MINHA HISTÓRIA - MENINAN EVANGÉLICA - UMA VIDA ESCONDIDA 3

 Demorei a voltar porque tive que dar um tempo. Não conseguia me segurar, estava 

com tesão direto. Ainda não melhorou muito, rsrs, mas eu não aguentava mais 

beijar meu noivo sem me excitar. Até tentei ter mais intimidade com ele. Beijei 

ele de um jeito que ele ficou de pau duro. Isso foi essa semana que passou… Fui 

encontrar com ele com um blazer e uma blusinha branca, sem sutiã. Quando tivemos 

um momento a sós eu beijei ele de um jeito bem molhado e morno, sugando a língua 

dele. Queria que ele imaginasse minha boca no pau dele… Deu certo, senti a pica 

dele endurecer, mas quando ele viu meus peitinhos marcando a blusa, duros, 

passou a mão de leve (eu me melei na hora), achei que ia esquentar. Ele me 

largou de lado dizendo que a gente tava pecando e fechou cara por dias…

Se eu continuasse tentando ia perder o noivo, rsrsrs… Mas não sei se vou 

aguentar muito tempo sem dar a boceta gostoso pra outro… Tô transtornada sem 

sexo…

Enfim… Abusei da siririca, vi vídeos na internet, brinquei com uma garrafa de 

refrigerante… Fiz tudo ao meu alcance pra aplacar o fogo, e agora vim aqui 

contar mais um pedaço da mnha história pra vocês.

 Cada vez que eu avançava um pouco na putaria, mais tarada eu ficava. Foi dar o 

cu pro pastor, eu só pensava nisso: sexo, sexo, sexo… Queria trepar, foder… Eu 

revivia os momentos que tive em casa, sozinha no quarto, no banheiro. Ficava 

pensando e esfregando as pernas discretamente enquanto estava em casa, até o 

ponto de não poder mais aguentar…

 – Vou no banheiro! Dizia pra mãe, pai, irmão…

Entrava e ia terminar o tesão com dois, três dedinhos na boceta (às vezes no 

cu), as pernas penduradas pra cima, apoiadas na parede, enquanto eu gozava 

arreganhada no vaso.

 Eu inventava motivo pra ir à outra igreja, e o pastor inventava motivo pra 

passar um minutinho que fosse sozinho comigo. Eu já estava indo pra lá sempre 

sem calcinha. Já entrava no carro dele subindo a saia, pois sabia que ia rolar 

dedada, chupada e, se desse, uma foda rapidinha.

 Ele sempre me falava da ideia de outro cara me foder, e eu tinha muito tesão, 

mas também morria de medo. Tinha pavor de ser descoberta.

 Eu vivia pedindo à minha mãe pra largar de vez nossa igreja e ir pra dele. Ela 

até pensava na ideia, mas meu pai não. Só que aconteceu uma coisa que foi 

providencial. Num dia de reunião na igreja, que era na semana, eu peguei ele no 

flagra. Nesses dias, tinha bem menos gente, porque não era um culto, mas uma 

reunião de oração. Eu tava procurando por ele, porque a reunião já tava 

começando e ele tinha sumido. Ouvi uns sussurros numa sala e encostei o ouvido. 

Ouvi a conversa assim:

– Não, eu não quero…

 – Ah, todo mundo sabe que você é uma safada, o que custa? Anda, vira de costas, 

deixa eu te comer de novo rapidinho…Pega aqui…

Eu abri a porta devagar, eu conhecia aquela voz. Era meu pai. Vi ele apertando a 

moça contra a parede. Era uma daquelas que o namorado tinha espalhado que tinha 

comido, e ficou isolada da igreja. Isso sempre acontecia… Fosse verdade ou não, 

virava. Bastava uma moça querer terminar o relacionamento que o namorado dizia 

que tinha comido, e ela virava a Madalena da congregação. Por isso as meninas 

nem namorar queriam mais. E essa tinha passado por isso… Ouvir meu pai dizer: 

“te comer de novo” queria dizer que já tinha acontecido…

Eu vi, além de ouvir isso, ele segurando a mão dela contra o pau dele, que tava 

pra fora da calça. E ele prendia ela contra a parede.

 Quando abri a porta, demorou uns segundos e ele me viu. Eu fechei rápido e saí 

andando. Fomos pra oração.

 Ninguém falou nada. Só no carro, de volta pra casa, ele me disse:

– Você não viu nada. Deve estar pensando algo que não é verdade… Não fale nada 

pra sua mãe, ela pode pensar errado.

 Eu fiquei calada, mas tomei coragem.

– Eu vi e ouvi, pai. Mas não vou contar, se você deixar eu ir pra a outra 

igreja. Não quero mais ficar nessa.

 Ele parou o carro, me olhou fulminante. Achei que ia me dar um soco ali mesmo… 

Mas não sei se a cara era de ódio ou de medo…

 – Você ouviu o que?

– O que você tava falando que queria que ela fizesse… DE NOVO…

 – Você tá enganada.

– Deixa eu ir pra outra igreja que eu esqueço tudo. Não gosto mais dessa.

 Ele virou e foi dirigindo até em casa. Não me respondeu. Em casa, ele se 

trancou no quarto com a mamãe. Eu não sabia o que esperar. Quando saíram, me 

chamaram. Mamãe me disse que concordaria que eu frequentasse a outra igreja, 

desde que não namorasse ninguém sem aprovação e que não mudasse a forma de 

vestir. Eles achavam o pessoal da outra igreja “moderno demais”. Eu teria que 

continuar vestindo saias abaixo do joelho.

 Concordei na hora. Queria contar pro pastor e não tinha como. Mas pulei de 

felicidade.

 No dia seguinte, eles me levaram lá e oficializaram com o pastor que eu ia 

permanecer congregando lá, aos cuidados pessoais dele. Ele me buscaria e levaria 

em casa. Pra mim, perfeito!

 Isso foi na segunda-feira. Na quarta, depois da aula, eu estava em casa quando 

mamãe me chamou, me falando que o pastor havia ligado. Ia me buscar porque tinha 

uma reunião e eu ia ajudá-lo.

 Tomei um banho caprichado, passei a gilete na boceta, deixei bem lisinha, só 

com uma graminha loirinha na testa, do jeito que ele gostava.

 Quando entrei no carro, já fui sentando e me abrindo…

 – Oi, minha putinha tarada… Já tá querendo rola na boceta?

– Sim! Onde a gente vai? Tem reunião mesmo?

– Tem, mas só mais tarde. Quero passar um tempinho contigo…

Puxei a mão dele e esfreguei direto na minha boceta. Tava doida por uma 

safadeza. Ele já foi amassando meu grelinho, me fazendo gemer e depois enfiou 

dois dedos.

– Aaai… Tá doendo… (o dedo dele era enorme)

– Ah, mas quem aguenta uma rola grossa e grande na boceta e no rabo, aguenta uma 

dedada, deixa de dengo…

Ele ficou socando… Eu fechei os olhos e deixei meter com força. Fui sentindo a 

dor e o prazer, me masturbando pra gozar gostoso.

 Quando chegamos na igreja, eu tava toda melada de gozo. E ele de pau duro. Não 

tinha ninguém lá além da gente. Entramos no estacionamento e, quando ele parou, 

disse:

– Não desce agora. Tira a roupa.

 Eu estava com um conjunto de saia e blusa, tirei tudo. Inclusive o sutiã.

 Ele ficou me olhando com aquela rola grossa na mão, punhentando. Eu via a 

cabeçona vermelha babada e já sentia as fisgadas no fundo da boceta, esperando 

por ela. Aquele pedaço de carne quente, dura e macia, era tudo que eu queria…

 – Vem de boca, sua chupeteira gulosa.

 Não esperei duas vezes. Fiquei de quatro no banco e meti aquela rolona 

deliciosa na boca, mamando gostoso.

– Calma, não dá tempo gozar duas vezes, tenho que guardar pra alimentar teu 

cuzinho. A gente tem muita coisa pra fazer.

 Entramos na igreja pela porta lateral, eu estava nua à luz do dia, mas como o 

estacionamento era fechado por portão e paredes, ninguém veria além dele.

– Vai pra sala da administração.

 Fui, ele andando atrás, o pau pra fora. às vezes eu olhava pra trás só pra 

apreciar… Via ele secando meu corpinho e segurando a piroca.

 Quando entramos na sala, as instruções recomeçaram.

– Sobe na mesa, de quatro, deixa eu apreciar a visão.

 Subi, me abri toda, os joelhos bem separados.

 Ele sentou num sofá que tinha próximo, encostado à parede de frente pra mesa.

– Isso, agora abre a buceta e o cu com as mãos.

 Assim fiz. Coloquei as mãos pra trás, com a cabeça encostada na mesa, de 

quatro, abria os dois e passava os dedos no meio… Ele gemia, punhentando aquela 

rola devagar. Isso me deixava tão tesuda, estar sendo olhada por aquele homem de 

cabelo branco, enorme, velho, com a barba por fazer… Minha boceta pingava na 

mesa. No meio da safadeza, vi uns papéis debaixo de um ganso que servia de peso. 

Peguei ele, era pouco maior que a minha mão. Comecei a esfregar na boceta.

 Quando olhei pra trás e vi a cara de tarado do pastor, vi que tinha gostado da 

ideia. Esfreguei mais forte, gemendo alto…

 – Geme, sua puta. Enfia a cabeça dele nesse priquito arrombado… Vai, mete no 

priquito.

 Cada vez que eu trepava, aprendia um palavreado mais baixo. Lembro que foi a 

primeira vez que eu ouvi alguém falando isso, e quanto mais baixo era o nome, 

mais tesão eu tinha.

 Mirei o bico do ganso na boceta aberta e melada, entrou fácil.

 Ele gemeu alto e olhei, vi a cara de tarado, a sobrancelha franzida, ele 

mordendo a boca e apertando o pau com muita força.

– Você é uma puta vadia, vagabunda. Soca como se fosse uma rola, vai… Imagina 

teu pai metendo a rola no teu priquito, vai…

Na hora, meio que choquei, mas lembrei que tinha visto a pica do meu pai. Era 

grossa, dura, mas não tão grande quanto a do pastor.

 Imaginei que era eu que tomava rolada dele, de costas na parede da igreja.

– Isso, sua putinha. Queria ver teu pai te fudendo gostoso. Comendo tua boceta. 

Mete, vai…

Imaginei meu pai me estuprando… Como ele tava prestes a fazer com a moça.

– Não papai, por favor, não me come. Por favor, ta doendo… Ai, ai… Ai, papai…

Imaginei gostoso e estava pra gozar, de novo, imaginando meu pai socando a rola 

fundo na minha boceta, com a grosseria que ele tinha em tudo.

– Safada, vem cá, vem agora. Goza na minha cara.

 Saí da mesa, ele deitou no sofá.Tirou o ganso das minhas mãos.

– Senta com a boceta na minha cara, vai, esfrega esse priquito na minha cara 

toda.

 Sentei gostoso, rebolava feito uma puta, sentindo o nariz dele no meu buraco, a 

língua, os dedos. Tudo entrada em mim em algum momento, e eu me abria. Senti ele 

colocar um dedo no meu cuzinho.

 Ele me afastava pra respirar, eu abria a boceta com os dedos e ele colocava a 

língua pra fora. Eu sentava de novo. Subia e descia na língua e nos dedos dele, 

segurando o bocetão aberto.

– Vou gozar, ai ai… Ai, papai, vou gozar na sua cara.

 Ele levantou de uma vez, me deitou no sofá e meteu o pau na minha boca, socou 

gostoso.

 Senti quando enfiou algo na minha boceta. Era o ganso. Ele metia com força, com 

violência, eu estava com uma perna no encosto do sofá e a outra arreganhada, no 

ar.

– Goza na piroca do teu pai, vai, puta. Eu sei que ele te fode de noite, eu sei 

que ele te arromba.

 Eu estava sufocando com aquele pau enorme na boca. Ele tirava o ganso e dava 

uns tapas fortes na minha boceta. Depois metia de novo aquilo em mim… Fundo, com 

força. Eu me segurei pra não gozar, queria que demorasse, mas já não tava 

aguentando mais. Tirei o pau dele da boca e segurava com a mão, e ele acabava 

resvalando na minha cara toda.

– Ai, pai, ai, tá doendo… Aaaaai…Vou gozar, vou gozar, papai…

Ele tava tarado, enfiou o ganso e ficou socando e dando tapas fortes no meu 

grelo que tava inchado, gozei tremendo e tendo uns espasmos fortes. Foi um gozo 

muito forte.

 Quando estava acalmando da gozada, ele me virou de costas e mirou aquele 

caralhão direto no meu cuzinho.

– Vou gozar no teu rabo, abre o cu pra mim. Papai vai comer teu cu também.

 Nem respondi, de tão mole que estava. Ele mesmo abriu minha bunda e meteu. 

Senti aquela dor fina… Meu cuzinho tava todo melado, então deslizou, mas era um 

pau grosso e grande, então não tinha como doer.

 A sorte é que ele também tava segurando o gozo. E deu umas dez bombadas fortes 

e já encheu meu cu de porra. Senti ele deitar em cima de mim, pesado, com o pau 

atolado no meu cu, ainda latejando devagar, despejando o resto da porra…

Ficamos assim por algum tempo, eu amassada embaixo dele, e depois sentamos um do 

lado do outro. Deitei a cabeça no peito dele, e ele começou a alisar meu cabelo.

– Você me deixa doido. Só me faz pensar pornografia…

Eu ri…

 – Ficou com tesão em pensar no teu papai te fudendo… Hein? Metendo na 

bucetinha? Ele já fez isso? Hum? Já? Já meteu no cuzinho?

– Não, Deus me livre. Ele nem sonha que não sou virgem.

– Mas você já viu o pau dele? Já quis chupar a piroca do papai?

– Eu vi outro dia… Ele tava com a mamãe no quarto e entrei, vi sem querer…

 – É? Como era?

– Menor que a sua, mas também era grossa, cheia de veias.

– Hum… Deu vontade de mamar na rola do papai?

– Deu um pouco…

Eu ri, queria provocar ele.

– Tô doido pra ver essa boceta engolindo outra piroca. Você vai topar? Você 

disse que ia, tá só me enrolando…

 – Eu tenho medo, não sei. Se ele descobrir me mata.

– Ele não vai saber…

 – Não sei, vou pensar.


– Você só diz isso e eu fico doido pensando em te ver gemendo em outra rola. Tão 

menininha e tão putinha. Sabe que essa bucetinha loira e vermelha dá tesão em 

qualquer homem, né? Tira qualquer um do sério. Esse cuzinho rosado, então…

Ficamos nessa enrolação. Quando ele viu que eu tava ficando com tesão de novo, 

pegando no pau dele e querendo mamar, cortou meu barato. Porque já ia começar a 

chegar gente pra reunião da noite. Peguei minha roupa no carro, fui pro banheiro 

me lavar na pia e me vestir.

 Quando começaram a chegar os jovens, meninas e meninos mais novos que eu, 

estava na administração e ele tinha saído pra comprar lanches.

 A reunião era pra organizar um retiro de jovens. E isso ia me trazer mais 

descobertas….

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