QUARENTENA COM O PATRÃO DA MINHA MÃE

 Contarei um pouco que tenho vivido nessa quarentena servindo ao patrão de minha mãe.

Sou Jamily, tenho 15 anos, não tive festa de 15 como, a maioria das garotas tem pois somos de família humilde e evangélica , minha mãe é diarista, e ela sempre faz limpeza na casa do vizinho, devido a quarentena, todos ficaram em casa, mas o dinheiro que já não era muito pra comprar as coisas foi acabando, e precisamos pedir ajuda.

E do quintal mesmo ela chamou o nosso vizinho que tem 40 anos e enquanto ela conversava com ele, notei que ele me encarava. E isso me deixou sem jeito, ele interrompeu minha mãe e disse:" eu tô precisando de umas coisas do mercado também, pede pra sua filha vir aqui agora que vou dar uma lista pra ela." E entrou.

Minha mãe engoliu seco, falou :"vai lá filha e obedece ele direitinho ".

Subi a escadaria de casa correndo e o chamei no portão. Ele lá dentro fez sinal pra eu entrar, ele estava na cozinha, pegou um vidro de álcool gel e pegou minha mão e começou a espalhar nas minhas mãos, ele estragava apertava de um jeito… sempre me olhando fixamente.

"Você sabe oque eu quero Jamily?"

"Não senhor."

"Já mandei a lista pro mercadinho pelo Whatsapp, temos um bom tempo… me obedece e vc vai sair no lucro."

"Mas"…

"Ajoelha."

Sem saber direito porque aquilo, me ajoelhei, ele chegou perto e baixou o shorts e seu sexo saltou diante do meu rosto já bem duro.

Eu me assustei e ameacei levantar, mas a mão dele me forçou pra baixo, e disse: "quero que você abra a boca, me chupe… agora."

Estava tremendo, então ele forçou o pênis grosso na minha boca, tentei empurrar com as mãos ele tirou aquele monstro da minha boca e me deu dois tapas bem fortes… o barulho do tapa foi alto e o meu sangue ferveu, estava com os olhos cheios de lágrima, e nele ordenou novamente:

- Chupa!

E penetrou minha boca, fechei os olhos senti as lágrimas descerem e a coluna de carne entrando e saindo da minha boca… ele gemia, a respiração dele estava pesada, e eu muito assustada e chorosa…
Senti ele fazendo mais rápido na minha boca, até que ele tirou aquilo da minha boca, mandou eu abrir os olhos, seu pênis estava no meu rosto, e não vi porque fechei os olhos, ele tinha pego o celular e me filmava…

- "Você chupa melhor que sua mãe. Quero ver o resto."

Me empurrou no sofá, ordenou que eu tirasse a roupa… disse q n ia fazer , ele armou outro tapa, eu me encolhi gemendo disse : eu tiro eu tiro!
Tirei meu vestido, ficando apenas de calcinha, ele n quis esperar com uma mão ele puxou com força, o celular na outra mão filmava meu sexo e seios…

- Já deu para alguém?

- Não senhor…

Respondi de cabeça baixa, morrendo de medo, falei verdade, com 15 anos, magrela, sem roupas da moda e evangélica, não tinha muitos pretendentes. Daí ele disse algo que me fez tremer.

- Ótimo! Então agora você é MINHA. Pertence a mim. Seu sexo e só meu, só eu posso tocar você e não quero você falando com homem… moleque… não interessa. Se for homem você sai de perto , entendeu?"

Balancei a cabeça que sim…

Ele jogou umas almofadas no chão se ajoelhou nelas ficando entre minhas pernas.

- Olha pra câmera… diz qual a sua idade que é virgem e que vai entregar pra mim sua virgindade

- "Meu nome é Jamily , tenho 15 anos , sou virgem e vou perder minha virgindade pro senhor…
Disse engasgado…"  Ele deu beliscão na minha boxexa, deixou o celular gravando perto da TV… se posicionou entre minhas pernas e disse pra relaxar.

E penetrou de uma vez… Senti sua mão tapando minha boca, e apaguei.

Acordei com ele dentro de mim, entrando e saindo, eu estava bem lubrificada, mas quando olhei era meu sangue ele parecia um animal faminto, sentia uma queimação mas mesmo tempo uma pressão uma sensação que não sei descrever. Ele pingava suor…

Acordou! Ótimo já vou gozar a segunda dentro de você! Vou engravidar você!


E descarregou uma quantidade de esperma dentro de mim… fiquei encharcada, esperma sangue e suor…

Ele saiu de cima de mim desfalecido, eu não sabia o que fazer, ele se levantou pegou minha mão e me levou ao banheiro, me banhou com muito cuidado, carinho, me falando coisas bonitas, que eu era linda, elogiava meu corpo, disse que na casa dele eu n precisaria usar roupa, só se eu quisesse, mas eu quis… ele trouxe, me vestiu, e preparou um lanche, eu estava faminta e dolorida.

Aos poucos parecia outra pessoa , nem parecia o homem que tinha acabado de me deflorar com violência. Ele me deu um analgésico, e disse que era pra eu ir pra casa avisar minha mãe que eu ia dormir com ele hoje… eu ri falei para ele que ela não me deixa nem dormir na casa das minhas amigas… 

Ele só disse: "Vai e fala pra ela que você dorme aqui até quando eu quiser."

Baixei a cabeça e já ia sair, ele me puxou bruscamente pelo braço e me beijou na boca, tentei corresponder desajeitadamente. E pedi desculpa por ter babado nele, ele riu e disse vamos ter a quarentena toda pra treinar, avisa sua mãe e volta 

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