DAIANE, A CRENTE DO ESCRITÓRIO

 Trabalho como diretor numa empresa de licitações que atende a área da saúde para órgãos públicos. Ficamos em um prédio comercial no Rio de Janeiro e trabalhamos de portas fechadas.

Somos três homens e uma única mulher: Daiane. É dela que vou falar.

Ela é (ou era) super séria, mulher casada, mãe de dois filhos e evangélica. Sempre de vestido longo escondendo por baixo um corpão delicioso.

É alta e tem cabelos longos negros até quase na cintura. Tem um rosto até bonito e tem 33 anos.

Já trabalhamos a muito tempo juntos. Todos lá conversam com ela numa boa, todo tipo de assunto.

O Fred (um dos meus colegas de trabalho) é um tarado: levava revista playboy pra lá, ficava vendo filme pornô no computador na hora do almoço sem a mínima cerimonia. Às vezes Daiane presenciava, ria e disfarçava.

Um dia por brincadeira surgiu entre nós o assunto de sexo e começamos a zuar o Fred. Chamamos ele de punheteiro e por ai vai. A partir dai tudo que dizíamos sobre sexo, desde um simples comentário de uma foto da Playboy até assuntos mais picantes despertavam interesse em Daiane.

Começamos a introduzir lá em nossas conversas e pelo que notamos, ela tinha uma vida sexual bem limitada.

A gente contava nossas aventuras, fazia comentários das fotos da Playboy, dizendo olha que peitos, olha que pepequinha bem depilada, olha os pezinhos…

A gente via que ela ficava atarantada.

Um dia começamos a falar sobre preferências sexuais. Mas falamos sem pudor mesmo… Falamos sobre sexo anal, sobre preliminares, sobre terminar gozando dentro ou fora…

Ela participou meio timidamente da conversa. Falou que nunca chupou ou foi chupada. Só fazia papai e mamãe e as vezes poucas vezes por mês, pois não tomava pílula nem usavam preservativo, pois era pecado e tinha que se basear na tabelinha. Disse que o marido era frio com ela, tinha muito pudor. Também confessou que poucas vezes gozou fazendo sexo com o marido e que as vezes se masturbava quando não estava mais se aguentando. Mas depois se sentia culpada. Disse também que ultimamente andava vendo vídeos pornô e que andava perturbada.

E cada vez mais falamos putaria naquele dia. Até que ela pediu licença e foi ao banheiro, que ficava no corredor.

Ficamos em silêncio e pudemos ouvi lá gemer baixinho. Todos nós tivemos certeza que ela foi ao banheiro pra tocar uma siririca. Demorou uns 15 minutos e voltou ofegante e transpirando.

Nós começamos pegar pesado com ela.]

Um dia o Vitor, outro companheiro de trabalho abriu um vídeo de um negão que tinha uma jeba monstruosa. E ainda teve a cara de pau de chamar ela pra ver.

Ela disse que não acreditava que alguém pudesse ter o pau daquele tamanho. A ousadia dele foi grande: ele disse não sei se o meu é deste tamanho, mas acho que chega próximo e eu não faço feio.

Vitor abriu o zíper da calça e tirou o pau pra fora. Ela ficou espantada com o tamanho mas não reagiu.
E eu fui além: disse que iriamos ajuda lá. Ficamos com pena da historia dela e nos esforçaríamos pra que tivesse um pouco de prazer.

Tirei meu pau pra fora e comecei a desabotoar seu vestido. Ela dizia que era pecado, que não queria trair o marido, mas não oferecia resistência. Logo Fred se juntou a nós que logo iriamos iniciar uma suruba.

Desabotoei e o vestido dela caiu no chão.

Abaixei pra pegar e notei que suas pernas não eram depiladas. Tinha uma leve penugem preta. Aquilo me dava tesão. Fui subindo e quando estava cara a cara com a calcinha dela, vi pelos saindo pelas laterais e por cima da calcinha. Senti aquele cheiro de fêmea e puxei sua calcinha pra baixo. Tinha um lindo tufo de pelos bem pretos.

Meus amigos já estavam chupando os peitos dela e ela já segurava os paus deles nas mãos.

Fiz ela sentar em cima de uma das mesas, afastei os pelos e abri a buceta dela. Estava toda babada. Cai de língua e ela não se conteve. Acho que de tanto tesão acumulado ela gozou quase que instantaneamente.

Abaixei minha calça e meti a rola naquela buceta. Eu parei antes pra não gozar e passei a vez pro Vitor. Fui bolinar seus peitos. Me admirei pela firmeza deles pra quem já tinha dois filhos.

Tinha um tamanho bom, enchia bem a mão e era no formato de gota com dois bicões duros, deliciosos e escuros. Não tínhamos noção do corpo delicioso que ela tinha devido aos vestidos longos e largos que usava.

Ela deitou na mesa e chupava o pau do Fred. Eu cai de boca nos peitões dela enquanto ela punhetava meu pau.

O Vitor socava forte nela e de repente ela arqueou as costas e começou a tremer e gozou no pau do Vitor liberando um imenso esguicho que lhe rendeu um banho.

Fred preferiu virar ela de quatro em pé apoiada na mesa e mandou vara fazendo ela gozar mais de uma vez. A bunda dela também era gostosa, toda peludinha, era arrebitada e redondinha. Ela gozava fácil. E muito. Só era preciso saber como. E nós havíamos descoberto o meio.

Fred não aguentou e gozou na bunda e nas coxas dela. Limpou as mijadas dela e a porra com toalha do banheiro.

Quando chegou minha vez, mandei um pouco de vara nela ali de pé mesmo, ela já estava apoiada na mesa com a bunda na posição certinha. Abri sua bunda para penetra lá e fiquei com mais tesão ainda em ver aquele monte de pelos que escondiam a buceta e o cuzinho dela. Logo depois, sentei no sofá e coloquei ela pra cavalgar.

Vitor veio por traz e melava seu cacete com cuspe para penetra lá no cuzinho.

Ela implorava pra não ser enrabada. Nunca tinha dado o cu. E já em sua primeira vez ia levar uma pica de mais de 20cm no rabo. Vitor melava os dedos na buceta dela e lubrificava aquele cu peludo. Ela chorava, dizia que estava se sentindo suja.

Quando dois dedos entraram com facilidade, Vitor começou a penetrar. Ela ficou estática e me abraçou forte. Começou a se mexer devagar e eu e Vitor começamos a meter forte.

Ela gozou molhando meu pau, meus pelos e o sofá.

Sai de baixo e ofereci a buceta dela pro Vitor e trocamos de lugar. Fred estava sentado no encosto do sofá e era chupado por Daiane. Logo ele ficou de pé no sofá e encheu a boca dela de porra.

Eu estava me segurando pra não gozar.

Chamei o Vitor e falei pra gozarmos na boca dela.

Ela chupava e punhetava nossos cacetes. Eu gozei primeiro na boca e depois o Vitor gozou no rosto e nos peitos dela.

Nos arrumamos e fomos embora, pois já havia até passado do horário do expediente.

Fizemos suruba o resto da semana.

Nos próximos dias fazíamos revezamento. E dava a tarde livre pros dois e nos outros dias revezávamos, pra todos terem oportunidade de ficar sozinhos com ela. Eu dava folga pro outro e ficava fora a tarde toda e só voltava pra fechar.

Aquela mulher era um vulcão. Metia e gozava muito. Fazia chupetas e um 69 delicioso.


Aparei os pelos da buceta dela com uma tesoura. Ficou uma delicia. Tinha um grelão delicioso. Ela adorava ser chupada e siriricada.

Também pegou gosto em dar o cu e vez ou outra nos juntávamos todos para uma suruba. Aquela crentosa virou uma verdadeira puta nas nossas mãos.

Foi assim por muitos meses. Até que um dia ela não foi trabalhar. Na parte da tarde recebi a ligação do meu supervisor que ela havia pedido demissão. Pensamos que o marido deveria ter descoberto. Ou ela se arrependeu e contou.

Meses depois, encontrei com ela e o marido de mãos dadas na rua. Ela estava de barriga, bem saliente, mal me cumprimentou. A duvida agora era: Quem será o pai?

Meu diretor também já me deu carta branca pra contratar outra mulher. Vou escolher uma que tenha cara de puta e que meta bastante.

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