MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICO - DEPOIS DA PRIMEIRA VEZ
Contei minha história pra vocês e vim todos os dias, sem falta, ler os
comentários. Saber que deixei outras pessoas com tesão é muito bom. Assim sei
que não sou só eu que sou assim… E isso me deu vontade de continuar a contar.
Eu não vou falar nada que me identifique, porque realmente não quero que
ninguém faça ideia de quem eu sou. Em um comentário sobre isso eu fiquei gelada.
Vocês não têm ideia de como a igreja que frequento é rigorosa. Daquela que dá as
costas para quem se desvia. Já vi casos de os pastores apoiarem surras em
mulheres desobedientes. Não sei o que fariam comigo se sonhassem como eu fui e,
de certo modo, ainda sou.
Com meu noivo eu não tenho relações sexuais. Eu evito ter muitos momentos
íntimos, porque não sei se conseguiria deixar esse meu lado controlado, caso as
coisas esquentem com ele. Basta uns beijos e corpo encostado para eu ter que me
masturbar e usar um brinquedinho uma ou duas vezes pra dormir.
Uma vez viajamos juntos para um evento da igreja. Dormíamos em quartos
separados, claro. Eram mulheres solteiras para um lado e homens para o outro. A
gente se abraçou e beijou dentro da piscina, ele nem chegou a ficar totalmente
excitado mas eu, sim… Tive que me masturbar no banho, enfiando um tubo de
desodorante na minha boceta e no meu cu, porque não tinha intimidade em nenhum
outro local.
Bom, vou dar continuidade ao que comecei a contar…
Depois que transei a primeira vez com meu professor de ballet, a gente se tornou
amantes, por assim dizer. Ele aproveitava os momentos em que nenhuma das meninas
estava olhando pra enfiar os dedos em mim, ou pra colocar o pau dele na minha
boca.
Em alguns exercícios de relaxamento, nos dias em que havia menos alunas, ele
até me comeu de quatro enquanto todas estavam “relaxando a coluna”. Comeu assim,
digo, enfiou o pau, tirando e colocando inteiro, algumas quatro ou cinco vezes
seguidas.
Gozar dentro não dava, porque ele gemia e esporrava muito, e eu sempre ficava
com as pernas escorrendo de porra.
Ah, e eu tive que arranjar uma desculpa pra minha mãe, porque o meu collant
estava descosturado no fundo de novo. Passei uns dias escondendo ele dela.
Cheguei a ir de roupa para a aula e vestir o collant no banheiro (porque o
conjugado não tinha graça).
Quando enfim ela achou, eu disse que tinha quebrado um ponto porque estava
machucando minha “coisinha” (era assim que falava pra ela) e arranquei no dente.
Depois foi soltando de novo.
Também reclamei que estava ficando apertado, no meio dessa descuparada toda.
Acabou que ela resolveu me levar para comprar um maior, porque eu estava
crescendo, esse era cor de rosa e marcava muito meus mamilos. Queria comprar um
preto.
Quando vi as opções, insisti em um modelo que tinha um fecho no fundo. Ele não
era sem manga, como anterior, tinha uma manguinha curta colada ao corpo. Era
mais coberto, por isso ela gostou. E por ser desse modelo, tinha quatro daqueles
ganchinhos de metal no fundo (iguais aos de fechar sutiã), que podia abrir.
Alguns dias depois, cheguei com ele eufórica na aula de ballet. O prof me olhou
estranhando, na certa pensando no collant safadinho. Mas nada falou.
Para fazer um alongamento inicial, ele resolveu nos deitar no chão, todas em
círculo, com a parte das pernas para fora e as cabeças próximas. Ele ia de uma a
uma, ajudando a fazer movimentos de aberturas na pernas, forçando o alongamento
dos músculos.
Quando chegou em mim, meu rostinho estava bem vermelho. Eu queria rir de
felicidade, mas não podia.
Na hora em que ele abriu minhas pernas, se deparou com o fecho aberto, só com
os dois ganchinhos externos presos e minha bucetinha exposta. Ele sorriu e
aproveitou para dar uma dedada gostosa que me fez arrepiar inteira.
Era difícil ficar nessa brincadeira com ele e não dar a boceta, não deixar
meter fundo e socar, porque era assim que eu gostava e me arrepiava inteira.
Raramente tínhamos momentos sós mesmo. Mas tive uma ideia. Falei para o meu pai
que o horário do ballet estava estendido, porque iríamos ter apresentações
públicas (o que era verdade) e eu precisava treinar mais pois tinha um dos
papéis mais importantes.
Essa mentirinha permitia que ele me comesse todo dia de aula. E, acho que eu
contei, ele dava aula todos os dias, em diferentes horários. No meu horário,
tinham turmas todos os dias, de segunda a sábado. Eu frequentava três dias:
segunda, quarta e sexta. Nos outros dias era outra turma.
E ele também dava workshops em outros horários, se apresentava, tinha
compromissos. Era um bailarino bem ativo. Não era bem boniiiiito, mas era muito
sexy, músculos definidos e um pau que fazia um volume chamativo na legging.
Como eu queria ir lá todo dia levar uma boa fodida! Mas não podia,
infelizmente.
Então, acho que no segundo ou terceiro dia que eu estava ficando até mais
tarde, aconteceu algo que eu queria muito saber como era: gozar.
Ele perguntou se eu sabia o que era e disse:
– Vamos fazer diferente hoje? Fica de quatro no banco.
Fui e me posicionei na arquibancada. O collant estava desabotoado, e eu fiquei
com a bundinha exposta, a bucetinha aberta (porque eu já colocava uma perna no
banco de cima, então ficava bemm arreganhada, já que ainda era relativamente
baixinha).
Ele veio, alisou minha bunda e falou:
– Que rabinho redondinho lindo. Deixa eu ver o que ele guarda.
Aí abriu minhas nádegas, expondo meu cuzinho. Eu ainda tinha uma certa vergonha
dessa parte, mas tinha muito tesão de saber que estava sendo escancarada. Sou
muito exibicionista, adoro ser olhada.
– Essa é a visão mais deliciosa que já tive na vida. Nunca vou esquecer.
Falou isso e se abaixou, alisando minha bunda e passando os dedos bem
suavemente pelos meus buraquinhos. E comeu a passar a língua. Aquilo me
arrepiava. Lambia de cima abaixo, depois colocava a boca e chupava, até sugava,
fazendo barulho. Mas eu sentia a língua dele explorar tudo, do meu cuzinho,
passando pelas minhas virilhas, até meu grelinho (que na época eu não sabia
manipular…) e depois se enfiava fundo na minha boceta. Eu rebolava muito, mesmo
sem perceber, porque era delicioso demais.
Ele fez isso algum tempo, e eu estava bem molhada, de olhos fechados,
esfregando meu rabo inteiro no rosto dele, que me puxava pelos quadris e se
enfiava em mim com a língua.
Comecei a sentir os dedos dele se enfiarem, primeiro na boceta, explorando
fundo e depois saindo e entrando… E depois no cuzinho, devagar, enfrentando as
travadas que eu dava… Até que senti um dedo enfiado em cada lugar,
profundamente, se movendo lá dentro ou sendo socado…
Depois que o ritmo se intensificou eu rebolava cada vez mais, aquilo era muito
bom… Eu sentia um arrepio forte, algo que vinha de dentro, lá do fundo da minha
boceta, parecia que ia sair algo de mim… Quando ele tocou meu grelo com outro
dedo (acho que o polegar), a onda começou a vir mais forte. Ele tirava o dedo
que estava na boceta, mas não tirava do grelinho nem do cu. Era cada vez mais
forte a vontade de explodir, de fazer xixi, sei lá… E eu rebolava muito, me
empurrava contra os dedos dele. Ele foi acelerando e apertando mais o dedo no
meu grelo, me fazendo sentir algo vindo, vindo.. Até que me arrepiei toda e
revirei os olhos (de verdade). Nunca senti algo parecido. Uns choques fortes
subiram no meu corpo vindo da boceta e minhas pernas começaram a tremer. Eu
amoleci toda, e ele continuava com o dedo no meu grelo e outro no meu cu (esse
último, saindo e entrando sem parar).
Até que o grelinho ficou muito sensível e eu mesma puxei a mão dele de uma vez.
Me joguei no banco, me torcendo e sentindo aquielas ondas irem embora devagar…
Ele não parava de me alisar… E ainda enfiava os dedos no meu cuzinho…Me
posicionou de lado, a bundinha empinada e senti o pau grosso e duríssimo dele
entrando na minha boceta, que estava quente, inchada, enxarcada de líquidos.
Eu estava muito mole e ele meteu forte, batendo na minha bundinha, fazendo
“pá-pá-pá”. Levantou a minha perna de cima e eu olhei pra baixo. Vi aquele pau
vermelho, quase roxo (ele era moreno claro), cheio de veias arregaçar minha
bocetinha pequena. Via entrando e saindo, a cabeça chegava a aparecer e sumia
dentro de mim.
Então ele tirou, me virou mais de lado e senti quando aproximou a cabeça do pau
do meu cuzinho. Fui deixando, e ele ficava esfregando num movimento circular,
como se estivesse abrindo mais o buraquinho que já estava meio frouxo de
dedadas. Mas quando senti a cabeça tentar me arbrir ardeu…
Não protestei, mas tranquei o cuzinho.
– Relaxa, é bom também. Deixa eu te enrabar, deixa… Deixa meter minha pica no
teu cu… Ahn?
Não respondi, mas ele ficou alisando meu corpo, meu quadril, me fazendo relaxar
aos poucos. Expus mais a bundinha, para tentar facilitar a entrada.
– Deita no banco de bundinha pra cima, vai… Isso… coloca essa perna pra cá…
Minha perna direita ficou pra fora do banco, e o pé pendurado na lateral,
alcançando o chão.
– Agora empina a bundinha, vai.
Com o corpo todo deitado no banco, empinei só meu rabinho. Estava muito muito
cansada. Mole mesmo…
– Vou comer esse cu delicioso, abre ele pra mim.
Ele mesmo foi abrindo minha bunda e recomeçou a empurrar. Quando eu fazia
menção de trancar o cuzinho, ele me ajudava a relaxar, até que a cabeça passou.
– Ahhhhhhh, estou dentro do teu cu, sua putinha safada. Vai dar o cuzinho pra
mim, vai?
– Uhum…
– A crentezinha mais vadia que existe. Toda fodida e esfolada pelo titio aqui…
Ele ficava falando essas coisas, me xingando de puta, de arrombada, de menininha
vagabunda… E falava muito da minha boceta e do meu cu. Dizia que ia me estragar
toda de tanto levar rola dentro. Isso me excitava, o grelinho piscava cada vez
que ele me falava isso…
E o pau entrando aos poucos no cu.
– Enfiei tudo. Atolei gostoso e fundo nesse cuzão apertado. Agora, putinha, abre
esse rabo pra mim e aguenta, viu? Vou arrebentar teu cu.
Então ele começou a socar. Começou mais lento, mas conforme relaxava meu cu, ia
metendo mais fundo e forte. Acho que estava com tesão demais, porque não demorou
muito e eu senti aquela rola gostosa latejar e cuspir muita porra no meu cu.
Na hora, na hora mesmo, não doeu tanto. Mal sabia que que depois nem ia
conseguir sentar direito nem ir ao banheiro sem sentir ardor.
Mas naquela hora, só percebi o lado bom, com pouca dor. Ele me beijou, enfiou a
língua na minha boca e me acariciou depois de gozar… Avisou que ia buscar papel
higiênico no banheiro, então voltou e limpou minhas pernas, porque estava muito
melado dos meus caldinhos.
Mal deu tempo de arrumar os cabelos, nem havia fechado o collant quando ouvi a
buzina do meu pai.
Me desesperei, só coloquei a saia torta em cima do collant, peguei a mochila e
fui correndo.
No carro, ele me viu banhada em suor:
– Nossa, filha, o que houve?
– Estava me exercitando até quase agora….
– Esse professor tá acabando com você, tem que maneirar.
– Tem não, papai, estou me esforçando muito.
(ele mal sabia o quanto).
– Buzinei três vezes, onde você tava?
Meu coração quase saltou pela boca.
– Eu… eu.. estava no banheiro fazendo xixi. Ia limpar o suor, mas quando
terminou a descarga eu ouvi a buzina e vim correndo.
– Ah, tá. Tava ficando preocupado. Já ia entrar pra te procurar.
Nossa, que risco eu passei. Melhor tentar ficar mais atenta ao relógio da
próxima vez.

Não achei aqui a continuação do primeiro conto em que ele te comeu a primeira vez.
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