PERDENDO A VIRGINDADE COM O COROA SACANA

 Me chamo Carine, tenho 20 anos, 1,60m, carinha de menina, morena, cabelos negros e longos, bunda e peitos fartos. Eu era evangélica, frequentava o mesmo templo de meus pais, meu namorado e a sua família. 

Foi ali que conheci Júlio, um rapaz com quem namorava há 4 anos. Ele sempre me respeitou, tínhamos planos de casar e sonhava que ele fosse o meu único homem. Sou de uma família humilde e tenho que trabalhar para ajudar meus pais. 

Há três meses atrás, pasmem, eu ainda era virgem! Estava passando por umas dificuldades por falta de grana e trabalhava numa sala no centro da cidade com o Sr. Geraldo, meu patrão, que só aparecia no escritório no inicio da manhã. Eu era responsável e controlava uma “caixinha” com o dinheiro para pagar pequenas contas, como condomínio, luz e telefone. Essa caixinha tinha algo em torno de R$1500, 00 mensais e eu sempre prestava contas ao Sr. Geraldo no inicio de cada mês. Como sempre estava “dura”, as vezes eu pegava um pouco desse dinheiro para as minhas despesas, mas após meu pagamento sempre devolvia ao caixinha. 

Estávamos no meio do mês, quando voltei do almoço e encontrei o Sr. Roberto, contador do meu patrão, com a caixinha na mão me esperando. O Sr. Roberto era um velho asqueroso de 65 anos, cheirava a suor e cigarro, careca e envergado de tão magro. Sempre quando aparecia no escritório tentava se engraçar comigo, mas eu sempre era muito grosseira com ele. Apavorada, porque sabia que não poderia comprovar os R$500,00 que estavam faltando, esperei ele se pronunciar: 

“- Carine, eu vim dar uma conferida na saída de dinheiro a pedido do Sr. Geraldo e notei que está faltando, o que você me diz?”. Comecei a gaguejar na explicação e ele logo me cortou: 

“- Você é uma ladra e vou chamar a policia agora para resolvermos isso”. Comecei a chorar desesperadamente pedindo para ele não fazer isso comigo. Vendo meu desespero ele calmamente falou: 

“- Olha, a gente pode resolver isso sem que ninguém saiba de nada, e depois você repõe o dinheiro. Foi então que eu lhe perguntei como poderíamos fazer isso e ele cinicamente me olhou e falou: 

“- Eu quero te ver peladinha aqui na minha frente. “. Completamente chocada com aquilo voltei a chorar. Eu, ainda chorando, supliquei: 

“- O senhor é um velho muito cruel, eu não posso fazer isso. Não me obrigue!!!. Ele retrucou que por ele tudo bem e pegou o telefone dizendo que estava ligando para a policia. Totalmente desesperada eu gritei: 

“-Tá bom, tá bom!!!!”. Ele sorriu, e desligou o telefone. Falou que tinha que voltar para o seu escritório, mas que voltaria no final do expediente para que eu cumprisse a sua ordem. Saiu e eu fiquei chorando sem parar. Nem meu namorado tinha me visto nua, aquilo tudo não poderia estar acontecendo. Quando meu expediente terminou, resolvi me antecipar ao Sr. Roberto e ir embora. Estava no hall e o elevador chegou e trazendo junto o velho que já saiu dizendo: 

“- Aonde você pensa que vai? “. Deixei o elevador ir embora e entrei na sala junto com o velho. Apavorada eu pedia para ele não fazer isso comigo e ele me explicava que apenas queria me ver nua e nada mais. Como não tinha jeito, e acreditando que aquilo seria rápido, comecei a tirar a minha roupa. Logo meu corpo virginal começava a ficar exposto e o Sr. Roberto me olhava atentamente. Estava totalmente peladinha e o velho não resistiu e avançou encima de mim, segurando meus pequenos seios, suspirando de prazer. Tentei fugir mas ele me abraçou pela cintura e disse que queria sentir a minha pele. Ele sentou no sofá me puxando para o seu colo. Quando sentei pude sentir que ele estava de pau duro. Ele começou a falar que eu sempre o esnobava e que agora nós iriamos nos conhecer melhor. Chorando, eu pedia para ele me deixar, mas ele forçava a mão entre as minhas pernas. Foi quando eu implorei para que ele parasse porque eu ainda era virgem. O velho ficou com um tesão incrível, e mamava meus peitos e me acariciava toda. Ele me disse que eu teria que fazer uma coisa para ele e assim ele não me comeria. Naquele ponto eu estava topando tudo, com muito medo de ser descabaçada. Ele ficou em pé na minha frente e tirou as calças e em seguida a cueca me mostrando um imenso caralho, duro, com a cabeça apontando para o meu rosto. Me ordenou que o chupasse e eu sem nenhuma intimidade no assunto, pois nunca tinha visto um pênis ao vivo, comecei a passar a língua na cabeça do pau. Ele me agarrou pelo pescoço e meteu quase a metade do pau, que tinha mais de 20 cm., na minha boca. Fiquei chupando esperando que assim ele se acalmasse. Após alguns minutos ele abaixou e me empurrou abrindo minhas pernas. Foi aí que ele pode ver a minha bucetinha e comprovar que eu ainda era virgem. Encostou a boca e começou a me lamber. Aquilo no inicio era nojento mas logo ele fez ficar alucinante. Eu não sabia, mas eu estava gozando sem parar na boca daquele velho nojentão. Soltei um grito e perdi os sentidos por alguns segundos. Quando percebi ele estava deitado sobre o meu corpo chupando meus peitinhos. Eu estava sem forças e ele se ergueu um pouco posicionando o pirocão na entrada da minha bucetinha. Tentei empurra-lo e gritei: 

“Não!!!! Não me mete esse peru!!! Eu sou virgem!!!”. 

Ele me disse que queria só esfregar a cabecinha e começou a faze-lo. Ele fazia aquilo com maestria e contra a minha vontade comecei a ficar molhadinha e ele notou isso e forçou um pouco mais a cabeça para dentro de mim. Gritei e ele falou: 

“- Calma menina, é só a cabecinha, eu não vou meter o pau.”. Senti uma forte e dolorosa fisgada quando ele conseguiu introduzir a cabeça do pau na minha buceta. Eu o agarrava firme pelos ombros e o olhava apavorada, falando:”- Chega!! Só isso por favor, não mete mais não!!!” . E aconteceu: com a cabeça entrando ele empurrou o resto para dentro, me fazendo gritar de dor. Chorando eu dizia: “- Tira por favor!!! Tá me rasgando!! Para por favor!!” Mas que nada, estava falando com as paredes e o velho começou a fazer um movimento ritmado enfiando e tirando aquele picão da minha bucetinha. Estava ficando toda molhada, e a piroca do velho já estava mas gostosa naquele momento. Foi quando lembrei que ele não poderia gozar dentro de mim e supliquei: 


“- Por favor, me atenda dessa vez, não goze dentro, não estamos prevenidos! O Sr. está sem camisinha e eu posso engravidar! ” Foi eu falar isso e o velho soltou um grito, como um urro de um animal, bombeando porra sem parar com o caralho dentro de mim. O velho gozava violentamente. Aquela sensação me fez gozar novamente. Recebi toda a porra do velho dentro de mim e pensei no risco que estava correndo. O leite estava derramado, não adiantava mas chorar. Permaneci deitada chorando e ele foi se vestindo me dizendo: 

“- A sua pererequinha agora tem outro nome, ela se chama BUCETA!”. Eu continuava chorando e ele continuava a falar: “-Amanhã eu volto, esteja preparada para sentar no meu pau!!!”. Ele terminou de se arrumar e foi embora. Em seguida eu fiz o mesmo. Aquilo continua acontecendo até hoje, em todos os finais de tarde aqui no escritório. O Sr. Roberto já me comeu de todas as maneiras, inclusive meu cuzinho. A frequência das fodas foram tão grandes que acabei engravidando.

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