PASTOR ABUSA DA MULHER EVANGÉLICA FANÁTICA CASADA 2
Se não viu o primeiro texto, então recomendo que o veja para não perder nada.
Dona Rose ficou atormentada com o que fez com o pastor e o turbilhão de
sentimentos que ferviam em seu corpo. A sensação de que estava traindo seu
marido era forte, porém as palavras do pastor foram firmes ao informar que
aquilo era para o bem de seu casamento e para que viesse o tão sonhado filho. Um
representante da igreja jamais mentiria para ela, não, ela sabia que ele era
sério e que estava a serviço dos fiéis, então seria verdade cada palavra dita e
cada ação cometida no dia anterior.
Esse pensamento aliviou sua consciência e então ela decidiu seguir com o
tratamento que fora inspirado ao pastor em seu nome. Sendo assim Dona Rose foi
ao banheiro e se depilou por completo, assim como ordenado por Eduardo e começou
a se admirar no espelho.
– O que será que meu marido dirá se souber que estou me depilando, isso é pecado
e ele não tolera. Mas é tudo em prol do nosso casamento, então tentarei esconder
ao máximo.
A noite, no mesmo horário combinado Dona Rose estava no quartinho da igreja
aguardando o pastor. Seu marido estava feliz ao sair da igreja, pois sabia que
sua esposa estava em tratamento e que sua relação iria mudar depois daquilo (mal
sabia ele o quanto mudaria).
Depois de 10 minutos de espera pastor Eduardo aparece, comprimento a irmã
normalmente e destranca a porta deixando-a entrar primeiro. Assim que entraram
ele a virou de frente brutalmente colocando as mãos em seu seios.
– Hoje terei de ser mais agressivo e dar mais do mundo para você, terei de
intensificar o tratamento para que seja mais rápido. Assim manda essa voz que me
inspira.
Um tanto assustada mas disposta a ir às últimas consequências, dona Rose apenas
balança a cabeça em concordância.
– Ajoelha rameira – mandou o pastor – ajoelha, tira meu caralho da calça e mama
orando, vai vadia. Deu a ordem já puxando os cabelos dela e dando um belo tapa
em sua cara.
Dona Rose confusa obedeceu ao homem ficando de joelhos e desabotoando suas
calças. O mais estranho é que a ardência do tapa fez sua vulva também arder e se
molhar toda.
– Meu Deus, pensava ela, será que tenho realmente esse demônio todo dentro de
mim? O pênis dele me deixa com vontade de chupar, coisa que nem com meu marido
eu fiz, e seu tapa me estiga querendo ser dele.
Sem demora ela começou a chupar a rola toda, havia aprendido no dia anterior,
mas já fazia com maestria, já se poderia considerar uma profissional do sexo.
– Pois todos os dias dentro deste quarto ou em qualquer lugar onde estejamos
sós, antes de me dirigir qualquer palavra você deve fazer exatamente isso e me
chamar de mestre, dono e amor.
– Sim senhor, respondeu já entregue ao prazer.
Sem esperar muito Eduardo a agarrou pelos cabelos e a arrastou para a cama,
deixando-a com os joelhos no chão e o tronco sobre o colchão. Então baixou e
socou o pau nela sem qualquer preparação. A sorte é que dona Rose estava bem
lubrificada e o pau deslizou fácil, provocando um grito e um tremendo orgasmo,
um daqueles que nunca teve com seu marido.
O pastor socava sem dó, deixando a crentezinha bitolada sem ar e toda vermelha.
Aquela sua bunda morena levou muitos tapas, a ponto dele ficar vermelha e cheia
de marcas de dedo.
Novamente brutalmente levantou-a do chão e jogou sobre o colchão, mandando que
ficasse de quatro para receber o que merecia. Baixou a cabeça e começou a lamber
seu cu de todas as formas possíveis, passando do cu à buceta e vice versa. Dona
Rose apenas tremia e gritava, nunca foi tão mal tratada na vida, e pior, estava
adorando aquilo tudo.
Cansado de beber o gozo dela Eduardo posicionou seu pau no cu da crente e socou
sem dó.
– MESTRE – gritou dona Rose – assim machuca, pare por favor.
A reclamação gerou 3 tapas em sua cara fazendo com que se calasse e
transformando a dor em prazer, um prazer tão intenso que a fez gozar e desmaiar.
– Está bem irmã? Disse o pastor agora sentado ao seu lado. A irmã desmaiou em
meio ao tratamento, sequer deu tempo de despejar meu sêmen abençoado dentro do
seu cú.
Meio tonta a irmã levantou a cabeça do travesseiro, travesseiro este que nem se
lembra de ter visto sobre a cama, e olhar para aquele home magro e negro, porém
bem desenhado e nu a sua frente.
– Acha que consegue continuar ainda hoje irmã ou devemos marcar mais uma seção
depois?
– Aguento, vamos continuar.
Na verdade ela não queria sair de lá sem sentar naquela rola, ele havia
conseguido enfeitiçar a cabeça dela a ponto de se deixar ser usada.
Então o pastor a colocou de barriga para cima, beijou sua boca de forma gostosa
e calma e quanto introduzida em sua buceta pequena, risada e carnuda tirando um
gostoso gemido da antes fiel e agora, mesmo sem saber, irmã vadia.
Foram 2 horas de muita foda, onde Eduardo fez questão de gozar dentro 2 vezes e
dar a terceira na boca da crentizinha.
– Agora quero que vá para casa, sem escovar os dentes, e de um gostoso beijo em
seu marido. Se ele perguntar sobre o sabor, diga que foi o leite divino que te
dei e que era para compartilhá-lo com ele através do beijo. Isso trará
fertilidade ao seu marido.
Sorrindo e cansada Dona Rose se pôs a caminho de casa já conta do os minutos
para o dia de amanhã.
Caso tenham gostado deixem os comentários, aí postarei a história de como novas
irmãs entraram nessa brincadeira e me deram diversos filhos …RS
Negeoeamor@hotmail.com

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