DONA IVONETE - 70 ANOS


De onde menos se espera pode sair uma grande e excitante experiência. Dona Ivonete tinha 70 anos e já se dava como morta para o sexo.

Dona Ivonete era uma senhora idosa de 70 anos que morava no nosso condomínio. Ela era viúva, morava sozinha em seu apartamento, mas a filha morava no mesmo prédio.
Apesar da idade, mantinha uma cabeça muito ativa e era muito simpática com os vizinhos, conhecendo a maioria deles pelo nome.
Dona Ivonete tinha uma característica peculiar: ela tinha uma bunda exageradamente enorme, quadris muito largos, o que a fazia andar mais devagar, na cadência da bunda gigante.
Eu e ela sempre nos demos muito bem, até que um dia, quando eu saía de carro pela garagem, vi Dona Ivonete a pé, na calçada, e ofereci-lhe uma carona imediatamente aceita.
O trajeto foi o suficiente para que eu soubesse um pouco mais da vida dela. Foi quando fiquei sabendo que ela ficara viúva ainda relativamente jovem, por volta de seus quarenta anos. Perguntei-lhe por que ela não havia casado e ela me respondeu que foi por conta dos filhos.

Passados três ou quatro dia, encontrei com ela no elevador da garagem. Ela estava chegando do supermercado, cheia de sacola. Ajudei-a a colocar no carrinho do condomínio e, quando chegou no andar dela, desci, descarreguei as compras, deixando as sacolas dentro do apartamento dela e disse que iria guardar o carrinho de volta na garagem. Ela anuiu e pediu para eu voltar em seguida, o que fiz. No retorno, ela me ofereceu um copo d´água e foi até a pia da cozinha, lavar um copo que retirara do armário.
Vendo aquela mulher na pia, não resisti e me aproximei por trás, dando-lhe uma encoxada, não muito forte, mas falando algo em seu ouvido, próximo ao pescoço, o que deve ter-lhe causado arrepio. Em vez de uma reação de repulsa, ela deu uma risadinha e falou: - “Para com isso, menino! Se a tua mulher descobre, você está ferrado.” E eu falei para ela: - “Se a senhora não contar, eu não contarei. A senhora pretende contar?” Ela respondeu que jamais faria uma coisa dessas. Daí eu fui adiante e perguntei: - “Posso continuar, então?” E ela quis saber qual era a minha intenção, ao que eu respondi que queria ter prazer com ela, mas, sobretudo, queria dar prazer a ela.

Fui em casa, tomei um banho e dei um tempo para que ela tomasse o banho dela com calma. Depois de um tempo, fui até o apartamento dela. Ao chegar, ela estava com outra roupa, mas bem cheirosinha, de banho tomado.
Eu já cheguei dando-lhe um abraço e falei que tinha gostado da decisão dela de me receber. Ela confessou que devia estar louca, mas estava empolgada. Então eu a puxei e dei-lhe um beijo na boca. Foi o beijo mais desajeitado da minha vida, mas acendeu a velha.
Comecei apalpando aquela bunda enorme e, ainda por cima da roupa dela, abaixei e comecei a beijar aquele monumento. Enfiei bem a cabeça no vão do rego e não perdoei. Levantei-me e tirei o meu pau para fora, o qual ela já segurou e não demorou para que eu forçasse sua cabeça para que ela me chupasse, o que fez com certa arte. Parece que ela era uma boa chupadora quando mais nova e não tinha esquecido da técnica.
Ela mesma me puxou para o quarto e lá ela tratou de sentar na cama e eu, de pé, dei-lhe meu pau para chupar. Tratei de, aos poucos, tirar a minha roupa e logo tirei a roupa dela. Como era de se esperar, bastante celulite, incrivelmente pouca barriga, mas aquele bundão maravilhoso.
Eu fiz com que ela se deitasse de bruços e, depois, a coloquei de quatro. A visão era dos deuses. Esteticamente não muito bonita, mas, para quem curte, a coisa mais deliciosa do mundo.
Não demorou para que eu a penetrasse. Sua buceta não estava lubrificada, mas, considerando as condições, até que estava meio apertadinha, depois que passei cuspe do pau.
Soquei bastante e estava uma delícia. Infelizmente, ela não reagia. Mais parecia uma boneca inflável. E eu perguntava se ela estava gostando e dizia que estava adorando. Eu continuei a bombar e perguntei se ela não ia gozar, ao que ela respondeu que já tinha gozado duas vezes. Eu lhe dei uma bronca, dizendo que queria saber quando ela gozasse. Ela deu risada, mas o fato é que logo em seguida eu gozei rios de porra dentro daquela buceta idosa.
Deitei do lado dela e perguntei se tinha valido a pena e ela, claro, disse ter adorado. Eu falei que o único problema é que eu ia querer mais e que ia ficar viciado.
O fato é que, escreveu não leu, quando minha tara sobe demais, vou na casa da Ivonete (nessa altura o “dona” já foi para o espaço).
Tem mais. Continuarei.

  • Logotipo: Meire Mendes

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  • Logotipo: Estou louco comer a senhora 71 anos Ela é casada ...se amanhã der certo co terei om contos

     • uid:4bn00en3fia
  • Ksalsafados700@gmail.com: Já transei com uma da mesma idade, adorava dar o cu.... fodíamos muito...detalhe casada....

     • uid:g3jb7x7hl
  • Carlos Cézar: Ótimo conto, tenho uma vontade muito grande de ter um relacionamento com uma mulher de 60, 70, 80 anos para vivermos momentos inesquecíveis, meu telegram é @CarlosCAssis Email carloscaassis@gmail.com

     • uid:g3jaxspzi
    • Meire mendes: Vem transar comigo então, tenho 70 anos, sou gordinha, bumbum bem bonito, não faço sexo anal.Mais vai ter que comer meu marido também, é o sonho dele. Ele é mais novo que eu.

       • uid:8ldl

Para entender melhor essa história, talvez fosse interessante o leitor visitar https://contoseroticoscnn.com/2023/09/dona-ivonete-70-anos-quem-diria/

Minha intimidade com Dona Ivonete já era total. A Velha viciou em transar comigo, embora eu tivesse sempre a sensação de que ela não chegava ao orgasmo. O meu pau não é pequeno, mas também não é muito grande. Fiquei pensando: “será que esse bucetão precisa de um pau maior?” Foi então que tomei a decisão de pegar um dos consolos que eu e minha esposa usamos e fui visitar Dona Ivonete com a tora debaixo do braço.
Chegando em casa, ela, como sempre, foi muito carinhosa comigo, mandou-me sentar e foi me servir um copo d´água. Bastou ela encostar na pia para o meu pau dar um salto. Nesse dia ela estava de vestido. Não tive dúvida: cheguei por trás, levantando o vestido e metendo a mão. A Velha logo se assanhou, se ajeitou e deixou eu dar aquela esfregada gostosa. Cheguei a tirar o pau para fora da calça, mas ela me puxou para a cama.
Sem que ela visse, peguei o embrulho com o consolo e levei para o quarto.
Começamos nosso ritual gostoso. A cada dia que passava ela me chupava mais gostoso, já descia até o saco e até arriscou umas lambidinhas no meu piscante cu.
Coloquei-a de quatro depois de ter tirado a calcinha de algodão gigantesca dela. Aquele bundão de quatro, para quem gosta de celulite e bunda grande, é irresistível. Meti com gosto, dando várias bombadas e a Dona Ivonete adorava tudo aquilo.
De repente, tirei o meu pau e enfiei o consolo grande (21 cm) e grosso nela. Ela sentiu a diferença, mas não falou nada. Comecei a bombar e com a mão livre dedilhava-lhe o grelinho. Não demorou para que a Velha explodisse num orgasmo tremendo. Foi maravilhoso.
Daí eu perguntei: - “gostou da novidade?” Ela perguntou: - “que novidade?” Eu, então, mostrei o vibrador enorme. E ela me olhou séria e disse: - “jura que você me enfiou isso?” Eu fiquei preocupado, mas confirme que sim, eu a fizera gozar com o dildo. Ela sorriu e falou que iria comprar um para ela, para quando eu não estivesse por perto.
Eu, então, indaguei se teria sido aquela a primeira vez que ela gozava e ela respondeu de chofre que não, absolutamente, não! Que ela gozara em todas as vezes que transou comigo, mas que hoje, aquele volume maior lhe proporcionou um prazer diferente.
Ficamos deitados lado a lado por um bom tempo. Cheguei até a cochilar um pouco. Acordei com ela se levantando para ir ao banheiro. Ela tomou uma ducha e voltou nua para a cama. Fez um carinho em mim e se deitou de ladinho.
Aquele bundão tinha vida própria e poder de autodeterminação. Parece ter me chamado e eu comecei a bolinar com o dedo o cuzinho dela, lugar que eu ainda não tinha visitado. Fiquei meio temeroso de que ela reagisse negativamente, mas quando perguntei se estava gostoso ela disse que estava delicioso. Perguntei se eu podia meter naquele cu e ela respondeu: - “claro que pode! Eu estava estranhando porque todos os meus namorados babavam na minha bunda e eu era obrigada a fazer sexo anal com eles. Tanto que eu me viciei. Eu adoro dar o cu.”
Ah, meus amigos, cai de boca chupando aquele cuzinho, passei o KY que eu trouxe junto com o Consolo, e comecei a penetrar lentamente. A mulher delirava e começou a rebolar. Aquele monte de banha e celulite balançava, me levando ao delírio. Enchi o cu dela de porra.
O fato é que a simples brincadeira estava se tornando um vício. Viciei na Ivonete, minha velha gorda do bundão com celulite.
Mas a saga continua

  • Gibran: Adoro uma velha, mais nunca consegui o cu

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  • Carlos Cézar: Adorei seu conto, tenho um desejo enorme de ter uma mulher madura de 60, 70, 80 anos para vivermos momentos inesquecíveis, meu telegram é @CarlosCAssis E-mail carloscaassis@gmail.com

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