A COROA EVANGÉLICA QUE ME SURPREENDEU
Vou contar algo que me aconteceu a algum tempo. Vou preservar meu nome e o da senhora presente na minha estória, criando nomes fictícios.
O meu nome e Fox, sou motorista e trabalho em uma empresa de transporte e socorro medico de urgência.
Na grande São Paulo, sou uma pessoa normal, discreto, sigiloso, meia idade, mas com uma boa disposição.
Eu sou casado, mas com o passar dos tempos. vocês sabem os casamentos ficam mais amenos sem sal, por mais que se faça algo diferente. o tezão não e o mesmo.
No dia a dia você trabalhando com o publico, conhece muitas pessoas e acaba rolando algo mesmo que não queira...,
Era um dia chuvoso, até um pouco frio, estava eu e uma equipe de atendimento fazendo um atendimento de rotina, recebendo a solicitação e se encaminhando a residência da vitima, um dia comum, você nem imagina..., chegamos na residência, atendemos normalmente a vitima solicitante, que estava aguardando uma familiar sua chegar, pois ela seria sua acompanhante até o Hospital, eis que chegou a prima da Dona Ni, uma senhora com ar muito fechado bem vestida poucas palavras, corpo cheinho e voluptuoso dentro de uma saia jeans e uma blusa de frio fechada, cabelos presos em coque e óculos...(adoro mulher de óculos), eu sou detalhista e apesar de essa mulher com um ar frio e muito educada ser muito discreta, percebi que por baixo de sua saia, a marca de uma calcinha asa delta daquelas de renda, mas que deveria ser uma calcinha muito bonita e de uma qualidade, pois deixava transparecer aquela pequena marquinha, que me deixou curioso.
Dona Le nos acompanhou poucas palavras, enquanto isso eu fiquei pensativo, essa mulher deveria ser uma mulher especial na cama, viajei imaginando, mas ao mesmo tempo apesar de gostar de uma boa sacanagem, sou uma pessoa que as vezes tímida, mas depois de todas as formalidades ao longo do atendimento, aconteceu uma oportunidade de estar ali ao lado da Dona Le; ela me perguntou a quanto tempo eu trabalhava nessa profissão, e começamos uma conversa, eu disse que a mais de vinte anos, ela se assustou e disse: "nossa eu jamais imaginei trabalhar na área da saúde, mas mesmo assim achava legal e que tinha uma filha enfermeira, estava criado ali um pequeno vinculo.
Eu perguntei aonde ela morava, ela prontamente me disse, (era Osasco) e eu disse a ela que morava na região da Lapa, ela discretamente escreveu em um pequeno papel, o numero de seu telefone, e me pediu para que eu ligasse. que se ela não pudesse falar daria uma desculpa, gostei e fiquei imaginando algo legal, e antes de se despedir disse a ela "que tal um café". Ela me disse "vamos ver".
Depois de alguns dias eu liguei, ela atendeu me pediu alguns minutos e começou a conversa, foi breve mas me perguntou algumas amenidades e eu também fiz algumas piadinhas, ela também, marcamos um café em um lugar publico, um café no Shoping Plaza Osasco, chegando lá no horário certo. Ela estava uma delicia, em uma saia jeans com aqueles pernões e um corte ao centro na parte de trás mostrando suas coxas, uma camisa branca rendada com seios voluptuosos que pareciam pular ao meu encontro mas bem escondidinhos..., cabelos presos e óculos, pele branquinha olhos esverdeados e cabelos clarinhos boca carnuda, nos cumprimentamos com beijos no rosto e pedimos café. logo peguei em sua mão. ela puxou devagarinho dizendo, aqui em Osasco, tenho muitos conhecidos e não posso me expor me desculpe, mas eu logo lhe disse então vamos sair rapidinho daqui e entrar em algum lugar para poder conversar mais a vontade.
Ela contou rapidamente sobre sua vida, eu a minha, ela sobre filhos e nossos companheiros e tivemos uma visão por cima de tudo, ela pensou um pouco, mas logo aceitou saímos, e eu propus que eu fosse na frente, pois já conhecia um hotel e não andaríamos juntos para que se um possível conhecido nos visse, teríamos como disfarçar, depois de algumas quadras entrei em um hotel na região, existem vários e esse é um de estrutura média. mas bem frequentado e limpo, ela entrou logo atrás de mim super desconfiada, logo pedi um quarto e entramos. ela tremia, aquela mulher na faixa de 55 uma senhora casada, religiosa mas estava ali curiosa para me conhecer e eu a ela, entrando no quarto. ela queria falar que estava arrependida. e eu logo a calei com um beijo gostoso com minha língua invadindo e buscando a língua dela, passando a língua na orelhinha dela. ela começou a gemer, abracei ela pelas costas, e lhe beijei o pescoço ela tremia, lentamente comecei a despi-la e ela a mim, deixamos as luzes apagadas conforme ela me pediu mas com as cortinas entreabertas entrando um feixe de sol, ela era fofinha. mas com um corpão do jeito que eu gosto, peitões, bundão, cabelos que se soltaram ficando até a cintura, e muitos não gostam, mas a xoxotinha bem cabeluda, hummm a deitei sobre a cama e entrei em meio a suas pernas, ela se assustou pois não estava acostumada a ser xupada, começei lentamente e só a escutava gemendo e com os dedinhos nos bicos dos seios, pois eu me levantava para ver seu rosto mas continuei chupando lambendo os grandes lábios, a xota todinha e o clitóris sentindo ela gozando gostoso..
Nossa ela me inundou com seus líquidos, mas foi uma delicia, mesmo com vergonha, ela foi comigo para debaixo do chuveiro e ficamos brincando, saímos do banho, nos deitamos de conchinha, ficamos conversando até que meu brinquedinho voltou e buscou se encaixar e metemos gostoso, assim por um bom tempo, sentindo aquela xota me engolindo massageando sus seios e aquela bunda amortecendo a foda, delicia gozamos gostoso, mais uma vez no banho e cama depois de um tempinho fizemos com ela me galopando, ela dizia que nunca havia feito assim antes que estava uma delicia, e que queria mais eu fiquei muito contente por estar ali realizando um desejo tão simples de uma mulher que estava fechada em um circulo de sexo a muitos anos e que se descobriu nesse momento e algo mágico, ela estava fodendo com vontade, mas ao mesmo tempo assustada, ela galopando, eu mamando em seus seios a beijando, ela ria, gemia tudo ao mesmo tempo, foi inesquecível e já saímos mais algumas vezes.
Ela me disse que depois disso começou a se masturbar, pois antes não fazia, e agora andava mais calma, mais tranquila e até com o marido apesar de não fazer nada além de papai e mamãe estava fodendo mais um pouco, só não poderia mamar na pica dele nem fazer nada diferente, mas que essa pulada de cerca para ela foi uma mudança de atitudes nem que entre quatro paredes, já conheci muitas mulheres pela vida a afora, mas essa mulher marcou pela sua simplicidade e pela sua determinação e curiosidade com toda descrição, bjss e abraços a todos.
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