MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA ´- CONTINUAÇÃO 3

 No carro, meu pai falava e eu não ouvia. Ele ficava geralmente falando do 

trabalho dele, coisas bobas, da mamãe, do meu irmão. Mas eu estava com a mão 

entre as pernas, alisando minha bucetinha ensopada por cima do conjugado.

 Não conseguia deixar de sentir o pau do profs pulsar na minha mão. Esperaria 

ansiosa pela quarta!

 De noite, no meu quarto, dormi nua. Senti muito prazer em deitar arreganhada, 

imaginando o prof. entrando dentro de mim, com a língua, com os dedos, com o pau 

duro dele. Esfregava minha bucetinha sem parar. Fechei os olhos e curti meus 

pensamentos até pegar no sono. E olha que demorou.

 Na terça, lembro que estava nas nuvens, não prestava atenção em nada. Me senti 

a mais linda e sensual das mulheres, mesmo tendo só 12 anos.

 Puxei a calcinha pra dentro da bunda e andava rebolando (quando meus pais não 

estavam perto, claro), porque percebia os olhares de homens. Os meninos não se 

ligavam muito, mas homens mais velhos me comiam com os olhos.

 Na quarta, depois da aula, eu fui pegar minhas coisas pro ballet. Quando peguei 

o collant, olhei frustrada porque lembrei que a mamãe tinha pego para costurar. 

Estava feito novo! Não perdi tempo, peguei a tesourinha de cortar unha e cortei 

o fio, puxando até abrir tudo de novo. Ficou mais aberto do que estava. Depois 

eu daria um jeito de explicar pra ela. Mas fui pro ballet muito tarada.

 No carro, quando meu pai foi me deixar, eu tive uma ideia.

– Pai, o senhor pode ir me buscar dez minutos mais tarde? É que vai ter um 

exercício extra hoje, vamos demorar um pouquinho mais.

– Tudo bem, filha. Mas perto das seis o trânsito é um pouco mais lento. Talvez 

eu passe das seis, então, ok?

– Sem problemas!

 Isso me daria um tempinho a mais no fim do dia, depois que as meninas fossem 

embora. Me despedi do meu pai e quase corri para dentro do studio.

 Quando o prof me viu, me olhou da cabeça aos pés. Nunca vou esquecer a cara que 

ele fez, parecia que ia me atacar ali mesmo.

 Veio me cumprimentar e disse no ouvido:

– Adoro a visão desse collant.

 Abri um sorriso enorme pra ele e fui pro alongamento inicial, que era mais 

curto e seguido do aquecimento.

 Olhei ao redor e contei as meninas. Eram quatro. Duas delas haviam faltado de 

novo (ótimo!) e o número era ímpar. Tentei ver o estado de excitação dele, mas a 

camisa não permitia direito. Ele usava nesse dia uma bata solta, que cobria a 

legging. Dava pra ver que tinha volume, mas ficava mais discreto.

 A aula se seguiu, e ele evitou exercícios que envolvessem levantar a perna, 

acho que pras outras meninas não verem como estava meu collant.

 A aula foi agitada mesmo assim, porque fizemos vários passos curtos. Eu fiquei 

um pouco suada, apesar do ar condicionado, porque estava excitada e agitada.

 No fim dos exercícios, ele falou que faríamos o alongamento na barra, e eu 

sabia que teria algo excitante. Mas quando ele me deixou na frente de todas, em 

primeiro lugar na fila, eu me frustrei. Mal sabia eu que ele sabia exatamente o 

que estava fazendo.

 Ele começou a acompanhar as meninas de trás pra frente, me deixando por último. 

Eu estava frustrada, achava que ele não ia fazer nada naquela hora.

 Ele ficava atrás de cada uma, corrigindo os movimentos. A perna mais próxima ia 

por cima da barra, a outra fazia flexão, para forçar o alongamento. Depois 

virávamos de costas e fazíamos com a outra perna.

 Quando ele veio por trás de mim, colocou as mãos na minha cintura.

– Isso, minha linda. Agacha, alonga, estica bastante, deixa a perna tooooda 

abertinha…

O jeito dele falar me excitou. Se eu já estava sequinha, comecei a babar de 

novo.

 Então ele veio com a mão suave por baixo das minhas pernas. Como estava entre 

mim e a menina de trás, ninguém via. Senti quando o dedo dele veio direto na 

minha bucetinha. Sobre a pele, sem nada no meio, me arrepiei de um jeito que 

nunca tinha sentido. Ninguém tinha tocado ela. Aquela mão áspera, forçando minha 

grutinha, sentindo meu melado, me dava uma vontade de me arreganhar e eu 

esticava muito a perna.

 Ele falava de um jeito manso, demonstrando estar muito excitado.

 Ficava contando os segundos como se nada tivesse acontecendo. E os dedos me 

explorando.

 Em um momento, ele pegou meu braço e colocou pra trás do meu corpo.

 Já fui procurando o que queria: o pau dele.

 Apalpei, estava muito mais duro que na segunda-feira. Uma pedra. Apertei forte 

enquanto ele cutucava a entradinha da minha buceta com o dedo. Foi forçando e eu 

me afastei um pouco quando doeu. Ele segurou minha cintura, eu segurando o pau 

dele… Senti quando ele tirou minha mão e colocou pra fora, me fazendo pegar 

direto naquela coisa gostosa, quente e dura. Nossa, naquela hora tudo que eu 

queria era nunca mais soltar aquilo… Mas foi rapidíssimo que ele fez isso. De 

repente me posicionou de volta e disse:

– Peguem os colchonetes e vão para o chão. Fulaninha na A, outra na B … etc.

 Ele estava dizendo as posições pra ficar, e eu ia ficar na última, a E. Tinha 

mais, mas como éramos cinco a gente só ia ocupar essas.

 Enquanto falava isso ele foi para o fundo da sala, entrou no banheiro e voltou 

pouco depois, com o pau mais escondido. A bata solta por cima.

 Mandou a gente deitar de barriga pra cima, de frente para o fundo da sala. Como 

eu era a última, apenas ele estava na minha frente.

 Foi guiando nossos movimentos. Mandando levantar perna, dobrar pra direita, 

virar o corpo para esquerda e vice-versa…

Enquanto fazia isso, se deleitava cada vez que eu abria as pernas. Eu sorria, 

ele sorria de volta, olhando minha buceta ensopada.

 Depois, mandou deitar de barriga pra baixo.

– Vamos alongar a coluna. Fiquem de quatro, coloquem os joelhos e os cotovelos 

no chão. Fechem os olhos, respirem fundo, tentem não pensar em nada.

 O safado estava atrás de mim.

 Se agachou e ficou empurrando minha cintura pra baixo.

– Forcem a coluna pra baixo, empinem o bumbum pra alongar bastante. Isso, isso 

mesmo…

Ele pegou minhas pernas e abriu um pouco, me deixando mais arreganhada.

 Ia dando instruções. Mandava manter os olhos fechados. Enquanto isso, os dedos 

dele passeavam na minha bucetinha.

 Senti quando invadiram o buraco do meu collant, subindo para a parte de trás. 

Encostou no meu buraquinho. Mas acho que era muito apertado, então ele voltou 

pra buceta. Continuava dando instruções…

Ele puxou meu collant de lado, e falou pra todas:

– Estiquem os braços no chão, encostem o rosto no chão, viradas pra esquerda 

(contrário de onde estávamos), contem de um até vinte, tentando se esticar ao 

máximo.

 Quando as meninas começaram a contagem, ele se agachou rápido e senti a língua 

dele dentro de mim. Ele me lambeu e chupou na buceta, passou a língua por toda 

ela, indo até o meu cuzinho. Me abria as nádegas com as mãos e enfiava a língua 

tão fundo que doía.

 Depois levantou, colocou o pau pra fora de novo e ficou esfregando na minha 

buceta, enquanto dizia:

– Continuem, quando terminar a contagem, não abram os olhos, coloquem os braços 

por cima das costas e contem de novo de um até vinte.

 Ele sabia ganhar tempo. Senti enlouquecida aquela coisa quente e macia esfregar 

minha bucetinha. Senti ele passando pra cima e pra baixo, e quando começou a 

forçar pra dentro de mim.

 Tentei levantar no susto porque estava ardendo, mas ele colocou a mão sobre a 

minha coluna, bem na lombar, e me manteve lá.

 Senti a cabeça daquele pau grosso abrir o buraquinho virgem da minha buceta… Eu 

não imaginei que aquilo fosse acontecer naquela hora, que fosse doer, e me 

assustei, mas ele me mantinha parada. Quando senti a cabeça entrar, parecia que 

algo tinha rasgado dentro de mim. Mas a contagem das meninas estava no fim, e 

ele tirou rápido, guardou e colocou meu collant rasgado no lugar.

 Levantei rápido com cara de assustada e ele fez sinal pra deitar.

 Voltei pro lugar, meu coração ia sair pela boca. Ainda sentia a pressão daquilo 

dentro de mim, embora já não estivesse mais.

 Foi me dando medo, no lugar da excitação, porque eu lembrei que pedi pro meu 

pai demorar mais.

 Tentei relaxar e pensar em uma forma de sair.. Estava com medo. Queria aquilo, 

mas a forma como aconteceu me assustou muito.

 Quando enfim ele avisou que o exercício tinha acabado e a gente podia se 

levantar, eu estava me sentindo exausta. O cabelo estava todo fora do lugar e 

achei que estava estampado na minha cara o que aconteceu.

 Me levantei devagar enquanto as meninas iam ao banheiro. Eu não queria ir junto 

com elas, e isso foi a deixa pra ele voltar pra perto de mim.

 Nós dois sozinhos na sala, e ele falou:

– Que vontade de enfiar meu pau inteiro na tua boceta quente e apertada, 

delícia. Putinha safada.

 Eu fiquei parada.

– Está tudo bem?

 Não respondi.

– Pensei que você queria que eu te comesse gostoso. E eu tô com vontade de te 

arrombar toda.

 O jeito dele falar me excitava e amedrontava. Eu sentia a minha bucetinha 

latejar, mas ardia.

 Ele passou a mão nela e enfiou um dedo, eu estava sem reação.

– Olha, já tirei o cabacinho. O resto da piroca entra mais fácil agora. Quero 

enfiar fundo até o talo aí dentro, minha putinha melada.

 As meninas começaram a sair e eu fui ao banheiro.

 Sentei no vaso, fiz xixi e minha boceta ardeu. Passei o papel e veio sujo de 

sangue. Ele tinha realmente tirado minha virgindade com a cabeça do pau. Já era.

 Fui relaxando e percebendo que minha boceta ainda soltava melzinho… Ajeitei meu 

collant rasgado, voltei pra sala, sentamos enquanto cada uma esperava seus pais.

 Ele foi pra dentro, sumiu e deixou a gente só. Se despediu de todas e disse que 

ia arrumar o material. Higienizar os colchonetes.

 Uma a uma elas foram saindo. Quando deu 17:35h a última foi embora.

 Eu fiquei pensando se ia ou não procurar por ele. Decidi ir. Já tinha começado 

e já tinha esquecido o susto e o ardor.

– Prof?

 Quando ele ouviu minha voz saiu lá de trás, vi que estava de pau duro.

– Você tá aí ainda?

– Sim, o que você está fazendo?

– Estava batendo uma punheta porque não consigo esquecer tua boceta. Olha minha 

piroca…

Ele pôs o pau pra fora. Pela primeira vez eu vi de frente.

– Meu pai ainda não chegou….

– Não? Então vem cá, me ajuda. Se ele chegar você corre.

 Ele me puxou pela mão e eu peguei na piroca dele. Apertei.

– Pra frente e pra trás, vai… Me faz gozar.

 Vi a cabeça do pau sair de dentro da pele. Era linda. Melava minha mão.

– Ai que delícia. Eu quero te fuder…Me dá uma chupada, vai.

 Falou isso e já me pegou pela mão, me levando pra um dos bancos. Era esses 

bancos de cimento, tipo arquibancada, que tinha dois andares. Sentei e ele já se 

aproximou, em pé na minha frente.

– Abre a boquinha e lambe ele.

 Coloquei a língua pra fora, senti vontade de colocar na boca e fiz isso. Era 

gostoso. Era cheiroso também.

– Nossa, que delícia, que boqueteira safada. Chupa gostoso, vai…

Comecei a tentar chupar e ele ia enfiando na minha boca, segurando meu cabelo.

– Mama na minha rola, isso. Mama gulosa.

 Eu estava toda melada, já. Era excitante marmar em um pau. Eu tinha imaginado 

isso várias vezes.

 Ele empurrou muito, mas não gozou. Tirou, se abaixou e beijou minha boca. Era 

meu primeiro beijo também. Senti a língua dele invadir minha boca, tentei 

colocar a minha na boca dele e ele segurou e chupou.

 Foi baixando as alças do meu collant, e pela primeira vez alguém viu meus 

peitinhos.

 Ele passou os dedos nos biquinhos e começou a apertar.

– Que linda que você é, princesa. Perfeita. Linda a boca, os peitinhos, o cu, a 

boceta. Toda linda.

 E começou a mamar nos meus peitinhos. Ele mamava e vinha me beijar a boca, e 

voltava a alisar e mamar. Eu estava com a pele arrepiada e ofegante. Nunca tinha 

me sentido daquele jeito.

– Deixa eu chupar tua boceta de novo.

 Eu terminei de baixar o collant.

– Ah, que putinha safada. Eu quero te comer, enfiar minha piroca fundo…

Eu não cheguei a dizer que meu pai ia demorar porque não tinha decidido 100% a 

deixar ele me comer. Mas já que ia tirar o collant… Provavelmente ia pedir.

 Fiquei de quatro na arquibancada, me apoiando na parte superior e ele veio por 

trás de mim.

– Nunca vou esquecer essa visão. A boceta e o cu mais lindos que eu já vi.

 Eu quase não tinha pelos, por causa da idade e porque meus pelos são clarinhos. 

Então o pouco que tinha era quase lisinho, fino e cortadinho. Mal dava pra ver.

 Novamente senti a boca dele em mim. Mas agora mais à vontade. Ele empurrava a 

língua fundo, chupava com força, até fazer barulho de vácuo, e mordia minhas 

nádegas, lambia meu cuzinho, empurrava a língua nele, mordia os lábios da minha 

boceta. Ele me segurava pelos quadris e me puxava contra a cara dele. Nem 

precisava, eu empurrava minha boceta na cara dele e rebolava, porque aquilo era 

muito gostoso.

 Não me aguentei e quando menos percebi, estava gemendo alto.

– Isso, geme cadela, geme, safada. Putinha do cu quente. Crentinha da boceta 

quente. Quero te foder inteira, te rasgar de rola.

– Me come, prof, meu pai vai atrasar…

Ele parou num susto.

– O que? Como? Ele vai chegar que horas?

– Depois das seis…

Ele olhou o relógio no alto da parede, faltavam dez minutos pras seis.

– Você quer que eu te coma?

– Me come…Vem…

Não precisei falar duas vezes. Ele posicionou a piroca na minha entradinha…

 – Abre bem as pernas, minha putinha gostosa.

 Virei de lado na arquibancada, coloquei uma perna no degrau de cima, ficando 

bem aberta.

– Ahhhh, safada. Se eu soubesse que você era uma puta assim já te comia faz 

tempo.

 Falou isso empurrando.

– Aguenta meu caralho, vai.

 Senti o pau dele entrando, aquele caralho, como ele falou, entrou me rasgando 

de novo.

 Quanto mais ele empurrava, mais eu tentava me abrir pra doer menos.

– Isso, puta, se arreganha pra eu enfiar minha rola até os bagos nessa boceta. 

Vou entrar com saco e tudo, fundo e encher teu útero de piroca.

 Eu sou puta, já me conformei, porque esse palavreado me excita demais. Naquela 

idade, já excitava. Eu estava de dente trincado quando senti o saco dele 

encostar na minha boceta.

– Entrou tudo, agora aguenta firme que eu vou socar até rasgar.

 E começou a tirar e meter, tirar e meter, fundo e forte. Dava pra ouvir o 

pá-pá-pá e o saco dele batia na minha bucetinha que aguentava aquela tora 

grossa.

 Eu sentia ardor, mas sentia prazer. Continuava gemendo, dizendo ai, ai, ai… e 

ele enfiava fundo, com força, rápido. Não senti quando ele enfiou um dedo no meu 

cuzinho, mas quando dei por mim, tinha um dedo inteiro no meu cuzinho enquanto 

ele batia o corpo dele no meu.

– Aguenta, putinha, vou gozar, vou gozar… Abre as pernas, abre gostoso, vou 

encher tua boceta de porra quente.

 Eu me arreganhei o máximo que pude, e ele acelerou as socadas, até que senti 

que o pau dele inchou e começou a latejar dentro de mim. Ele gemia alto, como se 

estivesse conseguindo respirar só naquela hora e ia diminuindo o ritmo, enquanto 

aquele pauzão latejava dentro de mim.

 Uns minutinhos depois ele parou, respirando fundo e tirou. Assim que o pau saiu 

de dentro de mim, senti algo escorrer pelas minhas pernas. Era a porra dele. 

Escorreu até quase os joelhos… Eu estava tão cansada e dolorida, senti minha 

boceta toda rasgada… Parecia que tinha enfiado uma garrafa de refrigerante em 

mim… Estava me sentindo muito esfolada.

– Vai se limpar, princesa, vai, antes que seu pai chegue.

 Olhei pro relógio. Eram exatamente seis. Ele me arrombou durante dez minutos.

 Corri pro banheiro, passei papel higiênico com água em tudo, vesti o collant e 

a saia…

Quando voltei pra lá, ele estava sentado na arquibancada, com uma cara exausta…

Cheguei perto e ele me puxou pro colo dele.

– Você acabou comigo, gatinha. Nunca tinha comido uma mulher tão linda e tão 

gostosa.

 Me senti um mulherão… Ele me beijou na boca, e eu correspondi. Depois parou 

alisando meus cabelos que estavam fora do lugar…

 – Você não gozou né? Não se preocupa. vou tirar um dia desses pra gente passar 

mais tempo sozinhos e te faço delirar de gozar na minha boca e no meu pau, tá?

 Eu só sorri, nem sabia o que era gozar, porque nunca tinha gozado na vida. 

Lembro que fiquei com vergonha de falar ou perguntar.

– E vou querer esse cuzinho lindo também.

– Você quer comer meu cu?

– Sim, você me dá?

– Ah, não sei…

 – Você vai gostar de sentir minha piroca no teu cu também… Prometo que te faço 

gozar quando tiver atolado no teu cuzinho, tá?

 Não deu tempo de responder. Ouvi a buzina do meu pai e corri assustada. Entrei 

no carro e nem vi o professor na entrada. Foi melhor assim.

– Tudo bem, filha? Tá tudo certo?

– Tá, papai. É que hoje foi bem cansativo.

– Tô vendo, você tá acabada, toda suada. Cade o professor?

– Não sei.. Fiquei aqui esperando e ele foi pra sala de materiais e não voltou.

 Assim, fomos pra casa. E eu estava toda rasgada, mas me sentindo 

maravilhosamente bem e sonhando com o tal “gozar” que ele me prometeu.

 E cumpriu. Mas conto isso pra vocês depois porque está muito tarde. Vou deitar 

antes que meus pais levantem.


 Hoje, já sabem meu segredo. Agora meu noivo não sabe que perdi a virgindade. Eu 

e ele nunca transamos, por causa da igreja, mas eu contei que tenho hímen 

complacente, pra ele não esperar sangramento. Ele nem sonha que já dei muito 

desde os 12, que adoro dar a boceta e o cu, que já fui comida por dois ao mesmo 

tempo e que já chupei e fui chupada por uma mulher. Tudo isso me deixa louca, 

sou doida por sexo e não sei se vou aguentar muito tempo sem trair ele num 

casamento morno….


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