APANHEI POR CULPA DA MINHA TIA, MAS ME VINGUEI DELA.
Eu estava com 13 anos, isso em 2013, foi quando tudo aconteceu, eu morava com meus pais, duas irmãs mais velhas, e uma tia, irmã do meu pai, todos eram evangélicos fanáticos, musica era só evangélica, não tínhamos TV, pois a igreja proibia, minha mãe irmãs e tia só usavam vestidos longos, horríveis, cabelos extremamente compridos, tudo que falavam era sobre igreja, era um zelo exagerado demais, eu tinha meu quarto, e minha tia e irmãs tinha um que dividia pras três, mas era bem grande.
Eu estudava no período da manhã, a tarde eu ia tocar violão, guitarra com alguns amigos, e dizia que era com os irmãos, pois eu tinha que ir as vezes tocar com elas, mas não gostava. eu batia minhas punhetas, mas nunca pensava nas evangélicas, pois sempre cobertas ,era difícil, mas tinha algumas meninas na igreja que na frente dos outros eram santinhas, mas por traz, eram umas putinhas, as vezes eu passava a mão em uma, dava uns beijos noutra, mas não tínhamos chances de fazer mais nada. mas ai aconteceu que minha mãe chamou uma irmã da igreja, pra fazer faxina em nossa casa, e me mandou ir a igreja, ou fazer outra coisa fora de casa, eu sai, fui na casa de um amigo, ficamos jogando vídeo game ,tudo normal, mas quando voltei, minha mãe me esperando com cara de brava, minhas irmãs e tia também, eu sem saber, perguntei o que houve. minha mãe falou.
- "Safado, está com espirito ruim é? Imagina esconder as calcinhas de sua tia no quarto, o que pensa que esta fazendo?
Ela já me deu uma tapa na cara, eu tentei explicar, que não tinha feito nada disso, mas ela não acreditou, de fato eu nem sabia do que se tratava, mas quando meu pai chegou foi pior, apanhei de cinta, disseram que as calcinhas dela sumiu, e a irmã encontrou numa sacola em meu quarto, várias calcinhas usadas, sem lavar, eu falei que não tinha sido eu, insisti, mas não teve jeito, fiquei de castigo, trancado no quarto, a janela tinha grades e não havia como sair.
Entediado, fiquei 1 mês, muitos irmãos foram lá, fizeram oração, sessão de descarrego, uma papagaiada, mas minha raiva só aumentava, ai depois de 1 mês a irmã que fez a faxina, voltou de viagem, e foi lá em casa, minha mãe contou tudo o que houve. mas ela falou.
- Maria (no caso minha mãe) não foi isso, eu esqueci lá, fui pegar outras coisas lá, pra jogar fora e esqueci a sacola lá, e falei com Mirian (no caso minha tia).
Minha mãe chamou minha tia, e perguntou a ela, ela falou com espanto.
- Ai Jesus, é verdade, eu havia esquecido. meu Deus, Pedro (no caso eu) apanhou sem ter culpa, bem que ele insistiu que não fez nada.
Eu ouvi a irmã dizendo ,é tem que pedir desculpas, mas serviu pra ele se tornar alguém melhor.
Eu doido de raiva, sai bravo e gritando com todos, minha mãe até chorou, eu quebrei um vaso que ela gostava muito, ai sai dizendo que nunca mais iria naquela porra de igreja, fui pra casa de uma amigo, fiquei lá até anoitecer, mas o pai dele falou que eu tinha que ir pra casa, eu fui, sem querer ir, meu pai pediu desculpa, eu nem quis jantar.
No dia seguinte vários crentes fazendo oração por mim, enfim minhas irmãs e minha tia choravam, mas nem pediram desculpa, eu ficava furioso, só de lembrar, o tempo passou eu nem ira mais na igreja, também nem falava com minha tia, tratava minha mãe com grosseria, minhas irmãs também, foi quando minha avó foi morar conosco, meu pai fez outro quarto, e ela dormia lá, pois estava com problemas mentais, tomava vários remédios controlado, eu nem pensei em nada, mas a vontade de fazer algo não saia da mente, foi ai que certo dia eu a vi tomando banho, no banheiro da minha avó, que tinha um vitro com vidros lisos, meu pai ia trocar, mas sempre esquecia de comprar outro vidro, ai eu passei sem querer, pois deixava a bicicleta atrás do banheiro, e sem querer eu a vi, toda nua, boceta peluda, ela lavando o enorme cabelo, peguei meu celular e bati uma foto, lembrando que o celular eu havia roubado na casa de um primo meu que morava longe. mas ninguém sabia, eu sempre o usava escondido, tirei varias fotos, com cuidado pra ela não me ver, filmei também, ai mostrei pra alguns amigos ficávamos vendo e se masturbando, eu falei pra um amigo como eu queria meter com força nela, até lascar o cabaço daquela puta, embora já tinha passado quase um ano, eu não esquecia da surra que levei por ela, também por que meus pais não deixavam eu esquecer, diziam que eu não ia a igreja pois estava com coisa ruim no corpo, sempre tinha crente fazendo oração pegando na minha cabeça, os cultos lá em casa, eram chatos mesmo. mas ao falar com esse amigo ele falou.
- A sei lá, da um tranquilizante pra ela, e come ela.
Eu. "Tá doido, bom se tivesse como eu faria isso mesmo."
Eu sai de lá, e nem dei bola pro assunto, voltei pra casa me tranquei no quarto, ai aquela noite minha avó agitada, não deixava ninguém dormir, minha mãe e meu pai levantou, minha tia também, eu fiquei escutando, só ouvi o meu pai perguntando,
- Mirian ,você deu o remédio pra ela, no jantar?
Ela falou. "Não Manoel (no caso meu pai) esqueci, por isso ela não dormiu,"
Meu pai falou. "Sem esses remédios ela fica agitada, tem que dar o sossega leão pra ela, ai pegaram os remédios e deram pra ela".
Ai eu comecei a pesquisar remédios pra dormir, visto que eu usava o WI-Fi do vizinho sem ele saber, eu pesquisei, ai no dia seguinte fui ver os remédios que minha avó tomava, um mais forte que outro, ai eu peguei uma cartela de cada, visto que tinham muitos, ai pesquisei os efeitos deles.
Na escola perguntei pra um professor de química, algumas coisas discretas, pra não despertar suspeita, não falei nada a ninguém, ai descobri que combinando determinado tipo de medicação o efeito era um sono profundo, por 12 horas, agora só faltava a oportunidade, dissolvi dois deles, deixei só o pó, coloquei numa embalagem de fácil acesso e sempre levava comigo, na hora da janta, do almoço, enfim, mas ai teve um dia que ela estava em casa após o jantar, minhas irmãs haviam ido orar no monte, era um lugar onde ficavam a noite toda, vigília noturna eu nunca fui, só sei que era a noite toda, meus pais também haviam ido, ela ficou pra cuidar de minha avó, que já estava dormindo pesado, ouvia os roncos dela, ai eu vi que ela preparou um prato de janta pra ela, pois não tinha jantado junto com a gente, pois estava cuidando da vó, ai eu peguei meu celular e liguei no telefone de casa, ela foi atender, e eu imediatamente entrei na cozinha e coloquei o remédio que estava em pó no suco e na comida dela, quando ela voltou eu estava tomando água, ela perguntou se eu já havia comido, eu não respondi, ela falou:
- Você não vai me perdoar?
Eu nem respondi e sai, fiquei observando, ela comeu, bebeu o suco, mas eu havia colocado na jarra o remédio, tinha que ficar esperto, ai ela levantou, fechou a casa apagou as luzes, e foi pro quarto dela, fechou a porta, eu liguei no telefone, ela atendeu, com uma voz parecendo bêbada, eu não falei nada e desliguei, esperei mais um pouco, liguei de novo. ai ela nem atendeu, eu abri a porta do quarto dela, fui entrando bem devagar, encostei nela, e ela resmungou, eu deitei no chão e tentei me esconder. fiquei no chão por alguns minutos e ouço ela roncando. Eu levanto, mexo com ela, e ela não esboça nenhuma reação, dorme profundamente, eu levanto o cobertor, passo a mão na bunda, levanto a saia, e já vou puxando a calcinha, mas ela estava de lado, ai eu a virei de barriga pra cima, abaixei a calcinha, tentei abrir as pernas dela, mas a calcinha atrapalhava, ai a tirei por completo, abri as pernas, confesso que foi a primeira vez que vi uma buceta de adulta, de perto, já tinha visto de meninas, mas de mulher nunca, acho que era virgem, pois ela sempre foi crente roxa, ai eu cheirei, muito cabelo, mas dei muitos beijos na buceta dela, e filmei tudo, até fui empurrando a língua, foi ficando melado, eu lambendo tudo, muito bom, ai fui em cima tentei meter, mas ficava difícil, enfiei o dedo um pouco, ai fui apontando meu pau, e ele foi entrando, que delicia, bombeei muito, gozei rápido, ejaculei muito, quando olhei só a porra saindo, tentei descobrir os seios mas não deu, ai voltei a buceta, chupei mais um pouco, depois vi que havia um pouco de sangue, procurei no Google, e acho que era porque ela era virgem mesmo, e eu rompi o hímen, ai dei um tempo, meti e bombeei muito, segurei bem o gozo, fiquei um bom tempo metendo, até que resolvi gozar gostoso, enchendo de porra, ai levantei fui ao banheiro passei mijei, passei um papel no pau que estava bem melado, e com sangue, ai voltei a sua buceta, e limpei com papel, a beijei, coloquei o pau em sua boca, apertei com a mão, filmei, ai me lembrei do suco, fui até a cozinha e joguei tudo fora, ai virei ela de bruços, filmei aquela bunda, abri sua pernas, filmei aquele cu cabeludo, tentei meter, mas era apertado, até lembrei de uma manteiga de cacau, passei bastante no meu pau ,e no cu dela, ai fui metendo, sentia que doía, pois fui devagar, mas com força, e sentia uma dorzinha em meu pau, e fui sentindo ele entrando, mas estava seco, ai tirei, o pau, passei bastante manteiga de cacau até perto das bolas, deixando bem liso, ai fui colocando dessa vez já fui melhor, entrou bem, eu bombeei, bombeei, e gozei gostoso, ai escutei um barulho de carro, imediatamente, coloquei a calcinha nela, desci a saia, a cobri e sai, olhei e não era ninguém, ai voltei de novo, a parte do fora do cu dela, estava todo melado, eu peguei um papel e limpei, ai fui de novo na buceta, chupei muito, esqueci do sangue, mas ai nem saiu mais, ai depois meti gostoso e gozei, ai ia saindo quando ouço o carro do meu pai, coloco a calcinha nela, depressa, desço a saia, a cubro desligo a luz, e saio, já era de madrugada, mas havia mais gente com eles, e começaram a cantar, e tocar, alguns orando, um barulho, eu fingindo dormir, minha mãe me chamou pois iam fazer um culto, chamaram minha tia, mas ela nem acordou, eu já planejando outra oportunidade. mas conto no próximo, como tudo aconteceu, e como me tornei pai.

Foda essa vingança, caraca
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