MINHA DELICIOSA AFILHADA - PARTE 7
Após deixar minha afilhada próximo à escola, vou para o meu trabalho, onde recebo uma mensagem de Sophia dizendo que já estava em casa com os irmãos, que nem haviam notado sua ausência na escola. “Que ótimo!”, respondi. Mais uma operação afilhada concluída com sucesso.
No trabalho, confesso que minha tarde naquele dia foi improdutiva: não tirava Sophia da minha cabeça. E a lembrança de comer o seu cuzinho pela primeira vez ficava rondando minha mente.
Ao chegar em casa, me dei conta que os nossos dois últimos encontros foram bastante audaciosos; qualquer descuido nosso e alguém poderia descobrir.
Então comecei a pensar em algo mais tranquilo para o nosso próximo encontro. Além disso, passar apenas algumas horas com ela já não estava sendo suficiente para nós, queríamos mais. Queria ter a oportunidade de dormir e acordar ao lado daquela princesa. Então bolei um plano para viajar por todo um final de semana com ela.
Dali a uma semana, haveria um feriado que cairia numa sexta-feira. Se meu plano desse certo, viajaríamos na quinta e voltaríamos no domingo. Três dias e três noites juntos. Já seria um grande avanço.
Falei para Sophia sobre a possibilidade dessa viagem e ela ficou muito entusiasmada, mas ela não tinha ideia de como sua mãe iria deixá-la viajar comigo.
Para Mônica, no entanto, eu era um velho amigo e seu compadre, era um homem de confiança dela. Ela sabia que, como padrinho de sua filha, eu era bastante respeitador. Mas eu não iria chegar e simplesmente convidar Sophia para viajar comigo, poderia parecer estranho e gerar alguma suspeita. Então criei todo um pretexto.
Três dias antes do feriado, fui cedo à casa de minha comadre, antes dela sair para trabalhar. Seus filhos já estavam na escola. Falei para ela que no meu trabalho criaram uma premiação que seria sorteada entre todos os empregados da empresa: uma viagem de três dias com tudo pago, com direito a acompanhante, para Porto de Galinhas em Pernambuco. Falei que havia sido sorteado e, como eu não tinha nenhum par romântico, disse que a primeira pessoa que pensei para ir comigo foi minha comadre! Fiz questão de frisar que a pessoa que iria comigo poderia ficar em quarto separado e que ela não se preocupasse com a sua privacidade. Mônica então respondeu:
– Oh, meu compadre, que coisa boa você ter ganho esse sorteio! Mas não vou poder ir com você não. Vou ter que trabalhar nesse final de semana.
Eu, é claro, já previa aquela resposta. Então já tinha algo para dizer:
– Que pena, Mônica! Realmente eu queria muito que você fosse. Não pensei em nenhuma outra pessoa pra levar.
– Pois é, mas infelizmente não vai dar pra mim, Nando – ela disse com desânimo.
– Pena que eles não vão poder me dar o dinheiro da passagem dessa segunda pessoa. Vai ser um prêmio perdido. Pera lá, o que você acha da Sophia ir comigo? – falei com empolgação, como se estivesse tendo a ideia no momento.
– Não sei se seria uma boa. Sophia nunca saiu assim de casa sozinha. E se ela fosse, não ia ter ninguém pra deixar Juliana e Felipe no final de semana.
Juliana e Felipe eram seus dois outros filhos. Imaginando que ela fosse dizer isso, já tinha um argumento preparado. Ela tinha uma irmã, Mariana, que morava na cidade, e que poderia muito bem ficar algumas horas com eles.
– Você poderia deixar eles com a Mariana. E tem outra coisa: você prende demais essa menina. Tem que deixar ela viver um pouco. Deixe ela ir, tenho certeza que ela vai gostar.
– Acho que ela vai dar muito trabalho pra você – ela disse.
– Vai nada, Sophia é um amor de pessoa. E pode ficar tranquila, não vou tirar meus olhos dela.
– Eu vou falar com ela depois que chegar da escola e lhe digo – ela ponderou.
Sophia já sabia do plano, então lhe disse:
– Tá certo, comadre, você fala com ela e depois me diz.
Me despedi e saí ansioso aguardando a resposta. Pela tarde ela me liga e diz o seguinte:
– Olha, meu compadre, falei da viagem para Sophia.
– E aí Mônica, você vai deixar ela ir?
– Depois deu ter dito que você tinha ganhado esse prêmio vai ser quase impossível eu tirar essa ideia da cabeça dela. Mas vou logo lhe avisando: qualquer coisa que ela aprontar me fale.
– Tá certo, pode deixar – respondi tentando conter minha animação.
– E não deixa ela ficar mostrando o corpo dela por lá não – ela me alertou.
– Pode deixar, minha comadre, eu vou ficar em cima dela – eu disse sorrindo ao telefone.
E como eu ia! Que excelente notícia. Finalmente teríamos alguns dias para ficarmos em paz a sós. Mas eu teria que correr: tinha pouco tempo para comprar passagens, reservar hotel e aluguel de carro. Iria fazer tudo isso quando chegasse em casa.
Ao chegar, fiz todas as reservas e comprei todas as passagens. Como estava perto do feriado, ficou um pouco caro, mas com certeza valeria a pena.
Eu estava ansioso com a viagem. A cada dia, quanto mais se aproximava da data, mais entusiasmado eu ficava.
Chegou, enfim, a quinta-feira, dia de nossa saída. De onde morávamos até a capital, onde ficava o aeroporto, era um pouco mais de uma hora de viagem. Iríamos no meu carro até o aeroporto e lá o deixaria estacionado. De avião até Recife, uma hora e meia de vôo. Em Recife alugaria um carro e, até Porto de Galinhas, mais uma hora de viagem. Seriam quase quatro horas de viagem. Iríamos sair às três da tarde de nossa cidade e a previsão de chegarmos a Porto de Galinhas era por volta das sete da noite.
Cheguei às duas e meia na casa de Sophia e ela já estava com mochila pronta, arrumada e empolgada também. Sua mãe ainda estava no trabalho, mas havia me passado várias recomendações para a viagem, inclusive levá-la à igreja no sábado (hahahahahahaha). Os irmãos de Sophia já estavam com sua tia. Ela estava sozinha em casa me esperando. Assim que eu entro na casa nos abraçamos, nos beijamos e fomos para aquela que seria a nossa primeira viagem. A primeira de muitas, eu desejava.
A viagem foi tranquila. Chegamos a Porto de Galinhas já no início da noite. Diferentemente do que eu havia falado para a sua mãe, iríamos ficar no mesmo quarto, dormir juntinhos e agarrados. Após no acomodarmos no quarto, mandei uma mensagem para tranquilizar minha comadre, falei que já estávamos no hotel, que cada um estava em seu quarto e que a viagem havia sido sossegada.
Estávamos um pouco cansados e com fome. Chegamos e Sophia foi logo tomar um banho. Estava ansiosa para dar uma volta. Iríamos sair para jantar em um bom restaurante do lugarejo. Enquanto ela tomava banho, desfiz minha mala e peguei um presente que havia comprado para Sophia. Assim que ela sai do banheiro, lhe dou e digo para usar naquela noite: era um lindo vestido preto, curto e bem colado ao seu corpo. Fui tomar banho e, quando voltei, ela estava simplesmente linda naquele vestido, cabelos soltos e um batom vermelho nos lábios.
No jantar, comemos um peixe assado. De sobremesa pedimos uma taça de sorvete de chocolate com cobertura de morango. Com nossas bocas lambuzadas do doce, trocamos vários beijos ali. Eu tinha idade para ser o pai de Sophia, mas não estava nenhum pouco preocupado que nossa diferença de idade poderia chamar atenção. Poder beijar minha afilhada em um local público, sem ter que me preocupar se algum conhecido nos veria, era um alívio.
Voltamos para o hotel. Nossos corpos já estavam com saudade um do outro, fazia uma semana que havíamos ficados juntos pela última vez. Nos beijamos sofregamente e, em poucos minutos, todo o chão do quarto estava repleto de peças de nossas roupas. Nossos corpos quentes se encontram e se saciaram e, pela primeira vez, estávamos dormindo juntos.
Na sexta pela manhã, com o sol já despertado, acordo primeiro que ela. Olho para o meu lado e vejo um anjo dormindo mansamente. Ela estava coberta com o lençol, mas por debaixo dele seu corpo ainda estava nu. Eu retiro o lençol até a altura de sua cintura, deixando à mostra suas pernas, coxas e buceta. Ela tinha uma xana com grandes lábios volumosos e era bem fechada. Tinha uma cobertura de pelinhos cuidadosamente aparada. Ela estava com as pernas abertas, o que despertava mais o meu desejo. Começo então a chupá-la delicadamente. Gemendo e sussurrando, minha afilhada acorda.
Depois de gozar com o oral, vou para cima dela e começo a enfiar meu pau duro em sua entrada, devagar e lentamente, tentando prolongar ao máximo nosso prazer.
Ficamos ali na cama fazendo amor e, quando percebo, já são quase dez horas, horário próximo do hotel encerrar o café da manhã, que já estava incluído em nossa diária. Tomamos um rápido banho, nos arrumamos e corremos para o restaurante do hotel para tentar salvar nossa primeira refeição do dia.
Após o café, saímos para o centro da cidade, dar uma olhada em algumas em lojas de artigos de praia. Fomos comprar algumas roupas de banho para Sophia, pois até aquele momento ela só tinha um biquíni, e sua mãe nem sabia disso. Falei para ela escolher o que quisesse, e ela comprou alguns biquínis bem provocantes, todos fio dental. Comprou também alguns shortinhos, um vestido de crochê branco, um chapéu de praia e uma saída de banho. Toda essa compra dela teria que ficar na minha casa quando voltássemos.
Saímos dali e fomos almoçar. Passeamos um pouco e fomos para o hotel deixar as compras; dali iríamos direto para a orla. Queríamos dar uma volta na praia, aproveitar o calor mais ameno da tarde e ver o pôr do sol.
Caminhamos de mãos dadas pela beira da praia, admirando aquela paradisíaca paisagem. A areia era alva e a água era de um azul cristalino único, sem dúvida era a praia mais bonita que já havia visitado. Sophia me disse que nunca tinha ido num lugar tão belo assim.
Sentei um pouco na areia, sentindo a água das ondas molhar meus pés, e vejo minha afilhada dar um mergulho: era o encontro da sereia com o mar. Ao sair e andar pela praia, exibindo seu lindo corpo sensual em um biquíni minúsculo e molhado, ela atraía olhares de outros homens. Vê-la desfilando na beira da praia e saber que estava sendo desejada por outros deveria ter me irritado, mas a verdade é que eu ficava envaidecido com aquilo.
Passamos o resto da tarde na praia. Bebemos água de coco, degustamos um camarão e admiramos lado a lado o por do sol. Trocamos beijos ardentes sob aquela paisagem de cinema.
À noite demos outra volta pela cidade e paramos em um barzinho bem aconchegante. Perguntei a Sophia se ela já havia bebido alguma bebida alcoólica, e ela me diz que não. Pergunto se ela quer experimentar e, ao dizer que sim, peço uma caipifruta de morango para ela. Vendo-a beber a sua primeira bebida alcoólica, fiquei curioso sobre sua relação com rapazes antes de mim e perguntei:
– Antes da gente se envolver, você tinha muitos paqueras na sua escola ou igreja?
– Não. Na escola muitos meninos me chamam de nerd. E na igreja até tinha uns garotos que davam em cima de mim, mas não me chamavam a atenção.
– Nunca se interessou por nenhum rapaz?
– O primeiro homem que me despertou foi o senhor.
Ao ouvir aquela resposta me dei conta como eu era um homem de sorte. Ela tomou toda a caipifruta, gostou e pediu outra. Disse para ela ir com calma senão poderia se embriagar. Talvez sob o efeito do álcool (ou não), ela começa e me dar beijos bem quentes, passando sua língua pela minha boca, rosto e pescoço. Aquilo me acendeu e rapidamente. Pedi a conta e voltamos para o hotel.
Ao chegarmos no quarto, ela tira toda sua roupa e senta numa mesa, pedindo para eu comê-la ali. Ela sentada na mesa com as pernas abertas aumentou minha excitação. Eu chegar perto dela, começo a roçar meu pau entre as suas pernas. Ele pede encarecidamente para eu enfiar, mas fico um bom tempo apenas provocando-a. Quando ela abraça meu corpo com suas pernas, finalmente coloco toda minha pica em seu interior. À medida que vou aumentando os movimentos, a mesa vai batendo contra a parede, fazendo muito barulho, com certeza assustando quem estava no quarto ao lado.
Após nós dois gozarmos com aquele sexo selvagem, caímos na cama e adormecemos.
No sábado, ela acordou primeiro que eu. Percebendo que eu estava dormindo, começou a acariciar meu corpo. Assim que eu desperto, ela puxa o lençol e começa a me chupar delicadamente. Era uma maneira caprichada de me dizer “bom dia!”. Ela chupou lascivamente até me fazer gozar.
Ainda deitado na cama, curtindo aquele gozo, pedi que ela trouxesse sua buceta até a minha boca, se ajoelhando por cima da minha cabeça. Falei para se abaixar mais um pouco e a chupei, acariciando sua bunda e suas pernas, enquanto ela se remexia e tentava conter a excitação se segurando com força na cabeceira da cama. Ela rebolava como se estivesse cavalgando, e sua buceta entrava toda na minha boca, totalmente lambuzada com seu néctar.
Após se deliciar com o oral, ela fica na cama de quatro, me perguntando se eu tava a fim de montar. E eu, já excitado novamente, fui para cima dela estocando devagar, com movimentos lentos e cadenciados, acompanhado de muitos suspiros e gemidos.
Não podíamos demorar muito dessa vez, porque havíamos marcado um passeio de buggy às nove horas, e já passava das oito. Após um rápido banho, descemos para tomar café, já arrumados para o passeio. Ela estava com um shortinho jeans azul, um chapéu de palha, uma saída de banho branca e óculos escuros. Estava simples, mas deslumbrante.
Passamos resto do dia no passeio conhecendo as belezas naturais da região e comendo comidas típicas locais por onde parávamos. Aproveitamos para tirar bastantes fotos para guardar como lembrança.
À noite fomos para um restaurante onde havia música ao vivo. Muitos casais iam para meio do salão dançar. Enquanto esperávamos nosso jantar, Sophia perguntou:
– Vamos dançar, meu padrinho?
Surpreso com aquele convite eu respondo:
– Não, Sophia, eu não sou muito bom de dança. A dançarina aqui é você!
– Vamos dançar só uma música lenta, vamos?
Convencido pela minha afilhada, fomos dançar uma música romântica. Fazia tempo que eu não dançava, e dançar ali juntinho com ela, com seu corpo grudado em mim, me fez repensar como minha afilhada havia me transformado. De um padrinho respeitador, passei a ser um louco apaixonada por ela. Já não conseguia imaginar minha vida sem minha afilhada. Dançando ali colados, ela fala em meu ouvido:
– Tô adorando o passeio. Tá sendo maravilhoso tá aqui com o senhor.
– Eu também tô adorando. Nesse momento não existe nenhum outro lugar onde eu gostaria de estar.
E assim que eu falo isso, ela me beija, e continuamos ali dançando com nossos corpos colados.
Ao retornamos para o hotel, ficamos um pouco na sacada, admirando a noite estrelada. Depois de passar algum tempo abraçados, ela me beija e passa sua mão por cima da minha calça, sentindo meu pau pulsar.
– O senhor quer que eu cavalgue nele? – ela me perguntou.
– Só se for pra você tirar todo o leitinho dele – respondi.
Fomos para o quarto e ela cavalgou deliciosamente, me fazendo gozar três vezes. Tenho certeza que ela havia esgotado todo meu estoque de leite por aquela noite. Dormimos agarradinhos, com nossos corpos suados de prazer.
Acordei no domingo por volta das sete da manhã. Iríamos voltar para nossa cidade de noite, então queria tirar aquele dia só pra gente.
Fiz um convite para passarmos o dia na piscina do hotel. Ela colocou um biquíni bem apertado, sendo possível ver as curvas da sua xana. Minha afilhada estava ficando muito sem vergonha.
Falei que queria mandar umas fotos para a mãe dela, então pedi pra ela colocar um vestido pra tiramos fotos à beira da piscina, para a mãe dela ver como ela estava vestida de forma bem recatada no passeio. Fizemos isso, tiramos as fotos, mandamos para a mãe dela e fomos para a piscina.
Ali comemos alguns petiscos e tomamos vários drinks, ficando até o início da tarde. Voltamos para o quarto tomados pelo álcool. Assim que entramos, ela pediu pra eu comer seu cuzinho. Eu estava preparado, havia levado um lubrificante. Ela estava bastante relaxada, meu pau entrou com facilidade. Eu bombei muito seu cuzinho, enchendo-o de esperma, e ela se deliciava com o prazer anal. Após o deleite, ficamos deitados um ao lado do outro e ela falou baixinho no meu ouvido:
– Te amo, meu padrinho.
Surpreso com aquela declaração, eu virei para ela olhando em seus olhos e falei que também a amava.
Eu havia passado tempo demais com minha afilhada. Estava muito apegado e não sabia mais como me desligar. Estava apaixonado, estava totalmente entregue a ela. Estávamos unidos pelo acaso. E, relembrando toda a nossa situação, percebi que tudo se iniciou com um banal acidente de moto. Queria eu saber o que mais o destino nos reservava.

Só pegando os meus contos...
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