DEPOIS DO CASAMENTO VIREI ESCRAVA
Eu tenho 38 anos me chamo Renata ,conheci meu marido a dois anos ,comecei a namorar ele, não era do se Rio ,então como eu era da igreja ,logo nos casamos e ele me levou para MG de onde ele é para viver numa fazenda de caseiro.
O anjo que ele era se transformou em demônio, ele cuidava dos animais e da plantação, comandava alguns peões. pois a fazenda era bem grande, eu da casa era só nós dois.
Não sabia eu o que me esperava. Já com 15dias que estávamos lá, eu não conseguia fazer muito coisa, pois não sabia nada de roça ,e nem me acostumava lá. Eu comecei então a reclamar .
No sábado e no domingo ele não ia pra roça ficava em casa pra fazer compras e descansar ,ele acordou no sábado bem cedo se arrumou eu corri e me arrumei também pois sabia que ele iria pra cidade e eu doida pra sair um pouco daquele meio de mato , quando cheguei na cozinha ele disse aonde pensa que vai, eu vou, vc fica, pois reclama demais, estou cheio de suas reclamações.
Comecei a falar alto e gritar que eu ia quando ele me pegou pelos cabelos me deu vários tapas na cara e disse "vc fica". Eu comecei a chorar, quanto mas eu chorava mais ele batia e batia sem pena. Mandou eu me calar e engolir o choro se não seria pior. Ele se virou e saiu me deixando lá no chão, bateu o desespero, a cidade era longe não tinha a quem chamar a não ser os peões, mas eles com certeza não iam me ajudar pois me achavam muito metida e respeitavam ele pois ele era o patrão, e meu rosto estava marcado demais os dedos dele pareciam que tinham sido tatuados no meu rosto .
Eu fiquei ali chorando e acabei pegando no sono, acordei comi alguma coisa, não fiz almoço de pirraça quando ouvi o barulho do carro já eram umas duas horas da tarde, não sei se senti alivio ou medo ao ver ele chegar. Ele já entrou me gritando e mandando eu ir ate a caminhonete carregar as compras e guardar. Logo notei que ele tinha bebido achei melhor ir, .quando acabei de guardar tudo ele já estava saindo do banho e disse coloca meu almoço ,falei que não tinha feito.
Ele veio na minha direção como um bicho, vc vai aprender a cumprir suas obrigações .me arrastou pelos cabelos até o curral chegando lá ,tirou toda minha roupa ,me amarrou numa bancada feita de madeira de tronco de árvore com o corpo deitado e com a bunda bem empinada pra traz, estava eu lá amarrada de quatro ele saiu voltou rápido com um chicote nas mãos eu já chorava muito quando ele voltou .gritava que me soltasse ele me disse pode gritar ninguém vai te ouvir e começou a me dar varias chicotadas, cada chicotada era um grito de dor, ele sem pena me deu uma 40 chicotada vinte nas costas e vinte só na bunda que já sangrava quando o chicote batia a dor era tanta que cheguei a desmaiar.
Eu fui acordada com um balde da água na cara, ele começou a alisar minha bunda toda marcada que apesar da dor começou a me dar um certo prazer ele alisava e beijava minha bunda dizendo que não via a hora de me ver daquele jeito, disse que eu era cheia de frescura mas agora iria comer minha bunda sem ficar implorando o que eu nunca dava; roçava em minha xota com o cabo do chicote aquilo era estranho em meio tanta dor eu já estava toda melada como eu podia estava gostando daquilo, enfiou o cabo do chicote na minha xota, eu pedindo pra ele me soltar, mas na verdade estava gostando. Quando ele me puxou pra traz empinando, mais ainda minha bunda, enfiou a pica no meu rabo senti muita dor eu gritava muito quanto mas eu gritava mas ele enfiava até que entrou tudo sentia ele me rasgando toda, ele começou a socar com força no meu cu que doía muito, não consegui gozar, pois a dor era muita ,ele socou meu rabo uns cinco minutos sem parar e logo senti ele enchendo meu cu de leite .
Em seguida me desamarrou mandou que eu me vestisse e disse vamos , eu na frente e ele atrás com o chicote nas mãos. o que me dava arrepios sentia medo, mas também tesão com aquilo. Entrando em casa sentou-se na cozinha e mandou que eu preparasse algo pra ele comer.
Quando fui para o fogão a gás, ele disse: "não a partir de hoje vc irá cozinhar na lenha a qual terá que buscar todos os dias mandarei um dos peões cortar e vc carregará".
Eu só balancei a cabeça concordando .pois o medo tinha tomado conta de mim, achei melhor obedecer , Eu acendi o fogo com muito custo, o mas depressa que pude, pois o chicote estava nas mãos dele e eu não queria apanhar mais. Eu coloquei sua comida na mesa ele mandou que eu pegasse uma garrafa de vinho pra ele o que fiz bem rápido , servi lhe o vinho ele mandou que eu sentasse pra jantar e que bebesse. Ele sabia que eu não bebia, mas bebi e comi calada .quando acabamos, ele se levantou e me pegou pelos cabelos novamente e disse: "vamos amanhã! Vc acordara cedo pra limpar essa bagunça, .agora me servirá como uma puta sem reclamar ouviu?".
Eu balancei a cabeça que sim. Ele me levou até a sala, sentou no sofá e mandou que eu chupasse seu pau, se não chupasse bem apanharia de novo. Eu me ajoelhei, eu segurei aquele cacete e comecei a mamar bem leve depois bem forte passava a língua em volta daquela pica, engolia ela novamente até não caber mas na boca, chupava aquela pica com todo cuidado pra não apanhar, ele disse: "viu como vc sabe, sua vadia, só falta aprender a me respeitar a partir de hoje, é minha escrava, não minha mulher. fará o que eu mandar a hora que eu mandar e como eu quiser.
Pode parecer estranho mas aquilo estava me excitando e muito, já estava toda melada quando ele me colocou de quatro e disse vou comer seu cu de novo, não quero grito e nem choro; falou e já foi enfiando aquela pica no meu cu que aguentei firme calada ele socava com força e dizia" leva vara no rabo sua puta e disse que vc precisa socada cada vez mas forte meu cu", já não resistia, mas e eu comecei a rebolar naquela pica até que não resisti e gozei como louca.
Ele vendo que eu tinha gozado, tirou do meu rabo e colocou na minha boca eu chupava com muita vontade até que ele jogou seu leite em minha boca, não consegui engolir tudo, pois ele gozou rápido . me levantou do chão pelos cabelos e disse: "deixou meu leite cair no chão sua puta, agora vai pagar por isso".
Ele me levou até um quarto que temos atrás da casa, onde nunca tive curiosidade de ir, pois a porta só vivia fechada e eu nunca perguntei o que tinha lá . Ele abriu a porta me jogando lá dentro quando ele acendeu a luz fiquei pasma com o que via , na parede vários chicotes correntes tronco de verdade mordaças , ganchos nas paredes, eu chorava e implorava a ele que nunca mais deixaria cair seu leite, mas não adiantou: ele me pôs no tronco amarrada com pernas e braços abertos e me chicoteou até se cansar eu gritava novamente de dor e ele sorria parecendo gostar de me ver sentir dor , saiu me deixando lá, acordei com o sol entrando numa pequena janela , demorou até que ele veio me buscar me tirou do tronco, colocou em mim uma coleira de ferro com correntes grossa e me levou até dentro de casa, lá estava uma senhora na cozinha fazendo café ,não pareceu nada espantada em me ver daquele jeito, deu bom dia a ele dizendo: senhor o café esta pronto, ele entregou a ela a corrente e disse de um banho nessa escrava de comida e prepare ela para mas tarde pois darei um churrasco para todos os peões, ela saiu cozinha me puxando pela corrente como se eu fosse um cachorro ele disse a ela se lhe der trabalho me chame . Ela levou pro banheiro me colocou embaixo do chuveiro me esfregando com força toda, o corpo que doía muito pois as chicotadas tinham deixado meu corpo em carne viva me depilou bem depois disse: "fique ai.", prendeu a corrente a parede e disse: "já volto, não me crie problemas", e saiu.
Ela voltou com uma bacia com sal grosso dentro, encheu a bacia da água, misturou bem e me jogou aquela agua dizendo que ia melhorar, gritei de dor, pois ardia muito, me secou me levando pro quarto mandou que eu me deitasse e começou a olhar minha xota, abria olhava bem, depois me virou olhou bem meu minha bunda e saiu trancando a porta .
Ela voltou com uma bandeja com café colocou lá e disse: "coma e descanse vai ser melhor pra vc". Eu comi tudo, pois estava com fome, pedi que tirasse a coleira sem que ela me ouvisse .deitei e mergulhei num sono profundo acordei com ela me trazendo o almoço, perguntei seu nome ela não me respondeu e saiu só disse coma , comi tudo e dormi novamente acordei já era tarde com uns ruídos que vinham de fora da casa. De repente meu marido entrou no quarto e disse: "vim te buscar pro churrasco."
Eu comecei a chorar dizendo "quer que eu vá assim pra um churrasco toda marcada e acorrentada."
Ele disse: "claro meu bem a carne e vc será servida aos meus peões.
Cai de joelhos em seus pés implorando: "Isso não farei, o que quiser."
Ele disse: "fará mesmo, mas vc vai . Ele me puxou pela corrente, me levando pra fora. Tinham oito peões lá fora todos bebendo quando ele chegou comigo, todos pararam e ficaram me olhando uns riam e comentavam uns com os outros, mas todos me olhavam, ele falou bem alto pra todos ai. "A madame não disse a vcs que ela iria abaixar esse nariz, eu de cabeça baixa, as lágrimas caiam sem parar, ele chegou em meu ouvido e disse: "tente relaxar meu amor, vc vai fazer tudo que eu mandar mesmo pelo menos aproveite."
Gritando ele começou a festa, "ela vai começar chupando um por um podem fazer o que quiserem. só não coloquem na xota dela só comam o cu, pois ele se amarrou muito pra me dar esse rabo pois agora só vai tomar no cu .os peões fizeram fila eu me ajoelhei e comecei a mamar o primeiro da fila pois não tinha outro jeito ,enquanto eu mamava um o outro veio por traz e mandou que eu ficasse de quatro começou beijar minha bunda e brincar com meu grelo com os dedos eu já comecei a me melar ele me lambia toda o outro que eu chupava passou pra traz e o de trás pra frente pra ser chupado o outro colocou o pau com toda força no meu cu e começou a entrar e sair dentro de mim ele socava no meu rabo com toda força eu já soltava gemidos de prazer quando outro peão se ajeitou por baixo e começou mamar meus peitos ele mordia e chupava com força me causando dor e prazer o outro comia meu cu sem parar quando senti um calor invadindo meu corpo gozava feito louca na pica daquele peão logo ele encheu meu cu de leite e o outro passou pra trás e assim foi chupei e dei o cu pros oito todos gozaram no meu rabo e eu gozei feito cadela no pau dos oito logo veio meu marido pra ser chupado tive que chapa-lo ate ele gozar bebi todo seu leite sem reclamar, não deixei cair nada como premio fui tirada da corrente todos foram embora ficamos só eu e ele que não se dava por satisfeito entramos e com o fogo de lenha acesso ele colocou um ferro pra esquentar com as letra do seu nome e comeu minha xota com muita vontade gozou como louco nos meus peitos em seguida me disse vou te amarrar pra te marcar pois solta vc não v aguentar e eu já não oferecia mais resistência tinha virado escrava dele mesmo me amarrou sobre a cama de barriga pra baixo e marcou minha bunda com a letra m que e a primeira letra do seu nome, aquilo quente me arrancou a pele, mas tenho orgulho de ser escrava dele, já me acostumei hoje sirvo a ele e uma vez por mês a todos os peões; Não reclamo muito mas ainda sou colocada no tronco as vezes e chicoteada até ele cansar, pois ele gosta disso e eu já me acostumei apanhar.
Conto de doente com a mente perturbada
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