MINHA DOCE AFILHADA - PARTE 8 - ÚLTIMA PARTE

             Quando minha comadre descobre tudo

Depois de um fenomenal final de semana com a minha afilhada, voltamos para a nossa cidade e nossas rotinas. Nunca havíamos tido momentos tão bons assim. Foi um misto de luxúria, diversão e paixão. Fizemos amor loucamente, estávamos só nós dois, um entregue ao outro. Todos nossos desejos acumulados foram realizados. Ia ser difícil retomar a vida normal depois daquela maravilhosa viagem.

Chegamos em nossa cidade no domingo por volta de dez da noite. Fui deixar Sophia na casa da minha comadre, que já tinha voltado da igreja e estava em casa. Ficou aliviada ao ver sua filha sã e salva. Fiz questão de dizer que Sophia tinha sido um amor durante o passeio e não havia dado trabalho nenhum. Ao ver as fotos da viagem (apenas as comportadas), ficou ressentida por não ter ido. Ao perceber sua fisionomia de decepção, falei que a gente poderia organizar uma viagem com ela e os filhos no final de ano, e Mônica animou-se com a ideia. Não alonguei muito a conversa porque estava com sono e cansado. Natural, pois foi praticamente uma mini lua de mel. Me despedi de todos e, ao me despedir de Sophia com um abraço, ela pega com suas mãos discretamente no meio das minhas pernas. Fiquei vermelho com aquilo e tratei de ir embora logo, torcendo para que ninguém tivesse visto aquilo.

A cada encontro com Sophia, eu me surpreendia com suas mudanças e ousadias, estava muito diferente da minha afilhada de meses atrás. E eu achava isso ruim? De forma alguma. Ela já não era mais aquela menina retraída, recatada e inocente. Agora ela era uma garota atrevida, ousada e fogosa. Ela era muito fogosa. E eu estava mais do que satisfeito, me sentia um felizardo por secretamente ter aquela garota só pra mim.

Cheguei em casa, tomei um banho e deitei na cama. Fui rever todas as nossas fotos, principalmente as que a minha comadre não podia ver, e adormeci relembrando aqueles deleitosos momentos.

Ficamos sem nos ver até sexta-feira daquela semana. Enquanto isso, trocávamos várias mensagens, fotos e juras de amor pelo celular.

Na sexta-feira à tarde, enquanto seus irmãos estavam na aula de educação física, ela foi até o meu trabalho. Fiquei surpreso com aquela visita inesperada. Trabalho no setor comercial de uma multinacional. Assim que eu a vi à minha procura, falei pro meu chefe que precisava resolver um pequeno problema e fui ao encontro dela. Sophia disse que precisava me falar uma coisa e perguntou se a gente poderia conversar mais reservadamente no meu carro. Eu respondi que tudo bem, mas fiquei apreensivo com o que poderia ser e o que faria aquela garota aparecer assim de repente no meu trabalho. Caminhamos até o meu carro sem dizer mais palavras. Eu estava em silêncio; não queria demonstrar a minha preocupação.

Ao entrarmos no carro ela me disse que não aguentava mais de saudade e pulou em cima de mim. Nos beijamos e fiz uma breve pausa, dizendo que da próxima vez que quisesse me ver assim no trabalho era melhor me avisar. Ela ignorou minhas palavras e continuou a me beijar.

Liguei o ar condicionado do carro e ficamos no banco de trás. Enquanto nos beijávamos, a mão de Sophia viajava pelo meu corpo. Ela pegava no meu pau com vontade e me punhetava habilidosamente com suas mãos pequenas e macias. Tirei toda minha roupa e também e a deixei nua. Ainda dava pra ver as marcas de biquíni do bronzeado que ela tinha pegado em Porto de Galinhas. Aquelas marquinhas aumentavam mais a minha excitação. Ela deitou no banco de trás, abrindo suas pernas para mim, me oferecendo a sua buceta deliciosa e viciante.

Antes de enfiar minha pica nela, passei minha mão entre as suas pernas, sentindo minha mão roçar em seus pequenos pelos. Ela já estava lubrificada, então tomei todo aquele melzinho em minha boca, fazendo-a gemer e gritar de prazer com a minha língua sugando deliciosamente a sua xana. Como estávamos no estacionamento, caso alguém passasse por ali poderia escutar seus pequenos gritos. Àquela altura meu pau estava para explodir de tesão, não aguentava mais. Deitei em cima dela e enfiei todo meu pau em sua entrada. Eu enfiava todo e tirava todo. Fiz isso várias vezes olhando para a sua buceta recebendo e devolvendo meu pau. Ao ficar nesse vai e vem vagaroso, ela pediu pra eu ir mais rápido, e eu, sem ter como negar sua súplica, a obedeço. Enquanto eu aumentava os movimentos, o carro balançava um pouco. Então eu aumentava e diminuía pensando em não chamar atenção. Era um misto de excitação e receio de alguém pegar a gente ali no carro, e isso só aumentava o nosso tesão. Naquele espaço pequeno e apertado, chegamos nós dois ao orgasmo. Sem a menor sombra de dúvidas, foi o melhor papai/mamãe da minha vida.

Tentamos nos arrumar o máximo possível e saímos dali como se nada tivesse acontecido. Ela voltou para sua casa e eu tentei voltar para as minhas atividades no serviço. Nem preciso dizer que passei o resto da tarde só pensando naquela foda maravilhosa.

Ao chegar em casa, porém, seus irmãos já haviam voltado, e sentiram a sua ausência por quase uma hora.

Quando a mãe deles chegou, Felipe, irmão dela que era uma peste, foi logo dizendo para a mãe que Sophia tinha saído de casa pela tarde.

Ao perguntar onde Sophia tinha ido, ela responde que tinha ido à casa de uma amiga.

– Qual amiga? – indaga sua mãe.

– Fui na casa de Catarina terminar um trabalho pra entregar amanhã – respondeu minha afilhada.

Mônica conhecia todos os amigos da sua filha. Ao achar estranha a forma como Sophia havia falado, ela resolve ligar para Catarina perguntando sobre o trabalho, e a garota simplesmente diz que só havia visto Sophia pela escola de manhã.

Desconfiada daquela história toda, Mônica passou a observar atentamente a sua filha a partir daí. Em um momento que Sophia vai ao banheiro e deixa seu celular destravado, sua mãe pega o telefone.

E minha comadre simplesmente não acredita no que vê e lê.

Sophia estava mais desleixada. Em vez de apagar nossas conversas e fotos, estava deixando tudo no celular. Minha comadre viu tudo: nossas fotos da viagem, os nudes e os vídeos que ela me mandava e, o pior de tudo, nossas últimas semanas de conversa, onde havia várias declarações e safadezas. Embora eu tivesse um número específico só para conversar com Sophia, pelas coisas que a gente conversava e pelas declarações destinadas ao padrinho dela, minha comadre claramente soube que era eu sob o pseudônimo de “Maria Estela”.

Quando eu chego em casa, achando que eu ia ter uma noite tranquila e feliz, minha comadre me liga com a voz bastante exaltada. Ela disse que eu era um sem-vergonha e filho da puta, que eu tinha abusado da confiança dela e de Sophia. Assim que eu ouço aquelas palavras, eu já imaginava o que havia acontecido, só não sabia como tinha acontecido. Falou ainda um monte de coisa, e eu só ficava escutando. O que realmente ficou na minha cabeça foi o seguinte: ela falou para eu nunca mais pisar na casa dela e nunca mais procurar sua filha.

Naquela noite Sophia levou uma surra de cinturão de couro da sua mãe. Seus irmãos já haviam apanhado muito, mas aquela era a primeira surra que ela levava. E de todas as surras que aquela mulher já havia dado, com certeza aquela foi a pior. Sophia ficou com raiva e triste naquela noite, mas não derramou uma lágrima.

No dia seguinte eu estava bastante abalado. Era sábado e agradeci por não ter que ir trabalhar, pois não teria psicológico para isso. Estava simplesmente sem saber o que fazer e sem coragem de mandar qualquer mensagem para a minha afilhada. Até mesmo porque eu sabia que, por castigo, Sophia ira ficar sem celular por um bom tempo.

Então passei boa parte da manhã daquele sábado deitado no sofá, sem rumo, tomado por um sentimento de culpa e frustração.

Por volta das onze da manhã, ouço a campainha tocar. Vou atender esperando o pior: possivelmente era minha comadre querendo me confrontar frente a frente. Porém, quando eu atendo, era Sophia.

Ela estava com uma mochila nas costas. Ela me falou tudo que aconteceu na noite anterior e disse que não queria mais morar com sua mãe, queria morar comigo.

Eu falei pra ela que aquilo era loucura, que a gente não poderia fazer isso, que a gente nunca teria sossego com ela morando ali comigo.

Então ela diz pra gente ir embora. Ela estava terminando o curso técnico dela e poderia terminar em outra cidade e começar a trabalhar. Como eu trabalhava em uma multinacional, também não seria tão difícil conseguir transferência para outra cidade. Aquilo que num primeiro momento parecia simplesmente um devaneio juvenil, estava começando a fazer sentido para mim.

O que sentíamos um pelo outro deixou de ser simplesmente atração e havia se transformado em algo mais forte. Era algo que estava além de nós. Ela queria muito ficar comigo, e igualmente eu queria ficar com ela. Então, numa mistura de loucura e lucidez, eu me embalei naquela proposta. Decidimos, por fim, ir embora naquele sábado mesmo. Tudo entre a gente começou em um sábado, era simbólico para nós aquele dia da semana.

Minha casa era alugada, inclusive a mobília, então não tinha muita coisa a deixar para trás. Fiz duas malas, peguei o essencial e partimos para a capital do nosso estado. Seria mais fácil recomeçar a vida em uma cidade grande.

Na segunda-feira liguei da capital para o meu chefe, e falei que estava ali cuidando de um parente doente e que não iria poder voltar tão cedo. Eu disse que só tinha duas opções: demissão ou transferência. Meu chefe gostava de mim e não foi problema conseguir transferência para capital.

Sophia terminou seu curso e em poucos meses também estava trabalhando.

Minha afilhada e sua mãe nunca mais voltaram a se falar. Sophia sempre tentava contato com ela, mas Mônica nunca dava nenhum retorno. Ainda estava muito desgostosa com o que a filha tinha feito. Apesar de tudo, Sophia sempre me dizia que ter ido embora comigo foi a melhor decisão da vida dela.

Recomeçamos nossa vida em outra cidade. Hoje estamos casados há três anos e, é claro, casamos num sábado. Nossa relação continua ótima! Na cama, então, nem se fala, tem sexo quase todos os dias.

Estamos planejando ter um filho ano que vem. Mas, por enquanto, permanecemos apenas nos treinamentos 😉

Fim



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