A RÉ PENDIDA
Olá leitores, eu sou Luzia a amiga da Carla, aquela que viajou com o pai dela para Curitiba e teve uma aventura mais louca que já tive. Mas depois que descobri que foi uma proposta de meu próprio maridinho, e hoje estamos muitos mais unidos, eu resolvi também virar “prostitute influencer” como minha mestre nessa arte. Agradeço minha influenciadora por postar a minha história, que agora
passo a narrar.
Também moro na região dos vinhedos, mas não vou identificar o lugar para não expor os personagens dessa história. Temos um casal vizinho que são muitos discretos, eles se dizem católicos, seu marido Kleber deve ter uns quarenta e cinco anos, mas a minha amiga Evelin é bem mais nova, quem não os conhece dá até para pensar que são pai e filha. Evelin é bastante tímida, até mesmo comigo ela
tem vergonha de conversar certas coisas.
Um dia meu maridinho chegou em casa com uma conversa estranha, dizendo que seu Kleber em uma conversa ter confessado que possui certos desejos com sua esposa, mas tem vergonha de forçar, pois as vezes que tentou sentiu que ela ficou meio que ofendida. Nesta hora relembramos nossas aventuras e como me prostitui com o pai e a mãe de Carla durante os quinze dias que fiquei em Curitiba. Foi daí que resolvi também ser uma influenciadora, e Evelin seria minha primeira seguidora.
Dias depois num bate papo com Evelin ela me confessou que seu marido já tinha tentado várias vezes comeu seu cu, ela até deixou algumas vezes, mas a maioria das vezes negava porque achava que seu marido ia pensar que ela era uma puta e perderia o respeito. Chupar e ser chupada, nem pensar. Os parágrafos seguintes foi descrito pela Evelin.
Oi, eu sou a ré pendida, confesso que fiquei espantada quando vi dona Luzia e seu Januário combinando uma viagem para Foz do Iguaçu, e meu marido tinha autorizado eu ir com eles, que iriam fazer compras no Paraguai. Seu Januário faz curso pra doutor lá no Paraguai, e sua mulher ficaria sozinha durante o dia e eu seria sua companheira. A viagem foi normal, mas já me senti envergonhada quando eles alugaram somente um quarto do hotel. Tinha uma cama de casal e uma de
solteiro.
A noite jantamos no restaurante do hotel e subimos pro quarto. Luzia foi a primeira a tomar banho, e saiu com baby doll, mas como estava frio ela logo colocou um conjunto de moletom e se deitou na cama de casal se cobrindo com a coberta. Depois foi a minha vez de tomar banho, mas já saí toda embrulhada e deitei na minha cama me cobrindo do frio. Quando seu Januário foi tomar banho já tinha passado o jornal e começava a novela. Até parece que nem estávamos no estrangeiro, pois era o nossos canais de TV igual da Sky no Brasil.
Enquanto seu Januário tomava banho, Luzia me convenceu a deitar do seu lado para vermos a novela. Relutei muito, mas como da minha cama a visão era ruim porque parece que a tela da TV era igual do notebook não dava para ver de lado. E ainda quando seu Januário chegasse eu sairia, mesmo que perdendo a novela. Estava tão distraída vendo as cenas que dei um pulo quando seu Januário falou
para eu ir pro meio que ele iria deitar na ponta.
Quem o senhor pensa que está lidando, tá pensando que eu sou alguma puta pra deitar com o marido de outra mulher? Ele logo respondeu: calma, eu só estava brincando, fica aí vendo a novela. E sem deixar responder deitou logo na minha cama e se cobriu, virando as costas pra gente. Luzia então disse deita aqui mulher, ele nem é doido de vir aqui te perturbar. Mas se você for pra lá vai demonstrar que quer dormir com meu marido. Com esse argumento resolvi voltar pra cama pois estava muito frio, mas no outro dia pediria pra ficar num quarto sozinha.
Seu Januário pelo jeito logo dormiu, e a minha raiva passou, ficamos vendo a novela, depois um filme romântico que tinha muitas cenas de sexo, quando aparecia essas cenas eu olhava preocupada pra ver se seu Januário, mas Luzia me acalmou dizendo que ele dormia igual uma pedra. A safada colocou num canal de sexo, mas eu ameacei sair do quarto, ela então disse que estava brincando e voltou para o filme. Aquilo tudo mexia com minha cabeça, custei a dormir, já passava da meia noite quando fui ao banheiro, mas pra não acordar ninguém não acendi a lâmpada. A do banheiro estava acesa e dava pra ver por debaixo da porta.
Quando saí e fechei a porta ficou muito escuro, e como estava muito frio fui logo pra debaixo da coberta que dividia com Luzia. Pra meu espanto senti um cheiro diferente e notei que seu Januário tinha deitado na cama dele deixando a minha desocupada. Envergonhada deitei na minha cama, me cobri toda, mas aquele cheiro não saia do meu nariz. Desculpa meu marido, mas vou me masturbar porque não aguento sentir esse cheiro de macho. Quando coloquei o rosto no travesseiro senti que o safado tinha gozado nele. Com nojo esfreguei ele e acabei dormindo sentindo o cheiro e o gosto de macho.
Desculpe amor, mas amanhã vou ficar em outro quarto ou então volto pra casa com alguma desculpa para você não ficar com raiva dos nossos vizinhos. E foi o que fiz, o senhor da portaria disse que tinha um quarto só com camas de solteiros, mas eram cinco camas e eu teria que hospedar com outros estudantes que vinham do Brasil. É eu vou ficar com meus vizinhos, pelo menos esses eu conheço. A tarde eu e Luzia estávamos exaustas de tanto andar nas lojas. Era tanta novidade que eu queria ter mais dinheiro pra levar um notebook e um celular ultima geração pra meu marido. Meu dinheiro só dava pra comprar umas bolsas de grife que custavam dez vezes mais no Brasil.
Quando seu Januário chegou no quarto a novela já tinha terminado e víamos um filme. Quando fiz menção que iria pra minha cama, ele ficou bravo e disse: agora é você que está me ofendendo, pode ficar aí. Pedi desculpas e fiquei, acordei de madrugada com ele fazendo conchinha comigo. Senti seu pau na minha bunda, que por sinal é arrebitada e carnuda, mas não dou ousadia nem para meu marido.
Quando quis sair ele saiu primeiro e deitou na minha cama, então me restou dormir com Luzia.
Minha vontade era voltar logo pra casa, eu já estava desejando seu Januário, temia ele desconfiar e aproveitar. Na terceira noite saímos pra jantar em um cassino, era a coisa mais luxuosa que já tinha visto, embora o cardápio fosse mais barato que no Brasil. Ficamos vendo as pessoas jogar. Luzia até arriscou umas moedas no caça níqueis. Nunca vi tanto dinheiro trocado em fichas circulando nas mesas do jogos.
Já no quarto estávamos mais alegres com o vinho que tomamos, seu Januário deitou na minha cama e nem tirou a roupa pra dormir. Deitada com Luzia pensava: se seu Januário vir deitar aqui eu não vou sair. Eu já não estou aguentando mais.
Acordo com um barulho, é seu Januário tomando banho de madrugada. Eu fico na cama dele ou vou pra minha? Não sou nenhuma puta! Vou pra minha cama… que loucura, seu Januário deixou a porta aberta do banheiro, dá pra ver ele lavando o pinto… que eu faço? Volta pra cama dele? Não, vou ficar aqui fingindo que estou dormindo… mas ele sabe que estou acordada… o safado tá batendo uma punheta, será que ele sabe que estou vendo? Vou lá fechar a porta… mas se eu fechar ele vai saber que eu vi ele pelado… não, é melhor não. Que será que ele tá fazendo, secando e perfumando o pau, que cheiro será?
Eu deitada de bruços, será que ele tá me vendo? Mas eu não chamei ele, porque ele tá entrando debaixo de minha coberta? Vou sair e xingar ele, mas a Luzia pode acordar… tá vou chegar pra beirada mas vou ficar de costas pra ele. Não, aí não morder o meu pescoço e puxar minha calça já tá demais! Vou fingir que estou dormindo e ele goza logo na minha buceta… não sou nem a mulher dele e o safado não usa camisinha. A não, na minha bunda não, nem meu marido come meu cu. Será que meu marido vai notar que ele me arrombou toda? Ai… ai… tá bom, vou gemer baixinho sua mulher não escutar. Goza logo seu Januário, sou tua puta mesmo… isso, com mais força… porque tirou seu puto, enfia de novo, tá gostoso… não na minha boca não safado… tá mais goza logo antes que tua mulher descobrir que
virei puta do senhor…
Toda essa minha reação não passava da minha imaginação, estava tão envergonhada que não tinha coragem de falar nada. O estupro psicológico e a pior coisa que tem… depois que seu Januário saiu de minha cama chorei baixinho por quase meia hora e dormi. No outro dia não estava disposta pra nada. Nem quis ir tomar café, falei com Luzia que estava indisposta, então ela me chamou pra deitar com ela, eu fui… tinha vontade de contar tudo, mas minha voz não saia. Minha amiga viu que estava chorando, me abraçou e ficou fazendo cafuné na minha cabeça, pra ela não desconfiar falei que estava com saudades de meu marido.
Saímos do quarto somente depois que seu Januário chegou e fomos almoçar num restaurante que ficava por cima de um supermercado. Lá era bem baratinho e tinha muitas variedades de comida. Era onde muitos trabalhadores das lojas iam almoçar. Eu não conseguia sequer olhar para seu Januário… em solidariedade a mim, eles compraram bastante lanche e disse que passariam a tarde descansando. Na realidade eu estava também cansada, de tanto andar pra cima e pra baixo nas lojas da cidade.
Aos poucos fui compreendendo que fazer sexo era uma coisa natural, se meu maridinho não ficar sabendo é a mesma coisa que nunca o traí. Já mais descontraída aceitei deitar junto com o casal. Passamos a tarde vendo filmes e entramos pela noite. Uma hora mais descontraída disse: assim não vale, só minha amiga tem o direito de ficar perto de uma macho. Luzia então disse: tá bom
amiga, ele vai ficar no meio, mas a gente vai ficar pelados debaixo da coberta. A coisa foi tão divertida que já passava das dez da noite, ninguém tinha tomado banho, eu fui capaz de chupar o pau dele mesmo depois que ele tinha acabado de comer o cu de sua mulher, nunca tinha imaginado que bosta era amarga. O que mais foi gostoso foi eu chupar minha amiga enquanto seu marido me enrabava
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Lanchamos na cama mesmo. Só sei que no final da viagem já estava viciada no anal e topava chupar qualquer um, até fomos num clube onde chupei pelo buraco da parede vários paus, alguns até cheio de sebo. Foi lá que ganhei um dinheirinho pra comprar um notebook e um celular pro meu maridinho, além de muitas bolsas de grifes famosas. Ele ficou satisfeito… mas acho que nem desconfia, pois não
deixaria eu ir pro sítio com os vizinhos e ainda levando minha filha de doze aninhos apenas.
Depois de mais de mês nosso vizinho veio falar com meu marido querendo conversar em segredo, mas meu marido disse que não tinha segredos… Kleber então confessou que estava contente com Evelin, pois ela agora estava mais carinhosa e até deixava ele fazer algumas coisas. E confessou que tinha deseja de fazer 69 com ela, mas achava que ela iria se ofender e pensar que ela era puta. Então eu prometi falar com ela sem ela ficar traumatizada. Para isso iríamos um fim de semana para a praia com ela… seu Kleber então disse: Leve então minha filha Patrícia também, pra Evelin não desconfiar.

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