O ESPIRITISMO SALVOU O MEU CASAMENTO
Este é um relato real da minha vida e por isso não tem as fantasias comuns em sites de contos feitos para masturbar.
Meu nome é Rogério, tenho 30 anos, casado há 3 anos com Solange, 21 anos e temos uma filha de 3. Casei-me porque ela ficou grávida aos 18, depois de 1 ano de relacionamento e julgamos na época que seria a melhor solução.
Os dois primeiros anos do meu casamento foram ótimos, mas a partir do começo deste ano as brigas começaram e sempre terminavam com objetos quebrados dentro de casa, e alguns hematomas em mim, pelos motivos mais bobos. Eu sou muito paciente e sei que tudo começa a partir da falta de maturidade dela diante de pequenos erros meus, mas são sempre brigas por coisas bobas e sem importância como por exemplo, me lembro bem que eu comprei por engano um desodorante que não era o que ela queria. Eu podia muito bem ir trocar, como fiz em seguida, mas foi o estopim para uma briga, quebrar um liquidificador novinho e pratos e ir para a casa da mãe reclamar de mim.
A mãe, uma mulher de 42 anos, bonita e bem cuidada, nunca foi casada nem tenho noticia de algum dia ter tido algum romance. Até onde eu sei é mãe solteira de uma única filha, minha esposa, e muito dedicada ao trabalho de contadora.
Porém a parte boa foi que ela ficou muito preocupada com esta confusão que minha esposa estava aprontando e veio conversar comigo. Expliquei tudo o que estava acontecendo, a impaciência de sua filha e as brigas constantes, quase que diárias e para eu ter paz tinha que chegar tarde da noite em casa e sexo então, nem pensar. Contei em detalhes toda a situação. Disse a ela que pensava muitas vezes em me separar mas temos uma filha pequena e não posso abandoná-la principalmente com o estado mental de minha esposa se degradando dia a dia.
Foi então que minha sogra revelou para mim que ela era médium, que seguia o Kardecismo e por isso tinha a resposta para tudo, inclusive o que estava se passando em minha família. Eu confesso a você, leitor , que eu sou totalmente ateu. Não falo e não comento sobre minha total descrença para evitar discussões inúteis e nem mesmo a minha mulher sabe que não acredito em nada destas coisas. Apenas balanço a cabeça, concordando, quando alguém me fala de qualquer coisa ligado a religião. E assim foi com a minha sogra, ela disse que aquilo poderia ser o resultado de algum espirito obsessor ou entidade (me desculpem quem entende do assunto se estou usando termos errados) , enfim, entendi que ela acreditava que um espirito estivesse causando tudo aquilo. Apenas balancei minha cabeça concordando, o que ela entendeu como aprovação para o que viria a seguir.
Pelo que percebi, minha sogra teve a mesma conversa com minha filha e resolveram fazer a noite uma espécie de cerimônia ou ritual que eu esqueci o nome ( não entendo nada disso) com rezas, velas e oferendas na minha casa. Minha sogra estava toda vestida de branco, rezava, dava as mãos, se contorcia e lá pelas tantas começou a falar tudo atravessado, com voz diferente… minha esposa que entende destes paranauês disse que ela estava incorporando o tal espírito.
Como eu já disse, não acredito nessas coisas, acho que ela estava hipnotizada mas para o bem deste relato vamos chamar a isso de espirito. E foi assim que o espirito revelou que não sairia mais de nossa casa, que estava apaixonada por mim (pelo menos o tal espirito era mulher, o que me causou muito alívio) e que queria destruir o meu casamento, deu gritos, xingava, falava palavrões e então queria me beijar na boca e beijou muito me agarrando. E foi essa a primeira vez que beijei a minha sogra.
Então ela, minha sogra, girou girou e desmaiou, acordando em seguida dizendo que não se lembrava de nada e pediu um relato detalhado que minha esposa contou sem hesitar.
Minha sogra disse que de forma alguma poderia contrariar o espírito, que tinha que fazer tudo o que ele mandasse pois era uma obsessão de amor e que se não fosse controlada viraria ódio e se assim fosse seria muito difícil de recuperarmos nossa vida de paz e tranquilidade.
Ouvi tudo aquilo baixando o olhar mas rindo por dentro.. onde já se viu isso? Quanta besteira. Era mais fácil levar as duas a um psiquiatra pra ver qual parafuso estava faltando na cabeça delas, mas enfim, como minha mulher estava mais tranquila e sem os famosos acessos de fúria, aceitei a situação para ver até onde chegaria, mesmo porque com a seca de sexo em que eu estava, dar umas beijocas até que não foi mau.
Na noite seguinte, houve novamente o ritual, minha sogra fez tudo exatamente como na noite anterior, mas desta vez, depois de gritar os palavrões, o “espirito” não queria só beijos, foi tirando minha roupa, baixando minha cueca, acariciando meu pau. Minha esposa me fala baixinho para não contrariar enquanto minha sogra manipulava e beijava meu pênis até ficar duro, o que não demora e faz uma bela de uma chupeta, sugando completamente meu pau, não resisti e gozei na boca da mãe de minha mulher. Ela engole, gira, gira e cai desmaiada. Então, recobra os sentidos e volta a ser aquela que nós conhecemos, pede novamente os detalhes. Minha mulher diz tudo o que ocorreu e ela, como antes, diz para não contrariar o espírito. Que estava funcionando. Não sei o que estava funcionando mas para mim foi bom porque me aliviei de meses sem uma gozada.
Como vocês podem supor, houve uma progressão e eu já percebia que a próxima sessão na noite seguinte seria ainda mais quente e não deu outra. Na noite seguinte minha sogra fez o ritual já vestida de camisola, incorporada, fomos para o meu quarto de casal, minha sogra tirou a minha roupa, tirou a dela, me fez deitar na cama, fez a boquete e veio cavalgar no meu pau ereto, tudo isso aos olhos da minha esposa Solange que fazia uma oração ajoelhada aos pés da cama com as mãos postas para o alto.
Caro amigo, eu não sei se era espírito, hipnose ou fingimento da minha sogrinha, mas eu sei que eu meti muito naquela buceta, meti até gozar 2 vezes e resolvi coloca-la de quatro para enfiar no cu. Forcei um pouco, empurrei no furico dela até entrar a cabeça com bastante cuspe, … ela dá um grito de dor, ainda de quatro faz um rodopio de cabeça no estilo Joelma e com meu pau entalado agora até a metade no cu, ela diz: .. hã ..hã onde estou? O que está acontecendo? … eu respondo: Foi o espírito que pediu ! Não pode contrariar. E enfio até bater o saco na bunda dela. Dou algumas bombadas e gozo pela terceira vez.
Minha esposa acreditou realmente que se tratava de algo sobrenatural, mas eu tenho a clara certeza de que a resposta é safadeza da minha sogra. Mas não vou falar nada de minha desconfiança para minha mulher, deixa ela pensar como for mais confortável para ela aceitar a realidade cruel da vida. Para mim foi muito bom visto que desde aquela noite, há 3 meses que tenho sexo quase que diariamente. O espírito gosta muito de tomar tapas na bunda, de chupar gulosamente e aprendeu a tomar no cu sem reclamar. Minha esposa acompanha, fica olhando. Eu percebo que ela fica com as mãos entre as pernas se masturbando e mesmo assim não me procura e me afasta quando eu chego com algum carinho. Mas ao menos parou com as brigas, eu também não peço sexo para ela, estamos em paz. As vezes eu visito o espirito na casa da minha sogra na volta do trabalho. Enfim, seja o que for, o espiritismo salvou meu casamento.

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