DUDINHA, A EVANGÉLICA NOVINHA QUE ME DEIXA MALUCO

Olá pessoal, sou odaroc, prefiro me identificar assim. Tenho 31 anos, sou casado, mas muito tarado por ninfetas. Eu sou evangélico e congrego em uma igreja, como várias. 

Lá na que eu faço parte tem um grupo de adolescentes. Nisso eu comecei observar uma moreninha clara, cabelos cacheado próximo à cintura, magrinha, seios bem arredondados e lindos, pois já vi fotos dela nas redes sociais de camisa de alcinha e que mostram bem o contorno, não tem aquela bunda gostosa, bem grandinha, talvez até tenha, mas pelas calças e saias que ela às vezes vai, não da pra observar bem.


Então este relato está sendo desenvolvido, pois estou tendo minhas primeiras impressões com a Duda. Ela tem 13 aninhos, mas já a percebi bem sapequinha e como disse com olhares pra mim meio maliciosos. Acredite todo homem sabe quando uma garota olha assim pra ele.

Então nosso primeiro contato foi pelas redes sociais há umas três semanas. Comecei no direct falando bobagens, elogiando a menina, que ela tinha um sorriso lindo, FATO. Disse que achava ela super bacana e perguntei se ela achava problema nós termos contato. Ela prontamente disse que não.
Os dias foram passando até que ela me surpreendeu com uma pergunta:

— Você não fica com sua esposa não?

Como assim eu não fico com minha esposa?

Tipo, você fala comigo direto!

Você se incomoda por ter vontade de falar com você Dudinha?

Não, não. Por mim tudo bem!

Fiquei meio preocupado. Essas pequenas perguntas e afirmações foram no dia 15 de fevereiro. Desde esse dia eu sempre dou boa noite minha pequena e ela retribui com uma boa noite meu grandão. Ou então: boa noite minha princesa e ela boa noite meu príncipe.

Estou com muito tesão por essa novinha, e o que me deixa mais excitado é pela adrenalina. Sou bem influente na congregação e também tem o lance de saber se realmente ela tá falando a verdade ou está de blefe comigo.

Mas no último domingo, dia 17 eu a vi no fim do culto, já que os adolescentes ficam separado dos demais, e eu passei por ela mais tinha algumas pessoas por perto, na volta ela continuava no mesmo lugar e eu me aproximei:

Boa noite minha pequena!

Achei que você ia passar de novo sem falar comigo, estava esperando o abraço que você me prometeu! (disse ela)

Nossa, nessa hora eu ceguei pra tudo dei um abraço bem apertado que senti os seios dela fiarem comprimidos no meu corpo. Que cabelo cheiroso, que pele macia. E eu com as mãos nas costas dela, próximas à cintura. (lá nessa congregação os homens quando tem algum contato com as moças, abraçam de lado).

Repeti o abraço duas vezes, sendo que no último abraço, afastei o cabelo dela que estava em um dos ombros, dei um xero no pescoço dela e um beijinho. Senti um arrepio por parte dela, os pelinhos dos braços ficaram arrepiados, mas também não comentei nada. E falei, no ouvido dela:

= Você está proibida de não me abraçar quando me vê!

Ela sorriu pra mim, os olhos brilhando e nos despedimos, pois ela ia embora com os avós. Então, para esse relato não ficar cansativo, no próximo vou contar mais detalhes sobre a Dudinha, e mais na frente de alguns eventos que vão ter na igreja que vão facilitar eu vê-la com mais frequência.

Comecei a me interessar pela Duda, ela bem que desconfia, já deu algumas cortadas em mim do tipo, sua mulher vai ficar chateada você falando comigo, ou então; não gosto muito de gente no meu pé. Mas no fundo ela gosta sim, tanto é que demostrou interesse em receber meu abraço no último domingo 17/02 na igreja, quando dei uma boa encoxada nela, e pude sentir minhas mãos em sua cintura, costas, e nunca, além de deixar os seios dela bem pressionados no meu corpo.

Nossa ultima troca de mensagens pelo whats, perguntei se ela iria participar de um acampamento que vai acontecer na igreja. Não é dos acampamentos de dormir, mas terá encontros em dois horários, manhã e noite. Ela confirmou que iria. Então já estou ansioso para esses dias, de 28/02 a 05/03. Mas agora quero relatar outra conversa que tivemos.

Perguntei a Duda se ela tinha créditos no celular, ela respondeu que não. Antecipei-me e disse que colocaria se ela não se importasse. Mais uma vez ela respondeu que não, desde que eu não pedisse nada em troca. Fiquei sem intender o “nada em troca”. Perguntei algumas vezes insistindo, mas se êxito na resposta. Tenho quase certeza que ela ia achar que iria pedir fotos, ou coisa do tipo. Eu estou deixando rolar, vê no que vai dar essa história. Mas já tive altos pensamentos e já bati muitas punhetas pensando nela.

Minha intenção mais na frente é chama-la pra sair, tomar um sorvete. Quero vê se ela vai topar. Quem já passou por alguma experiência parecida, deixa o e-mail. Vamos trocar informações. Realmente não quero vacilar. Pois hoje sou casado, e como disse anteriormente, sou bem aceito na denominação e um escândalo seria muito foda pra todo mundo.

Como eu imaginei meu instinto não ia me enganar, se vocês leram os outros relatos devem ter percebido que eu estava com receio de que meu desejo por essa novinha fosse coisa da minha cabeça… Mas pra minha grata surpresa não era. Dudinha é branquinha, tem 13 anos, seios bem avantajados pra sua idade, mas não desproporcionais ao seu corpo, tem uma cintura bem malhadinha, lábios pequenos, cabelos cacheados até próximo da bundinha, que é bem arrebitadinha, já as coxas são bem torneadas, como a maioria das meninas mais evoluídas pra essa idade. Se vocês olharem pra ela, dariam fácil uns 16 ou 17 anos.

Pois bem, depois da breve apresentação dela, vou contar os acontecimentos mais recentes: por esses dias nos vimos em um dos corredores da igreja em que frequentamos. Logo de cara ela me deu um sorriso bem malicioso… Então resolvi chegar mais perto dela, até que levei para um canto onde raramente apareceria alguém, a puxei e dei um abraço e um beijo no pescoço como sempre faço quando tenho oportunidade, e é claro aproveito para sarrar meu corpo no dela. Nesse dia ela estava com uma camisa que deixava um decote muito lindo, e dava pra ver o sutiã branco com rendas nas bordas. Passou esse momento do abraço e ela arranhando minha costa. Decidir ir para o tudo ou nada… (antes nos despedimos e cada um foi pra sua casa)


Quando chego à minha casa, a primeira coisa que faço é pegar meu celular e quando olho já tinha mensagem dela… Aproveitei e parti pra sacanagem pra ver até onde ela ia.

– Nossa Duda que abraço gostoso, você estava com o coração batendo forte, percebi que deu até uma suspirada funda… foi porque eu apertei você no meu corpo?

– rsss. Sim, gosto do seu abraço! Você me deixa segura, mesmo sendo perigoso, você é casado né?

– Mas um abraço não mata ninguém, não é mesmo?

– É né…

– Esse “né” quer dizer o que? Termine?

– Rsss, nada não!

Papos mais tranquilos, até que eu resolvo ver se ela é safadinha mesmo: chamei pra vir para minha casa. Ela disse que não sabia se podia porque a mãe dela pegava muito no pé dela e coisas desse tipo. Eu insisti que queria ficar com ela abraçando e tal… Ela disse que era impossível ficar só no abraço uma tarde inteira. Então eu disse que estava a fim de ficar com ela:

– Você está me deixando “doidinho” menina, até sonhei com você! Espero que você não se assuste, mas no sonho você vinha pra cá e assim que eu fechava à porta a gente se pegava! Beijava seu pescoço começa a tirar sua camisa… seu sutiã!

Ela me interrompeu com um:

– Eitaaaa

– O que foi? Quer que eu pare?

– Não continua vai

Então eu soltei que queria ser o primeiro. Ela disse:

– Primeiro a que? Por que eu não sou mais virgem!

Eu já tinha isso em mente. Não foi um espanto, deixei a pergunta dela de lado e parti pra saber quem tinha tirado o cabacinho dela. Resumindo foi um namoradinho dela, ele se chupavam, e ele meteu na xaninha dela por duas vezes só no carnaval… (pra não deixar o conto muito grande)

Então eu peguei o gancho da pergunta de novo e disse que queria ser o primeiro a comer o cuzinho dela.

– Eita, sério!

– Eu, porque não? Você não tem vontade, curiosidade?

– É tenho, mas tenho medo (aquela velha desculpa)

Então comecei a contar a ela do sonho, pedi pra ela ficar se tocando. A curiosidade dela era demais… Então eu perguntei se ela realmente queria, ela disse que sim, só não sabe como ela ia fazer pra sair de casa, já que a mãe é 24 horas dentro da casa delas com a irmã pequena. Decidimos então dar uns pegas dentro de uma das salas da igreja que não vai ninguém na hora dos cultos. Assim que eu pegar a Dudinha lá na sala eu trago notícias.

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