A MULHER DO VIZINHO

 Me chamo Mateus, tenho 32 anos. Morei desde a infância no mesmo bairro, local onde se passa esse conto.

Minha família foi criada na igreja católica do bairro e a maioria dos frequentadores se conheciam de longa data. Minha mãe quase uma beata, tinha amizade estreita com um casal de vizinhos frequentadores da paróquia, eu nunca dei importância e não frequentava.

Faziam um estilo antigo, parecido com cidades de interior, iam fazer novenas e rezar, cada semana na casa de uma família diferente. Nunca tive repulsa nas praticas quando era em casa, mas não participava diretamente, mas buscava água e café para as velhas beatas e, uma coroa da novena me chamou atenção, a Rosário.


Rosário era uma mulher judiada e quase nada atraente, a não ser pelos peitinhos pequenos e curvados para cima, o que deixava os bicos apontando pro alto. Era relaxada, sempre de roupas velhas ( estilo dia de faxina ). Seu marido se chama Beto, era um sujeito calado, não ria, mal falava e vivia isolado.

A novena certa vez passou pela minha casa, ajudava na água e café, Era um fim de tarde com mudança de clima, no por do sol já se sentia um ventinho gelado. Rosário sentou se ao lado da porta que estava aberta e pegou todo o vento gelado, estava de chinelos, uma calça de elanca e uma regata não cavada comprida de cor branca. Fui buscar o café e quando servi a Rosário, paralisei alguns segundos, já tinha notado nas tetas da coroa, não só eu, meu pai sempre falava. Por causa do vento frio na porta, os bicos endureceram fazendo aquela marca na roupa, uma uma regata de tecido relativamente fino e deu pra notar perfeitamente, parecia estar sem sutiã. Nos dias seguintes, eu olhava ainda mais na esperança de ver aqueles bicos duros .iguais lança de portão.

Se estava com minha mãe, fazia questão de ficar na espreita. Realmente, toda vez que a via, não notava sutiã, também, pra que? Eram pequenos, duros e em pé. Era uma quase senhora simpática, apesar de quase não ter atrativos, era bem divertida, o oposto do seu marido.

Rosário ia muito em casa, havendo ou não novena, em uma dessas eu mirei as tetas e nem ouvi minha mãe falando. Rosário certeza que percebeu, manteve a descrição e brincou com a situação: tá pensando na morte da bezerra é Mateus?

Caramba, fiquei sem graça, saí de perto e evitava cruzar pela rua. Mas logo passai, voltava a definitivamente babar, pra piorar, meu pai dizia: Já viu as tetas dela? tesão que são né? Eu ria.

Minha mãe comprava pano de prato pintados pela Rosário e pediu para eu ir buscar na casa dela, que era ao lado. Fui buscar os panos, fui recebido e entrei, estava só, pois o marido tinha ido ver peças pro carro dele. Assim que entrei, disse pra esperar e voltou com os panos, me mostrou um por um, ria, fazia piada e os colocou numa sacola, eu tentava olhar para as tetinhas de canto de olho, mas e o medo de ser flagrado outra vez.

Quando me preparava para sair, disse ainda bem que foi vc que veio buscar, tenho um assunto sério para falar, caralho, gelei, entrei em choque e me entreguei:

Desculpa, desculpa, desculpa dona Rosário, não te olhei por mal, mil perdões, não quis ofender.

Calma Mateus, e deu um tapinha descontraído na minha perna.

Fiquei de boca seca, abaixei a cabeça. Disse que quando me flagrou, brincou com a situação para minha mãe não se tocar, e que de certa forma se sentia bem, se sentiu viva, pois alguém mesmo ela já sendo uma coroa a olhou. Sem entender porra alguma perguntei:

Você gostou? Isso que quis dizer?

Mateus é assim: Eu e o Beto já não temos nada afetivo há anos, ele tem uma disfunção erétil severa, por isso está sempre do mesmo jeito, calado, de canto, não ri de nada e pra piorar a cirurgia de prótese é uma fortuna. Com essa situação eu fui ficando abandonada, pra ele tanto faz minha presença, mal conversamos à respeito de qualquer assunto. Estou lhe dizendo pq sei que é uma pessoa bacana.

Ouvi tudo calado sem piscar, agradeci a confiança, ficou uns segundos de um silêncio constrangedor e disse:

Olha aqui Mateus.

Ela segurou a camiseta com a duas mãos na altura da costela e puxou para o corpo, ficando mais justa e marcando e modelando aquelas tetas absurdamente deliciosas. Não conseguia dizer nada de nada, mas quando soltou a camisa sem querer querendo eu disse, nã…nãaaaooo. Ela soltou um riso meio tímido e puxou de novo e me olhava com um olhar de lado bem interessante. Meu pau subiu na hora e no reflexo o apertei dizendo: Minha nossa, que isso? foi feito à mão, caprichado. Ela deu um risinho mais solto e perguntou:

O que vc esta segurando cresceu?

Uhum, ahhhh cresceu sim. Respondi

Quanto tempo que eu não…

Sem deixa lá terminar de falar, sem medir o que pensava, puxei a mão dela pro meu pau

Ai pega, segura, aperta.

Apertava forte, olhava fixamente sua própria mão, peguei na tetinha dela, mudou o olhar pra minha mão lhe acariciando, eu disse: espera, abri o ziper da calça e coloquei pra fora, esticou um fio da baba do pau, segurou de novo, é canhota, punhetou lentamente, pedi pra ver sem a camiseta, ela ergueu e mostrou as tetas mais lindas e exóticas que vejo até hoje, os bicos estavam explodindo de duros, chupei lentamente aproveitando cada pedacinho. A coroa ainda tinha fogo nas ventas. Pediu pra ver gozar, eu disse, a vontade, o faça jorrar porra. Sua respiração estava pesada, forte e lenta. Punhetou gostoso, super devagar, adorei esse modo de punhetar. Espirrei forte e grosso, com a mão, ela espalhava de olhos fechados com cara de alivio, achei que ia tentar não deixar baixar, começar a chupar sei lá, não largava a mão do pau. É Rosário estava sentindo falta de um pau duro por ela. Pediu o número do meu celular e disse

Vai pra casa e não fica distraído pensando na morte da bezerra, e deu risada

Morte? Vou punhetar pensando nas tetas da bezerra. Respondi cutucando

É Mateus, bezerra bebe leite

Pode beber, tem bastante aqui

Pq acha que pedi seu celular? Te ligo, vai que já demorou muito. esses panos de prato.

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