca dele
• uid:1ee3tx03fq9bdragaovermelho: Foi uma verdadeira aula de psicologia sexual dada ppor papai .
• uid:gqbanshrbdragaovermelho: Lindo o conto , uma verdadeira aula de psicologia sexual .
• uid:gqbanshrbFlock: um dos melhores contos que já li aqui, muito bem redigido espero que continue !!
• uid:h5ir91d9aGALO: "minha ereção me provou que eu antes de pai era um homem com meus instintos" Foda
• uid:gp1f0ib0dJunior: Minha filha tem sd tbm , iniciei ela aos 7, como quem tem essa síndrome tem a língua maior comecei gozando na boca dela depois tirei os cabaços
• uid:on91e33fiaAnonimo: Legal, vc teve essa incrível experiência tbm?
• uid:xgm1n0d1jorge ferreira da silva: Junior, muitos vão criticar essa atitue, mais não me importo, tambem tenho uma filha com sidrome de dowl e procuro fazer de tudo pra ela se sentir feliz, bem ela tem sete anos completo e se discriminada por ser deficiente, as outras meninas não convidam ela para brincar e ainada riem dla, ao vela ela triste chamo ela pra brincar comigo e foi assim que as coisas começaram acontecer, eu dava banho nela trocava suas roupas mas nunca tive maldades com minha filha, um dia durante o banho ela disse pai toma banho comigo, fiquei meio sem jeito mais concordei, tirei minha roupa e fiquei pelado na frente dela e ela perguntou porque ela não era igual a ela e a mãe apontando pra minha rola que começou a ficar meia bomba eu disse isso é meu pipi homem ten pipi e mulher tem chochota, ela começou a pegar nele e com a calor de sua mão foi indurecendo e ficou muito duro e eu disse ele ficou assim porque que encostar na sua pepeka, nisso ela mesmo encostou na sua pepeka e disse pai é gostoso brincar com ele na pepeka, eu disse pode brincar mais nunca voce pode dizer pra ninguem e um segrednho nosso ela disse ta bom e ficou esfregando, eu disse quer brincar diferente e muito gostoso continua
• uid:bemnn166zmjorge ferreira da silva: continuação..eu disse vamos brincar diferente é muito mais gostoso ela disse vamos, levei ela pro quarto dela nos dois pelados, deitei ela na cama e abri suas peninhas e ficou exposta sua linda bocetinha, lisinha sem pelos e so aparecia um risquinho e o grelinho que estava durinho de tarada que minha filhia tava, comecei beijando sua bocetinha e chupando seu grelinho e ela não aguentou e começou a respirar forte e a dizer chupa chupa pai não para esta muito gostoso quaro brincar mais e disse se voce quizer ou boto ele dentro da pepeka, doi um pouco mais logo passa e voce vai achar muito bom depois que a dor passar ela disse bota logo ele dentro se doer muito eu falo e voce tira, nisso eu encachei minha rola na entradinha de sua bocetinha e cravei minha rola e senti que arola tinha entrado a metade e fiquei parado pois ela deu um gritinho ai ai pai faz devagar doeu, acalmei ela e fiz ela ficar bem relachada e depois comecei bem lento pra frente e pra traz e ela foi gostando e disse pode por mais um pouco eu aguento, não quiz meter a rola toda deixei só a metade pois era a primeira vez e eu tinha que respeitar os limites de pois ela só tinha sete anos, fui acelerando continua
• uid:bemnn166zmjorge ferreira da silva: continuação...fui acelerando e ela foi ficando molinha, sentique ela estava gozando e aproveitei pra gozar tambem, gozei tão gostoso como nunca e fiquei deitado em cima dela fazendo carinho no seu rostinho e ela me disse papai quero brincar mais assim é muito bom porque voce nunca brincou assim comigo isso é muito bom, agora ela nem liga pra sua coleguinhas, diz pai posso dizer que ano muito voce de hoje endiante não quero mais ninguempra brincar, so meu paizinho que brinca comingo, falei pra ela que ninguem podia saber das nossas brincaeiras, nem a mamãe nem as tias nem as coleguinhas da escola, isso é um segredo de pai e filha, vove que esta lendo esses relatos pode me achar um monstro por fazer sexo com minha filha deficiente, mais ela tambem tem o direito de gozar e ser feliz e ninguem melhor do que eu pra ensinala com bastante calma e com amor de pai, voce precisa ver como minha filhinha mudou e até mudou seu comportamento e ela me pede para fodela todo dia e agora depois que dela uma mulherzinha já meto rola todo e sua bocetinha agora aguenta, ela é muito tarada já cheguei a meter nela até trs vezes no mesmo dia, hoje ela já esta com 11 anos .
• uid:bemnn166zmMinha filha: Junior Eu também minha filha tem 11 anos com a síndrome. Ela tem o sexo a flor da pele. Minha esposa venho e converso comigo Que ela ia da pra um estranho. Então era melhor que eu comece ela com carinho. A mãe dela ficou com ela no quarto. Disse pra mim esperar. Saí pra voltar só no outro dia Fiquei na sala Quando minha filha saiu do quarto só de calsinha fio dental. E disse pai come a minha bucetinha. Chupei toda ela pego no pau e chupo com vontade quando coloquei. Ela isso papai mete o pau na buceta da tua filha
• uid:e242a7b0kMANOEL ESPANHA.: Merece continuidade.
• uid:2je3btv0Potenkin: Pau tá durasso. Interessante este mundo que você está apresentando.
• uid:xlpkbk0iGatofetichistabh: Excelente conto... Imagino que seja uma situação real pela qual passam alguns pais com famílias especiais.... Seria legal conversar sobre isso
• uid:gqaz4nxiaDaniel Coimbra: Maravilhoso! Excitante e prazeroso! Amo os seus contos, me deixam com explodindo de tesão.
• uid:8d5n6s5zriMarcos: Nossa que delicia me exitei aqui lendo conta mais ele nao chegou a foder com a filha deficiente??
• uid:4adepkui8rjPutinho13: KKKKKKKKKKKKK FOI A FIC MAIS BIZARRA QUE EU JÁ LI
• uid:xgneke2hHbr: Tive experiência parecida, há alguns anos tive uma vizinha q tinha uma filha assim, e ela sempre que vinha em csa pegava no meu pau, qdo tinha gte por perto eu não deixava, é claro, mas qdo estava só não só deixava como botava a rola p fora, ela viciou, por várias vezes eu chupei os peitinhos dela ( devia ter uns 12anos), alisava a bctinha com poucos pêlos, ela não podia me ver chegando em casa já queria ir p lá, a mãe sem maldade s sempre dizia, ela gosta muito do senhor.. cheguei a gozar várias vezes botando nas coxas grossas dela, na bunda (s penetração). Durou vários meses até eu mudar de endereço.. sinto saudades.
• uid:w72k7d9dBronquinha: Deixa eu comer ela tiro osvdois cabacinho e faço ela viciar eu garanto
• uid:fuos3ep8jTony Alves 100: Vc é um dos melhores escritores desse site, eu sou fã dos seus contos, espero a continuação o mais rápido, pois seus contos são altamente eróticos e extremamente excitante.
• uid:fi07p99d4Identidade Bourne: Valeu Fera! Vem mais por ae
• uid:2nhqk9lk09Identidade Bourne: Parte 3 - Camila quer aprender algo mais e precisa do pai.
• uid:2nhqk9lk09Júlio César: Gostei, quem quiser contar suas experiências sexuais, estou pronto pra ouvir gosto muito de ler e ouvir histórias das pessoas que querem falar mas tem medo vergonha ou alguma coisa que seja, podemos discutir e até talvez achar uma solução juntos, meu telegram e esse @Sérberoz
• uid:8kqvnvkdm1Ereção: Q manero essa liberdade entre pais e filhas especiais!
• uid:2nhqk9lk09Lunocu: Gostei tenho uma situação parecida nunca pensei em sexo com minha filha mais ela pega no meu pau eu não consigo ficar com tesão mais vou ir mais longe pra ver se ela se acalma ela só tem 6 anos parabéns.
• uid:8ef2dilfidAnônimo: Conta mais ae
• uid:2nhqk9lk09Ronaldo mineirinho: Excelente o conto mostra a realidade das crianças com síndrome, nós já fomos crianças e sabemos que criança tem desejos sexuais também. Não demore para continuar .
• uid:19p3e049jEletrônico: Vamos conversar? alves.boscoj@gmail.com
• uid:g61zlbkm0@andf012: me chama no telegram
• uid:on93x7coicBronquinha: Deixa eu comer ela tiro os 2 cabacinho dela e faço ela viciar eu garanto.
• uid:fuos3ep8jFlorêncio: A essas altura do tempo que ja se passou aua filha seve estar rasgada no cu e na buceta, procuro uma namorada dessas no porte de sua princesa dou maior carinho e a vicio!
• uid:1e0rrsu0hyc2Anônimo: Vou ser pai! Show!!!
• uid:2nhqk9lk09Paulo: Muito bom esperando a continuação da sua história de vida parabéns vc é um belo pai.
• uid:8d5g5not0aF: Esse foi um dos contos mais excitantes que já li na vida! Que escrita impecável, imaginação fluiu!
• uid:6stw32aeqkNegroeamor: Muito bom mesmo. Leia meu conto aluna com síndrome de down
• uid:81ri9kxt0kDidi.: Nossa que conto carregado de erotismo 😀
• uid:830zsdkb0janonimo: Muito bom
• uid:81ritue49kEletrônico: Quero ver a sequência
• uid:8kPai de garota de 11 anos, deficiente mental, ensina outro pai a descobrir seu filho também especial.
-------- Identidade Bourne é meu codinome----------
Essa é a história de Ivan, sua esposa Simone e um Tabu chamado Camila.
parte 1 /2020/08/pai-de-uma-deficiente-mental-e-o-tabu-sexual-1/
A vida põe a gente em situação realmente desafiadores, e as vezes temos que quebrar tabus e fazer o que precisa ser feito. Sou Ivan, vou relatar fatos recentes, de poucos anos atrás, que chocam quem está de fora.
Eu estava com 37 anos, casado com Simone, 32 anos e a nossa filha na época tinha 11 anos, Camila, portadora de um grau leve de Sindrome de Down, mas isso seria nada diante outros problemas mentais que ela também apresentava.
Minha filha Camila já podia sair conosco ao shopping, tinha suas crises mas criou mais empatia, quando não gostávamos de certo comportamento, bastávamos explicar que nos desagradava, as vezes ainda ela tinha ataques de ira mas ficaram amenizadas.
Fizemos uma sessão de terapia na água com país e filhos, Camila nunca foi de gostar de água, relutou para entrar numa piscina, mas comigo junto ela permitiu. Era uma relação de confiança, minha esposa era cúmplice dela relação a tudo assim ela se sentia aceita.
Depois deixei minha esposa ir passear, tirar um dia de folga e levei Camila a essa atividade. Ao término da sessão, a terapeuta se foi e todos ficaram mais tempo se divertindo. Eu era o único pai com uma menina e não tive vergonha de tocar minha filha, nem de deixá-la me tocar. Percebi alguns pais reparando o nosso modo íntimo, talvez julgando, ela sentada de frente pra mim encaixada na minha virilha, me fazia carinhos nas costas e rosto como se fosse uma garota apaixonada. Eu deixava ela dar selinhos nos meus lábios, e acariciava seu corpo, ela ficava serena.
Havia fila no trocador para famílias. As mães levaram seus meninos ao vestuário feminino. Eu não podia ir lá. Havia um pai e um menino pequeno no vestiário masculino, ele foi um dos que não paravam de nos observar na piscina, perguntei se havia problema de trazer minha filha pra dentro, o pai disse não ter problema se eu não tinha. Entrei e tiramos a roupa, coloquei seu óculos fixando-os atras das orelhas, ela viu o homem nu e orgulhosamente apontou e disse que era um pipi e ela tinha pepeka, o cara era avantajado, o menino era pequeno mas seu penis parecia endurecer, parecia ter retardo de crescimento e também não falava, ela começou a se masturbar mas aprendemos a não repreender, o pai se agachou pra enxaguar o menino, eu me baixei pra lavá-la e ela virou de bunda e abriu as pernas esfregando sua pepeka na minha cara, eu meti o nariz dando um cheiro e disse que eu já ia lavar a pepeka fedida, o pai entrou na frente do menino pra ele não ver, e esconder sua própria ereção. Eu fiquei duro com o cheiro, e deixei o cara perceber. Afinal deveria ser natural. Camila se esfregava em minhas pernas e eu fazia disso uma brincadeira. Vi o menino imitando Camila, o pai o puxou e passaram de frente da minha ducha, então percebi que o menino estava com uma ereção desproporcional.
- Papai dele tem pipi grande! - disse ela apontando pro penis do cara.
- Sim, grandão! - concordei sorrindo com meu pau endurecendo.
- Desculpa se fiquei sem jeito! Sou Carlos! Esse é Fabiano! - o pai simpático se apresentou nu diante de nós, seu membro tinha baixado mas estava inchado.
- Meu nome é Ivan, minha filha é Camila! - eu disse apertando sua mão, vendo seu pau balançar e erguer.
O menino ficou curioso pela vagina da minha filha, deixamos eles se olharem timidamente. Depois o menino comparou meu pênis com o do pai dele, e o próprio, pareceu mais contente, talvez por se identificar, seu penis ficou totalmente ereto. Camila sem pudor nenhum chegou perto do pênis do cara, virando a cabeça pra ver suas bolas enquanto manipulava sua pepeka. Eu não impedi, agi naturalmente com um sorriso na cara e um ciúme gostoso. Mas ele ficou sem graça e surpreso por eu não reagir.
- Bom deixa eu ir porque essa situação tá ficando engraçada! - disse ele vendo meu membro crescer. - A gente se vê sábado que vem!
Não fiquei pensando no homem como se ele fosse um predador, um tarado. Foi uma reação normal, eu não iria deixar ninguém tocar em minha filha sem ela querer ou para se aproveitar, mas ela que aproveitou, e eu me senti homem nessa hora, por ter algo que as meninas gostam.
Noutra semana nós nos encontramos de novo, depois da terapia aquática permanecemos na piscina, eu o cumprimentei com a cabeça e ele aproximou com seu filho. Falei com o menino mas ele só fazia contato visual. Camila os ignorou, ela chupava dedo agarrada de frente pra mim, tentei ser discreto porque ela estava se masturbando no meu volume abaixo dos shorts.
- Hoje é dia de sua esposa tirar folga né? - disse ele num bom humor segurando seu filho na água.
- Sim! Nós dividimos as tarefas isso quando não fazemos tudo juntos! A sua esposa já veio aqui alguma vez?
- Ela vinha no começo, mas agora que Fabiano está na puberdade, ela não se sente bem em lidar com certas coisas, ela diz que é meu dever de pai. Fabiano tem 15 anos, embora seu corpo pareça ter 10, seus hormônios não obedeceram a regra! - ele ri olhando pro garoto.
- Eu entendo. Eu tinha medo da minha filha, mas isso acabou. Minha esposa e eu somos o mundo dela, não era justo!
Carlos então percebeu o que ela fazia grudada em mim. Ficou em silêncio por discrição e pediu licença se afastando.
- Ei! Tranquilo! - eu disse. - Somos pais, já fomos crianças e adolescentes, mas agora fingimos que nunca fomos né! Camila não consegue controlar seus hormônios, muita gente por aí também não né? - eu falei rindo pra quebrar o gelo. - Seu filho está se tornando homem, sabemos como é!
- Tem razão! Só que minha esposa tem essa história de que tudo é sujo, o fato de ele se tocar é sujo. E os terapeutas dizem que tudo depende dos valores da família. - disse Carlos. - De manhã a cueca dele tá... você sabe!
- Eu também já fui assim, minha esposa me mostrou que na cabeça de nossa filha não existe esse julgamento. Ele deve sofrer muito com ansiedade e talvez até por sentir culpa! Você é o pai e o único quem pode ajudá-lo!
Camila acordou da sonolência dela e se debateu cansada da água, eu a pus sentada na beira da piscina do meu lado quando me virei o garoto se esticava querendo se soltar do pai pra eu pegar ele.
- Não filhão! Ele tá cansado! - disse Carlos sem graça.
- Claro que não! Vem cá garotão! - olhei pro pai confirmando que está tudo bem.
Pra minha surpresa o garoto encaixou em mim de modo sensual e forte, senti seu membro duro na minha barriga, me deu um beijo na bochecha e encostou seu rosto fungando no pelos no meu peito. Eu o amparei por traz mas nem precisava, ele me apertava com força e Carlos olhava meio surpreso. O menino estava me bolinando e eu mostrei naturalidade e compreensão.
Camila ficou agitada, com ciúmes, Então Carlos puxou ele com cuidado de volta pra ele, segurando com medo.
- Deixa ele te abraçar Carlos, seu garoto é forte! - eu disse saindo da piscina.
Disse que ia tomar banho e levei Camila pro vestiário masculino de novo. Era sempre vazio raramente os pais se banhavam ali, não gostavam de se expor nem seus filhos.
Eu peguei um banquinho desses pra auxiliar no banho, coloquei embaixo da ducha, e me sentei com Camila na minha coxa se masturbando enquanto eu lavava seu cabelo. Carlos e seu filho entraram conversando, tiraram a roupa. Camila reclamou algo sobre sua pepeka, puxou minha mão e usou meu dedo pra esfregar sua vagina num prazer imenso, só disse pra ir com mais calma. Carlos via chocado mas excitado, seu membro cresceu e ele tentava não dar atenção. Seu filho ficou duro também.
- Pepeka do papai! Pepeka do pai! - disse Camila agitada.
Então eu me levantei e virei minha bunda pra ela, ela meteu o sabão no meu rego, achou meu buraco e esfregou com toda a força.
- Devagar filha! Pra não machucar a pepeka peluda do papai! - eu disse rindo.
Carlos caiu na gargalhada, até ficou mais a vontade. Vi seu garoto tentar fazer o mesmo, Carlos se esforçou pra não desagradar o filho e acabou deixando, o garoto deu risada, e seu Pai comentou que fazia tempo que ele não ria! O menino estava com pau grande de duro como uma pedra.
Camila enxaguou minha bunda desliguei a ducha e esperei:
- Não vai dar beijo na pepeka do papai? - perguntei olhando pra trás, sem mudar de posição.
Ela veio com força de óculos e tudo é deu um beijo no meu anus, Eu me virei e a abracei.
O menino viu o que eu fiz e olhou pro pai com um sorriso, era a vez do pai dele deixar.
- Vai! Seja pai, ele espera isso de você! - eu motivei. - Curta o momento!
Carlos relaxou num sorriso, então vi aquele grandalhão virar a bunda pro seu menino, e ainda empinou pra dar espaço entre as nádegas. Fabiano abriu a boca no máximo que pôde e abocanhou o cu do pai, parecendo um tubarão!
- Não morde!! - gemeu Carlos!
Eu virei a bunda de Camila pra mostrei pro menino como devia ser, passei minha língua no cuzinho dela, Carlos arregalou os olhos, o menino entendeu e passou a língua no rego dele, e não quis parar, fazia força pra alcançar o cu. Eu disse pro Carlos ficar de quatro pra facilitar. O garoto ria muito e Carlos não pode deixar de rir.
- Agora só falta esse garotão traçar o próprio pai! - ironizou Carlos.
Camila estava se masturbando de novo e Carlos se concentrava vendo Camila, a coloquei de quarto pra mostrar pro menino, meti meu membro entre as perninhas dela. Carlos fez cara de que não estava acreditando, e continuei como se tivesse comendo, o menino entendeu, com seu sorrisão, Carlos já estava de quatro mesmo então meteu seu pênis no rego do pai, deitando sobre as costas dele. Seu filho travou seus bracinhos em volta do corpo dele, ele acelerou bombando com força. Carlos se movia pra proteger seu cu, pro menino não acertar dentro, tentava ficou sério meio confuso. Vi as veias do pescoço do menino inchar e ele ficar vermelho, até que explodiu num gemido alto juntamente comigo que gozei entre as pernas de Camila enquanto ela se retorcia num orgasmo. Carlos nós assistia e também acabará de gozar.
Eu abracei minha princesa por trás, estava molinha de sono. Carlos ainda estava assustado, pediu pra não fazermos muito barulho preocupado em ser notado, vi ele passando o dedo em seu rego tirando o gozo de seu filho, pra minha surpresa ele até brincou.
- Meu Deus Fabiano! Foi mais de litro!
O garoto não conseguia conter sua felicidade, ria sem parar olhando seu pai reclamar. Eles continuaram brincando na ducha, Fabiano orgulhoso mostrava seu pênis duro pro pai pegar, Carlos estimulava o membro do garoto e limpava dizendo que era pra chegarem limpos pra madame não reclamar.
Já pronto, dei um tchau discreto com Camila cochilando no meu ombro, Carlos se aproximou agradecendo.
- Valeu Ivan! Não entendo o que fizemos, minha cabeça tá uma bagunça. Mas só sei que meu filho agora está feliz! Quero manter contato contigo, se for possível!
Eu disse pra me procurar numa rede social de profissionais e tal. Daí olhei pro menino, seus olhos grandes brilhavam e seu sorriso fez seu rosto ficar muito mais bonito, ele tocou no membro de seu pai e o apertou pra ver a cabeça crescer.
- Agora ele se sente vivo! Esse sorriso não tem preço! Que pai não faria qualquer coisa pra ver isso! - fui embora, agora era a vez do pai conhecer de verdade seu filho.
-------- Identidade Bourne ----------n
babydopapai: Adorei quem querer conversar eu sou uma mulher trans iniciada pelo tio e pelo pai Teleg Babydopapai
• uid:1360jpxv9jPaulo: Estou me masturbando
• uid:4aosjybuoidPaulo: Muito bom seu contos tem 3 parte
• uid:6oei6pwoicBacellar.: Li todos. Vc é um exímio escritor e seus contos são perfeitos. Nos leva pra dentro da história contada. Gostaria que continuasse a escrever. Um grande abraço.
• uid:8efelyz20delisabeth: O primeiro conto é interessante entre familia O segundo conto perdeu o foco
• uid:41731ych499Valter: verdade mais foi excitante
• uid:19mic396zTaradao: Eu sou louco por incerto
• uid:g3iuytbql*Identidade Bourne*: Beleza então! Continuação tá a caminho!
• uid:13621dkkhjGilmar Santos: Conto maravilhoso...muito bom o 1° e 2° tbm...continua por favor
• uid:40vok3eq49iCaipiraAstronauta: Não vai ter continuação esse conto? Contimua que ta muito legal
• uid:8cips3frqlzooboy: quando sai a continuacao
• uid:1dai0texi9Pachecao: Espetacular continue não demore a publicação
• uid:gqbk7woijEletrônico: Tbm escrevo, e estou gostando da temática, diferente e esclarecedor. Aguardando o avanço com a sua filha
• uid:8kqtlwnoiaIdentidade Bourne: Valeu! Sim tem mais vindo ae
• uid:13621dkkhjTony Alve
FINAL
Ivan, 37 anos, é convidado a atender o desejo de uma debutante cadeirante e descobre os mais escuros desejos que eram até então tabus
------- Identidade Bourne é meu codinome----------
Essa é a história de Ivan, sua esposa Simone e um Tabu chamado Camila. parte 3
parte 1 /2020/08/pai-de-uma-deficiente-mental-e-o-tabu-sexual-1/
parte 2 /2020/08/pai-de-uma-deficiente-mental-com-impulso-sexual-2/
intro: A vida põe a gente em situação realmente desafiadoras, e as vezes temos que quebrar tabus e fazer o que precisa ser feito. Sou Ivan, vou relatar fatos recentes, de poucos anos atrás, que chocam quem está de fora.
Eu estava com 37 anos, casado com Simone, 32 anos e a nossa filha na época tinha 11 anos, Camila, portadora de um grau leve de Sindrome de Down, mas isso seria nada diante outros problemas mentais que ela também apresentava.
Naquele fim de tarde eu tomava banho e dava banho em Camila. Ouvi minha esposa gritando e só entendi que ela havia chegado do shopping. Camila estava tentando me fazer baixar, agarrou no meu saco me puxando pra baixo, pra não machucar e fiz o que ela queria, me mandou sentar no chão e meteu sua vagina gordinha na minha cara, me fazendo chupar a sua pepeka, estiquei meu braço pra desligar a ducha antes que eu me afogasse. Deixei minha língua dentro da sua vagininha até ela chegar no seu orgasmo. Depois minha princesa me deu um beijo no meus lábios e especial me abraçou.
- Meu papai que eu amo!
- Princesinha do papai! - eu a abracei sentindo seus peitinhos no meu peito e minha ereção por trás como se fosse apoio para suas nadegas.
Percebi que seu corpinho já mostrava leve diferença, sua bunda já maior que antes e seus mamilos pareciam dois pequenos cones. Não era o meu momento de gozar, se eu gozasse toda vez com ela, não me sobraria energia.
Eu a enxuguei e enrolei uma toalha em seu corpo e outra em sua cabeça pra segurar os cabelos, tinha que ser exatamente igual ao estilo da mãe dela. Coloquei seu óculos presos firmes atrás das orelhas. Abri a porta e Camila ouviu a voz da minha esposa e saiu eufórica, eu segurei a toalha em volta de minha cintura e corri atrás, ela poderia cair nas escadas com seus pés molhados. Só depois de descer mais da metade das escadas que vi que minha esposa estava com visita.
Dona Edna faz parte do Grupo de Apoio estava na sala sentada no sofá com uma xícara de café na mão. Ela sempre muito simpática, sofrida mas sempre gentil, me olhava com naturalidade. E seu lado estava sua filha com deficiência Física genética, Débora, em sua cadeira elétrica, me olhando com seus olhos grandes e claros. Camila estava nos braços da mãe, que estava sentada no sofá. Ela já tinha derrubado as toalhas. Eu parei ali mesmo paralisado, segurando firme a minha toalha, o volume do meu membro estava evidente, retornando de uma ereção, senti meu rosto queimar de vergonha.
Simone tentou enrolar Camila com a toalha mas desistiu.
- Vai filha, vai com o papai pra vocês porém roupa!
Camila correu pra mim pelada, me tocando de qualquer jeito nas minhas pernas até que segurei na mão dela e subimos as escadas, fiquei preocupado pensando se elas viram a vagina avermelhada de Camila.
Elas já nos visitaram várias vezes. Dona Edna cria sozinha sua filha Débora, pré adolescente, que tem doença degenerativa, seu corpo não cresceu adequadamente, só tem movimento em uma das mãos que controla sua cadeira elétrica, seu corpo está atrofiando com o tempo. Porém ela tem inteligência acima da média e já está numa universidade conceituada. Seu rosto é bonito e meigo e sempre maquiada, cabelo longos ondulados, como a de uma mulher adulta. Ela de estar entre adultos e não tem muitos amigos, sua inteligência avançada também era uma problema. Gosta muito de conversar comigo, e tem uma cabeça ótima.
Voltamos vestidos, eu pus uma camiseta branca e uma bermuda. Fiquei distraindo Camila pra elas conversarem e chamei Débora pra vir pro jardim da frente. Débora pilotou sua cadeira toda sorridente e começou a me explicar porque tal flores eram daquela forma etc... Camila estava de bom humor mas interrompia a conversar pra chamar atenção.
Pude ver pela vidraças da janela que Edna estava chorando enxugando suas lágrimas conversando com minha esposa. Fiz de tudo para Débora não notar, Edna ficou bem e elas foram embora tranquilas.
De noite, como rotina, eu estava nu com Camila em sua cama, minha esposa do lado. Camila estava tomada pelo instinto de mulher me fazendo seu pai e homem, Ela já sabia onde esfregar sua vagina, ao longo do meu penis duro. Ela agarrou minhas bolas com força e parecia não largar, fiquei sem me mexer com medo de ela me machucar.
- Filha, pega mais devagarzinho, assim ó! - Simone com delicadeza soltou a mão dela e pegou no meu saco com carinho dando exemplo.
Camila imitou a mãe, as duas mulheres da minha vida entre minhas pernas acariciando meu penis e testiculos, meu pau pulsava ressaltando as veias. Eu tive que fazer minha filha gozar logo, usei meu dedo em sua vagina e ela estremeceu num orgasmo, e logo depois dormiu no meu peito. Minha esposa desceu de boca no meu pau duro.
- Vou melar tudo se você não parar Simone! - eu disse sussurrando.
Ela me olhou não se importando, eu com minha filha dormindo com seu rosto no meu pescoço assistindo minha mulher chupar meu pau, gozei na boca dela, jorrei no corpo de Camila, sobre minhas coxas e lençol. Foi um orgasmo intenso, sentido uma conexão Íntima com minha esposa e filha que não dá pra explicar. Senti que meu semen como algo valioso ligando nossos corpos.
Já na nossa cama pra dormir, eu abracei minha mulher e quis falar sobre o que aconteceu durante a visita, mas ela se adiantou.
- Edna deu risada, disse que Débora realizou um de seus sonhos ao ver você de toalha!
- Espero que elas não ficaram constrangidas, não notei mesmo que elas estavam em casa, Débora é muito agradável. Mas vi Edna chorando!
- Entao, a festa dela de 15 anos é sábado, ela estava feliz mas triste pela situação de sua filha. Ela disse que Camila tem muita sorte por ter o pai que tem, que até tomam banho juntos, sem preconceitos e tabus.
- Ela quis dizer que Débora nunca terá a chance de conhecer um homem né? - fiquei pensando em sua carência.
- Débora não gosta de meninos da idade dela. Edna não tem coragem de pagar um serviço sexual. O máximo que ela conseguiu foi um senhor que fez massagem nela e a masturbou. A menina chora as vezes em saber que não terá a chance de ter um sexo de verdade, que se sente uma mulher incompleta!
- E o pai dela sumiu quando ela apresentou essa doença né? Quando ela era ainda bebê!
- Sim. E agora ela terá uma festa de debutante! Muita gente não sabe, mas essa festa é na verdade um evento muito antigo de passagem da infância para uma vida social, apresentando a menina de 15 anos à sociedade e conseguir pretendes. Edna disse que esperava ter algum homem para dar a sua filha uma experiência sexual. Mas Débora não se interessaria por qualquer um, por isso que ela achou bom você aparecer de toalha!
- Que fofa! Eu sei que ela me olha diferente. Meninas dessa idade sempre gostam de um tipão pai né?
- Sim, nós mulheres quando adolescente sentimos que os homens mais velhos sabem como fazer. E você realmente sabe! - ela deu uma pausa pensativa. - Ivan, você realizaria o desejo de Débora?
- Ãh? Eu e ela ter sexo???
- Sim! Você é o tipo que ela gosta e sabe como tratar uma garota especial!
Na hora me deu uma curiosidade, mas fiquei pensando se realmente na hora eu teria tesão, expliquei isso a Simone. Mas ela me convenceu que eu era a única coisa boa que Débora poderia ter experimentado. E não teria ciúmes nenhum, pois conhece os desejos de uma garota. Eu poderia fazer a festa dela ser inesquecível e deixar ela feliz, estava nas minhas mãos, eu poderia ser o pai dela em sua festa de debutante e além disso. A semana passou rápido com muitas expectativas.
Edna e Simone organizaram tudo. Era uma surpresa para Débora. Simone, como psicologa, entendia a importancia disso tudo e Edna tinha conseguido o que tanto a filha queria. Fomos na festa normalmente, havia poucas pessoas, maioria adultos dando apoio, algumas crianças pequenas, algumas com deficiencia mental nem sabiam o que acontecia. Simone ficou com Camila e me mandou seguir Edna até um quarto onde eu me trocaria por algo mais elegante. Retornei na hora combinada, fiquei escondido até que o salão ficou mais escuro e a valsa começou. Entrei no salão onde estava Débora parada em sua cadeira, com vestido de debutante brilhoso, olhando em volta sem entender nada. Foi lindo então o momento em que ela me viu, eu vestido de modo especial, não era uma fantasia mas o estilo lembrava um membro da corte real, como um principe. Meu cabelos penteados com gel brilhoso, fazia tempo que não usava isso.
Eu me aproximei dela e a convidei para dançar, ela ficou confusa, como faria estando numa cadeira de rodas podendo mexer só o controle como se fosse o controle de video game. Mas como combinado, eu destravei o sinto que a prendia na cadeira e a ergui com meus braços, dançando com ela grudada no no meu corpo. Vi Simone segurando Camila, que estava louca pra invadir a cena, Edna enxugava suas lágrimas, convidados sorriam de alegria de ver Débora contente. Débora escorada no meu ombro falava que não estava acreditando que era o dia mais feliz da vida dela, eu respondi que era só o começo.
Depois da dança eu a pus de volta em sua cadeira para ela ter liberdade de se locomover e despedir-se dos convidados. Eu estava feliz por estar fazendo parte desse momento. Nesse meio tempo eu dancei também com Camila, a levantei no colo e ela já encaixou seu quadril no meu, excitava ao me ver vestido assim.
Finalmente chegou o momento principal. Edna explicou a Débora que eu era seu presente naquela noite. Ela não ficou tímida ou assustada, ela pensava como uma adulta. Voltamos a sua casa, onde seu quarto estava enfeitado com coisas sensuais. Edna, Simone e Camila saíram para nos deixar a vontade. Eu já havia bebido várias taças de pro secco e estava relaxado. Entrei no quarto depois dela e tranquei a porta. Edna havia dito que o desejo de Débora era ser tratada com uma mulher normal, sem o olhar de pena, pois estava cansada de ser vista como coitada. No quarto o homem, e uma garota normal sedenta por sexo.
- Obrigado pela sua admiração Débora! - eu disse tirando o smoking e gravata borboleta.
Ela olhava tudo em volta ainda sem acreditar, virou-se com seu carrinho para mim.
- Eu sempre soube que você me entendia. Quero ter o direito de ter o mesmo que outras garotas tem, você sabe... sexualmente! - disse ela se sentindo a vontade. Seu Ivan, posso te pedir um favor?
- Só se você não me chamar mais de `Seu Ivan`!
- Ótimo! Eu sei que sou nerd e esquisita, mas eu na verdade eu queria ser sua filha essa noite! Deixa eu ser sua filha?
Eu fiquei mais tranquilo, pois estava esperando que seria algo mais técnico, e algo imaginativo só ia ajudar, comecei imaginando como seria sua pepeka, seu cuzinho, como seria explorar uma menina doce com um corpo bem diferente, passei a pensar como um macho prestes a devorar uma presa indefesa e entrei nessa fantasia.
- Claro, princesinha! Papai vai te mostrar o que a filhas gostam! - eu tirei minha camisa, parado em sua frente, soltei meu cinto e abri meu ziper, ela me olhou de baixo pra cima, mal conseguia mexer seu pescoço. Eu era o pai que ela queria e com vontade de lhe ensinar tudo.
**** história em duas partes, continuação muito em breve****
Marcos cersil: Le toda a história e achei emocionante.... parabéns
• uid:ona04j4xiaLuno: Continua
• uid:1se2wj41Luiz Fernando: Gostei
• uid:19miedeezJacinto Leite Aquino Rego: Cara, já li e vi muita coisa estranha e diferente nesse mundo, mas essa história bugou o meu cérebro!
• uid:yb04fy8kIdentidade Bourne: Desculpa ae pessoal. Eu tava sem tempo mas já to escrevendo a outra parte!
• uid:13621dkkhjTenkin: Eai não vai sair mais contos sobre esse assunto
• uid:gsudr8hraHv: Cadê o resto do conto com a cadeirante? Estou curioso pra saber se ela vai sentir alguma coisa
• uid:3ynzguybqrbPotenkin: Tem como você me mandar esse bate papo onde você encontra estas especiarias. Gostei deste mundo que você está apresentando.
• uid:xlpkbk0iCurioso: Cadê o resto do conto com a cadeirante? Estou curioso pra saber se ela vai sentir alguma coisa
• uid:3ynzguybqrbAnônimo: Não sentiria se fosse paralisia de acidente, deficiência congênita é no desenvolvimento físico do corpo, que eu saiba. Dependende de dano no cérebro ou medula ... sei lá.
• uid:13621dkkhjRpg177: Gostei muito dela se eu pudesse se encontra com ela
• uid:r7dxp041Marcko: Olá; tentei lhe adicionar no Telegram
• uid:h5hn16r41Godoy o tarado: Bom conto mas quando ficou interessante acabou
• uid:gstynkdmqMatheus: Por favor amo incesto pai filha vamos conversa matheusmeneses388@gmail.com
• uid:81rdwn4zrdEls: Muito bom
• uid:2y9cs5qhrcSs: Oi max vai no telegram
• uid:59pmjmphlsss: quem tiver conteudo de novinhas e quiser enviar meu telegram: oliveirac
• uid:vpdk6yqlTony Alves 100: Cara, nunca pare de escrever, seus contos estão entre os melhores que já li.
• uid:fi07p