MÃE CRENTE ENSINA A FILHA
Aconteceu comigo quando eu comecei a dar aulas no EJA (Educação de Jovens e
Adultos). Nesse tipo de aula os alunos têm entre 18 e 60 anos. Confesso que
quando essas aulas ficaram disponíveis pensei na possibilidade de ficar com uma
aluna, até mesmo transar com uma. As aulas eram bem servidas do sexo feminino,
infelizmente a maioria não valia a pena, as que valiam recebiam vários
comentários dentro da sala dos professores, principalmente quanto se vestiam de
maneira mais ousada.
Porém, não é com uma dessas que essa história aconteceu.
Numa das salas do segundo ano havia uma dupla muito discreta, que sempre se
sentava na minha frente. Mãe e filha, ambas crentes, vinham vestidas com saias
longas, cabelos compridos, muito bem escovados, pele branquinha daquela que
marca quando leva um tapa, as duas eram lindas, mas escondiam sua beleza debaixo
das vestes quase “sacerdotais”. Eram, praticamente, duas vestais! Mesmo com as
blusas e saias longas era possível notar que os corpos de mãe e filha estavam em
ordem, mas o que mais me agradava em ambas eram os seios fartos que, mesmo as
blusas, não conseguiam esconder. Uma coisa que me chamava muito à atenção, além
dos seios deliciosos e misteriosos, eram seus tornozelos…
Não tinha um dia que tanto mãe quanto filha, viessem sem uma tornozeleira no pé
direito, e para quem não sabe, a tornozeleira no pé direito é marca das “Slut
Wives”, esposas vadias, mas isso não é determinante, elas poderiam usar a
tornozeleira sem ser “Slut Wives”. Mas eu ficava encucado.
Toda vez que eu entrava na sala eu reparava nas duas, ambas me cumprimentavam
com um largo sorriso, o da filha conseguia ser mais lindo que o da mãe, mas
sorrisos não ganham nota comigo, a verdade é que as duas empurravam os estudos
com a barriga, os professores brincavam dizendo que as notas das duas eram
divinas…
Passada umas três semanas de aula eu entrei na sala, recebi o tradicional
sorriso e me dirigi à lousa escrevi alguma coisa quando virei eu travei por uns
segundos, a filha estava tirando a blusa, parei e fiquei olhando, quando a blusa
passou pelos seios eles balançaram, fiquei hipnotizado… Por baixo da blusa de lã
a filha usava uma com decote generoso, uma blusa de tecido fino segura por duas
alças finas nos ombros, sem sutiã, o que mostrava fácil os bicos duros dos
seios. Ia ser difícil me concentrar para dar a aula e, de fato, foi, pois várias
vezes eu me perdi na matéria, mas dei a aula.
Depois do intervalo eu daria uma segunda aula naquela sala, eu estava ansioso
para ver aquele espetáculo, mal bateu o sinal eu voltei pra sala e, a filha,
tinha colocado a blusa novamente. Assim, que entrei na sala, eu recebi novamente
o sorriso, e a filha me chamou…
– Professor, tem uma coisa que eu não entendi na última aula…
– O que?
Liguei meu modo professor…
– Espera só um pouquinho… – fiquei aguardando a pergunta, e menina segurou a
blusa dela por baixo e puxou para cima, só que dessa vez ela puxou a blusa fina
que estava por baixo mostrando os seios sem sutiã, da mesma forma que da outra
vez os seios balançaram, revelando os biquinhos… A menina ficou vermelhíssima e
abaixou logo a blusa de tecido fino e, por sorte, como o intervalo tinha acabado
de acabar, a maioria dos alunos ainda estava fora da sala e os que estavam não
repararam. A menina até desistiu da pergunta. Eu olhei para mãe que havia
acompanhado toda a cena, ela se encontrava inerte, inexpressiva como se nada
tivesse acontecido, como se aquilo fosse normal.
Tentei dar uma aula, tentei…
Na semana seguinte entrei meio constrangido naquela sala, mãe e filha
continuaram com seu ritual, dois belos sorrisos… Eu sorri amarelo e logo fiquei
surpreso, mãe e filha estavam diferentes, seus trajes habituais, que eram quase
um uniforme, tinham sido deixados em casa naquele dia. Agora a mãe vestia um
vestido de tecido fino, elegante que me permitia ver claramente um decote
delicioso, os seios ainda maiores que os da filha, não tão firmes talvez, mas
ainda assim me fizeram desejar mergulhar neles. A filha estava demais!…
Um vestido curto com tomara que caia, deixando os seios bem apertados na frente,
a tornozeleira era o único item que havia sobrevivido à troca de trajes, não
consegui me segurar, fiquei me imaginando pegando mãe e filha, meu pau ficou
duríssimo, dava pra ver claramente que eu estava excitado, fiquei admirando as
duas por um momento, e dei início à aula.
Durante a aula, eu gosto de caminhar de um lado para o outro da sala enquanto
explico a matéria e, em um determinado momento, dei as costas para as duas e,
quando me virei, vi que as duas se ajeitavam na cadeira, cruzando as pernas
quase que num movimento sincronizado, tanto a filha quanto a mãe, tinham as
pernas deliciosas!… A mãe ainda puxou a saia de maneira que a perna ficasse bem
mais à mostra.
Meu pau ficou o mais duro possível…, a sorte foi que bateu o sinal para o
intervalo. Quando eu ia pegando minhas coisas para sair, fui abordado pela mãe…
– Professor?
Eu instantaneamente olhei para os seios enormes que pareciam quere pular para
fora daquele vestido, só parei de olhar para eles, depois que a filha se
aproximou e, aí fixei meu olhar nos dela…
– Diga…
Respondi ainda olhando os seios…
– O Senhor tem aula vaga hoje?…
Meu coração acelerou…
– Tenho a última, por quê?
Olhei finalmente para o rosto da mãe…
– A gente precisa tirar umas dúvidas, para a prova, ver como está o nosso
desempenho…
– OK, até depois então…
Fiquei tão nervoso que nem me passou pela cabeça que elas deveriam estar em
aula…
Nas minhas aulas depois do intervalo, elas fizeram de tudo para me deixar com
tesão, a filha voltou com um pirulito na boca, o qual encostava várias vezes na
bochecha fazendo parecer que tinha um pau na boca e, além disso, ambas ficavam
se debruçando na carteira mostrando ainda mais o decote, depois de um tempo,
percebi que elas só reparavam no volume da minha calça…
Quando acabou a aula, fui saindo e as duas vieram atrás de mim, levei ambas para
uma sala vazia que estava em reforma e perguntei:
– Então o que vocês precisam?
A mãe tomou a frente…
– Então professor, é que minha filha é meio burrinha, e ela precisa dar um jeito
de passar na sua matéria…
– É professor…
Interrompeu a filha.
– Eu faço qualquer coisa, para passar na sua matéria…
Ao dizer isso, meu coração ficou sereno, sabia exatamente o que as duas queriam
e daí, eu tomei as rédeas do jogo…
– Bom, eu sou ótimo para ensinar história, mas tem algo que ensino melhor…
– O que professor?
A filha perguntou com cara de safada…
– Sei ensinar uma cadela a ser submissa… Essa é minha condição…
Elas não esperavam por isso, acho que elas estavam esperando que eu dissesse
sobre sexo…
– Vocês serão submissas a mim, me obedeceram, vou ensinar vocês da forma que eu
bem entender, terão que me obedecer, acima de mim só Deus…
– Toda mulher deve ser submissa ao seu homem, pois o homem é o chefe da mulher…
Respondeu a mãe para mim…
– Ótimo! Então temos um acordo?
– Como eu disse professor, faço qualquer coisa para ganhar a nota…
Disse a filha.
– Sou fêmea submissa a machos de verdade, diferentes do meu marido…
Respondeu a mãe.
– Ótimo, vou tomar isso como um sim de ambas, então a minha primeira lição será
um teste de obediência de cadelas, concordam?
Ambas balançaram positivamente a cabeça.
– Ótimo! Então como primeira tarefa eu quero um beijo entre vocês…
Elas se olharam surpresas, mas a mãe tomou a iniciativa, tascou um beijo na
filha que foi prontamente correspondido…
-Acaricie sua mãe!
As mãos começaram a se mover, as duas se acariciavam por todo o corpo meu pau
parecia que iria explodir de tesão, logo tirei meu mastro para fora.
Aproximei-me delas e mandei que elas ajoelhassem as duas param de se beijar e
foram logo avançando com a boca nele, a filha o abocanhou primeiro, porém por
mais gostosa que fosse a boca dela, a filha mostrava não saber chupar.
– Sua imbecil! Não foi assim que eu te ensinei! Faça como fizemos com seu primo,
assim…
Empurrou a filha e abocanhou meu pau, a mãe realmente sabia o que estava
fazendo, deu inicio a um delicioso boquete usando as mãos, babando bastante no
meu pau…
– Assim, agora você…
A filha abocanhou meu pau e tentou fazer o máximo parecido com a mãe, e foi aí
que a mãe pegou a cabeça dela e forçou contra meu pau, eu senti a garganta dela,
a mãe forçava a cabeça da filha contra o meu pau, eu não tive dó e forcei meu
pau para dentro da garganta da vadia, depois a mãe puxou a filha pelos cabelos e
colocou a boca no meu pau fazendo uma garganta profunda, depois ela olhou pra
mim e disse…
– Me desculpa Senhor, ela puxou a frouxidão do pai, aquele corno!…
Enquanto a mãe falava essas coisas eu reparei na filha, a filha ficava triste
toda vez que a mãe a ofendia, peguei a mãe com força pelos cabelos e fiz ela se
levantar coloquei ela de bruços sobre uma carteira de modo que sua bunda ficasse
bem arrebitada e, convencida. ela começou a falar…
– Vai foder meu cuzinho senhor?
A cara da mãe era de quem estava sobre o controle e aquilo me irritava, andei e
fiquei de frente pra ela.
– Vai me mandar chupar seu pau?
A minha irritação só parou quando vi a cara de surpresa dela, após o forte tapa
que eu dei na cara dela.
– Escuta aqui sua vadia! Sou eu quem manda aqui, eu agora sou seu dono, eu te
uso e abuso, do jeito que eu bem quiser; você e sua filha, são duas vagabundas
baratas, e isso quer dizer que eu dou as ordens aqui. Sou eu, quem manda e
humilha você e sou eu, sou eu, tá entendendo? Sou eu quem manda e humilha sua
filha! Estamos compreendidos?!
– Sim… Sim Senhor…
– Ótimo, fica assim, vem aqui vagabunda filha!
A filha se aproximou de mim, eu tirei meu cinto e coloquei na mão dela puxei-a
pelo cabelo e falei bem próximo dela…
– É para bater na vagabunda da sua mãe! Como o frouxo do corno do seu pai nunca
fez, tá entendendo?… Vadia filha!…
Ela fez que sim com a cabeça, se posicionou atrás da mãe e a encheu de cintadas,
a mãe deu um grito e, logo após, para abafar, eu meti a minha rola na boca da
mãe, enquanto a filha enchia a mãe de cintadas, ela parecia realizada.
– Ótimo, já chega, tira a calcinha da sua mãe, a sua roupa e chupa o cu dela, é
para deixar bem babado, ouviu sua crentezinha de merda?
Ela fez que sim com a cabeça e começou o serviço. Eu olhei bem para mãe, e
falei:
– Aprende a ser submissa como sua filha, sua puta vagabunda!…
– Sim Senhor…
Enquanto a filha chupava e babava no cu da mãe dei a volta e fui tocar a filha
por trás, a boceta deliciosa estava encharcada, me posicionei e meti com gosto
naquela boceta, a filha gemia enquanto chupava o cu da própria mãe e eu, também
dava tapas fortes na bunda da filha, e já estavam; ambas, com a bunda toda
vermelha, segurei a filha pela cintura e comecei a estocar forte, a menina não
conseguia se concentrar mais no cu da mãe só gemia até que vieram vários
espasmos e ela gozou.
Empurrei a filha de lado e coloquei meu pau no cuzinho da mãe e meti com força
meu pau cheio de saliva e lubrificante da filha, a mãe deu um grito, se
contorceu, mas parecia sentir um enorme prazer, peguei a mãe pelos cabelos e a
enchi de estocadas firmes.
– Você! – ordenei para a filha que assistia a tudo perplexa… – pega aquela
carteira e senta com as pernas abertas voltadas para sua mãe!
A filha, obediente, cumpriu o que foi ordenado e a mãe, safada, logo abocanhou a
boceta da filha, mexia a língua ferozmente no grelo deixando a filha molhada
novamente, enquanto seu cu ficava arrombado.
Tirei o pau do cu da mãe que me olhou com cara de espanto, fiz um sinal para que
elas se ajoelhassem, a filha meio retardada não entendeu, mas a mãe logo se
ajoelhou e fez um sinal para que a filha se ajoelhasse junto com ela.
Bastou que eu colocasse meu pau no meio das duas que o boquete duplo veio, elas
lutavam por cada pedaço de pau que conseguissem lamber, eu não estava aguentando
mais, ver aquelas duas bocas no meu pau e, logo abaixo, dois seios fenomenais,
peguei a mãe pela cabeça e comecei a foder a garganta dela, afastei um pouco e
gozei dentro da boca…
– Não engole vadia!
A mãe abriu a boca e mostrou que não havia engolido, era tanta porra que
escorria pela sua boca…
– Sua filha quer um pouco, não é vadia?
– Si…, sim Senhor…
– Então eu quero ver um beijo das duas com a boca cheia de porra!
As duas se aproximaram e beijaram-se com a porra dentro da boca, a cena era
maravilhosa, a porra escorria da boca de ambas e ia em direção aos seios…, logo
eu fiquei de pau duro de novo…, porém bateu o sinal.
As duas se levantaram assustadas, começaram a correr de lá para cá recolhendo e
colocando suas roupas, porém na hora que iam colocar a calcinha eu as impedi…
– Como vocês são duas putas, eu não vou permitir que usem suas calcinhas na hora
que voltar para casa… A filha olhou para mim com cara de protesto…
– Mas, meu pai?…
– Não dou a mínima para o corno…, pois a sua bunda e a bunda de sua mãe me
pertencem, agora estão entendidas?
– Sim Senhor!
Responderam as duas, a filha com uma cara preocupada e a mãe com um sorriso
satisfeito no rosto…
Fomos andando pelos corredores até à saída, lá o corno já esperava pela filha e
pela esposa, parecia irritado com a demora, despedi das duas com um beijo no
rosto e um aperto na bunda da filha…

Fraco...mas sexy
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