PADRE NÃO É HOMEM - TEMPORADA 2 - PARTE 2
Eu fiquei ali, de pé, vendo-os irem embora, sem ainda acreditar no que tinha acontecido... Eu havia sido usado sexualmente por uma mulher casada, na frente do marido dela, e por mãe e filha! Esta cidade era o céu ou o inferno? Até onde o meu antecessor podia ser considerado louco? E porque eles dizem que ele enlouqueceu? Será que logo eles também não iriam me acusar de loucura também?
No salão paroquial, haviam algumas pessoas sentadas calmamente, sem silêncio, pensativas e talvez rezando... Um homem sentado sozinho num banco, logo mais à frente uma senhora de uns 65 anos acompanhada de uma mocinha de uns 15 anos, e em outro banco uma moça sozinha... Todos de cabeça baixa e quietos. Tudo estava, ou parecia normal... Como pode ter acontecido isto que acabou de acontecer? Será que eu poderia fazer o que quisesse com qualquer das mulheres que estavam ali, e haviam vindo à igreja apenas para rezar? Não, eu não podia! Eu ainda era um padre não podia nem pensar em abusar dessas pessoas...
Voltei para dentro da sacristia. Eu ainda estava muito excitado e sem saber se me ajoelhava e rezava ou se me masturbava pra acabar com aquela agonia... Fui para a casa paroquial me masturbar. Fiquei quase uma hora indo ao banheiro a cada cinco ou dez minutos para me masturbar, sem conseguir parar até, finalmente, cair exausto sobre a cama... Esta cidade seria o meu céu ou o meu inferno? Esse pensamento não me saía da cabeça. Deus queria me dar um presente ou estava me testando? Talvez, sabendo do meu problema, ele tenha me trazido para este paraíso, porque só num lugar assim eu poderia ser feliz com essa minha doença que me fazia sofrer tanto com este impulso sexual exagerado... Quando acordei já era noite. Fui fechar a igreja e voltei para a casa paroquial...
Oito horas da noite bateram à porta. Era uma morena lindíssima, se chamava Carla, ela disse, e tinha vindo se purificar, como sempre fazia com o padre Olavo... Eu, confesso, apesar de já ter me masturbado muito algumas horas atrás, ainda estava muito excitado, e, ao ver aquela lindeza na minha frente, toda certinha, rostinho perfeito, sorriso lindo, até senti um tremor pelo corpo, ficando fora de mim de novo. Perguntei como era feita a purificação e então ela me levou pro quarto, onde pediu para eu tirar a roupa e começou a tirar a roupa também... Notei um certo espanto quanto ela viu o tamanho do meu pau. “Nossa, padre, que coisa grande o senhor tem aí!” Ela pediu para eu deitar na cama e correu para sentar em cima, ansiosa pra sentir aquilo tudo dentro da buceta. Custou a entrar, mesmo ela estando já bem molhadinha, e senti que ela era bem apertadinha ainda, apesar de já ter levado muita vara do padre Olavo... Carla fechou os olhos pra sentir a vara, enquanto soltava o peso e se deixava escorregar para baixo, enterrando o meu pau grosso inteirinho na buceta e soltando um suspiro de prazer “Hmmmmmmmm”. E começou a subir e descer, no começo devagar, com um pouco de medo devido ao tamanho do meu pau, mas logo aumentou a velocidade e passou a socar forte, até explodirmos em gozo quase ao mesmo tempo, quando enchi a menina com fortes jatos de porra quente, que ela estremeceu ao sentir jorrarem contra o seu útero... Depois ela se jogou de lado e começamos a conversar. Ela me disse que estava noiva graças ao padre Olavo, que acabou com as brigas constantes que ela tinha com o namorado, que hoje é o seu noivo, depois de purificá-la. Disse que o padre Olavo fez uma coisa que nenhum outro padre antes dele havia feito: ele começou a purificar as pessoas fora da sacristia e da casa paroquial... Até então, todas as mulheres eram purificadas apenas na igreja, mas o padre Olavo nos ensinou que a purificação podia ocorrer onde ele estivesse, e nós adoramos a ideia. Ele parecia ter perdido completamente os pudores, talvez já por causa da loucura que começava a se manifestar, mas o que para ele parecia loucura, para nós era bênção. Ela falou que o namorado dela era muito ciumento, e dizia que se sentia inseguro porque ela era muito bonita, e coisas assim... Ela disse que o amava e tentava convencê-lo de que era só dele, quando o padre Olavo se aproximou e ficou parado do lado dela sem dizer nada... Eles perceberam que ele parecia estar querendo fazer uma purificação e logo o deixaram à vontade, agindo como se ele não estivesse ali, como ele tinha pedido na igreja... O namorado continuou falando com ela e, como ela estava na ponta do banco e ele estava do lado dela, de pé, ele apenas puxou a cabeça dela, que estava de mãos dadas com o namorado, e direcionou a sua boca para o seu pau duro. Ela entendeu o que ele queria e abocanhou o pau do padre bem ali na frente do namorado, que era um rapaz católico e que ficou feliz ao vê-la receber essa ‘bênção’, apesar de ainda continuar a discutir com ela sobre seus ciúmes, enquanto o padre Olavo fazia movimentos de vai e vem com o pau duro dentro da boca da moça, que ainda tentava responder ao namorado soltando sons “Hmmmmm, Hmm” com a boca cheia, pra depois receber dois jatos de esperma direto na goela, que estufaram a sua boca e que ela engoliu em seguida, num grande gole... O namorado não se importava com o padre, ele tinha ciúme dela com outros homens, mas o padre não contava porque não era homem... Ela ainda falou que aquela foi a primeira vez que sentiu o gosto de um pau na boca e que ficou contente porque o pau do padre devia ter o mesmo gosto do pau de um homem, e assim ela já estava aprendendo como é chupar o pau de um homem, apesar de não ser de verdade... Eu já não me impressionava mais com essa história de que padre não é homem... “Num banco da praça?” Perguntei curioso. “Sim, padre! Quando ele chegou aqui na cidade, ele estranhou esse nosso jeito de buscar a purificação, e começou a testar até onde ele poderia ir e o que poderia fazer conosco. Nós sabíamos disto porque ele nunca parecia muito à vontade quando ia nos ‘testar’... Parece que ele queria encontrar alguém que dissesse não para ele, mas nós não pecamos assim, padre... Então, um dia, ele saiu pela praça, parecendo meio estranho... Eu acho que ele já estava começando a enlouquecer nessa época... Quando viu eu e meu namorado discutindo, ele foi lá e me abençoou, como já contei... Depois de ser abençoada pelo padre, eu e meu namorado paramos de discutir quase na mesma hora e ficamos ali abraçadinhos e felizes, nos beijando e conversando sobre a purificação que eu acabara de receber... O padre ainda ficou passeando pela praça e, mais tarde, passou por nós novamente e viu que estávamos em paz, abraçados e apaixonados, então ele foi lá novamente pra talvez fazer mais um teste, se abaixou na minha frente e eu entendi que ele queria tirar a minha calcinha... Ajudei ele, e ele abriu as minhas pernas ali mesmo, me fazendo apoiar a cabeça no colo do meu namorado e, ali mesmo, ele, segurando e abrindo as minhas pernas, tirou o meu cabaço e gozou dentro de mim...” “E você deixou?” Perguntei ofegante... “Claro, padre! Eu nunca fui tão feliz na vida... Enquanto o padre me purificava na vagina e fazia movimentos de vai e vem, empurrando o meu corpo contra o colo do meu namorado, eu beijava o meu namorado, o homem que eu amava, na boca, como se fosse ele quem estivesse no lugar do padre, apesar de ser pecado pensar assim, não é? Meu namorado nunca pareceu tão apaixonado como quando me beijava e ouvia os meus gemidos de prazer ‘hamm, hamm’, a cada estocada do padre” “E as outras pessoas que passavam?” Perguntei. “Padre, todo mundo respeita o padre e ninguém se mete quando o padre está ‘trabalhando’!” Ela falava tudo normalmente, como se o padre Olavo estivesse apenas benzendo o casal no meio da praça ou coisa assim, um gesto que não chegava nem a chamar a atenção das pessoas... E ela continuou: “Ele já havia avisado na igreja que quando ele fosse purificar alguém em público, não queria chamar a atenção de ninguém, e as pessoas apenas obedecem... Para nós, é pecado contrariar o padre! E então, quando isto acontecia, ninguém nem olhava... As pessoas têm medo de olharem e isto ser pecado, sabe? Padre, depois desse dia, o meu namoro mudou, os ciúmes pararam e ele até me pediu em casamento... Hoje ele não é mais ciumento, ele sabe que sou só dele e que a minha vida é só de casa para o trabalho e de casa para a igreja, quando venho me purificar... Eu sou uma moça direita, padre, e ele entendeu isso! Meu namorado me respeita muito e nunca tocou em mim... Até me casar, meu corpo é só do padre...” Ali estava aquela morena espetacular, lindíssima, com um corpo perfeito, dizendo que era só minha... Não aguentei e pedi mais... Rolei para cima dela, que abriu as pernas e a fodi na posição papai mamãe, beijando-a de língua na boca e arrancando suspiros e gemidos daquela gostosa... Logo senti que ela estremeceu novamente num gozo longo, e a enchi de porra novamente... O quarto foi tomado por um forte cheiro de sexo, nós estávamos suados e eu estava me realizando. Aquilo tudo parecia um sonho ou um delírio meu... Decidi me entregar a esse delírio e resolvi que não iria me masturbar, iria jogar todo o esperma que tinha dentro daquela gata linda e deliciosa, toda cheirosa, que se dizia fiel e apaixonada pelo noivo, e que sorria para mim com aquele corpinho maravilhoso, bem ali na minha cama... Logo ela notou que meu pau já estava duro de novo: “Padre, posso fazer uma coisa?” “Claro!” Respondi. Ela me pediu pra deitar na cama de pau pra cima, abocanhou-o e deu uma boa chupada, depois foi na gaveta e pegou um potinho de vaselina que era do padre Olavo, lambuzou o cu e o meu pau, e veio por cima de mim, conduzindo o meu pau para a entrada do cuzinho... Ela parecia estar com um pouco de medo, sem saber se estava fazendo a coisa certa, mas tomou coragem e começou a soltar o peso, pressionando o anelzinho contra a cabeça do meu pau, com pequenos movimentos de vai e vem, fazendo-o ceder aos poucos... O meu pau tem 19 centímetros e é bem grosso, mas a cabeça tem um tamanho normal... Ele começa normal e engrossa de repente, a partir do pescoço, de modos que a penetração em si não é tão difícil... Difícil fica depois, na hora do esgaçamento do buraco pra entrar o resto. E Carla já estava com a cabeça enterrada no cu, tomando coragem, enquanto continuava a descer lentamente, gemendo “Hmmmmmmmmm!” arregaçando de vez o anelzinho do cu e engolindo a minha vara... Ela fechou os olhos, mostrando um enorme prazer ao sentir seu cu ser invadido e alargado pelo meu cacete grosso, enquanto soltava todo o peso do corpo sobre mim, enterrando-o até o talo, parecendo nem acreditar quando sentiu que entrou tudo. Se inclinou sobre mim, envolvendo as nossas cabeças com seus cabelos pretos longos, misturando o seu perfume com o cheiro de sexo que impregnava o quarto, e começou a me beijar de língua enquanto subia e descia com o meu pau enterrado no cu... Que delícia de mulher! Logo ela aumentou o ritmo, gemendo de tesão, e eu não aguentei e enchi aquele cuzinho delicioso com mais esperma... Ela ainda não tinha gozado. Virei-a de bruços na cama e abri aquela bunda linda, expondo o enorme buraco vermelho e notei que havia saído um pouquinho de sangue... Me joguei sobre ela, que estava de bruços, e comecei a beijá-la no pescoço, nas orelhas e na boca, sentindo aquela bunda roliça entre as minhas coxas... Logo fiquei de pau duro de novo, abri a bundinha dela e apontei-o pro cuzinho, enterrando-o inteirinho, num movimento lento e contínuo, adentrando o anelzinho esgaçado e arrancando um gritinho da moça... “Aiii, padre, devagar!” E depois soltando uma risadinha... Comecei a bombar forte, fazendo-a gemer alto a cada estocada “Hmm, Hmm, Hmm”, beijando-a na boca e socando forte contra o seu cu, até senti-la estremecer num gozo, quando a enchi novamente com outro jato de porra... Ela estava impressionada comigo, e eu não parava mais... A cada cinco minutos, eu a pegava no cu, de bruços e a enchia de porra... No começo ela parecia estar adorando, mas depois seis vezes levando aquela pica grossa no rabo ela começou a reclamar que já estava doendo e ardia muito... Comecei a fodê-la na buceta, uma, duas, três... Na quinta vez ela começou a reclamar que também estava doendo e então eu parei. Ela se levantou meio cambaleante, tomamos um banho juntos e eu esfreguei o sabonete nela, que reclamou, meio sorrindo, que o sabonete ardia no cu e na buceta. Logo se vestiu e saiu, me deixando ali ainda louco de tesão...

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