MINHA DELICIOSA AFILHADA - PARTE 5
Na quinta-feira daquela semana, cinco dias após eu e Sophia transarmos pela primeira vez, eu recebo uma mensagem da sua mãe, dizendo que queria falar comigo sem, no entanto, dizer o motivo. Falou que viria a minha casa pela noite.
Fiquei apreensivo: “será que ela descobriu algo?” pensei. Bom, era melhor não morrer de véspera e esperar ela vir conversar.
No horário combinado, Mônica chega a minha casa e diz que recebeu uma proposta do seu chefe para trabalhar também aos sábados, além dos dias normais que já trabalhava. Ela trabalhava com vendas, e trabalhar no sábado iria fazê-la ganhar bem mais do que a mesada que eu dava para Sophia. Além disso, seus filhos mais novos iriam precisar de alguém para vigiá-los, pois não queria deixá-los sozinhos em casa, e ninguém melhor para cuidar deles do que a irmã mais velha. O domingo era inviável porque a família passava quase o domingo todo na igreja. Resultado: perdi minha diarista.
Aquela notícia foi um baque para mim. Já estava apegado à Sophia e saber que não teríamos mais o nosso único dia na semana que poderíamos nos ver me deixou triste e cabisbaixo. Pois é, leitores e leitoras: naquela altura do campeonato eu já estava apaixonado pela minha afilhada. E como não se apaixonar por ela?
Sua mãe marcava colado nela: era de casa para a escola e da escola para casa, ou de casa para a igreja e da igreja para casa. Não a deixava sair pra canto nenhum. E quando saia para algum lugar diferente ia acompanhada do seu irmão do meio, que era um peste. Talvez a falta de uma figura paterna em casa a fizesse tão dura com seus filhos. O marido de Mônica há muito tempo foi numa esquina comprar leite na padaria e nunca mais voltou. E depois disso nunca se relacionou com outro homem.
Eu ainda conversava com Sophia pelo celular, mas já não era a mesma coisa: ficar se provocando sem saber quando nos veríamos novamente era frustrante. Aquela situação me fez ficar numa bad por vários dias.
Depois de quatro semanas sem ver minha afilhada, Mônica me convida para ir almoçar em sua casa no sábado daquela semana. Lógico que aceitei o convite: poder ao menos rever Sophia já era um alento.
Ao chegar, pude ver como ela estava linda: estava com um vestido branco e com seus cabelos loiros escuros penteados em caracóis. Seus olhos verdes estavam vividos e radiantes. Seus lábios possuíam um vermelho natural que dispensavam batom. Qualquer semelhança entre ela e um anjo com certeza não seria mera coincidência.
Ela me vê chegando e vem até mim pedir a bênção:
– A bênção, meu padrinho.
– Deus te dê bom juízo, minha afilhada – respondi fitando-a com um sorriso no rosto e acariciando sua mão cheirosa e macia.
Era bom revê-la e tocá-la novamente, mesmo que não fosse nas condições que eu gostaria.
Na hora do almoço, sentamos nós cinco à mesa. Era uma tarde linda de sábado e era para eu e Sophia estarmos em casa fazendo um amor bem gostoso, mas eu estava ali com ela à minha frente sem poder fazer nada e com Mônica ao meu lado falando um monte de tapioca. “Que decepção!” eu pensei.
De repente eu percebo algo roçando a minha perna e levo um pequeno susto, fazendo-me dar uma leve batida na mesa.
– O que foi? – perguntou minha comadre.
– Nada não, Mônica, foi só um calafrio – respondi.
Ao perceber um leve sorriso maroto em Sophia, notei que era ela que estava passando suas pernas nas minhas por debaixo da mesa. “Mas que garota audaciosa”, eu pensei. Sim, leitores e leitoras, o capeta atenta, e era impressionante ver que minha afilhada acanhada estava se transformando em uma diabinha.
Passamos o resto da tarde conversando amenidades e já estava ficando tarde. Achei melhor ir embora. Ao sair da casa, dei um abraço e um beijo no rosto da minha afilhada. Sentir seu corpo ao meu, ainda que por pouco tempo, foi reconfortante.
Cheguei em casa e passei o resto do final de semana pensando em Sophia, relembrando os nossos bons momentos juntos.
No domingo à noite, por volta das oito horas, a campainha toca e vou atender. Para minha total surpresa era Sophia!
– Oi Sophia, aconteceu alguma coisa?! – indaguei perplexo com ela ali.
– Eu tava no culto e falei pra minha mãe que tava passando mal e disse que ia ficar do lado de fora tomando um pouco de ar. Peguei um moto táxi e vim aqui ver o senhor.
– Você é muito corajosa, sua mãe pode desconfiar.
– Não importa. Eu tava com muita vontade de ficar com o senhor e ontem, depois de lhe ver lá em casa, fiquei com mais vontade ainda – ela disse.
Após dizer isso lhe dou um abraço e nos beijamos apaixonadamente ali mesmo na sala. Eu sento no sofá e a coloco em meu colo, e ela começar a se esfregar com vontade em mim, já sentindo meu pau duro. Cuidadosamente retiro o seu vestido, para não amarrotar, e coloco pendurado em uma cadeira da sala. Ela retira toda a minha roupa e começa a pegar no meu pau, me punhetando com suas mãos suaves, chupando-o logo em seguida. Dava pra ver que ela estava mesmo com saudade.
Enquanto ela me chupava, minha mão viajava pelo seu corpo sensual e juvenil; sua pele era fina e delicada como um pêssego.
Doido de vontade de chupá-la também, a faço deitar no sofá e tiro sua calcinha e sutiã, deixando-a totalmente nua na minha frente. Sua buceta estava com os pelos bem aparadinhos, ela sabia como era que eu gostava e como me atiçar mais. Começo a beijar e a lamber todo o seu corpo, fazendo um oral caprichado, levando-a a um orgasmo intenso sob a ação da minha boca e língua.
– Eu quero cavalgar no senhor – ela diz levantando-se do sofá.
Sento-me no móvel e ela vem para o meu colo. Antes de enfiar todo meu pau em sua buceta, ela gasta um bom tempo roçando sua xaninha na minha pica, me levando à loucura e quase que implorando pra ela colocar logo dentro. Ela finalmente coloca e começa a cavalgar deliciosamente, sua buceta ainda estava bem apertadinha. Ela rebolava no meu pau e me beijava, e eu tentava chupar seus peitinhos, o que era difícil por causa dos seus movimentos acelerados.
Depois de me fazer delirar ao sentar no meu pau de frente pra mim, ela levanta, vira e senta de costas, empurrando minha maniva em sua xaninha. Ela fazia movimentos bem provocativos, subia e descia rebolando, como se tivesse dançando funk. Quantas vezes eu havia sonhado com aquilo...
Eu delirava de tesão com ela assim, principalmente ao ouvir seus abafados gemidos. Aquela xaninha apertada e quentinha rapidamente me fiz chegar ao orgasmo. Gozei gostoso dentro da minha afilhada. Ela se levantou e deu pra eu perceber meu esperma escorrendo de sua linda buceta.
Àquela altura eu já havia instruído-a a usar anticoncepcional. Dois dias depois da nossa primeira vez, que foi maravilhosa, eu havia falado pra ela ir a uma farmácia na saída da escola comprar um anticoncepcional injetável, que se usa uma vez por mês, e pedir para aplicarem na própria farmácia. Tudo que eu menos queria era fazer um filho em Sophia. “Padrinho engravida afilhada”. Imaginem o escândalo que ia ser em nossa pequena cidade de 60 mil habitantes? Agora que ela estava usando o anti, a gente podia brincar sem maiores preocupações. Uma camisinha também ajudaria, mas convenhamos: couro deslizando no couro é bem melhor, não é? E ela também gostava de pele com pele.
Fazia praticamente um mês que a gente não ficava junto e queria aproveitar cada momento possível. Em breve ela teria que ir embora. Então a levei para meu quarto, que já estava se tornando “nosso” quarto.
Coloquei-a de ladinho na beira de cama e fiquei em pé, do lado de fora. Comecei a pincelar minha pica em sua entradinha. Fiz isso durante um bom tempo, queria provocá-la também. Queria fazer aquela garota delirar. Ela dizia:
– Vai, coloca logo, o senhor me deixa louca!
Acabei não resistindo à sua súplica e fui colocando meu pau aos poucos. Fazia vagarosamente, rebolando um pouco também, e ela gemia impulsivamente. Enquanto eu tirava e colocava, passeava minhas mãos pelo seu belo corpo: suas pernas, sua bunda, suas costas e seus deliciosos peitinhos. Ela de ladinho com as pernas fechadas deixava sua entrada ainda mais apertada, e ela não parava de gemer.
– Ai que delícia, não para que eu vou gozar! – ela disse.
Ao falar isso, aumentei a velocidade e ela começou a gemer mais alto. Deu alguns gritos e pude sentir ela se contraindo e apertando meu pau dentro dela. Mais uma vez minha afilhada estava tendo um orgasmo naquela que agora era a “nossa” cama.
Ficamos deitados de ladinho por um curto intervalo de tempo. Ainda estava em ponto de bala e queria dar mais uma boa trepada com ela. A trouxe para cima de mim e começamos a nos beijar novamente. Ela se esfregava na minha pica latejante, gostava de sentir meu membro duro entre as suas pernas. Ficou em posição de cavalgar e sem dó enfiou meu pau duro em sua bucetinha só de uma vez, e começou a cavalgar em movimentos lentos e firmes, ela fazia questão de apertar meu pau toda vez que subia. Ela fazia isso e olhava seriamente para mim, com um sorriso bem safado estampado em seu rosto. Seus peitinhos durinhos acenavam para mim e eram irresistíveis: enquanto ela cavalgava, ficava revezando os seus mamilos, ora chupando um, ora chupando o outro. Ela me chamou de covarde quando fiz isso e aumentou o ritmo. Novamente estávamos eu e ela chegando ao clímax do prazer. Ejacular ali em seu interior fazia eu me sentir dono daquela garota.
Repousamos um pouco na cama e, ao perceber o horário, ela me fala:
– Eu tenho que ir, o culto vai acabar daqui a pouco.
Nos arrumamos e saímos no meu carro. A deixei a algumas quadras da igreja, para que ninguém me visse chegando. Nos despedimos com um beijo demorado dentro do carro. Ao sair ela me disse:
– Espero que tenha gostado do nosso reencontro.
Fechou a porta e foi embora. Dei um sorriso ao ouvir aquilo e fiquei vendo-a caminhando e sumindo na rua após dobrar a esquina. Era como um anjo vagando em minha frente. Voltei para casa e quando cheguei peguei o celular e tinha uma mensagem de Sophia:
– Tudo certo, acabou o culto e eu estava do lado de fora esperando minha mãe e irmãos. Ela não desconfiou de nada, só perguntou se eu estava bem. Já estou com saudades, meu padrinho.
Eu também já estava com saudades. E iria dormir feliz naquela noite, já sonhando com a próxima vez que teria a minha afilhada em meus braços novamente.

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