PADRE NÃO É HOMEM - TEMPORADA 2 - PARTE 3

 Fui fazer uma vitamina para mim, pois já estava me sentindo meio fraco... Passados uns vinte minutos, novamente ouvi batidas na porta... Era uma loira maravilhosa, que deixou meu pau em posição de sentido de imediato... Ela se apresentou e disse que veio para a purificação, era noiva e seu nome era Ângela... Nem fiz mais perguntas, a levei direto pro quarto e a arregacei na frente e atrás, como acabara da fazer com a morena... Ela ainda fez questão de dizer que era uma moça direita, que nunca havia sido tocada pelo noivo, e que estava se guardando para ele, mas que adorava ser purificada pelo padre... Claro, pensei! A loirinha tinha um corpo magnífico e nunca havia levado tanto pau na vida, chegando a chorar de tesão quando levava na frente ou atrás. Gozou como louca umas cinco ou seis vezes, enquanto eu nem lembro quantas vezes ejaculei dentro dela, até que ela começou a reclamar também, que já estava com o cu e a buceta esfolados... Se vestiu e foi embora com as pernas maio abertas, dizendo que doía quando andava... Lá fora, o noivo a esperava dentro do carro. Fui tomar um banho e comer alguma coisa, eu estava exausto, e logo adormeci...

No dia seguinte, acordei cedo, tomei a minha vitamina e fui abrir a igreja... Fiquei ali na porta da igreja parado, olhando para a praça logo à frente e pensando no que Carla havia me falado. Era difícil imaginar que aquelas moças lindas que passavam apressadas àquela hora, em direção ao trabalho, e às vezes de mãos dadas com seus parceiros, pudessem se subjugar aos meus desejos e se disporem a fazer sexo comigo se eu assim o quisesse... Mas eu já não duvidava de mais nada, eu já tinha tido provas suficientes de que aquilo era verdade sim, e precisava decidir sobre o que iria fazer. Fazer sexo com essas moças até a exaustão, obrigando-as a satisfazer os meus desejos que nunca terminavam, ou continuar com as minhas masturbações solitárias?



Na verdade, eu era um pobre coitado, um doente que vivia sempre entre a cruz e a espada; ou tentava esquecer que sexo existe, pensando em outras coisas, como em Deus, por exemplo, como havia feito a minha vida toda, ou então me entregava a qualquer estímulo que acontecesse, e que sempre acabava me fazendo perder o equilíbrio mental e físico, me transformando num autômato, que só pensava em me aliviar sexualmente... Eu precisava me controlar, às vezes os impulsos eram mais fortes do que eu e, eu tinha medo do que pudesse acontecer. Essa doença, a satiríase, era uma agonia para mim e. eu tinha que tentar ser mais forte do que ela. 

Afinal, eu era o padre da cidade e devia ser um exemplo de seriedade para essa gente boa e trabalhadora, que frequentava a igreja e lotava as missas... Moças tão direitas, bonitas e recatadas, de famílias boas e religiosas, e que só pensavam em se casar e serem boas esposas... Eu tinha que me conter. Para mim não era difícil me controlar, desde que não me expusesse a estímulos... Mas o problema é que essa gente só falava em sexo, como se isto fosse a coisa mais normal do mundo, e era justamente este o mal do qual eu padecia...

Ali estava eu, na porta da igreja, me sentindo angustiado e perdido nos meus pensamentos... Voltei para a sacristia pra cuidar dos meus afazeres... Havia um casamento marcado para o próximo sábado, a preparação das aulas de primeira comunhão e crisma, a contabilidade da igreja e muitas outras coisas com as quais eu podia me distrair... Eu precisava me manter ocupado e parar de pensar... Então entrou na sacristia uma menina pequena, magrinha, de véu na cabeça e um vestidinho azul claro, que ia até pouco abaixo do joelho... Pediu licença e veio beijar a minha mão... “Benção, padre...” Ela disse que era uma aluna da crisma. Eu ainda não conhecia os meus alunos da crisma... O nome dela era Luciana, uma menina pequena, pele branquinha, magrinha, com feições bem bonitas e delicadas no rosto, cabelos pretos compridos, uma lindeza de menina. Ela disse que era amiga de Melissa, a moça que havia feito sexo comigo no dia anterior, na frente da mãe, na sacristia... Ela me disse que já havia recebido a purificação do padre Olavo, disse que Melissa tinha falado pra ela que tinha sido purificada por mim e que ela queria me conhecer e também receber a minha purificação... 

Ela era uma menina bonita, mas tinha só 14 anos e era muito pequena... Eu falei pra ela que eu estava ocupado e que não poderia fazer isso agora. Ela pareceu ofendida: “Mas, padre, eu preciso... O padre Olavo sempre me purificava quando eu pedia!” Olhei bem para ela, era muito pequena e não aguentaria o meu cacete, pensei. “Minha filha, é melhor não! Se você já foi purificada, então não precisa mais!” Mas ela se recusava a sair dali sem ser purificada... “Padre, eu quero muito... Por favor!” Ela falou isto se aproximando de mim, que estava sentado, e olhando muito para baixo, para onde estava o meu o meu pau, que ainda estava comportado debaixo da batina... Mas aquilo, de certa forma, me estimulou e comecei a ficar excitado, despertando o demônio que morava dentro de mim... Era mesmo muito bonita a menina, linda mesmo! Quem sabe uma punhetinha na boca, pensei... “Venha, minha filha!” E fui em direção à porta da casa paroquial, ouvindo os passinhos dela atrás de mim... Chegamos no quarto: “Vou te purificar na boca, tá bom?” E ela: “Tá bom, padre!” Mas já falou tirando a roupa... Ela usava um vestidinho fino, azulzinho, por cima da calcinha branca, sem sutiã, porque ainda quase não tinha seios... O padre Olavo era um safado mesmo, pensei! Ficou nuazinha na minha frente, me deixando ver que já tinha uma buceta bem pentelhuda, apesar de não aparentar quando estava vestida, e umas coxas grossas e firmes, cinturinha fina, bundinha empinada... Era uma mini mulher, se é que posso dizer isto... Tirei o pau pra fora e levantei a batina... “Tira tudo, padre!” A safadinha ainda ia acabar me fazendo fazer besteira com ela, pensei... “Assim tá bom, querida!” “Não, padre, tira tudo!” E acabei tirando a roupa e ficando completamente nu na frente da menina, que olhava pro meu pau impressionada... “O senhor enfiou isso tudo na Melissa?” Perguntou ela curiosa... “Foi, querida, mas é que a mãe dela insistiu, sabe?” “Eu também quero!” Ela estava determinada a levar a minha vara na buceta, pelo jeito... “Veja bem, querida, ele é muito grande...” Ela me interrompeu e me mandou deitar na cama, veio por cima e começou a me chupar... A menina mal conseguia abocanhar a cabeça do meu pau, que era a parte mais fina dele, mas parecia estar com muita vontade. Quando ela lambia o meu pau até embaixo, ele ficava mais alto do que a cabecinha dela... Depois ela sentou sobre mim, abraçando a minha barriga com as coxas, esgaçando a bucetinha sobre mim, me fazendo sentir os pentelhos me roçando a barriga, se inclinou e me beijou de língua na boca... Devo confessar que ela era uma delícia... O padre Olavo já havia ensinado muitas coisas para ela, pensei... Olhei para aquelas coxas bonitas e fortes que me abraçavam e não pude resistir. “Então tá, falei. Me mostre o que o padre Olavo te ensinou...” Ela me deu outro beijo de língua e, com um sorriso, foi até a gaveta, pegou o potinho de vaselina e veio lambuzar o meu pau... Será que ela vai enfiar isto tudo no cu? Pensei preocupado... Ela foi por cima de mim, de cócoras, segurou o meu pau e apontou para a bucetinha... Suspirei aliviado! Sentou devagar, mas determinada. Quando encostou a cabeça na bucetinha, soltou um suspiro de satisfação, como quem já estivesse com saudades disso, “Ahhhhhh!”, e começou a soltar o peso... O que parecia impossível começou a acontecer, e a bucetinha dela foi cedendo e engolindo a cabeça do meu cacete devagar, até travar na parte mais grossa do meu pau... Ela respirou fundo e continuou soltando o peso, chegando praticamente a se sentar sobre o mau pau, ficando apenas com as pontas dos dedos dos pés apoiadas sobre o lençol e com as mãos sobre o meu peito, pra manter o equilíbrio... E, de olhos fechados como quem quisesse sentir tudo o que estava acontecendo, foi descendo devagar e eu vi, abismado, aquela bucetinha pequena engolir a minha pica grossa inteirinha, até o fim, e senti quando os pentelhos dela tocaram os meus... Era incrível aquilo, mas ela havia conseguido! “Doeu?” Não pude deixar de perguntar... “Um pouquinho... Mas valeu a pena!” Respondeu a safadinha, já começando a subir e descer bem lentamente, parecendo respeitar o tamanho da vara que estava enfiada dentro dela... Ela subia até a cabeça do pau quase sair, se apoiando com as pernas, e depois soltava o peso, voltando a enterrar tudo de novo, enquanto eu a observava ainda espantado... Ela era mesmo uma menina bem pequena e magrinha, e acho que não tinha nem um metro e meio de altura, mas conseguia fazer aquilo com o meu pau! Logo Luciana pegou ritmo e já estava socando com força aquela bucetinha pequena contra o meu grosso cacete, parecendo que a buceta já havia cedido o suficiente pra permitir movimentos mais rápidos... Logo ela começou a gemer e o corpinho todo estremeceu num grande gozo... “Hiiiiiiiiiii” Ela parecia querer conter um grito de prazer, enquanto estremecia toda num longo orgasmo. Aproveitei e gozei também, enchendo aquela bucetinha com grossos jatos de esperma pastoso, que ela pareceu adorar sentir jorrarem para dentro dela... Depois, quando viu que eu já tinha gozado, ao sair de cima de mim, deixou jorrar de dentro da bucetinha um jato grosso da minha porra, que saiu com pressão, como se não houvesse espaço suficiente dentro dela para tudo aquilo... A porra caiu sobre a minha barriga e fiquei impressionado quando ela poz-se a lamber aquilo tudo, querendo aproveitar cada gota, deixando tudo limpinho, e depois ainda espremeu o meu pau na boca, ávida por mais... “Padre, o senhor fez anal com Melissa?” Perguntou enquanto lambia o meu cacete. “Não, minha filha...” Então ela veio por cima de mim, aproximou aquele rostinho lindo bem perto do meu, toda cheirosa, roçando aqueles pentelhinhos sobre a minha barriga, que ela abraçava com as coxas e, formando uma cortina de cabelos em volta de nossas cabeças, fez sorriso safadinho, linda, me deu um longo beijo de língua quente e molhado, depois me olhou novamente com aquele sorriso malandrinho, ainda com o rosto bem perto do meu, e falou quase sussurrando ao meu ouvido: “Eu quero!” Eu me fiz de tolo: “O que?” E ela, ainda sorrindo: “Quero fazer anal com o senhor...” Eu fiquei preocupado... “Você já fez com o padre Olavo?” Perguntei, já sabendo a resposta... É claro que ela não iria se meter com um pau como o meu se não soubesse do que estava falando, e, pelo jeito, ela parecia se garantir... Mas, como nós combinamos que ela é quem iria me mostrar o que sabia, deixei por conta dela... “Se você quiser...” Falei já com o pau rijo como aço de novo... Esta era a única vantagem dessa minha doença, porque, sempre que eu precisava, meu pau já ficava duro e pronto pra briga... Ela notou a minha excitação, olhou para o meu pau, duro como ferro, e ficou excitada, começando até a ofegar a respiração de tanta ansiedade de sentir aquilo tudo dentro do cuzinho apertadinho... Rapidamente, pegou a vaselina, lambuzou bem o cu e depois o meu pau, apressando-se sentar em cima, de cócoras, com a respiração apressada, e apontando aquela massa grossa na direção do cuzinho. Eu apenas observava a situação, curioso pra ver até onde ela seria capaz de ir... A menina encostou a cabeça do meu pau no cuzinho e teve um tremor pelo corpo todo, como quem tivesse tido um orgasmo só em sentir o toque... Depois, ainda segurando meu falo com mão direita e se apoiando com a mão esquerda sobre o meu peito, começou a soltar o próprio peso, voltando a aliviá-lo com as pernas e depois voltando a soltar o corpo novamente sobre o meu pau... Ficou assim um pouquinho e então sentou de vez, soltando o peso todo, fazendo a cabeça entrar num estalo... “Aiii!” E soltou uma risadinha, tirando a mão e deixando só o cu conduzir o resto. Após uma pequena parada, começou a soltar o peso novamente, fazendo a cabeça do meu pau avançar devagar pelo cu adentro, enquanto o cuzinho dela se alargava ao máximo, no esforço de engolir o meu pau inteiro... Eu estava muito excitado vendo o esforço dela e admirando aquele rostinho lindo, aqueles peitinhos quase planos e aquelas coxas grossas que controlavam o peso dela, deixando-a descer aos poucos, à medida que o cu cedia, engolindo cada vez mais o meu caralho, de um jeito que eu nunca poderia acreditar que seria possível... Meu pau entrou um pouco, quase até a metade, e pareceu travar... Estávamos suados, o suor escorria pelo corpinho dela, que parecia determinada a ir até o fim... Ela aliviava o peso, ficando só nas pontas dos dedos dos pés e tentando dar pequenos soquinhos para baixo, com o corpo, mas não ia... Então eu pedi para ela colocar os dois pés no meu peito e segurei-a firme pelas coxas, enquanto eu dava pequenos soquinhos com o meu pau duro, de baixo para cima... Ela estava completamente sentada sobre o meu pau, como se fosse um banquinho, só que, neste caso, o banquinho estava enfiado no rabinho dela... E senti quando começou a entrar mais e mais, enquanto ela soltava pequenos gemidos de dor e prazer, “hmm, hmm”, a cada estocada que eu dava, até que , de repente, ela começou a escorregar para baixo, enterrando o meu pau inteirinho no cu num só movimento, que fez o cuzinho dela engolir a metade de baixo do meu pau, numa cena impressionante... Mas eu ainda estava preocupado: “Está doendo?” “Está, padre, mas é bom!” Então ela voltou a se apoiar com uma perna de cada lado, de cócoras, e começou a levantar devagar, tirando tudo até a cabeça quase sair, e voltando a enterrar tudo novamente, num movimento único e lento, mas até o talo... Quando ela subia, não dava pra acreditar que aquilo tudo cabia dentro do cuzinho daquela menina tão pequena, mas cabia! E ela começou a mexer cada vez mais rápido, até que em alguns movimentos, já estava socando com força, gemendo de olhos fechados, aproveitando cada movimento e cada sensação daquele momento. Ela parecia agoniada, querendo extrair um orgasmo de qualquer jeito, chegando a choramingar baixinho até começar a estremecer o corpo novamente e soltar um gritinho de gozo que se prolongou por vários segundos “Hiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii”, evitando gritar muito alto. Nessa hora, também gozei, enchendo o cuzinho da menina com toda a porra que eu tinha e fazendo-a estremecer ainda mais ao sentir seu cuzinho sendo estufado de porra... Ela suspirou de satisfação, mostrando que era isto o que ela queria! Mesmo depois que gozei, ela ainda ficou em cima de mim, fazendo movimentos circulares com a bunda sobre mim, com o meu pau ainda enterrado no cu, querendo sentir mais, sentir tudo dentro dela, de olhos fechados pra aproveitar ao máximo aquelas sensações... Depois, exausta, se jogou do meu lado com um sorriso, deixando escorrer um jato de porra pra fora do cu quando saiu de cima, mas dessa vez ela já estava satisfeita e apenas se contentou em me beijar novamente... O quarto estava impregnado com cheiro de sexo e eu estava ficando viciado nesse cheiro... Mais uma vez, ela chegou o rostinho perfumado bem perto do meu, segurou a minha cabeça com a mão, alisando os meus cabelos e, carinhosamente, falou sorrindo, quase num sussurro: “Obrigado!” Ela parecia muito satisfeita... Mas eu ainda estava curioso sobre ela: “Onde você mora, menina?” “Moro aqui perto, padre, logo na rua de trás...” E continuei: “E os seus pais, eles sabem que você está aqui?” E ela, parecendo até meio ofendida: “Claro, padre! A minha mãe e o meu pai sabem que eu já fui purificada pelo padre Olavo, e hoje eu pedi para a minha mãe para vir aqui me purificar de novo, e ela deixou...” Era impressionante essa gente, pensei! “E em que ano você está na escola?” “Na oitava série, padre! Eu estudo de tarde...” Mas eu ainda estava muito excitado para conversar. Rolei pra cima dela e a peguei na posição papai mamãe, sentindo todo o fogo daquele corpinho que me abraçava forte e cheio de tesão enquanto rebolava feito louca com o meu pau grosso todo enterrado na buceta... Logo gozou de novo, e eu também... Mas eu ainda estava curioso sobre ela: “Você já teve namorado, Luciana?” “Claro que não, padre! Eu sou muito nova pra isso, o senhor não acha? E, além disso, a minha mãe não quer que eu namore cedo... Primeiro ela quer que eu estude; homem só depois que eu me formar professora! E, até lá, não quero saber de homem, vou me preservar pro meu marido!” Ela falava com convicção, me deixando com mais tesão ainda... Rolei pra cima de novo e, mais uma vez, fiz a menina rebolar na minha vara, até que, quando senti que ela ia gozar, enchi aquela bucetinha, que já estava toda melada, de porra novamente... Voltei a me jogar de lado, alisando aquele corpinho lindo que estava ali para mim... Eu passava as mãos sobre a barriguinha dela e chupava nos peitinhos pequenos enquanto enfiava dois dedos na bucetinha molhada... “E a sua amiga, Melissa, tem namorado?” “Não, padre, ela ainda não se formou e a mãe dela também só quer que ela namore depois de formada... Esses meninos só querem se aproveitar da gente, sabe? Melhor evitar!” “E como você imagina que vai ser o seu marido?” Perguntei enquanto dava mais um tempinho pro meu pau se recarregar... “Ah, padre, às vezes eu fico imaginando um rapaz bonito, educado, respeitador...” “Respeitador?” Perguntei curioso... “Claro, padre, eu quero me casar pura... Só vou me entregar pro meu marido na lua de mel!” Rolei pra cima de novo, arrancando urros de tesão da menina, que adorava sentir o meu pau grosso esgaçando aquela bucetinha pequena... Novamente, gozamos juntos. “E você tem irmãos, Luciana?” “Tenho uma irmãzinha de 12 anos, um irmão de 17 e uma irmã casada, que mora perto da nossa casa, e que tem 21 anos” “E a sua irmã casada já foi purificada alguma vez?” “Quando ela tinha 11 anos, eu acho, o padre Antônio purificou ela...” “Onze anos?” Perguntei impressionado... “É, padre, por que?” “Não era muito nova?” Perguntei... “Padre, respondeu ela, e tem idade pra uma pessoa receber uma bênção?” É, pensei, eu preciso aprender a conversar com essa gente... E rolei pra cima de novo, dando mais uma gozada, até que depois de cinco vezes fodendo de papai mamãe, ela disse que estava começando a doer... “Padre, depois vamos por trás... Na frente já tá ardendo!” “Tá bom, querida...” E continuei: “Mas você é uma menina muito bonita, deve ter um monte de meninos querendo namorar com você, não é?” “Claro que tem, padre, ainda mais que eles sabem que eu já sou purificada, mas eu não quero nem saber deles... Como eu disse, só vou namorar pra casar...” Olhou pro meu pau e vendo que ele já estava duro de novo, virou de bruços sem eu precisar pedir, pra levar vara na bunda... Abri o cu dela, que estava um buracão só, todo esgaçado, dei uma cuspida lá dentro, espelhei a saliva com dois dedos, que eu conseguia enfiar inteiros até o fundo, fui por cima e comecei a enfiar devagar, colocando a minha mão por baixo da cintura dela pra deixar a bundinha mais empinada... Logo eu estava socando com força, arrancando gemidos fortes da menina, até encher aquele cuzinho com mais porra... Me joguei de lado novamente, enquanto ela continuava de bruços, já esperando pela próxima fodada... E ela disse: “Padre, o senhor é muito melhor que o padre Olavo! O senhor tem mais energia...” Só eu sabia a que custo eu tinha toda essa energia, mas eu não ia falar pra ela... Apenas continuei conversando: “E a sua irmã mais nova, já foi purificada?” “Ainda não, padre... Mas ela quer. Acho que se ela pedir pra nossa mãe, ela deixa ela vir aqui... O senhor quer?” Eu tinha que ir pro inferno, pensei! O que é que eu estava querendo, afinal? E continuei: “Acho melhor não, querida, ela ainda é muito pequena, e você já viu o tamanho da minha ferramenta, não é?” “Padre, é tudo questão de a gente se acostumar e da fé que a gente tem... Há dois meses atrás eu também não aguentaria isto assim, de uma vez só, como estou fazendo hoje... Vou dizer pra mãe que o senhor quer purificar a Isabela!” “Isabela? Nome bonito... Mas é melhor não, querida!” E ela me olhou sorrindo... “Padre, o senhor diz uma coisa, mas os seus olhos dizem outra... Ela vem! Eu já vou dizer pra ela como é e o senhor não vai se incomodar muito ensinando” Rolei pra cima dela de novo e a fodi no cu mais uma vez, fazendo-a rebolar feito louca na minha vara, até estremecer o corpinho num gozo longo enquanto recebia mais porra no cuzinho... E assim ficamos a manhã toda, fodendo uma atrás da outra. A menina tinha lenha pra queimar... Quando mais ganhava, mais queria! Foram umas cinco ou seis na buceta e mais umas dez no cu, eu acho... Talvez eu não precisasse mais me masturbar o resto do dia, pensei... Perto da hora do almoço, ela foi tomar um banho, depois vestiu-se, veio me dar mais um longo beijo de língua, agradeceu mais uma vez, e disse com um sorriso que a irmã dela iria gostar de me conhecer... Eu ainda acenei com a cabeça que não queria. Ela sorriu, beijou a minha mão, pedindo a minha bênção, e saiu pela porta da casa paroquial mais feliz do que nunca...

Que gente estranha, pensei! Ora, a mãe dela vai mandar a caçula pra foder comigo? Eu ainda não estava acreditando e achei melhor pensar que era só brincadeira dela...

Fui tomar um banho e fiquei contente porque não senti vontade de me masturbar... Me vesti e fui almoçar. Havia uma senhora que deixara uma marmita para mim na porta de trás da casa paroquial todo dia, ao meio dia e às sete da noite, mas às vezes, quando eu quisesse, também podia cozinhar e fazer a minha própria comida, pois tinha uma cozinha toda equipada e alguns mantimentos...

Depois do almoço, fui ver como estava a igreja... Como sempre, algumas pessoas estavam lá, sentadas em silêncio. Notei que aquela senhora idosa que eu havia visto no dia anterior estava lá, ao lado da mocinha, que aparentava uns 15 anos. Quando me viu, a senhora se levantou e veio na minha direção, enquanto a menina ficou esperando sentada... “Sua bênção, padre!” “Deus te abençoe, minha filha! Em que posso lhe ajudar?” E ela, parecendo nervosa: “É a minha netinha, padre, ela está muito doente... Ela tem um tumor que não dá pra tirar, padre, já tentamos de tudo e agora o médico disse que temos que entregar a Deus... Ela só tem 16 anos, padre!” Fiquei comovido com o que ela falou... E fui até onde a moça estava sentada... Ela parecia simpática... “Como é o seu nome, minha filha?” Ela se levantou, parecendo ter um pouco de dificuldade: “Maria Cecília, padre... A sua bênção!” Disse ela pegando a minha mão e beijando... Era uma moça pálida, magrinha, com um pouco de sardas no rosto, o que indicava que devia ser loira ou ruiva, mas não dava pra ver por causa do véu, mas era bem bonita... “Que Deus te abençoe, minha filha, vou rezar por você!” E a senhora idosa me interrompeu: “Não, padre, rezar só não... Já rezamos muito e isto não adiantou!” “Mas é só o que o padre pode fazer, minha filha!” E ela: “Não é não, padre, eu quero que o senhor purifique a minha netinha!”

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