MINHA DELICIOSA AFILHADA - PARTE 6

 Depois da nossa última noite de amor, eu e Sophia ficamos sem nos ver por duas semanas. Achei muito arriscado o que ela fez no domingo quando nos vimos, por isso disse pra ela não fazer isso novamente e que iríamos dar outro jeito de nos ver.

Nessas duas semanas a gente ficou conversando bastante por mensagens no celular. Como ela gostava de me provocar! Não satisfeita em me mandar nudes, fez um vídeo dançando funk nua. Era simplesmente um show! Várias vezes me punhetei vendo aquele vídeo.

E se a garota já estava me fazendo perder a cabeça, me fez perder ainda mais quando me confessou o seguinte:

– Tem uma coisa que quero fazer com o senhor na próxima vez que a gente se ver.

– E o que é? – indaguei.

– O senhor quer mesmo saber?

– Oxi, claro que quero – falei.

– Eu quero que o senhor coma o meu cuzinho.

Minha afilhada sabia como me provocar e me atiçar. Ela sabia que eu queria aquilo já fazia algum tempo, e finalmente ela também estava com vontade.

Ficamos conversando sobre como poderíamos nos ver e ela sugeriu matar uma manhã de aula e eu chegar um pouco mais tarde no trabalho para ficarmos juntos na minha casa. Achei que poderia dar certo e colocamos nosso plano em prática no dia seguinte.

Sophia e os irmãos estudavam na mesma escola pela manhã. Ela fazia um curso técnico, o do meio estava no primeiro ano do ensino médio e a mais nova estava no ensino fundamental. Eles iam andando até o centro de ensino e voltavam juntos. Ao chegar bem próximo do local, Sophia disse para os irmãos irem para suas salas que ela iria na papelaria da esquina comprar uma caneta. Assim eles fizeram e ela, ao chegar à esquina, dobra e vai até a rua de trás da escola, onde eu já estava esperando por ela. Sophia sempre se encontrava com os irmãos na saída da aula, e o plano era chegar antes do horário e encontrar com os dois já do lado de fora para voltarem juntos para casa.

Eu cheguei cedo ao lugar que havíamos combinado. Tinha pouca circulação de pessoas. Meu carro tinha um fumê bem escuro e era praticamente impossível ver quem estava dentro. Depois de esperar por uns vinte minutos, eu finalmente vejo Sophia vindo em direção ao meu veículo. Ela começa a caminhar com mais pressa e entra rapidamente para que ninguém a veja.

Ela estava usando óculos de grau e um rabo de cavalo nos cabelos. Era a primeira vez que eu a via de óculos, o que lhe dava um ar de intelectual. Naquela manhã ela também estava com um perfume forte e marcante que me inebriava.

Assim que entrou no veículo, ela veio pra cima de mim e me deu um beijo enquanto passeava suas mãos pela minha perna.

Após voltar para a poltrona do passageiro, ligo o carro, saindo rapidamente.

No caminho ela percebe que o percurso que faço não é a rota da minha casa, e me pergunta:

– Pra onde estamos indo?

– Hoje a gente vai pra um lugar especial – me limitei a falar.

Ela ficou curiosa e perguntou outras vezes, mas eu não disse nada. Queria instigá-la.

Ao chegarmos ao nosso destino, faço o check-in na portaria e o portão se abre: estávamos no melhor motel da cidade, que ficava em uma de suas saídas.

Percebo a satisfação em seu rosto e então lhe pergunto:

– Você já teve vontade de entrar num motel?

– Sim, desde a primeira vez que a gente ficou no seu quarto.

Aquela resposta me pegou de surpresa, pois eu realmente não imaginava. Então eu respondi:

– Pois hoje vamos satisfazer todos os nossos desejos aqui. Espero que você goste.

Paro o carro em frente à suíte 21, que era a mais cara do lugar. Ao sair do carro, pego a minha mochila, a qual continha alguns itens que eu queria usar em Sophia naquele dia.

Ao adentrarmos o recinto, percebemos que o quarto do motel era bem espaçoso. Tinha frigobar com bastantes bebidas e pequenos petiscos, uma TV de 40 polegadas, som, uma cama grande, espelho no teto, várias luzes de led vermelha, que traziam um ar mais romântico para o local, cadeira erótica, alguns produtos de sex shop, um lavabo com banheira de hidromassagem, um jardim de inverno e uma área externa com mesa e cadeiras. Era uma belíssima suíte, havia feito a reserva no dia anterior.

Depois de andarmos um pouco pela suíte, começamos a nos abraçar próximo ao jardim de inverno. Tirei seus óculos e o laço de seus lindos cabelos lisos. Depois tirei sua blusa e saia, acomodando com cuidado em uma mesa. Tirei seu sapato e sua meia. Ela havia caprichado, estava com um conjunto de calcinha e sutiã de cetim vermelho. Fiquei por um tempo abraçando aquele corpo cheiroso. Era bom estar ali e saber que ela havia se arrumado pra mim. Após tirar toda a minha roupa, ela se joga em cima de mim, se dependurando pelas suas pernas. Eu a agarro e ficamos assim um pouco. Depois a coloquei na cama, tirei o restante das roupas que ainda existiam nela e passei alguns minutos cheirando e beijando seu lindo corpo.

Sem parar de beijá-la, eu dou algumas pinceladas em sua entradinha, que já estava bem lubrificada, metendo logo em seguida. Fizemos um papai mamãe delicioso acompanhado de longos gemidos meu e dela e, depois de gozar fervorosamente no seu interior, ela me abraça e sussurra no meu ouvido:

– Eu tava com saudade do senhor.

– Eu também com saudade de você, minha linda.

– O senhor vai querer comer meu cuzinho?

– Só se você quiser também.

– Eu quero – ela falou com um imenso sorriso em seus lábios.

Fui até a minha mochila e peguei um gel que era um relaxante muscular para sexo anal. Comecei a massagear a região com bastante gel, enfiando todo meu dedo médio naquele cuzinho apertado e rosado. Tinha também comprado um dildo, bem fino na ponta que ia engrossando até a base. Passei o gel no dildo e comecei a enfiar no seu cu. Ela já estava bem relaxada, o dildo entrava com facilidade.

– Tá gostando? – perguntei.

– Hum, tá gostoso – ela falou com a voz abafada.

Fiquei estimulando-a com o dildo, até que não me segurei mais de tesão. Passei bastante lubrificante na minha rôla, fiquei sentado na cama, a deixei de ladinho e comecei e enfiar em seu cuzinho virgem. Eu já havia tirado a virgindade da sua boca e da sua buceta, e finalmente ela estava liberando a sua outra entradinha pra mim. A cabeça entrou com certa facilidade. Enquanto eu forçava a entrada com meu pau, ela mordia os lábios e gemia, se agarrando com força na cama. Eu ia pra frente e pra trás bem devagar, sentindo com muita excitação sua caverna envolvendo todo meu pau. Eu olhava pra cima e via seu belo reflexo no espelho.

– Vai mais rápido! – ela sussurrou.

Obedecendo à minha afilhada, aumentei a velocidade da penetração. Ela também forçava seu corpo contra o meu. Inebriado de prazer e já um pouco suado, tirei meu pau de dentro e gozei na sua bunda.

– Ai, que delícia, não imaginava que dar o cuzinho fosse tão bom assim.

– Gostou, meu amor? – perguntei.

– Adorei.

Não imaginava que ela fosse gostar assim de primeira. Ela estava muito safada. Será que ela já estava treinando em casa com suas mãos ou algum objeto? Talvez, mas acabei não perguntando.

Depois do gozo anal, a convidei para tomar um banho na banheira. Sentamos um de frente pro outro e nos lavamos, cada um espalhando muita espuma e percorrendo o corpo do outro. Ela veio pra cima de mim e começou a roçar sua buceta na minha piroca. Tentou enfiar minha pica, mas a água dificultou um pouco. Depois dela finalmente conseguir meter, começa a se esfregar em mim com muito vigor, espalhando água por todo banheiro. Agarrada à borda da banheira, ela demonstra um intenso orgasmo, se jogando logo em seguida em meu colo. Ficamos mais um pouco ali e depois saímos, nos enxugamos e fomos descansar um pouco na cama.

Depois de nos refrescarmos com um ice, ela me diz repousada em meus ombros:

– É tão bom estar com o senhor.

– É maravilhoso quando a gente tá junto – falei.

– O senhor me leva à loucura.

– Você também me mata de tesão. Você quer mais?

– Quero.

– Então vamos pra cadeira erótica.

Ela sentou naquele instrumento de prazer, abrindo bem suas pernas, colocando-as nos apoios que tinha nos dois lados, e recaiu suas costas sobre o encosto. A vista era maravilhosa, as luzes de led vermelha a transformavam em uma bela diabinha.

Meu primeiro impulso foi de chupar aquela xana que estava toda aberta para mim. Ela tinha uma buceta carnuda e sensível. A cada lambida que eu dava ela gemia e se contorcia na cadeira. Comecei a esfregar novamente meu pau nela, sentindo os pelinhos da sua entradinha me roçarem. Eu adorava fazer isso. Ao mesmo tempo, beijava e mordia o seu pescoço, acariciava seus peitinhos, deixando-a arrepiada. Sentindo o seu mel escorrer, enfiei novamente meu pau duro e latejante. Quando eu estava perto de gozar eu parava um pouco, para ter mais tempo para curtir. Eu percebia que ela não gostava quando eu parava, queria mais, então aproveitava para chupar seus lindos seios. Era ótimo chupá-los e colocar todo na minha boca. Coloquei novamente a minha pica e ficamos ali trepando na cadeira erótica por um bom tempo, até minhas pernas ficarem bambas, literalmente.

Depois daquela foda deliciosa, percebi que já estava chegando próximo do horário de saída da escola. Fomos rapidamente tomar outro banho. Enquanto ela secava os cabelos e se arrumava, eu pedia a conta e fazia o check-out do quarto.

Aquela havia sido uma manhã perfeita, e eu já saí do motel pensando como faríamos para nos encontrarmos novamente.


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