A NOIVINHA CRENTE E INOCENTE 3
Cheguei em casa e novamente beijei meu noivo com a boca suja da porra que eu
somente engoli na frente dele. Foi bom de mais, me deixou muito louca de
vontades. Não via a hora de casar e mostrar para ele que eu era uma boa esposa,
o pastor Eduardo me mostrou tudo direitinho.
A semana transcorreu normalmente, todos os dias eu ia para a minha aula e
voltava cheia de porra, tanto na bucetinha como na boca, no mesmo ritual de
sempre. Já faltavam dois dias para meu casamento e meu noivo e eu estávamos
eufóricos, foram muitos preparativos e correria para que tudo saísse como
queríamos.
O que mudou nesses dias? Bem, meu fogo andava gigantesco, me apeguei muito ao
pastor e meu noivo passou a adorar beijar minha boca quando eu chegava, dizia
que o sabor era maravilhoso e que sentia mais homem qua do me beijava assim.
– Amor, gosta tanto assim do sabor do leite que tomo lá?
– Sim minha linda, não sei por quê, mas me deixa aceso, fico cheio de vontades
com você. Mas me contenho pois temos que esperar o casamento.
– Tá bom amor, fico feliz com isso. Pena que nos casaremos e não teremos mais o
leitinho do pastor.
– Verdade amor, mas não tem problema. Pedirei a ele que te dê um pouco para
levar para casa.
Naquela hora lembrei que estava cheia do leite dele dentro de mim, então pedi
licença ao meu noivo e disse que iria ao banheiro. Chegando lá levantei a saia e
meti os dedos dentro da minha buceta, pensei em fazer o vídeo do pastor naquela
hora mas demoraria muito e meu noivo me esperava, então me contentei em meter o
dedo cada vez mais fundo e coletar o leite dele e guardar mais e mais na boca.
Quando já estava com a boca bem cheia fiz o mesmo ritual, cheguei perto dele e
engoli momentos antes do beijo. Pela primeira vez ele me agarrou forte e apertou
meus seios do jeito que o pastor fazia, quase fizer pois os bicos ainda estavam
sensíveis das chupadas e mordidas que aquele safado havia me dado antes de vir
para casa.
– Desculpe amor, é que esse sabor me descontrola. Mas parei, vou embora antes de
fazer besteira.
Assim que ele se foi corri para o banheiro e diz o vídeo do meu pastor
preferido. Me masturbei lambendo os dedos cheios das nossas portas, foi bom de
mais. No meio do vídeo contei para ele que meu noivo havia adorado o leite dele
e ele ficou feliz de mais com o que disse.
– Minha putinha – ele passou a me chamar assim e eu amava – você se casa em
breve, então não irei te dar aulas nesse últimos dias que antecedem a data. Mas
no dia do casamento você terá de dar um jeito de me encontrar, quero te dar o
meu presente antes do noivo. Será nossa última vez antes de casar, então quero
ter a certeza de te deixar cheia e de que seu noivo ficará maluco quando te
pegar.
Aquilo mexeu comigo, eu não queria ficar dias sem ter minhas aulas, estava
viciada em gozar e não sabia. Além do que meu corpo estava diferente
ultimamente, mais quente e estranho. O cheiro dele e seu pau dentro me acalmavam
e me faziam sentir satisfação. Longe dele eu tinha sono e dores de cabeça.
Enfim, aguentei os três dias que faltavam, minha única satisfação eram os vídeos
diários onde ele se negava a gozar para mim. Cheguei a comentar com ele de como
me sentia mal e ele sorriu, disse que era parte do plano, que já estava cheia e
não precisava mais dele. Nesse dia eu chorei, não queria mais ficar sem, minha
cabeça doía d+.
– Calma putinha, tudo se resolverá em breve, amanhã você se casa e terá o leite
do sei marido, tudo vai ficar bem.
– Mas o que faço com esse mal estar, essa dor de cabeça e esse mau humor que me
acompanha?
– Case-se amanhã normalmente, se não melhorar, depois da cerimônia, durante a
festa, você me encontra em algum lugar escondido e te fodo.
– Tá bom meu pastor, farei isso mesmo, pois não vai melhorar não.
– Mas não se esqueça de que ninguém poderá ver ou saber.
– Pode deixar pastor, pensado em algo.
Passei o dia matutando como faria mas não achei solução. No dia seguinte estava
fazendo meu dia da noiva e ainda pensando em algo, tive ideias absurdas mas em
todas éramos pegos, então resolvi deixar pra lá. Teria de aguentar a dor de
cabeça até meu marido vir dentro de mim.
Chegou a hora de irmos, antes de sair a última mensagem para o pastor, expliquei
por cima o que aconteceu e me desculpei com ele. Ele se limitou a mandar uma
carinha de raiva e disse que não falaria mais comigo. Não sei por que mas aquilo
mexeu comigo, quase chorei quando falou isso para mim. No caminho da igreja
apenas pensava na forma como me tratou e fiquei cabisbaixa, minhas amigas
perguntaram pq estava tão triste em um dia tão especial e para não mentir me
calei.
Chegamos na igreja e foi aquela festa, a banda tocando, meu pai me recebendo
para acompanhar ao altar, meu noivo estava lindo, mas o que me prendeu a atenção
foi o pastor. Ele estava mais bonito que nos dois, parecia que o casamento seria
dele e não nosso, até às irmãs estavam comentando sobre ele de forma bem ousada,
não gostei quando ouvi, não entendi pq não gostei.
Ao chegar no altar fiquei vermelha de vergonha e feliz por vê-lo. Assim fizemos
nossos votos tranquilamente, meu noivo emocionado pelo casamento e eu por que
seria a melhor esposa do mundo, tive minha mãe para treinar as coisas da casa e
o pastor para ensinar os deveres de esposa. A coisa ia bem até que mandou que
nos ajoelhassemos à sua frente. Aquela era a primeira posição que me ensinou a
fazer, eu sempre ajoelhava ao entrar na sua casa, pois ele dizia que putinha
chupava o pau do dono para merecer beijo na boca.
Como eu adoro beijar e ele quem me ensinou, sempre chupava muito o pau dele qua
do ia a sua casa. Fiquei trêmula, com vontade de esticar a mão e tocar aquele
paizão. Acho que ele notou, pois o volume cresceu muito a ponto de ele parar um
pouco e beber água para acalmar e ninguém ver. Se não desviasse o pensamento
todos morariam, pois é gigante a rola dele.
Mas terminada a cerimônia o pastor agarra o braço do meu marido e pede para que
ele o aguarde na sala reservada do salão pois queria orar por nós em separado de
todos. Assim meu ex-noivo, atual marido, me mandou para o salão para entreter a
todos enquanto eles oravam. Assim fiz e fiquei uma hora dando desculpas a todos
por sua ausência e me divertindo com todos, foi o tempo de passar o sapato e
recolher o dinheiro das meninas. Logo.meu marido chega e me abraça por trás.
– Amor, sua cabeça ainda dói muito.
– Sim amor, mas resolvi isso quando chegarmos em casa.
– Não, o pastor Eduardo mandou que fosse encontrar com ele. Conversamos
bastante, foi muito bom e ele disse que pode te ajudar com a dor, assim
curtiremos.melhor a festa.
Fiquei vermelha e eufórica. Finalmente iria ter aquela rola novamente.
– Tá bom amor, estou indo lá.
Saí quase correndo, ao entrar na sala ele me mandou trancar a porta e se
afastou. Já sei como funciona então me ajoelhei e ele veio com aquele monstro
para perto de mim. A dias eu não chupava, estava cedenta daquele pedaço de carne
saboroso.
– Seu marido me confidenciou também que adorou meu leite, então hoje te darei
muito dele.
– Sim senhor, mas não posso bagunçar o cabelo ou a maquiagem.
– sim, eu sei. Então deite de barriga para baixo naquela mesa e se prepare para
receber minha rola.
Fiz o que ele mandou e fiquei na espera. Hoje não precisaria nem chupar,
realizaria fácil para dentro, era muito tesão.
– Vagabunda, antes de qualquer coisa você sabe quem é seu dono não?
– Sim senhor.
– Mesmo depois do casamento ainda terá de vir dar para mim.
Nessa hora me virei para ele e olhei em seus olhos meio indignada.
– Não pastor, é pecado a traição, não poderei mais pois estarei casada.
– Não é traição pois eu sou seu dono, não há pecado quando se é propriedade de
um e casada com outro. Mas ainda assim deixarei você decidir depois, afinal
cheia você já está.
– Não estou não pastor, eu adoro o senhor, não estou cheia de você ou irritada.
Apenas não acho que seja certo.
– Espere alguns dias e me diga o contrario sobre o pecado ou estar cheia.
Eu tentei questionar, não entendia que ele se referia ao fato de estar grávida
dele, eu nem sonhava com isso. Mas nessa hora ele socou tudo dentro me fazendo
quase gritar, depois começou a socar vagarosamente para não me despentear e
assim foi por meia hora, até que gozou um monte dentro de mim. Nossa, se não
tivesse grávida, aquela hora certamente teria ficado.
– Aí putinha, foram 3 dias batendo punheta para você sem gozar, eu merecia essa
buceta apertada hoje.
“Mas agora temos que providenciar o leite do corno. Venha chupar minha rola e
quando eu gozar prenda na boca e beije ele com o leite todo dentro.”
Chupei por uns 19 minutos, quando ele gozou movente veio muito, mas dessa vez
estava bem grosso e pegajoso, quase não coube na boca, aliás, escorreu um monte
e ele me fez limpar antes de sair.
Terminado me arrumei e fui ao encontro do meu noivo, chegando lá o agarrei e
beijei jogando o leite todo na boca dele. Por sorte estavamos em um canto
escuro, pois escorreu um filete pelo queixo dele e pra não desperdiçar lambi e
botei novamente em sua boca
– Foi presente do pastor para você, o leite santo de todo dia.
Nessa hora o pastor se aproximava ajeitando um pouco da calça que estava torta e
meu noivo o olhou incrédulo, mas notadamente excitado. O pastor Eduardo acenou
para nós dois e seguiu para o salão para tomar sua cervejinha nos deixando
sozinhos.
Meu noivo não disse nada, curtimos a festa mas ele estava sempre um pouco
distante, ainda assim foi mágico. Falei várias vezes que esperava pela noite de
núpcias, estava louca para ter ele somente para mim.
– Está melhor amor, a doe passou?
– Sim, o pastor sabe como fazer melhorar.
– É o leite sagrado?
– Sim, ele me alivia sempre.
– É, pena que acabou – disse ele pensativo.
Mal sabia ele que eu tinha um monte de rei de mim, agora caberia a ele buscar
com a língua na noite de núpcias…
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