MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA - VIDA ESCONDIDA 2

 Ser fodida por aquele pastor grandão era a coisa mais gostosa. Naquele domingo 

de noite eu demorei a dormir, com o calor nas pernas. Queria de novo! E de novo, 

e de novo… Queria que ele fosse meu novo profs.

 Em casa e na minha igreja nada mudou. Fiquei desconfiada a semana toda, com 

medo de surgir uma história, explodir um boato. Com medo dele mesmo me 

denunciar, dizer que eu estava possuída, que tinha feito ele pecar, sei lá… Mas 

nada disso aconteceu e tudo parecia estar no lugar.

 Só me restava esperar o domingo.

 Na quarta, avisaram que teria uma reunião de jovens lá na outra igreja. Iam 

começar um novo ministério, de louvor, com o pequeno grupo de lá. Acho que tinha 

uns 10 jovens ou pouco mais. Diferente da nossa igreja, que tinha mais de 50 

pessoas nos grupos de jovens. Meus pais me autorizaram a ir com os outros em uma 

van de algum membro que fazia transporte escolar. Ela faria mais de uma viagem.

 Fui na terceira, o coração saltando de ansiedade, pra ver a cara do pastor 

quando nos víssemos. E ele foi frustrantemente normal. Me tratou igual todas as 

outras meninas. Abraçou de lado, pelos ombros, beijou a cabeça, abençoou todo 

mundo…

A única coisa que fez de diferente foi perguntar:

– Cadê minha zeladora preferida? (só tinha eu com essa função, o que fez todos 

rirem).

 A reunião era mais de organização, sobre como tudo seria feito, já que a nossa 

igreja ajudaria a deles. Me deixaram de lado, junto com outros, por ser mais 

nova. Somente os que tinham cerca de 19, 20 anos tinham voz. Eu fiquei meio de 

lado (também, não estava lá pra isso!) e fui me encostar num canto.

 Para trás, um pouco longe de onde estavam, tinha uma mureta, onde ficavam 

alguns vasinhos de flores. Fui pra lá, mexer com as florzinhas.

 Logo depois o pastor apareceu, chegou me abraçando de lado, perguntando o que 

eu tinha, porque estava ali.

– Ah, é que a gente que é mais jovem fica meio de lado, então eu vim pra cá.

– Não se sinta assim, você sabe como é especial. Não esqueci nenhum minuto o 

domingo que passamos juntos. Você lembra?

– Sim…

 – Você vai pra lá no próximo domingo, não é?

 Ele falou e foi passando a mão na minha bunda. Abri um pouco as pernas, e ele 

desceu entre elas, mas por cima da saia grande não dava muita coisa…

 – Safadinha, olha como você me deixa, olha…

Eu mesma tratei de passar a mão pela frente da calça dele, encontrei aquele 

pauzão duro. Apertei duas vezes e voltei as mãos sobre a mureta.

– Sua boceta é a mais gostosa que eu já comi. Quente, apertada, mas aguenta o 

tranco.

 Nessa hora chamaram ele lá na frente.

– Vai no banheiro e tira essa calcinha. Vou te dar carona de volta pra casa.

 Nessa hora, sim, eu me animei. Tratei de obedecer. Fui ao banheiro, tirei a 

calcinha e joguei no cesto do lixo (não tinha onde guardar), colocando alguns 

papéis por cima pra ninguém ver.

 Quando terminou a reunião (parecia que ia demorar séculos), começaram a se 

arrumar pra ir. Os mais velhos foram tomando a frente na van e os mais jovens 

reclamando, queriam ir pra casa.

 O pastor apareceu.

– Estou indo lá na igreja de vocês levar madeira do sítio. Alguém quer ir 

comigo?

 Antes que alguém respondesse, ele se virou pra mim como se não tivesse 

planejado e falou:

– Já sei. A zeladora tem preferência porque faz o trabalho mais pesado. Domingo 

passado ela trabalhou duro naquele canil. Vamos, pequena?

 Sorri, sem esperar chamar de novo.

 Sentei no banco do carona e fiquei esperando ele falar com todos.

 Um tempão depois, saímos.

– Vamos seguindo a van, por isso não dá pra fazer uma paradinha, infelizmente. 

Mas deixa eu te sentir um pouco.

 Ele falou isso assim que dobramos a primeira rua. Subiu os vidros, e eu 

levantei a saia.

– Deixa eu ver essa boceta linda.

 Expus minha bucetinha pra ele.

– Abra as pernas, querida. Deixa eu ver ela do jeito que gosto: arreganhada e 

pronta pra receber rola.

 Obedeci, colocando as pernas dobradas para os lados do banco.

– Isso. Que delícia. Já está toda melada. Não posso parar pra te comer, mas pelo 

menos posso sentir teu gosto de novo.

 Ele falou isso enfiando o dedo médio na minha boceta. Socou fundo, cutucou lá 

dentro, me fazendo gemer.

– Isso, geme, minha putinha. Tô louco pra atolar meu caralho aí outra vez.

 Falou isso, tirou o dedo e colocou na boca. Chupou fazendo barulho e veio me 

dedar de novo.

 Depois, subiu a mão por baixo da minha blusa, melando minha barriga… Tentou 

chegar nos meus peitos, mas o sutiã gigante não deixou.

– Tô louco pra te comer de novo. Você gosta de dar o cu, né?

– Eu gosto muito.

– Safada demais essa menina… Vou rasgar teu cu, viu? Não sei se ele aguenta meu 

cacete. Olha como me deixa.

 Ele falou isso tirando o pau pra fora da calça. Já estava desabotoado e com 

zíper aberto, encoberto pela camisa.

– Vem baixinho aqui e me dá uma chupada gostosa, vai, chupeteira.

 Ele me tratava feito uma putinha, e isso me deixava mais excitada. Não ser a 

crente sem sal, mas uma putinha gostosa que leva rolada é muito excitante.

 Eu me abaixei devagar, escorregando pelo banco e fui pro lado, cair de boca 

naquele pauzão vermelho. Ele tinha razão, era bem grosso e grande, bem maior que 

o do professor. Aquilo ia acabar com meu cuzinho. Na boceta já me deixou toda 

rasgada. Senti ardor por dois dias seguidos, depois que ele me comeu. Mal cabia 

na minha boca, e ele me empurrava contra aquela pica enorme, me fazendo 

engasgar.

– Chupa, engole, vai… Engole minha rolona, menina. Chupa, me faz gozar gostoso.

 Chupei, mamei fazendo barulho, lambi gostoso. Não conseguia chegar no saco, 

porque ficou dentro da calça e não tinha muito espaço, já que ele era meio 

gordinho. Senti quando começou a ficar veiuda…

 – Vou gozar, vou gozar, chupa, engole tudo. Chupa minha porra…

A pirocona latejou na minha boquinha, e eu tentei fazer um vácuo e sugar, que 

nem o profs havia me ensinado. Mas como era muito grande, ainda saia pelos 

cantos da boca. Mas limpei tudo que pude, engolindo aquele leite quente…

Levantei, fui me arrumar, estava toda descabelada.

– Delícia. Não vejo a hora de te foder domingo. Fazia tempo que eu não sabia o 

que era prazer trepando com uma mulher de verdade. Bater punheta não é a mesma 

coisa.

 Ele era viúvo tinha uns anos. Não sei se transava com alguém, mas com esse fogo 

todo, acho que apenas fazia isso uma vez perdida.

 Como ele foi dirigindo devagar, a van estava um pouco à frente. Umas duas 

quadras. Também desaceleraram pra não se distanciar muito do pastor.

– Toma isso, pra não ficar com bafo de porra.

 Ele me deu uma garrafinha de suco de laranja pequena que tinha no porta-luvas. 

Abri e fiquei tomando tranquila, quase satisfeita. A chupada tinha sido boa, mas 

pena que eu não pude sentir a pirocona dele dentro de mim. Queria ter sentado 

gostoso nela.

 Descemos quando chegamos na igreja. Olhei pra ele, a camisa grande de botão 

encobria a parte da calça onde com certeza tinha alguma mancha de umidade. Meus 

pais me esperavam.

– Tchau, pastor. Obrigada pela carona.

 Ele parou pra falar com meus pais. Me abraçou de lado, o braço sobre meu ombro, 

e ficou me elogiando, dizendo que eu trabalhava duro no sítio, era a mais 

esforçada, era muito obediente.

 Meus pais, visivelmente orgulhosos, estavam felizes de me ver tão ‘bem 

encaminhada’.

Ele me beijou a testa, abençoou e foi embora. Fui com meus pais pra casa.

 Me masturbei muito aquela noite. Umas três vezes, sentindo o calor da pica do 

pastor na boca.

 Esperei ansiosa, calculando cada segundo, pelo domingo. Quando o dia chegou, eu 

não parava de babar pela boceta, pensando no que viria…

Fui sem calcinha, já.

 Participei da escola dominical que parecia que nunca ia acabar. Fui ajudar os 

outros jovens na limpeza da piscina enquanto rolava a aula para moças. Era uma 

escola de bons modos para as meninas na idade “de casar”, ou seja, com mais de 

18 anos.

 O pastor estava pra lá e pra cá. Visivelmente ansioso. Eu achava que sabia o 

porquê (e não estava errada).

 Quando terminou a aula, fomos limpar as salas, que na verdade eram cômodos da 

casa principal do sítio.

– Pronto, agora só falta a limpeza do canil. Rebequinha, você assume, certo? 

Pessoal, obrigado pela ajuda. Deus abençoe. Vou pegar mais madeira. Mais tarde 

nos vemos na igreja.

 Ninguém desconfiava do fato de eu ficar só com ele. Até onde sei, ele nunca foi 

pego em nenhum escândalo. E eu era muito novinha e pequena, jamais iriam pensar 

que ele estava me fodendo. Eu com 13, pouco mais de 1,60m de altura. Do meu lado 

aquele homão enorme, acima do peso, de 60 anos ou mais, não sei ao certo a idade 

que ele tinha, e com mais de 1,80m.


Esperei todos sairem e fui no depósito pegar uma roupa. Uma caixinha estava 

separada, bem onde tinham as roupas do domingo passado. Uma blusinha de alça 

apertadinha, de um tecido bem fino, esperava por mim. Acho que era uma blusinha 

de usar por baixo da roupa, porque era muito fina e deixava claramente ver a 

marca dos meus biquinhos.

 Um shortinho frouxo, devia ser tamanho M, enquanto eu vestia P, com as pernas 

largas. Essas foram as minhas escolhas.

 O short só não caía porque eu era bunduda, e ele tinha elástico. Enrolei o 

máximo que pude na cintura, deixando ele ainda mais curto. Nem pensei em vestir 

calcinha, apesar de ter algumas bem safadinhas lá.

 Coloquei as galochas e fui me sentindo uma putinha de esquina procurar o pastor 

para mostrar a roupa pra ele.

 Quando me viu, ele foi direto com a mão no pau. A outra passou pelo rosto. 

Parecia desesperado.

– Menina, que delícia que você está.

 Ele veio, passando a mão pelos meus peitos. Sentou num banco (tinham muitos na 

área externa do sítio), me fazendo ficar parada de frente pra ele. Mamou nos 

meus peitos por cima da blusinha mesmo, mordendo os biquinhos e me fazendo gemer 

de dor. As auréolas rosadas ficaram ainda mais evidentes, porque os bicos 

endureceram, e a blusa ficou babada.

 Depois ele desceu as alças e mamou de novo, pele na pele. Chupava fazendo 

barulho, igual nenem. Ele foi passando as mãos pelas minhas coxas enquanto 

mamava nos meus peitos e quando subiu, se deparou com a minha boceta, sem 

nenhuma calcinha, por dentro do short.

 Parou pra olhar, afastou a perninha do short.

– Que putinha safada, veio sem calcinha me mostrar essa boceta. Vem cá, fica de 

quatro aqui no banquinho.

 Fui para a lateral dele. Ele estava sentado e eu fiquei de quatro, do lado 

dele.

– Que cadelinha deliciosa, mostrando a boceta pro pastor esfolar.

 Ele veio, começou a lamber minha boceta, e eu me arreganhei, esperando a língua 

entrar. Enfiou a língua gostoso, e depois tirou, chupando meu grelo enquanto 

enfiava os dedos em mim. Depois, ele baixou o short e afastou minhas nádegas com 

as mãos, me arreganhando inteira a boceta, e passando a língua de baixo pra 

cima, do grelo até meu cuzinho.

– É hoje que eu vou arrombar esse cu, é? Vou te rasgar, viu? Minha piroca é 

grande e grossa pra esse cuzinho tão pequeno. Tem certeza que você quer?

– Aham.

 Eu só respondi entre gemidos, porque estava muito gostoso ser lambida e dedada.

– Safada!

 Ele falou e começou a dar tapas na minha boceta.

– Puta! Vagabunda! Boceta gulosa, louca por piroca de velho!

 Era muito gostoso aquilo! Pus os dedos no grelinho enquanto ele alternava entre 

enfiar o dedo e estapear minha boceta toda aberta.

– Vai tomar no meu do cu. Vai levar piroca e porra nesse cuzinho guloso!

 Ele começou a dedar meu cu, mas não enfiava fundo, só cutucava a entrada, dando 

dedadas rápidas. Isso me dava um tesão enorme, e eu aumentei a velocidade no 

grelinho e gozei, gemendo alto.

– Nem te fodi e já tá chorando, sua puta. Chora pela boceta, chora.

 Eu estava mole da gozada. Ele tentou me puxar pro colo dele e eu acabei caindo 

do banco.

– Ah, quer no chão? Vai ser no chão de novo.

 Ele veio por trás de mim, e já foi encaixando a rolona dura na entrada da minha 

boceta. Quando meteu, veio com tanta força que eu arqueei o corpo no chão. 

Estava trêmula de uma gozada forte, e ele era muito pesado. Ele então deitou no 

chão, me deixando de ladinho, sem desengatar.

 Aí abriu a minha perna de cima, me deixando aberta, e recomeçou a me fuder sem 

parar.

– Ahhhhh, que bucetão delicioso. Você é uma puta muito gostosa. Que boceta macia 

e melada.

 Fazia barulho a pica dele entrando e saindo, porque eu estava ensopada de 

gozar. Eu já me melo com facilidade, imagina depois do gozo. Ficava fazendo 

“flop flop”.

– Chora na minha rola, boceta gulosa. Gulosa! Engole meu caralho inteiro…

Aguentei uns bons minutos de pirocada na boceta. Eu estava doida pra dar o cu.

– Pastor, e meu cuzinho?

– Mas quer no cu agora, sua puta?

– Quero… Estou com vontade.

– Então aguenta. Mas não chora, vou te rasgar. Combinado?

– Combinado.

 Ele saiu de dentro de mim, o pau estava tão fundo que fez barulho quando saiu. 

Nem deixou eu ficar de quatro, me deitou de barriga pra cima e arreganhou minhas 

pernas, fazendo meus joelhos encostarem no meu rosto.

– Vou te enrabar de frango assado. Vou abrir teu cu agora, aguenta.

 Ele guiou o pau com uma mão e começou a pincelar da minha boceta para o meu cu. 

Ele vinha, melava na frente e levava pra trás, empurrando um pouco a cabeçona.

 Com a outra mão, segurava minha perna, me fazendo ficar toda aberta. Na hora, 

eu não sabia que esse era o “frango assado” que ele falou.

 Senti quando engatou a cabeça e já gemi alto.

– Você disse que aguentava. Quer desistir?

– Não, mete. Mete no meu cu, pastor.

 A verdade é que eu tava doida pra sentir a dor dele rasgando meu cuzinho. 

Estava com saudade disso!!!

 Mas quando a tora começou a entrar, eu vi estrelas. Estava me abrindo mesmo. 

Ele escolheu bem a posição, porque eu estava o mais arreganhada possível.

 Foi enfiando e tirando, enfiando mais e tirando, enfiando mais e tirando. E eu 

trincava os dentes.

 Quando ele encostou em mim, eu sabia que tinha engolido a pica inteira dele com 

o cu.

– Pronto, minha rolona tá toda entalada no teu rabo.

 Ele veio por cima de mim, começou a chupar meus peitos, com o pau parado no meu 

cu. Com as chupadas, a minha boceta começou a piscar de tesão de novo. E eu fui 

relaxando e comecei a gemer de novo. Ele percebeu e começou a movimentar devagar 

a pirocona no meu rabo. Que cobra grande! Era uma rolona grossa. Não sei o 

tamanho, mas sei que foi uma das maiores que já aguentei (E adoro uma piroca 

grande e grossa).

 Eu sentia minha boceta piscar de tesão, e ele mamava gostoso nos meus peitos, 

puxando o bico e soltando. Eu me arreganhava mais e sentia a piroca dele entrar 

e sair do meu cuzinho que devia não ter uma única preguinha no lugar. Ardia, mas 

movimentava. Aos poucos, o movimento foi aumentado e quando ele largou dos meus 

peitos, segurou minhas coxas no alto e socou gostoso no meu cu.

– Aguenta minha pomba no teu rabo, porra! Queria, agora aguenta eu rasgar esse 

teu cu, sua putinha. Gosta de tomar no cu? Pois toma essa pirocona.

 Eu quase gritava, tanto de dor quanto de prazer. Era uma dor gostosa, eu sentia 

ele enfiar fundo no meu rabo, meu cu engolia aquele pauzão grossão inteiro. E o 

corpo dele batia na minha boceta.

– Vou gozar no teu rabo, vou gozar.

 Ele acelerou as bombadas e despejou porra no meu cu. De novo, tirou quando a 

pirocona enorme dele ainda soltava jatos, melando minha boceta arreganhada 

inteira.

 Que delícia! Eu estava satisfeita. Ele deitou do meu lado no chão e ficamos ali 

um bom tempo. Até que eu tive coragem de levantar…

 – Vou limpar o canil agora.

– Vai, mas vai assim, toda ardida e gozada, sua safada.

 Fui mesmo. Vesti o short e fui pra minha função de zeladora.

 Um tempo depois, ele chegou:

– Já terminou? Terminei de cortar a madeira.

 Eu já estava no fogo, queria piroca na boceta pra gozar com ela encravada até o 

talo em mim. Estava de quatro no chão, de costas pra ele, a boceta aparecendo 

pela lateral do short.

– Aqui, já? A gente tem algo mais pra fazer hoje?

– Ahhh, o que eu fui arranjar. Eu não aguento duas daquelas numa tarde não, 

filha. Já passei da idade. Quer acabar comigo?

– Eu queria.

 Ele riu… Veio por trás de mim, já enfiando dois dedos na minha boceta gulosa, 


me fazendo gemer e rebolar no chão do canil.

– Minha filha, se eu pudesse, comia essa boceta carnuda e apertada todo dia, até 

deixar ela frouxa. Mas te faço gozar, vem aqui…

Ele abraçou meu corpo, pra alcançar meu grelo com a outra mão. Ficava me 

bolinando enquanto socava dois dedos em mim.

– Toma, imagina que é minha piroca. Você gosta, né? A bicha é enorme, né? Minha 

mulher reclamava que não aguentava a minha rola e você pede mais? Se teu pai 

soubesse da putinha gostosa que tem em casa, té ele te fodia, viu? Uma boceta 

dessa ninguém resiste.

 Gemi e rebolei aproveitando o trabalho dele. Quando estava já perto de gozar, 

ele veio por trás com a rola dura.

– Pronto, conseguiu levar mais rola na boceta. Minha pomba endureceu. Vai gozar 

com a boceta cheia de piroca, vem..

 Nossa, era o que eu queria! Entrou fácil e fundo, porque ele já tinha me 

esfolado com os dedos. Nem precisou se esforçar. Ele só me segurou pelo quadril 

e eu mesma batia com minha bunda contra ele, na velocidade que eu queria, 

fazendo a piroca entrar até meu útero. Socava gostoso! O dedo dele no meu grelo 

apertava gostoso, e eu aproveitei e gozei feito uma cadelinha, ali mesmo no 

canil.

– Pronto, minha putinha agora tá satisfeita.

– Você não vai gozar?

– Eu, não, não aguento duas gozadas assim. Ia demorar muito tempo e a gente tem 

que ir embora.

 Ele enfiou o pau durão na bermuda e foi tomar banho. Mas eu queria mais.

 Esperei um tempo. Fui atrás dele, quando ele estava no chuveiro, eu entrei. 

Tirei a roupa e cheguei de surpresa.

– Ué? Não tá satisfeita.

– Não. Quero mais um tiquinho.

 Desci e comecei a chupar a piroca dele, que tava meia bomba. Mamei até 

endurecer na minha boca. Suguei o máximo que pude e fiz todo o esforço pra 

acelerar o tesão dele.

– Você vai conseguir me fazer gozar. Tá quase, chupa mais minha rola, engole, 

vai. Mama na minha pomba.

 Quando senti que tava quase lá, virei de costas e pus as mãos na parede.

– Mete de novo, pastor. Me come de novo.

 Ele não esperou. Veio por trás de mim e me comeu fundo, debaixo do chuveiro 

derramando. Eu levantei uma das pernas pra entrar mais fundo e, de novo, gozei. 

Agora junto com ele, que despejava porra (bem pouca dessa vez) dentro de mim.

 Quando saímos, eu fui de toalha até o depósito, vestir minha roupa, enquanto 

ele se vestia.

 Na caminhonete, eu levantei a saia e fiquei me exibindo pra ele.

– Menina, você tá com fogo nessa boceta que não acaba.

– É que seu pau é muito gostoso. Bem melhor que o do profs.

– É? E você só deu pra ele, além de mim?

– Só.

– Mas do jeito que você tá, vou ter que arranjar alguém pra te fuder. Você é 

muito tarada. Uma boceta gulosa que quer rola toda hora.

 Eu me masturbava do lado dele, gemendo e ouvindo ele falar. Ele dirigia e me 

olhava. Às vezes, passava a mão e enfiava o dedo, me fazendo ficar de novo mais 

tarada.

– Hein? Quer ser fudida por mais um? Será que dois aplacam esse fogo? Quer outra 

piroca aí dentro? Outra rola grossa?

– Aham, quero.

 Eu falava sem pensar muito, estava adorando a putaria.

– Vou ver se acho um outro roludo pra te comer. Aceita? Dois? Um no cuzão e 

outro no bucetão guloso? Hein?

– Aham… Aceito. Aceito. Um em cada buraco… Aiii, me fudendo, me rasgando…

Gozei de novo, arreganhada no banco. Acho que o pastor estava era assustado 

kkkk.

 Mas depois que me ajeitei e esfriei “a cabeça”, ele me perguntou de novo?

– Você topava mesmo?

– O que?

– Mais uma rola?

– Hum… não sei. Quem?

– Não sei… Posso procurar alguém de confiança.

– Não sei… Vou pensar..

 Eu tinha medo de ser descoberta. Nele, eu já confiava. Mas quem seria esse 

outro?

– Não aguento te comer tanto assim. Vou acabar infartando.

 Fomos pra igreja, cheguei banhada, cheirosa e toda rasgada para o culto do 

domingo à noite. O pastor parecia cansado. Nem sei por quê. rsrs…

Minha boceta não parada de piscar. E o cuzinho, de arder. Fui ao banheiro limpar 

a bucetinha e passei o papel até o cuzinho, porque estava tudo ensopado. Veio 

sujo de sangue. Passei de novo… Na boceta veio limpo: eu não tinha menstruado a 

primeira vez ainda. Já no cu, veio mais sujo. É, ele realmente tinha me rasgado. 

Fui passando papel molhado até parar de sangrar, por medo de sujar a saia.

 Quando enfim, parou, voltei para terminar o culto e fui pra casa toda rasgada e 

realizada.

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