NOVAS DESCOBERTAS DE HELENA (CONTO BISSEXUAL)
Sou de uma pequena cidade no interior de São Paulo, venho de família simples, porem muito trabalhadores como a maioria dos brasileiros. Cresci em uma casa humilde com meu irmão, minha mãe, meu pai e alguns valores religiosos como é de costume em cidades interioranas. Nossa família sempre foi católica, sem radicalismos ou extremismo, apenas os valores básicos e tradicionais da igreja, como ir à missa todo domingo, ser batizada, confessar, comungar, fazer catequese, enfim… O de sempre. Outra prerrogativa que era determinante lá em casa, eram OS ESTUDOS! Meus pais sempre nos orientavam que a garantia de um futuro melhor estava totalmente relacionada ao máximo de conhecimento adquirido durante a vida na escolar e a escolha certa de um bom curso universitário. E assim fizemos. Meu irmão sempre muito dedicado, só tirava boas notas, logo terminou o 3º ano, fez vestibular para uma faculdade publica renomada e passou. A felicidade dos meus pais era tamanha que me motivou a estudar e me dedicar mais ainda! Eu teria quatro anos para me preparar ate terminar meus estudos e dar uma alegria tão boa quanto a do meu irmão para os meus pais, porem não foi o que aconteceu. Nosso padrão de vida mudou muito, já éramos pobres, mas com a crise, meu pai foi demitido depois de 24 anos trabalhando em uma metalúrgica. Minha mãe teve que começar a fazer marmitex para vender, meu irmão, que era ajudado pelo meu pai, teve que começar a trabalhar para e manter estudando na capital e eu, sai da minha escola particular, fui para uma publica e comecei a trabalhar para ajudar minha família. No entanto, meus pais continuavam me dando a maior força e repetiam pra mim todos os dias que isso seria temporário que eu deveria estudar, me dedicar e ir para faculdade.
Dois anos se passaram e eu terminei meu 3º ano (até que enfim rsrs) decidida há fazer fisioterapia, fiz vestibular para várias cidades, tanto em universidades particulares, quanto nas públicas, porém, para minha tristeza, não passei para nenhuma das públicas, mas, passei com o ENEM com uma bolsa de 100% para uma faculdade particular. Confesso que fiquei meio decepcionada, queria muito estudar na mesma universidade que meu irmão ou em pelo menos, numa similar, mas tudo bem. De imediato falei para meus pais, eles ficaram muito felizes e entusiasmados, até mais do que eu mesma. A faculdade era em outra cidade, então fui com minha mãe ver como era, já que meu pai já estava trabalhando de novo (graças a Deus). Fomos procurar um lagar para eu ficar, conhecemos a coordenadora do curso, me localizar na cidade, enfim… Minha mãe queria saber se eu ia ficar bem, até deu o número do celular dela para a coordenadora do meu curso kkkkkkkk. Que vergonha! kkkkk E eu, entre uma vergonha e outra que minha mãe me fazia passar, ia olhando em volta e percebendo o quanto aquilo iria mudar minha vida, as pessoas, o lugar, as árvores, os carros, as pessoas com pressa indo para algum lugar, tudo tinha cheiro de liberdade, novas descobertas, novas experiências.No dia seguinte, fomos ver um lugar para eu ficar e, claro, passei mais vergonha. Minha mãe já entrava no lugar questionando tudo, botando defeito, perguntando o porque disso ou o porque daquilo, foi um caos! Depois de irmos a 6 lugares diferentes durante o dia todo, conseguimos achar um. O lugar era um pouco fora do nosso orçamento, tinha que dividir o aluguel, mais condomínio, água, luz, tv a cabo, internet, telefone, enfim… Uma infinidade de coisas, porém, como toda mãe, a minha queria o melhor para mim e cometeu o enorme erro de achar que o mais caro é o melhor. E assim as aulas começaram… Mudei-me, foi aquele chororô, meu pai preocupado, minha mãe idem, passei pelo processo de iniciação da republica, que consistia em beber umas cachaças, chacoalhar a cabeça, ficar com um carinha e toda aquela baboseira universitária. (E não, não dei pra esse carinha. E não, não era mais virgem. Perdi aos 16 com um babaca, pra variar) Continuando: moravam eu e mais 4 meninas, dividia um quarto com uma delas, minha adaptação foi excelente, sempre fiz de tudo em casa, me virava bem sozinha, as meninas eram legais, o prédio era ótimo, mas… Isso é a vida e, na vida, nada é perfeito. As meninas eram extremamente baderneiras, não queriam saber de nada, umas nem pra faculdade iam, nosso condomínio vinha uma fortuna por causa das multas e advertências por incomodar vizinho ou por nadar pelado na piscina enfim… no meio do ano estava decidida a sair de lá. Meus pais me perguntavam e eu respondia que estava tudo bem, a final de contas, não queria preocupa-los, mas a verdade é que eu estava de saco cheio. Não dormia a tempos, tive que trabalhar meio período para conseguir honrar com a parte que me cabia nas despesas do AP, já que por sua vez, nós tínhamos muitas multas e isso acabava com meu orçamento.
_Ai agora vocês estão pensando: “ai como ela é santa, preocupada com a bagunça, com despesas domésticas… um exemplo de conduta.” Não, também saia, curtia, bebia, ficava ruim, trepava, chupava, porem, não “passava recibo”. Tudo tinha hora, tudo tem limite, pelo menos, para mim.
Como felicidade de pobre dura pouco… As férias acabaram, voltei para a rotina e ia ver como seria morar com Marina de fato. “Todo mundo é muito bom até morar com ela.” kkk Mas não tive surpresas, passaram um mês, dois, três e tudo corria bem, graças a Deus. Nossa parceria era ferrenha, tínhamos uma sintonia fora do comum. Fazíamos tudo que tinha que fazer, o AP era arrumado, tudo no seu devido lugar, cumpríamos nossas responsabilidades e tudo corria bem. As pessoas iam à nossa casa, que já estava decorada, arrumadinha e ficavam loucas para dividir o AP com a gente, mas não tinha jeito, NÃO SE MEXE EM TIME QUE ESTA GANHANDO. Nós saímos, nos divertíamos, bebíamos todas mas, depois sabíamos a hora de voltar pra casa. Parceira perfeita, tipo Bonnie e Clyde. kkkkkk At[e que em uma dessas saídas, Marina conheceu Udson, um cara legal, descolado, seguro de si, com senso de humor, tinha um corpo bacana, era malhadinho, seu rosto não era dos melhores, mas isso era o de menos, compensava pela pessoa que ele era. A essa altura, não estava mais com o Luiz C., nem com ele e, nem com ninguém, estava curtindo a vida adoidada!! kkkkk E assim eu fui tendo um lance ali, outro acolá, mas Marina continuava firme com Udson a ponto de deixarmos de lado uma das nossas principais regras de convivência no AP: NÃO TRAZER HOMEM PARA DENTRO DE CASA. Mas, ele era gente boa, eu Marina conversamos e entramos em um consenso e decidimos que desde que não fosse todo dia ele poderia dormir lá. E isso foi minha perdição!!!!!!!!
Nosso horário de aula era diferente (meu e de Marina) eu, estudava de manhã e a tarde, porém na quarta eu não tinha aula a tarde e ela sim, porém teve um dia que eu cheguei em casa numa quarta feira por volta de 13:00h, abri a porta e comecei a escutar:
_Me chupa safada, vai! Isso, do jeito que te ensinei. Chupa bem gostoso, devagarinho…Isso lambe a cabecinha agoraaaahhh. Issooo… Você fica linda fazendo isso! Agora deita aqui que eu que vou te chupar bem gostoso
Nisso eu fiquei quietinha escutando, ele ensinando o como ela precisava fazer para dar prazer pra ele no sexo oral. Ela dava umas gemidinhas baixinhas e entre uma engasgada e outra ela perguntava e estava fazendo certo. E eu não sabia o que fazer, quer dizer, eu sabia. Eu tinha que ter deixado os dois lá na intimidade deles e tal… Mas eu não conseguia parar de ouvir. Quando ela deitou na cama para ele chupá-la, eu me aproximei da porta bem lentamente, parecia que tinha uma força que me empurrava para vê-los, eu num estado de excitação e constrangimento, não sabia direito o que estava acontecendo comigo mesma. Então, Marina ficou na cabeceira da cama, Udson se debruçou sobre ela, lhe deu um beijo bem molhado, desceu até eu pescoço, chupou seus seios que ainda estavam em baixo do vestidinho vinho com flores azuis que Marina usava, passou a mão sobre seus ombros, acariciando e tirando a alça do vestido que ali se apoiava, foi descendo bem lentamente, beijou seu umbigo enquanto à masturbava por cima de sua calcinha com movimentos objetivos e sutis, foi mais ousado e, tirando sua calcinha bem devagar, ia perguntando para Marina se ela estava gostando, ela só dizia: ___ SIM, Udy (apelido do Udson) tooo gostando. ahhhhh, ahhhh, uhhhh.
Eu ainda na porta extasiada, sem conseguir me mexer, continuava assistindo e ouvindo com atenção. Até que ele depois de fazer as preliminares mais excitantes que eu já havia presenciado, começa a chupá-la, bem devagar, porém profundo, molhado, como um oceano de prazer, achei que ele sumiria dentro dela, ele chupava e lambia ela inteira, ia explorando a possibilidade de meter na bundinha dela com toques gentis, mas que marcavam presença no cuzinho da Marina. Ela se contorcia inteira, apertava a cabeça dele com as cochas, passava seus pés nas costas de Udson, segurava e beliscava seus peitinhos e, Udy não parava de chupar… Virou ela de quatro e dava longos beijos no cuzinho da Marina. Dava pra perceber pela reação dela que ela estava descobrindo aquela sensação ali, naquela hora, os gemidinhos que ela dava denunciava cada ponto erótico novo que ela descobrira. E eu ali, HIPNOTIZADA em vê-la naquele estado, se contorcendo de prazer. Em um dado momento Udson decide penetra-la. Eu confesso que estava aguardando esse momento, mais do que desejei passar para uma universidade pública. Então ele direciona seu pau rígido em direção a sua bucetinha e fica passando, pincelando, entre a buceta e o cuzinho. Marina diz bem baixinho:
Udson responde que vai por onde ele quiser e ela vai gostar e pedir mais e conclui dizendo que ia racha-la no meio.
__ Você não pediu, então toma!!!
Ela só gemia e dizia coisas desconexas que não entendi. E Udson continuava, estava louco de tesão, dava cada bombada nela que eu achei que ela deslocaria a pelve. Ela de quatro na cabeceira da cama, ele em pé e metendo com força:
Udson: Toma minha gostosa! uhhhh ta gostosooo… Vc faz o que ué mandar agora, né putinha?
Marina: AINNNHHHHH, AINNNHHHHH… Sim, façooo… faço tudo, gostoso!!!
Udson: Então vira, gostosa!!!
Nessa hora, ela virou ficou deitada de barriga para cima na cama. ele subiu na cama ficou de joelho na frente dela e enfiou com gosto! “Ela gemia e pedia pra ele ir mais devagarzinho, que assim estava machucando.” Udy afirmava que ela era apertadinha e que ela tinha que aguentar e disse que ela “poderia fazer dinamite”. (Só depois de um tempo fui entender, mas enfim… Continuando) Então, Marina começou a ficar mais ofegante, colocou os pés no peito dele e aproveitou e chupava seus dedinhos e, Udson não parava de marretar a Marina, nessa hora percebi que ele ia gozar porque ele ficou mais histérico, perdendo o domínio sobre o próprio corpo e, ela, IDEM! Enfim gozaram ou pelo menos, pareceu que sim. Eu não me masturbei assistindo, mas estava toda encharcada, minhas pernas tremiam, nem sei te dizer se gozei ou não… Só sei, que assim que vi eles chegando ao ápice, saí de fininho pra rua novamente. Fui ate a padaria que tem em frente, sentei no balcão, pedi uma agua e, fiquei em estado de choque, a moça da padaria até veio me perguntar se estava tudo bem, eu disse que sim e fui para o banheiro. Sentei no vaso e chorei, chorei muito… Quando cai em mim, percebi o que eu tinha feito!!! Como iria olhar pra ela de novo!? Como iria olhar para o casal de novo!? Com o mesmo respeito, a mesma imparcialidade!!?? Eu sentia que tinha estragado tudo! Uma amizade tão bacana, estabelecida por uma causa nobre: Os estudos!! Enfim… Fiquei arrasada!! E assim como a maioria das pessoas, sempre quando esta mal, você recorre a família: Já na rua, peguei meu celular, e comecei a ligar pra minha mãe (eu sei, nada maduro da minha parte, mas foda-se) chamava, chamava e ninguém atendia. Acho que foi Deus! Porque se ela atendesse, o que eu ia dizer!?? Mas enfim… liguei no meu irmão e, ele claro, atendeu! ALELUIA SENHOOOR… Eu comecei a chorar, ele ficou nervoso, achou que tinha acontecido alguma coisa, e eu tentando explicar mas só chorava. Então ele se conscientizou que se eu estava ligando pra ele, morta eu não estava, então ele foi se acalmando, pediu que eu sentasse, e com calma falasse o que tinha acontecido. Enxuguei minhas lagrimas, tomei coragem e contei. (Não os detalhes, logico) Meu irmão, aquele merda, ria da minha cara como se eu tivesse contado uma piada, entre uma gargalhada e outra, ele disse que isso na faculdade era normal, que eu podia relaxar, não precisava falar nada pra ela porque ela sabia que na quarta feira eu não tinha aula e quis ficar lá do mesmo jeito, enfim… E ainda disse que eu podia ter filmado e mandado o vídeo pra ele. kkkkkkk (FDP) Eu ri, relaxei um pouco, respirei fundo e decidi voltar pra casa, no trajeto, fui andando e pensando em tudo que meu irmão tinha me falado, eram pouco minutos de caminhada, mas deu para refletir bastante sobre a questão. Dentre tudo que meu irmão me falou, o que mais me fez pensar foi o fato de poder filmar, mesmo “entre a cruz e a espada”, ou seja: mesmo sabendo que era errado, mas seria um erro muito excitante, confesso que fiquei tentada em fazê-lo.
Chegando em casa eles não estavam. E mais uma vez: “GRAÇAS A DEUS”! Fui direto para meu quarto, deixei minhas coisas na cama e fui até o quarto da Marina ver se tinham deixado algum vestígio, sei lá… (Até hoje não sei o que fui procurar lá) Mas não tinha nada, estava tudo como se nada tivesse acontecido, desta forma, fui tomar banho, coloquei minha roupa no cesto de roupa suja, minha calcinha ainda estava úmida por causa do acontecido, liguei o chuveiro e me ensaboei me enxaguei, lavei o cabelo e as imagens não saiam da minha mente, ficava lembrando de cada detalhe da cena, o cenário, os sons de puro prazer que o casal emitia, e mais uma vez fui tomada por um tesão arrebatador, aproveitei que estava em um lugar apropriado e me masturbei bem gostoso, a maneira que o tesão veio até mim foi de maneira tão amoral que com os movimentos acabei arranhando minha bocetinha com a unha. Me toquei como nunca tinha feito antes, foi sem sombra de dúvida a melhor siririca da minha vida, naquele momento pensava em filmar escondido tudo que eles fizessem, de um simples aperto de mão à um trepada gotosa e imoral como foi a foda anterior. Desta forma com esses pensamentos prevaricadores e com a luxuria tomando conta do meu corpo eu gozeeei, dessa vez tive certeza, gozeei muito e bem gostoso. Sentada no chão do banheiro, me reestabelecendo e me lavando ouço a Marina me chamar, ELES CHEGARAM! Eu já estava menos tensa, então respirei fundo, sai do box, peguei minha toalha e respondi ao chamado dela como se nada tivesse acontecido:
Eu: __ Oii Nina (Apelido da Marina) estou no banho, já estou saindo. Comprei sorvete.
Nessa hora já estava no meu quarto, trocando de roupa e pensando: “Agora vou pra cozinha ver esse putinho gostoso do Udy e vou ter que ficar disfarçando. Só me faltava mais essa depois de ser criada dentro dos preceitos da igreja católica vou ficar de putaria com o namorada da minha melhor amiga.
Mas como eu já disse, “A vida é uma caixinha de surpresa.” Sai do quarto e fui até eles na cozinha, cumprimentei, conversamos, jogamos conversa fora, rimos, fizemos piada enquanto Marina temperava o frango para fazer o tal estrogonofe. Nisso conversando com Udy, ele bem à-vontade como sempre, sem blusa com uma calça jeans e uma bota, dessas que os engenheiros usam, eu fui percebendo como ele era bobão, umas brincadeiras bestas, umas atitudes de criança, e aquilo me deixou meio confusa, descrente de minhas próprias convicções sexualmente falando, mas enfim… Vida que segue! Jantamos o estrogonofe estava ótimo, fizemos suco de maracujá natural, um papo legal, enfim… Até esqueci o meu “dilema”. Terminamos e Marina foi lavar a louça. Mais uma regra de convivência do AP: Quem faz a comida, lava a louça! Enquanto isso Udson foi tomar banho, eu fiquei ali sentada na mesa conversando com a Nina enquanto ela lavava a louça, papo vai, papo vem e mais uma vez a imagem recorrente retorna aos meus pensamentos. Marina falando de não sei o que e eu pensando: “será que ela vai me contar alguma coisa, será que vai me contar como foi?” Mas ela não falou nada e eu continuava olhando pra ela, mas dessa vez, de um jeito estranho, diferente… Ela continuava com o vestidinho vinho com flores azuis, um vestido com um tecido bem leve que fazia suas curvas se acentuarem, suas pernas lisinhas e bem desenhadas, seus cabelos com rabo de cavalo bem improvisado que dava um charme todo especial por estar em casa à-vontade, suas mão pequenas ensaboavam a louça com movimentos circulares, sues pezinhos delicados com as unhas pintadas de vermelho encaixadinhos em uma Havaianna do Minions, ela jogava o peso da perna de um lado para outro para aliviar a tensão te estar em pé, com esse movimento, fazia praticamente as mesmas reboladas quando Udy a chupava e ela se mexia na boca dele, entre esses movimentos ela tirava o cabelinho do rosto com um leve balança de cabeça e eu, pela terceira vez, no mesmo dia estava excitada com uma cena que Marina protagonizava.
Bom… fui pra aula, fiz tudo que tinha que fazer e fui embora no caminho fui pensando no meu dilema e decidi ir ao C.A.U (Centro de Apoio Universitário) É um lugar que tem entre outras atividades, psicólogos, analistas, psiquiatras, médicos, fisioterapeutas, atividades recreativas, enfim… Eles dão apoios para os alunos que estão longe de casa e tal. Eu fui marquei uma consulta com a Drª Leiliane, uma psicóloga que atende lá. Eu precisava saber o que estava acontecendo comigo!!! A consulta foi marcada para segunda feira e ainda era quinta, esses 4 dias foram os piores dias da minha vida. Eu passei a ter um tesão tão grande na Marina que eu dei para 3 caras entre sexta anoite e domingo. Um deles era o Luiz Carlos, meu ex! O outro, era um professor de tênis que morava no nosso prédio e que sempre dava em cima de mim e, o ultimo foi o Joel. Joel é moreno, não é muito bonito, mas faz muito gostoso, ele foi o único que me fez gozar. Ele é magro, atlético, longilíneo, estava sempre bem vestido, tem ótimo papo e soube-me foder do jeito que eu queria. Nunca fui do tipo autoritário, sou mais romântica em todos os aspectos, gosto de pegada, mas aquela que inspira segurança, quando o cara é objetivo, sabe o que esta fazendo… Mas nesse dia eu queria que judiassem de mim, nem que fosse só um pouquinho, eu merecia, estava sendo promiscua em relação a Marina, tinha dado pra dois antes do Joel praticamente no mesmo dia, queria ser comida com romance e um toque de submissão e então apareceu Joel. Ele como sempre sedutor, me disse algo que não me lembro mais eu gostei, logo na sequencia fomos até a quitinete onde ele mora e eu pedi:
__Hoje, se for pra me foder, tem que ser com força. Metem em mim como se você me odiasse!
Ele me olhou com muito tesão e veio pra cima de mim! Rasgou meu vestido, me pôs pra chupar, me pegou de quatro, levantou minhas pernas, quase fico de cabeça pra baixo, me chupou inteira, gozou na minha cara, me deu uns tapas, me chamou de vadia, vadiazinha, em fim… Me bagunçou inteira! Eu nem sei se gemi ou não, se gritei ou falei baixo, o que sei, é que GOZEI! Depois dessa trepada, durante a madrugada de domingo para segunda fizemos com carinho, foi gostoso também. Mas confesso que fiquei com medo dele querer passar do limite e me machucar de verdade. Sou magrinha, pra ele me quebrar não custava muito, do jeito que ele me levantava, posso ter corrido risco de vida! kkkkkk Ele puxava meus cabelos, no final o sofá estava cheio de fios dos meus cabelos pretos. Chupou meus peitinhos que deixou marcas, sou branquinha tudo deixa marca em mim, minha calcinha sumiu, meu vestido estava rasgado, meu sutiã ate hoje procuro… Ao longo do dia da segunda feira, foi descobrindo aos poucos o lado violento da nossa foda através de pequenos pontos que encontrava dolorido em meu corpo, até nos meus pés tinha uma mordidinha do cachorro do Joel.
Mas enfim chegou a hora da consulta, que eu imaginei que seria esclarecedora e que mudaria minha situação da água para o vinho (E olha eu usando metáforas religiosas kkk) Estava marcada para às 17:00h, às 16:30 já estava lá, estava ansiosa, louca para falar com a Drª Leiliane convicta de que esses 45 min me abririam os olhos e me dariam a direção correta para sair dessa situação… E então, enfim fui chamada!!! Entrei na sala, olhei para a Drª, ela muito simpática e receptiva, tentou com muito profissionalismo, interagir comigo, mas eu só desabei de novo, só chorava, chorava de soluçar, ela muito calma e serena, me deu uma caixinhas de lenço, eu tentava segurar as lágrimas, mas não conseguia, era mais forte que eu, a culpa que eu sentia, o remorso de ter trepado com homens diferentes em menos de três dias, esse sentimento louco que sentia por Marina, me sentia traindo minha educação, meus princípios, enfim… EU SÓ CHORAAAVAAAAA! Após uns 15 min de choros, soluços e múrmuros monossilábicos eu consegui articular, falei tudo: Da culpa, do tesão inapropriado, enfim… E a Drª só me olhava, me escutava e não dizia uma palavra… A sessão acabou e ela me disse ___”Volte aqui na semana que vem, no mesmo horário, tudo bem?” Eu de imediato concordei, mas queria saber afinal de contas “O QUE EU DEVERIA FAZER?” Perguntei pra ela e a Drª respondeu ___”Esta tudo bem, relaxa. Que bom que desabafou e disse tudo que pensa e como você se sente em relação a isso, mas tudo é um processo. A principio, quero que saiba, que não tem nada de errado nisso. Amar ou gostar de alguém nunca é uma coisa ruim, desde que seja na medida certa. Isso é apenas uma nova descoberta, não um crime hediondo. Vai com Deus, até semana que vem!”
A maneira que ela se posicionou em relação ao assunto, a serenidade, a calma, o ponto de vista esclarecido, enfim… Tudo me deixou bem mais tranquila e menos pressionada por mim mesma. Fui pra casa pensando, refletindo sobre o que ela disse e fiquei menos encanada, no entanto, fui me informar mais sobre o assunto, pesquisei na internet, li alguns textos, visitei fóruns, e claro li alguns contos. kkkkkk E fui percebendo esse “fenômeno” de uma maneira mais atual, moderna, sem as limitações religiosas de quem quer que seja. A semana foi passando, a convivência com Marina estava relativamente normal. Decidi tentar não alimentar qualquer coisa que seja, evitava vê-la trocando de roupa, ver ela saído do banho, vê-la fazendo as unhas ou lavando os cabelos, enfim… Determinadas coisas que eram frequentes eu decidi interagir de maneira mais racional. Na quinta feira, cheguei em casa e eles estavam trepando, dessa vez, eles me ouviram abrir a porta e quando eu entrei, um deles correu e fechou a porta do quarto. Fiquei bem, sabia o que estava acontecendo mais nem me excitei ou tive qualquer outro efeito colateral. Era “Eu” sendo “Eu” novamente, graças a Deus. Entrei no meu quarto fiz o que eu tinha que fazer me arrumei e, sai para encontrar o Joel, fazia frio, estava um clima maneiro para um cinema, comer alguma coisa, namorar um pouco… E assim fizemos, assisti um filme, tomamos um caldo, namoramos no carro, foi gostoso, depois fui pra casa. Chegando lá, Marina estava deitada no sofá assistindo New Girl, toda agasalhada, com um moletom amarelo claro com azul bebe, meias brancas e uma gorro do bob esponja kkkk, ela me perguntou onde eu estava, o que eu fiz, enfim… “conversa de comadre.” Falei sobre Joel e como estava sendo bom sair com ele e que ele era bem safadinho na cama e sabia o que estava fazendo. Ela de imediato foi rebatendo, dizendo que o Udson também era “bom no negócio” (essa foi a palavra que ela usou) que mandou ele embora porque ele não dá sossego e ela esta cansada, esta afim de fazer uma coisa diferente, sair, curtir, ter novas experiências como casal além das sexuais. Sugeri que ela falasse com ele, desse um toque, ele é gente boa e gosta dela, talvez ele só precise saber qual é o jeito certo de amá-la! Fui tomar um banho, depois para quarto trocar de roupa, coloquei meu moletom e voltei pra sala, ainda passava New Girl (nos adoramoooos) e Nina estava no Wpp conversando com Udson. Ele perguntou pra ela o que ela estava fazendo ela respondeu dizendo que estava assistindo New Girl comigo e as duas estavam de moletom por causa do frio. E quis tirar uma foto para mandar para ele, nisso ela veio pro meu lado, se aproximou se posicionando na minha frente para tirar uma Self. Ela tirou 4 fotos e, ainda do meu lado me perguntou qual das fotos mandar, eu analisei e disse:
Eu concordei, ri e continuamos a conversar e assistir nossa serie! Dormimos e na sexta feira tudo na mesma, o dia de sempre: de casa para a faculdade e da faculdade pra casa. Cheguei por volta das 17:00 e Marina já estava em casa, pelo que percebi ela e o Udy tinha brigado, mas não comentei nada, fui tomar meu banho, comi e fui preencher um cadastro da biblioteca da faculdade no computador, estava lá, numa boa, quando ela veio me chamar, disse:
__Oi, você esta ocupada, queria falar com você!!
Marina:__ Tarefa!? Como assim??
Marina: KKKKKKKKK Está bom, eu quero! Não sendo lavar a louça porque fiz a comida semana passada! kkkkkkkkk
Eu:__ Não, é uma coisa mais divertida. Você vai se masturbar bem gosto! Você estará sozinha em casa, vou pra casa do Joel, você fica lá, à-vontade, e tenta descobrir o que você quer que o Udson faça com você.
Ela ficou vermelha sem ação… Depois rui e disse que ia pensar! Eu concluí dizendo que tudo bem, que poderia demorar o tempo que fosse que ela poderia fazer quando ela se sentisse à-vontade e quando ela tivesse terminado me avisaria que eu voltaria pra casa. Ela concordou meio sem concordar e combinamos que ela não poderia mentir. Fiquei imaginando ela com um vibrador, proporcionando prazer para ela mesma em uma siririca bem gostosa, dando gemidinhos de uma gatinha louca querendo uma foda. Conversamos mais um pouco, firmamos nosso acordo e como estava muito frio fomos embora. E como combinado: deixamos ela lá em casa e eu fui para a casa do Joel. Quando ela desceu do carro, fez uma carinha de safada, deu uma risadinha suscitando que iria fazer o que combinamos.
Udy:__ Pô, mas com que dinheiro!!?? Tenho dinheiro pra sair não, tô quebradaço, mal estou tendo pra gasolina. Desse jeito vocês me quebram! kkkkkkkkkkkkkkk
Udy:__Ué, mas é verdade! Ela não quer sinceridade!? Eu estou dando!!
Nessa hora, Marina olhou para ele com um olhar de desprezo e foi para o quarto puta da vida. Eu tentei amenizar dizendo que era pra ele ir embora e depois ele voltava e conversavam com calma. E ele fez a primeira coisa certa daquela infeliz meia hora que ele insistiu em abrir a boca: FOI EMBORA! Eu bati na porta da Marina, anunciando que ele tinha ido embora ela respondeu que a porta estava aberta e que eu poderia entrar. Abri a porta devagar, respeitando o espaço dela e me deparei com ela chorando, fiquei muito triste também com a cena. Ela meia soluçando, retrucou: Você viu? Ele não se esforça nem um pouco! É como se tudo se tratasse de dinheiro ou sexo… quer saber? Já deu, não quero mais isso pra mim!
Agora sei no que estão pensando: Ela vai aproveitar que ela esta frágil e vai partir pra cima dela, né? Não!! Eu nunca faria isso, fiquei realmente triste e decepcionada com o Udy por causa da sua atitude. O que eu fiz!!?? Fui amiga, parceira. Levantei a alto estima dela, disse que ela merecia coisa melhor e que iriamos sair só nos duas beber curtir e ficaria tudo bem. Nossa tarde de sábado saímos, fomos a um churrasco da turma de agronomia, foi bem bacana. Quando já estava a noite, as pessoas foram embora por causa do frio fiquei na churrasqueira conversando com ela e levantei o assunto da “tarefa” que havia passado pra ela. Ela ficou um pouco sem graça no começo mais depois se soltou, disse que fez e que foi ótimo, e que não pensou no Udy em hora nenhuma. E nisso eu disse para ela minhas conclusões. Afirmei: Olha o bem que já te fez, agora você já sabe um pouco mais do seu prazer. Ela me questionou:
Marina:__ é? Como assim?
De imediato respondi:
Eu:__ Ué, claro que sim. Em relação aos seus hábitos sexuais. Você agora sabe que prefere fazer na parte da manhã, já sabe que não precisa do Udy mesmo ele sendo um cara que você gosta, sabe que você prefere estar confortável na sua cama e assim você vai se acostumando a ter intimidade com seu próprio corpo.
Ela me olhou, sorriu e disse que sim, que fazia sentido e que nem tinha percebido e que talvez demorasse anos pra ela descobrir. Eu falei que era normal, que todo mundo é assim e que com ela a percepção foi mais fácil porque dei um empurrãozinho, mas que ela tem muito mais a aprender sobre ela mesma. E na hora ela me perguntou se ajeitando na cadeira e cruzando suas pernas:
Marina:__ É serio?? Você pode continuar me ajudando com isso? O que mais seria conveniente eu saber??
Bem inocente, ali percebi que ela estava excitada, porque ela esfregava as cochas bem levemente e suas mãos batiam na mesa num compasso que não tinha visto antes. Então eu conclui:
Eu:__Ué, como suas taras por exemplo. Você descobre isso refletindo sobre em o que você pensou, em qual toque e carinho gostaria de receber, quais sensações quer sentir, qual parte do corpo sente mais sensibilidade à essas caricias, qual parte mais te deixa estimulada, enfim… assim você vai se encontrando e se sentindo confortável para ir guiando seu parceiro para ter bons orgasmos. Tudo é um processo! (Esse bordão é da Drª Leiliane) kkkk
Marina me olho excitada, eu sabia, vi nos olhos dela, seu corpo gritava que esse papo tinha a estimulado de alguma forma. A tensão sexual tomou conta da churrasqueira onde estávamos conversando. Olhei nos olhos dela e perguntei:
Eu:__ Você quer outra tarefa?
Marina:__ Sim eu quero, o que vou ter que fazer??
Eu:__ Hoje, será a mesma coisa, mas só que dessa vez você vai entrar em um site pornô, escolher um vídeo, assistir e se masturbar bem gostoso, com calma se imaginando naquela cena. Observe os detalhes, lembre-se de cada toque que você gostaria de dar ou receber. Foque no seu cenário, nas possibilidades que seu corpo tem de te deixar em êxtase, faça bem gostoso e molhado, acaricie seus seio, estará só você em casa. Fique como quiser, deitada em pé, de quatro, de joelhos enfim… Você é a sua própria dona, use e abuse dele antes de entregá-lo a qualquer um. Depois que tiver gozado de verdade, quantas vezes você achar necessário, me mande o link do vídeo que você assistiu pelo wpp. Não importe a hora, não importa o local, apenas faça. Combinado!?
Nessa hora ela estava molhada, com certeza, percebi que ela estava totalmente seduzida pelas minhas palavras. Ela respondeu que sim, que faria. Me levantei e pedi para irmos embora. Mas antes acrescentei dizendo para Marina:
Eu__ Se você quiser, no meu quarto, dentro da minha jaqueta de couro marrom, tenho dois brinquedinhos. Você pode escolher um e usar. Mas lembre-se, é apenas um. Terá que escolher, não vale trapacear, sua putinha sorrateira! kkkkkkkk
Ela sorriu, fez uma carinha de safada e disse: Nossa, fala baixo, tá maluca! Tá bom prometo vou escolher só um! kkkkkkkk
Depois entramos no carro no Joel, deixamos ela em casa e eu fui pra casa do meu boy e dessa vez ele não tinha bebida, estava alerta como um agente do FBI. Eu estava excitada que me sentia encharcada ate as solas dos pés. Mal chegamos em casa já fui me jogando pra cima dele, ele não negou fogo. Fodemos gostoso demais, ele é bem cafajeste e carinhoso, romântico ao mesmo tempo. Metia com força e dizia que me amava, puxava meu cabelo, chupava meus peitinhos, me chupou bem gostoso, me fez rebolar feito louca. Quando fui retribuir ele me fazia engasgar com aquele pau lindo que ele tem, fizemos uma foda imoral e sem pudores, como sempre, no fim, desfalecemos de prazer e dormimos.
No domingo, acordamos tarde e fomos almoçar em uma ONG na qual Joel trabalha, tinha uma confraternização sobre as conquistas que eles tinham realizado, enfim… Foi ate legalzinho, mas eu não tirava olho do celular, esperando a Nina me mandar o feedback do nosso acordo, mais foi em vão. O domingo inteiro se passou e não de Marina me mandar nada. Fiquei-me perguntando se eu tinha passado do limite, se ela estava chateada e o pior, não podia ir pra casa, porque combinamos que eu só iria após o feedback dela. E nessa animosidade misturada com tesão e curiosidade (nem sei se tem um nome pra isso, deve ser LOUCURA) eu passei o meu domingo. A noite tive que inventar uma histéria para o Joel para poder dormir lá de domingo para segunda. Fui criativa, falei qualquer coisa e ele nem deu bola, apenas disse: “Você liberando gostosinho, pode ficar” kkkkkkkk E eu ainda gosto de um idiota desse! kkkkkkk Mas em enfim… Gosto não se discute! kkkkkkk Dormi lá, não transamos. E minha semana começava de novo. E o dia ia ser longo… Fui pra faculdade, sai de lá e fui para consulta com a Drª Leiliane, chegue 16:40 e minha consulta era às 17:30… Fiquei ali sentada, esperando minha vez, quando me dei conta, estava sozinha com a recepcionista, conversamos um pouco, me distrai, quando de repente, meu celular vibra, vejo e constato que era um WPP na Nina… Meu coração batia forte, minha respiração ficou ofegante, eu já me excitava antes de abrir a mensagem. Me afastei da recepcionista fui em direção a cadeira, sentei e abri a mensagem. Era um link do site PORNHUB… cliquei, de imediato abriu, era um vídeo, da categoria Lust Cinema, uma mulher que se entregava para um homem, bonito, charmoso e bem roludo. Eu vi aquilo e fiquei imaginando ela se contorcendo de prazer enquanto assistia ao vídeo. Não me aguentando, sai da recepção do consultório e fui em direção à faculdade, entrei na biblioteca e liguei pra ela, chamou uma, duas, três vezes, na quarta ela atendeu!
Marina: __ Oiiii… Já vi que recebeu né?
Eu:__ Recebi sim. Mas a Tarefa não acabou. Fale comigo com os fones de ouvido!
Marina: __ Como assim? Tínhamos combinado que…
Há interrompo dizendo:
Eu__ Apenas faça, não discuta! Esta com o fone? Qual dos brinquedos você usou!?
Marina:__ Sim estou com os fones! Usei o vibrador cromadinho. Ele vibra também além do formato cilíndrico é quentinho. kkkk
Eu__ Porque escolheu aquele vídeo??
Marina:__ Porque é excitante o jeito que ele geme e olha pra ela. O lugar Também é lindo, parece um filme!
Eu:__ Você se imaginou no lugar dela fazendo a mesma coisa ou mudaria alguma coisa!?
Marina:__ Mudaria, eu não gosto quando ele cospe na mão e fica passando nela, ele poderia tê-la lubrificado com o próprio mel dela! E ele esta de meia, eu tiraria a minha e a dele, pediria a ele para chupar meus pés bem suavemente enquanto me penetrava. Nisso eu ardia em tesão, apertava as minhas pernas, passava a mãe discretamente, tinha medo de alguém me ver e me complicar. Afinal estava na biblioteca da faculdade.
Marina:__ Não, com todos os detalhes não, mas já tive um pouquinho de cada coisa, no seu tempo certo.
Eu:__ Você esta excitada agora??
Marina: __ Sim. Muito! E você??
Eu__ Eu não importa. O que você vai fazer sobre isso? (Estar excitada)
Marina:__ Vou resolver comigo mesma enquanto falo com você!!
Eu:__ É?? E você gosta disso!?? Onde estão suas mãos agora??
Marina:__ Uma esta no meu peito e a outra esta acariciando meinha bocetinha bem devagar!
Eu:__ E o que você esta usando?
Marina:__ Uma calça Legging preta, uma blusa de camisa xadrez e meu tênis de ir pra academia!
Eu:__ Humm, que delicia. Sua bocetinha fica linda nessa calça. Sua bundinha pede para ser comida. Fica toda empinadinha! Qual peça você vai tirar primeiro pra mim, meu amor??
Eu:__ Tire sua calça, bem devagar. E não pare de tocar sua siririca. Deve estar gostosa, né?
Marina:__ Tudo bem, não vou parar. Está muito gostoso. Queria que estivesse aqui!
Eu:__ Agora se suas meias não saíram, tire-as e coloque do seu lado, quando você gozar, quero que se limpe com elas.
Marina:__ Pronto Já tirei. Você é muita safada, menina!! Agora estou rebolando emcima do meu dedo.
Eu:__ Você esta molhada, bem encharcadinha, né?
Marina:__ Sim estou. E é pra voceee! Ai tá tão gostoso, continua!…
Eu:__ Se eu estivesse ai estaria te chupando inteira. Começaria pelas sua boquinha linda e sedosa que já esta pronta para aprender a chupar minha bocetinha, depois morderia suas orelhas enquanto penetrava meus polegar e meu indicador na sua xotinha e meu mindinho no seu cuzinho. Depois lamberia esses peitos gostosos até deixar marcas roxas em sua pele branquinha, desceria com sede de me afogar no mel e no caminho lamberia o contorno de seu umbigo enquanto rebolaria e afundaria meus dedos em suas grutinhas, depois com bastante carinho lamberia toda a extensão da sua cocha ate chegar na virilha onde tentaria dar pequenas mordias no seu púbis. Ensandecida de prazer e completamente tomada pelo odor do seu suor de prazer vou descer ate seus pezinhos lindos, bem cuidados e delicado e chapá-los com todo carinho do mundo, desta forma iria me certificar que minha língua percorreu cada centímetro do seu corpo e no ápice da luxuria eu chuparia sua bocetinha, alternando entre sua preciosa e seu cuzinho que tentaria rompe-lo com a língua mesmo sabendo que não é possível, mas tenho certeza que vale apena tentar.
Enquanto eu falava, escutava ela se masturbando com força e percebia que ela estava bem molhada pelo barulho do atrito que denunciava que toda aquele mel tinha lambuzado ela inteira. E eu conclui:
Eu:__ Pelo que vejo acho que gozou, né minha putinha!??
Ela se desfaleceu de prazer, teve um orgasmo molhado, gostoso, erótico digno do filme que ela havia me mandando. E depois de uns 10 segundos de pausa ela conseguiu se recompor e me respondeu:
Marina:__ Sim gozei muito. Foi uma delicia.
Eu:__ Agora, se limpe com a sua meia, bem devagar. Me espera, põem um vestidinho que ainda temos a terceira e última tarefa.
Desliguei o telefone, e voltei para minha consulta! Cheguei ao consultório a paciente que estava com a Drª nem tinha saindo ainda, fiquei ali esperando, passaram uns 15 min eu pude entrar. A Drª Leiliane me recebeu com a cortesia de sempre, e foi logo percebendo o que eu estava melhor, sem choros ou choramingo. A consulta rendeu, estava disposta a explorar o inicio da minha vida, minha criação, meus valores pra chegar a uma conclusão definitiva sobre o porquê que eu fiquei tão mal com minha nova descoberta. A Drª me fez responder um teste depois, me perguntou qual era a minha queixa. Fui bem objetiva, dizendo que sempre fui de uma família católica tradicional, com valores muito bem fundamentados em relação a família e as relações sexuais e que quando vi a possibilidade de me sentir atraída por uma mulher isso me desesperou por medo de decepcionar meus pais e afasta-los de mim.
Fui embora, andando, bem devagar, imaginando o que eu ia fazer com Marina quando chegasse, depois do acontecido, disse que teria a terceira e última tarefa, insinuando que iriamos transar, porem, dessa vez, seria real, contato físico, uma proporcionando prazer a outra, mas acontece, que eu sou inexperiente, nunca tinha ficado com menina nenhuma, só tinha bagagem literária sobre como é dar prazer a alguém, na hora eu não saberia o que fazer. Então recorri ao bom senso, havia dito em uma ocasião que ela e o Udson deveriam fazer novas descobertas juntos e, porque não usar esse argumento para começarmos a experimentar uma coisa que faria de nos duas pessoas mais experiente e com mais seguras do que realmente queríamos? E assim foi… Enchi meu peito de coragem, fui otimista, acreditei em cada palavra que eu disse pra ela e, quando cheguei, abri a porta e lá estava ela, linda como sempre, com o vestidinho que havíamos combinado. Ela me olhou, sorriu, eu sorri de volta, me senti tão acolhida por aquele sorriso que aquilo me motivou ainda mais a fazer o melhor que eu poderia. Então Sentei no sofá, de frente pra ela e perguntei:
Eu:__ E ai, pronta para ultima tarefa??
Ela sorriu novamente, e aquilo sorriso iluminou a sala inteira!! <3<3<3 Marina:__ Sim, o que devo fazer!? Eu:__ Agora, é a hora de perdermos a vergonha e a timidez uma da outra. Eu me pus de pé, tirei meus sapatos, minha calça, fiquei de blusa, e calcinha peguei nos brinquedinhos, a deixei com o cromadinho e fiquei com a borrachinha que vibra. Olhando pra ela, ali, na minha frente fui fazendo o que sempre quis fazer, me masturbei adorando aquele corpo. Eu há olhava e ela foi entrando no clima me assistindo, tirou sua calcinha, colocou seus pezinhos em cima do sofá, arreganhando suas perninhas e pela primeira vez, há menos de um metro de mim, estava olhando para a bucetinha da Nina, que estava toda depiladinha, rosinhas, bem formadinha… Eu olhava aquilo e ficava louca, era lindo de mais, muito mais lindo do que qualquer outra coisa que já tinha visto. Não me aguentei, prendi meu brinquedo em meu dedo, e fui bem devagar em direção a Nina. A medida que eu ia me aproximando ela ia aumentando a frequência e velocidade de sua siririca com seu "cromadinho". Ela tirava de dentro da sua bucetinha e o botava para vibrar em seu grilinho… e eu me aproximando, hipnotizada de tanto prazer. Até que cheguei até ela… Foi o um metro mais longo que percorri em toda a minha vida. Foi o um metro que mais me deu prazer na vida. Foi o um metro que me fez desvendar um segredo que nem eu mesma sabia que eu tinha. Foi esse metro que fez de mim a pessoa feliz e realizada que sou hoje. Quando percorri e cheguei ao meu destino, fui chupando ela pedacinho por pedacinho, comecei pelo pezinho, fui subindo, subindo e fiz tudo que havia descrito na ligação, só não respeitei a ordem porque não me lembrava nem do meu nome, que dirá, da ordem que eu descrevi. A matemática explica: "A ordem dos fatores não alteram o produto". E assim Aconteceu… Gozamos gostoso, ela gemia baixinho, rebolando na minha boca, minhas mãos percorriam o seu corpo acompanhando seu suor de prazer. Dizia que estava gostoso, pedia pra não parar, que aquilo era loucura, que ela era muito novinha para fazer aquilo. Eu colocava os dedos dentro dela e ela dizia "Para Leninha, vai me deixar larga desse jeito", cada gemido era como se fosse um troféu pra mim e repetimos à dose a noite inteira. E se passaram três anos e até hoje estamos juntas, porem com um detalhe: JOOOOEEL! Meu amor, nosso amor, nossa felicidade, nossa família. Obrigado. -Deixem nos comentários nomes filmes que vocês assistiram e que tenham cenas picantes. -Diga-me se você passou por alguma descoberta como essa e como lidou com isso. W.Nasr
Muito longo mas bem contado! Valeu!!
ResponderExcluirRealmente você é muito detalhista, parabéns.
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