DE INTERNO DE ORFANATO A COMEDOR PROFISSIONAL
Me chamo Leandro, cresci num orfanato ministrado por freiras, onde havia dois pavimentos, um ficavam as meninas e o outro os meninos, totalmente separados e sem comunicação, as regras eram rígidas, lá tínhamos as aulas didáticas também o ensino religioso, tudo era mantido pela igreja católica,
Nos fins de semana íamos a igreja, e lá encontrávamos outras pessoas, mas nem podíamos falar com ninguém.
Teve um dia. eu na igreja notei que havia no banheiro um vitro no alto, e lá eu ouvia as vozes de meninas e de mulheres, resolvi subir na pia para olhar, e vi as meninas mijando, algumas mulheres mijando e depois secando a buceta, eu nunca tinha visto aquilo e fiquei curioso, eu tinha uns 11 pra 12 anos. no orfanato eu fiquei imaginando aquelas coisas, e não via a hora de chegar o fim de semana de novo.
Quando chegou eu fui o primeiro e ficar pronto pra ir a igreja, as freiras até me elogiaram, pois eu enrolava pra ir, e lá chegando eu fui direto ao banheiro, subi de novo na pia e fiquei olhando, entrou uma, depois outra, e outra, e eu delirava, naquele dia quando terminou a missa estávamos indo pro orfanato, e passamos perto de uma banca de jornal, tinha muita gente, eu vi uma revistinha com uma mulher pelada na capa, e sem ninguém ver, eu peguei e coloquei dentro da blusa, no orfanato, eu entrei no banheiro, e comecei a folhear a revista, haviam várias mulheres peladas, uma chupando o pau do cara, outra tomando o gozo do cara, ainda outra de 4 e o cara metendo nela, em outra o cara chupando a boceta da mulher, eu fiquei de pau duro, e outra mulher masturbando o cara, eu escondi a revista debaixo da pia, a noite eu comecei a mexer no meu pinto e foi muito bom, gozei sem nem mesmo saber o que era, mas foi bom, a maioria dos meninos eram mais novos que eu e eu estava já aprendendo outras coisas, matéria da sexta série, e muitos ainda coisa de primário, eu entrei no banheiro e dei mais uma olhada na revista, ai tive a ideia, de mandar algum moleque mais novo me masturbar ou me chupar. Na hora do banho visto que era meio que coletivo, eu fiquei por último, pois os menores iam depois, ai eu fui. Lá eu entrei e pedi pra um menino me chupar, ele achou meio estranho mas eu insisti e ele veio meio que com medo e passou a língua no meu pau, depois engoliu a cabeça e foi bom, ai eu pedi pra ele fazer mais um pouco, ele colocou a cabeça do meu pau na boca e passou a língua, eu quase fui ao delírio, e eu falei, vai continua, ele continuou e eu gozei na boca dele, e todos os dias foram assim, com os de 9 anos, um a um forma me chupando, mas ai teve um que resolveu falar com a freira que cuidava da gente, eu fiquei de castigo, isolado, num quarto, lá eu me masturbava muito.
Quando a freira ia lá me dar aula de catecismo eu até cheirava o lugar que ela sentava depois que ela saísse, tudo me excitava, a freira tinha uns 40 anos, mas parecia ter mais.
Nos fins de semana eu ficava lá sozinho, trancado, foi ai que resolvi fazer algo, como a porta do quarto era meio velha eu tentei com algumas chaves que encontrei dentro do armário do banheiro, e consegui achar uma que abriu a porta, eu sai e fui até o alojamento das freiras, lá eu vi calcinhas enormes, pequei algumas cheirei, algumas usadas me masturbei, e no alojamento das meninas havia também uma que estava de castigo, ela tinha 13 anos, e ficou de castigo por ter brigado e batido numa menina. Eu li num relatório que estava escrito, ai procurei a chave de lá, e encontrei três chaves que abria a porta do alojamentos das meninas, e eu fui lá, bati na porta e a menina perguntou quem era, eu respondi e ela falou, Esta doido, se te pegam aki, vc será crucificado. Eu falei, eles só voltam ao meio dia e ainda são 8:00hs, eu procurei a chave da porta e encontrei varias que abriam, e abri a porta pra ela, e dei a chave a ela, da porta e do alojamento dos meninos, enquanto estavam fora bagunçamos tudo, comemos doces, e ela me perguntou pq eu estava de castigo, e eu falei que fiquei pq mandei os meninos chuparem meu pinto, ela falou. Credo, isso é nojento. E eu falei.
- Não é bom demais, deixa eu te chupar e vc vai ver como é bom. eu tenho a maior vontade de fazer isso numa menina, deixa vai, eu te livrei. E ela falou.
- Ta bom, mas vai rápido, no próximo fim de semana podemos sair mais cedo e aproveitar mais. Ai ela abaixou a calcinha e eu já fui de boca, humm uma bucetinha cabeludinha, com pelinhos ralos, eu passei a língua, e ela falou, que fazia cocegas, eu passei mais, e fui chupando fui muito bom, ai ela falou.
- Olha esse negocio de chupar o pinto é como, deixa ver eu ver. Sem nenhum medo eu tirei meu pinto pra fora e mostrei a ela, ela pegou, ele já estava duro. Ai ela falou, Lava pra eu ver se consigo, eu fui ao banheiro e o lavei, e ela me perguntou como é chupar. Eu falei. Passa a língua e depois põe a cabecinha na boca, Ela fez, passou a língua, eu delirei, e foi colocando na boca, com um pouco de nojo, mas colocou e passou a língua, eu ummmm vai e ela chupava, e eu gozei, e com as duas mãos afastei a cabeça dela, ai ela levantou e eu a beijei, e ela falou. Ah assim é muito melhor, e nos beijamos, eu passei a mão na bunda dela, e pedi pra chupar ela de novo, ela deixou, e eu chupei muito, ela começou a dizer que ia mijar, e mijou mesmo, depois fomos pra alojamentos, trancamos e escondemos as chaves.
Quando as freiras chegaram encontraram tudo bagunçado, e me perguntaram, eu já tinha combinado com Carmem, a menina que estava de castigo também, que iriamos dizer que ouvimos barulhos, e ficamos com medo, as freiras pensaram tantas bobagens, menos que nos tínhamos encontrado as chaves.
No outro fim de semana, ainda estávamos de castigo, ai só foi elas saírem e nós saímos também, dessa vez resolvemos não bagunçar, e já fomos nos beijando, eu peguei a revista e mostrei a ela, e ai ficamos fazendo tudo o que estava na revista, ela já chegou me chupando sem novo, e foi a minha primeira ejaculação, ela bebeu toda minha porra, eu quase desmaiei, eu a chupei muito, muito e ela gozou também na minha boca, tentamos a penetração, mas não entrava nem a pau. nos beijamos e deitamos os sofá da sala todo cheio de porra, fomos a dispensa e pegamos doces, pegamos dinheiro também delas, que ela recebiam das doações, e escondemos tudo ela tinha uma mochila com fundo falso, era o melhor esconderijo, juramos amor um ao outro e resolvemos que iriamos roubar mais dinheiro e fugir de lá, enquanto isso trancávamos muito, e eu muitas vezes limpava o gozo nas calcinhas das freiras, ou das meninas que lá moravam também, tudo era muito divertido e prazeroso aguardem.
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