MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA - DEPOIS DA PRIMEIRA VEZ 2

 No dia que gozei pela primeira vez, foi o começo do vício em sexo. Eu queria 

sentir de novo aquilo. Achei que vinha com a penetração, não tinha certeza se 

havia sido por causa do grelinho. Bobinha!

 No dia seguinte, aproveitei todos os momentos mais demorados sozinha para 

tentar gozar, enfiando algo na minha boceta. Tentei com o cabo da escova de 

cabelo, tentei com uma cenoura (foi bem desagradável) e com uma banana sem 

casca, que só fez bagunça mas não entrava. Minha boceta era apertadinha (e 

continou sendo mesmo depois de dar muito) e conforme eu pressionava a banana pra 

entrar, ela amassava e quebrava.

 Fiquei esperando a chegada do outro dia de aula. Não lembro com exatidão, mas 

acho que foi de segunda pra quarta ou de quarta pra sexta. Só sei que não foi 

com um fim de semana no meio.

 Quando cheguei lá, eu estava tão tarada que deixei só um ganchinho fechado. 

Todos os outros estavam desabotoados. Minha bucetinha estava completamente 

exposta.

 Fomos fazer um alongamento inicial. Cada um ficava de pernas abertas de frente 

para o companheiro (no caso das meninas, para a companheira), com os pés 

encostando um no outro, ou seja, bem arreganhadas. Uma segurava as mãos da 

outra. Alternadamente, cada uma deitava até encostar a coluna no chão por 

completo. Assim, a outra alongava a coluna porque ficava curvada pra frente. E 

iam alternando o movimento.

 Eu fiquei com o prof, de frente para o fundo da sala. Ou seja, quem me via 

arreganhada além dele? Ninguém.

 Fazíamos o movimento e cada vez que ele se chegava eu ganhava uma dedada 

gostosa ou uma lambida. E quando era minha vez, eu não podia fazer nada, com 

medo de as meninas verem, porque ficava mais exposto o que eu estava fazendo.

 Mas senti muita vontade de abocanhar o pau dele.

 Mas as chupadas e dedadas foram muito gostosas. Me babei tanto que tive que ir 

ao banheiro limpar a boceta para os exercícios.

 Parecia que ela dava choques no grelinho. Eu estava quase gozando o tempo todo…

Fechei os ganchinhos todos porque no exercício elas podiam ver, então era mais 

prudente.

 Fizemos tudo até o fim da aula.

 Quando todas foram embora, eu fiquei “esperando meu pai”. Nesse dia, nenhuma 

demorou tanto a sair, então, acho que umas 17:10h por aí, já estávamos só nós 

dois. Ou seja, teríamos quase uma hora. Dava pra foder MUITO.

 Quando ficamos sozinhos, ele só fez descer a frente da legging e aquela pica 

deliciosa saltou batendo no ar.

– Você tá me deixando doido, sabia? Me mostrando essa bucetinha de puta o tempo 

inteiro. Eu vou pirar. Vem cá, me dá uma chupada gostosa.

 Sentei no banco e mal abri a boca. Não deu nem tempo, ele já foi metendo o pau 

na minha boca. Nessa hora, ele era meio taradão. Socava o pau fundo, e eu ficava 

engasgando.

– Chupa, puta, chupa, vagabunda. Engrossa meu pau pra te arrombar. Isso, na 

garganta. Engasga mesmo.. Gosto é assim.

 Ele segurava meu cabelo e socava. Eu engasgava mesmo. Tinha que colocar as mãos 

no corpo dele pra tentar controlar a metida, senão ia vomitar.

 Ele tirou o pau da minha boca e levantou, esfregando no meu rosto.

– Põe a língua pra fora. Me lambe.

 Eu fui passando a língua por onde ele queria, de acordo com o lugar que 

esfregava na minha cara. O saco, a rola, a virilha… O cheiro daquilo era muito 

bom! Cheiro de banho, de perfume, com cheiro de suor, de homem.

– Tira o collant que quero te mostrar algo.

– Mas meu pai..

– Dá tempo, vai, tira.

 Tirei e fiquei nua, só de sapatilhas…

Ele me levou no fundo do estúdio, onde tinha um espelho encostado na parede e me 

fez sentar de frente pra ele.

– Abre as pernas. Olha que buceta linda essa tua… É fechadinha, aperta minha 

rola de um jeito delicioso. Vou te comer até ela ficar arregaçada, bem esfolada.

 Ele começou a abrir minha boceta de frente para o espelho, expondo a parte 

vermelhinha de dentro.

– Vê, putinha, você ainda vai levar muita pirocada aí dentro, vê. Aliás, você 

quer ver meu pau entrando?

– Quero.

 Então ele sentou por trás de mim, encostando o pau nas minhas costas.

– Sobe no meu colo.

 Quando subi, ele já foi mirando minha boceta. E entrando. Nossa, era muito 

delicioso sentir aquele pau me abrindo, macio!!!!

– Olha no espelho, safadinha…

Olhei e vi o pau sumindo dentro da minha boceta, que se arreganhava pra engolir 

ele. Era lindo demais!

 Quando sentei por completo.

– Viu? Enfiei tudo, até o talo, na minha puta. Você é puta demais. Dá gostoso 

com 12 aninhos. Dá a boceta, dá o cuzão… Muitooooo puta.

 Ele falava isso e ficava mais tarado. Me segurava no quadril, movimentando para 

eu subir e descer. E eu quicava cada vez mais rápido e gostoso naquela tora 

grossa e dura.

– Safada, isso, vem fote, engole meu pau todo… Isso, soca até entrar tudo, até 

sentir os ovos, vai…

Eu me esforçava pra seguir o que ele dizia. Quicava tanto que doía fundo. Sentia 

rasgar minha boceta. Queria sentir aquilo de novo, mas não chegava.

 Num momento, ele pediu pra dar uma paradinha. Disse que senão ia gozar logo e a 

gente ainda tinha tempo.

 Encostei as costas no peito dele, que colocou as mãos pra frente e ficou 

alisando meus peitinhos. E eu olhando no espelho… Ele beijava meu pescoço e 

falava.

– Você é muito deliciosa. Muito gostosa. Quero morar dentro dessa boceta. Como 

foi o dia ontem? Gozou pensando em mim?

 Eu não respondi, ele apertou meus biquinhos, beliscando…

 – Ai!!!!

– Responde. Gozou?

– Eu… eu não sei…

 – Não sabe o que? Gozar?

– É, não sei direito…

 – Ah.. vou ter que te ensinar, pra você se masturbar pensando em mim. Bater uma 

siririca gostosa, sabe o que é?

– Não…

 – Vou te ensinar, mas antes quero uma coisa.

– O que?

– O cu de novo.

– Não… dói…

 – Dói não, eu fiz direitinho, você não reclamou de dor da outra vez.

– Mas depois doeu…

Era verdade, eu tinha passado o dia sentando de lado. E ainda estava meio 

machucado…

 – Então eu meto mais devagar, vai, deixa…

Ele viu que eu hesitei e foi me guiando. Me fez subir, fazendo o pau duro sair 

de dentro da minha boceta, que foi soltando ele. Tava tão bom lá dentro…

Antes que eu sentasse, ele foi encaixando na entrada do meu cuzinho.

– Ahhh, tá todo melado, minha bucetinha de puta já babou tudo aqui atrás. Minha 

piroca vai deslizar pra dentro desse cu.

 Tentei relaxar, ardia um pouco, mas de fato foi deslizando porque eu tinha 

babado muito com a boceta. Meu cu agasalhou a cabeça do pau dele e ele me 

suspendeu as pernas arreganhadas. Fiquei sem encostar em nada, apenas descendo 

conforme ele deixava o peso ir descendo, e o pau enfiando no meu cu.

– Olha, que cena linda. Teu cuzão agasalhando minha rola, olha. Arrombada.

 Eu via pelo espelho minha boceta toda aberta, o buraco estava aberto, por 

causada das roladas que eu tinha acabado de levar. E meu cuzinho, coitado, todo 

esticado, sendo fodido por aquele cacete grosso e veiudo.

 Ele foi descendo, descendo, até que me soltou quando a rolona estava mais da 

metade dentro do meu cu.

 Senti uma dor forte e gemi alto.Senti vontade de chorar. Acho que fiz beicinho 

até. Doeu bastante. Aquilo chegava fundo dentro de mim. Sentia o pau inteiro no 

meu reto…

Ele ficou alisando meus peitos, beijando meu pescoço (me fazendo arrepiar) e 

dizendo:

– Calma… shiuuu… já vai passar.

 Fui relaxando e a dor diminuiu. Então ele colocou minhas pernas por cima das 

dele, uma para cada lado, me deixando bem aberta. Eu via o pau atolado no meu 

cuzinho rasgado.

 E ele começou a dedar meu grelo enquanto beijava minha nuca e com a outra mão 

alisava meus biquinhos.

 E ia rebolando embaixo de mim, fazendo meu corpo rebolar.

 O tesão foi tomando o lugar da dor e em alguns minutos eu já me rebolava 

sentindo aquela piroca arregaçar meu cu e achava gostoso. Estava toda babada de 

novo, e arrepiada. Via meus poros arrepiados no espelho. Os biquinhos durinhos e 

ele beliscando devagar….

Então ele guiou minha mão pro meu grelinho, colocando dois dedinhos meus em cima 

dele.

– Vai massageando aqui. Isso, assim…Tá gostoso?

 Tava. Eu nem conseguia responder. Era bom…

 – Aperta, assim… Isso, vai mais rápido. Isso, vai… gostosa, putinha gostosa, 

amassa esse grelo gostoso.

 Era muito bom! E eu fazia isso e rebolava mais na pica dele.

– Vai, puta, vai… safada… Esfrega essa boceta de vagabunda, vai… Tá toda fudida, 

já. Já é toda rasgada pela minha rola grossa. Buceta rasgada, cuzão arrombado. 

Te transformei numa putona, safada. Isso, morde minha piroca com o cuzão, vai… 

Crentinha do cuzão gostoso.

 Nossa, quanto mais ele falava isso, mais eu tinha tesão, mais esfregava com 

força e mais rebolava, fazendo o pau dele se enfiar no meu rabo. Ele mexia 

fazendo sair e entrar, mas não tanto por causa da posição.

 Eu via minha boceta no espelho e sentia tesão. Esfregava forte e aquele negócio 

vinha… E quanto mais vinha, mais eu esfregava. Apertava forte, tava sentindo de 

novo. E dessa vez veio MUITO forte. Eu me torci, gemi alto, me soltei no pau 

dele, Não tirava a mão da boceta, pois ainda vinham uns espasmos, que eu queria 

que demorassem a ir embora. Mas juntei as perninhas e apertei a boceta e o cu o 

mais que pude, gemendo.

 E ele embaixo de mim segurava meu quadril e me forçava a me afastar, socando 

com força e rápido aquela piroca no meu cu. Eu não senti nem dor (de novo)! Só 

sentia a cobra dura entrar e sair, enquanto eu me melava ainda mais, com os 

caldinhos do meu gozo delicioso. Estava toda ensopada, e o pau dele também tinha 

se melado todo do meu gozo.

 Ele nem falava mais. Arfava e gemia. No máximo dizia.

– Hunf… vai,… toma… toma…

Até que passou o braço pela minha barriga e me apertou contra o corpo dele, 

puxou uma das minhas pernas pra cima com a outra mão e me fez abrir mais o cu, 

bem na hora que ele esporrou dentro de mim. Ele caiu par ao lado agarrado 

comigo, e ainda socava o pau no meu cu, parando aos poucos, enquanto me enchia 

de porra.

 Eu estava sem energias, estava no céu. Fiquei deitada com ele uns minutos e 

senti a porra começar a sair do meu cuzinho. Lembrei que da outra vez minha 

roupa melou enquanto ia pra casa, e que eu ainda soltei muita porra pelo cu 

quando fui ao banheiro). Era melhor começar a sair agora, porque eu tinha ficado 

morrendo de medo de melar o banco do carro…

Nesse dia, meu pai demorou mesmo a me buscar. Deu tempo ir ao banheiro, limpar 

minha bundinha ardida (depois de esfriar, ardeu) e de ficar no colo dele, 

recebendo a língua dele na minha boca. Quando finalmente ouvi a buzina, ele já 

estava de pau duro de novo. Se desse mais uns minutos, eu ia levar mais rola nos 

buracos.

 Fui pra casa extasiada. Desse dia em diante, eu passei a gozar uma, duas, três 

vezes no dia. Sempre que podia. E também passei a dar o cu e a boceta pra ele 

praticamente em todas as aulas. Me tornei perita em tomar no cu, uma puta 

completa.


 Gozava em todas as nossas fodas, trepava muito com ele. Fizemos de tudo naquele 

studio. Um 69 gostoso com ele chupando minha boceta e enfiando dois dedos no meu 

cu, enquanto socava a rola na minha boca. Também cansei de sentar na piroca dele 

e quicar até sentir meu útero doer. Foi a primeira época em que eu trepei quase 

todos os dias.

 Depois desse período, ele foi morar no exterior, pois tinha tido um convite 

para ser professor em uma companhia grande. Eu fiquei sem meu amante, mas não 

demorei a cair na vida de dar muito. Mas depois eu conto outras coisas gostosas 

que vivi pra vocês. Bjs e até mais!

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