O FAZENDEIRO E A FILHA ESPÍRITA

 Esta é uma história real que acompanhei enquanto na condição de empregado de fazenda há 30 anos atrás. Vou trocar os nomes para que nenhuma das partes possam ser identificadas.

O fato ocorreu em uma pequena cidade de Minas Gerais. Tratava-se de um rico fazendeiro, viúvo, que tinha 2 filhos e uma filha, esta, na época com 18 anos, a caçulinha pois os outros dois já estavam na casa dos 30 e poucos anos e cada qual com sua família e vivendo na cidade. Eu trabalhava como um faz-tudo para os serviços da casa. Pagava as contas no banco, consertava uma cerca, ia ao mercado fazer compras, levava os carros para revisão. enfim , todo dia tinha trabalho, sempre acompanhando o Sr. Bezerra* e na época eu tinha 19 anos e presenciei ou soube diretamente das pessoas envolvidas.

Bom, nesta época em particular o Sr. Bezerra foi diagnosticado com aneurisma da aorta. Um inchamento da veia que poderia explodir a qualquer momento. O Sr. Bezerra tentou por todos os meios evitar a cirurgia que mesmo hoje em dia não é algo simples. Tentaram de tudo, a começar com todas as rezas conhecidas e até as desconhecidas foram chamadas na Igreja da cidade com a ajuda do pároco que sempre recebeu as contribuições que o Sr. Bezerra fazia para a manutenção daquela pequena igrejola.. mas nada foi suficiente para curar aquela doença que consumia o Sr. Bezerra e exigia repouso.

Foi então que conheceu a doutrina espírita por meio de sua filha querida que já frequentava e trilhava o caminho do espiritismo há anos. Foi então que o Sr. Bezerra começou a se desprender da ideia de posse e buscar a paz, a benção da paz.

O que o Sr. Bezerra ainda não sabia é que a filha tinha feito uma consulta com o médium que atestou-lhe que em outra vida ela tinha sido a esposa de Sr. Bezerra retornando nesta encarnação como sua filha, mas que em várias outras vidas passadas teriam sido ardentes amantes. Isso explicava por que Rebeca* sentia a sua bucetinha umedecida sempre que via o pai em roupas de baixo ou quando lhe dava um beijo carinhoso.

Rebeca ainda assim teve dúvidas e resolveu tirar a prova. Aproveitou que seu pai estava dormindo, roncando profundamente, e começou a alisar o pênis do pai por cima do fino pijama.. Se o pênis enrijecesse, segundo ela, seria a prova cabal de que o médium estava certo e que sim, eles teriam sido amantes. E dito feito, mesmo com o pai roncando o pênis enrijeceu em suas mãos. Ela então aproveitou o momento, inclinou-se, afastou a calça sem cuecas do pai e revelou um pênis como ela jamais teria visto antes. pois na verdade nunca tinha sequer encostado em um pau exceto os dos meninos da fazenda que via nadar pelado no ribeirão, e beijou, e lambeu e mais beijos.. e aproveitando colocou toda a boca até onde conseguiu.. o pai parou de roncar e ela saiu em disparada. Teria acordado?

Na manhã seguinte tudo correu como normal. mas então o velho Bezerra chamou Rebeca para uma conversa. Só devo alertar o leitor que eu o chamo de velho mas não tinha mais que 55 anos, porem para mim era um velho.

Sr. Bezerra conversou com a filha que chorava .. chorava… mas lá pelas tantas contou-lhe tudo o que tinha dito o médium. Eu vi um fuzuê entre os dois, Sr. Bezerra deu um tapa na cara de Rebeca que chorava de soluçar, mas pouco a pouco o velho foi se acalmando e logo já estavam abraçados.. Rebeca era o xodó do velho, a princesa.. boa filha e muito bonita, com seus 1,75 de altura, peitos grandes e uma bunda encantadora vivia sob o complexo de ter matado a mãe na hora do parto e assim, achava que sua altura teria sido demais para a mãe que sucumbiu.. algo que nada tinha a ver…. mas que a fazia ficar em luto permanente.

Os dois saíram abraçados em direção a casa. Logo me chamaram.

Fui ver o que era. O Sr, Bezerra queria que eu levasse de carro os dois, pai e filha até o centro espírita para uma consulta com o tal do médium. Quero já adiantar que eu era desses que não acreditava nem duvidava de nada, a vida na roça tem muitos mistérios que nem a ciência explica… . Então no caminho ouço a conversa dos dois. Na ida era a dúvida “será isso possível?”..
Chegamos a consulta.. ficaram lá por duas horas e eu cá esperando no carro, um Monza.. na volta era a certeza: foram amantes em muitas encarnações, estavam convencidos. Sr. Bezerra me pede segredo, nem precisava. Vou contar uma historia dessas pra alguém.. tá louco.

De volta para casa eu fiquei de olho nos dois.. “será possível pai e filha? “, pensei… Deu a noite, fico olhando de longe, escondido, fico de vigia porque sabia que ia acontecer alguma coisa e não deu outra, lá pelas tantas vejo Rebeca saindo do quarto dela e indo em direção ao quarto do pai. Tranca a porta atrás de si. Vou até lá e tento ouvir o burburinho lá dentro. Beijos e carinhos como se fossem dois amantes, olho pelo buraco da fechadura e vejo o vulto de Rebeca, totalmente nua subindo para cima de seu pai, um homem enorme com quase 2 metros de altura , pesava uns 130 kg . Estava deitado e a Rebeca cavalgando por cima dele, nem poderia ser diferente, se a filha estivesse por baixo seria quebrada pelo peso do pai.

Rebeca era virgem até aquela noite, 18 anos, uma princesinha estava agora cavalgando o pau do próprio pai…gritando de prazer , pedindo mais.. e o pai urrando como se fosse um urso. Não sei como ninguém ouviu,. ou se ouviram ninguém falou nada. Foi quase 1 hora de sexo, gritos e gemidos como se fossem adolescentes. O Sr. Bezerra não teve dó da buceta da filha, seguindo as orientações do médium de que sempre foram amantes não teve pudores de meter na própria filha que também se sentia livre para transar com o pai, seguindo a doutrina espírita das vidas passadas.

Finalmente, da mesma forma que Rebeca entrou no quarto, saiu pé ante pé. Seu pai ficou lá deitado.

De manhã um grito atravessa a casa vindo do quarto, era Marlene a empregada que encontra Sr. Bezerra deitado sem vida e nu, Vou as pressas até o quarto. Vejo-o pelado, morto, gelado, seu membro ainda estava ereto e todo sujo de sangue, certamente da virgindade de Rebeca. Em seu rosto um leve sorriso de felicidade. Aquele sangue.. eu sabia o que era. Precisava limpar a cena para preservar a honra de Rebeca e do Sr. Bezerra, ninguém poderia saber. Peço para Marlene limpar e vestir o Sr Bezerra, trocar o lençol, deixar tudo limpo para que a verdade daquele incesto não viesse a tona.

Rebeca acorda e vem até o quarto, percebe a situação e cai em choro… diz que quer se matar. Diz que quer morrer e fala sério.. vai até a cozinha para pegar uma faca.. corro atrás , a seguro.. jogo ela no chão. Ela que se achava responsável pela morte da mãe agora é sem duvida a responsável pela morte do pai.

O aneurisma do Sr. Bezerra não suportou. Ninguém ficou sabendo do motivo, apenas que morreu devido a disfunção cardiovascular.


O tempo passou, 3 meses, Rebeca estava grávida, ela sabia.. do pai dela. Ela conta para mim todos os detalhes, diz que quer ir embora.. não tinha mais como ficar na casa.. eu proponho então a me casar com ela. Como se o filho fosse meu.

Ela aceita. Nos casamos. O menino nasceu e colocamos nele o nome do avô (pai) .. tudo teria ido bem se o rapaz, ao completar 18 anos, Rebeca não tivesse voltado ao centro espirita e consultado o médium que garantiu que o menino era o pai reencarnado, que foram amantes na outra encarnação.. eu deveria ter ido lá matar esse filho da puta deste médium..

Médium filho da puta!

Minha mulher acabou tendo relações sexuais com o filho. Eu flagrei duas vezes.. na terceira eu fui embora de casa. Hoje eles vivem como marido e mulher na capital.. eu não quero mais saber. Eles tem a herança do avô para sustenta-los.

Vim para São Paulo e virei ateu. Não acredito em mais nada disso.

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