TESTEMUNHA DE JEOVÁ NA CAMA DO ANCIÃO

 Olá a todos, sou o Paulo sou de Portugal, e venho contar a continuação do conto anterior (Testemunha de Jeová, Arrependimento, Desejo, Tesão) venho relatar a minha ida a assembleia, era bom lerem o conto anterior para perceberem este. Segunda recebo nova mensagem de Renata "ai Paulo que loucura foi a nossa, não paro de pensar em ti, ando úmida só de pensar em ti, isto não é normal" também lhe respondia a provocá-la. A semana foi passando com mensagens provocantes e o meu pensamento era se iria ou não a assembleia dos Jeovás. Sexta a noite recebo uma   mensagem da Renata que dizia "amanha quero ver-te quero tocar-te e espero por ti adoro-te beijo molhado"

Decidi ir, preparei o meu fatinho, sábado de manha levantei-me tomei uma ducha, vesti-me, perfumei-me arranjei-me como devia ser, e lá fui eu. Cheguei ao sitio, já tinha algumas pessoas tentei procurar a Renata e o Luís, pois não tinha dito nada que ia. Quando me viram o Luís ficou radiante a Renata tinha um brilho nos olhos. Cumprimentei-os fui apresentado a mais 2 casais todas elas mulheres bonitas uma morena com um bom par de mamas e uma mulatinha de coxa grossa mas a roupa não favorecia. Luís veio perto de mim, agradeceu-me por eu ter vindo era uma grande honra eu ter ido e tal. Aquilo seria o dia todo mas adiantei logo que não podia ficar muito tempo e antes da hora de almoço tinha que me ir embora. Luís era ancião, então iria para o palco dar umas palestras e juntamente com mais dois e o tal orador especial que vinha na sei da onde. Eu iria ficar ao lado da Renata estávamos na primeira fila não poderia haver nada demais do meu outro lado a mulatinha toda cheirosa. Aquilo começou e passado um pouco, disse a Renata fala-me ao ouvido,
Renata: levas-me em casa?
Paulo: não estou a entender...
Renata: se me levas a minha casa.
Paulo: mas quando e como é isso que não estou a perceber?
Renata: vai haver uma pausa, tu vais dizer ao Luís que vais embora e eu vou pedir para ir contigo
Paulo: OK.
Passado um pouco Luís anunciou então que ia-se fazer uma pausa. Luís veio todo entusiasmado ter comigo a perguntar se estava a gostar e o que estava achar, disse que não deixava de ser interessante os temas abordados mas era uma coisa que não me dizia nada. Deu-me uma palmada nas costas e disse mais uma vez obrigado por teres vindo. Foi ter com a Renata e lá tiveram a falar qualquer coisa, Luís chamou-me para perto deles e eu aproveitei a deixa e disse-lhe olha Luís mais um pouco e tenho que ir. Fui a mesa buscar uma água, e quando voltei, diz-me o

Luís: Paulo queria te pedir um favor
Paulo: fala Luís
Luís: é que a Renata não se está a sentir muito bem e se fosse possível davas-lhe um boleia até ao terminal dos autocarros que ela depois ia para casa.
Paulo: Luís na boa, não vou deixar a mulher sozinha nos transportes públicos faço questão de leva-la casa.
Luís: não é preciso isso e tal
Paulo: Luís já disse faço questão e não me importo nada.
Luís: obrigado Paulo és um porreiro.
Começou novamente o discurso e eu e a Renata viemos embora. Chegamos ao carro demos logo um beijo na boca ai Paulo que loucura, podem-nos ver mas já não aguentava mais. Sai do parque perguntei onde ela morava e lá fomos, não era muito longe dali, ela tinha um brilho nos olhos mas notava-se que estava um cadinho nervosa, eu não sabia o que ela pretendia, mas também não quis abusar muito, então pus-lhe a mão na perna e fiz umas carícias. Estávamos quase a chegar e ela diz-me. Renata: estás preparado para a loucura?
Paulo: Loucura? Então não estou a perceber
Renata: quero que subas ao apartamento
Paulo: e o luís? E os vizinhos?
Renata: o Luís vai chegar muito tarde e os vizinhos não nos conhecem, vias-me deixar a porta eu vou subir e tu estacionas atrás do prédio e depois sobes 4esq. Assim foi, estacionei a porta do prédio estava aberta e subi, toquei na campainha passado um pouco abriu a porta puxou-me para dentro e fechou a porta, beijamo-nos logo ali na entrada, estava de roupão atanado não sabia como estava, fomos para a sala, sentou-me no sofá e sentou-se em cima de mim beijamo-nos muito, ela levantou-se abriu o roupão estava de lingerie preta muito bonita, mandou-me levantar chegou-se ao pé de mim começou a beijar começou-me a desabituar a camisa tirou-me a camisa começou a beijar meu pescoço chupou o meu mamilo e desabitou-me o cinto, estava com uma tesão enorme mas ao mesmo tempo um nervoso miudinho afinal estava na casa do Jeová, Renata estava confiante, baixou-me as calças e mandou-me sentar. Sentei-me ela veio para cima de mim a tesão de ambos estava muito alta, os nossos beijos eram molhados as minhas mãos já percorriam o seu corpo já lhe beijava o pescoço mas era ela que queria estar no comando e disse-me ao ouvido: espero que gostes. Eu fiquei meio sem saber o que ela ia fazer, então ajoelhou-se baixou-me os boxers o caralho saltou então ela a olhar para mim, segurou-o e começou a punhetar muito devagar olhou e beijou a cabecinha, e começou a chupar, agora tinha percebido ela nunca tinha mamado num caralho mas estava-se a sair bem, mamou, chupou, punhetou olhou e perguntou se estava a gostar, disse-lhe que estava a adorar, puxei-a para mim e beijei-a tirei-lhe o soutien e comecei a lamber-lhe as mamas virei-a sentei-a e agora era a minha vez de me ajoelhar, tirei-lhe a calcinha e que estava molhada, abri-lhe as pernas e desfrutei daquela gruta que já escorria um mel muito bom, comecei-lhe a lamber o clitóris e meter um dedo na coninha, ela gemia depois meti a minha língua na cona e comecei acariciar-lhe o clitóris e ela gozou na minha boca ela quase que desmaiou, estava com uma tesão enorme posicionei-me e meti de uma só vez até ao fundo ela gemeu alto e disse: "isso fode-me como deve ser hoje sou toda tua". Comecei a meter com força e acabei por gozar beijei-a ela disse:

Renata: anda vamos tomar um banho
Paulo: é melhor ir-me embora
Renata: porque? Não estas a gostar?
Paulo: estou e o teu marido?
Renata: esse corno? Chega tarde não te preocupes que está controlado anda... fomos para o banho, no banho beijamo-nos acariciamos mas não passou disso. Saímos do banho limpamo-nos e fomos nus para o seu quarto, cama grande, ela ia a frente sentou-se na beira da cama e disse: agora é aqui, quero aproveitar ao máximo. Agarrou-me no caralho que estava meio teso que rapidamente ficou duro e começou a chupar, mas disse para parar, deitei-me e mandei ela colocar-se em cima de mim, ela perguntou? 69? Disse que sim, nunca fiz diz ela, vais experimentar hoje. Ela deitou-se em cima de mim e comecei a lamber-lhe a cona e enfiar os dedos na cona ela começou a mamar e a chupar lambém o cuzinho e retraiu mas continuei ela começou a gemer e fui ousado e meti o dedinho no cuzinho enquanto lhe lambia a cona e ela gozou e caiu sobre mim, levantou-se beijou-me e disse-me assim não aguento já estive mais prazer hoje contigo do que em 14 anos de casada com o meu marido. O telemóvel tocou e ela disse-me que era Luís.
Renata conversa ao telemóvel: estou amor, sim estou melhor e como está a ser ai? Ai é? Está bem o que pode acontecer é já estar a dormir. Ok ok. Beijinhos. Desligou e disse: eu não te disse para te preocupares? o corno vem tarde. Deitou-se ao meu lado começamos a beijar fiquei teso novamente dei a volta e fiquei por cima dela ela abriu as pernas e eu apontei na entradinha e comecei a meter devagar e ela começou a gemer e a falar isso, fode-me, fode a mulher do Jeová que foi a tua porta, e eu comecei aumentar o ritmo e ela percebeu isso e começou a provocar mais e dizia isso macho fode a mulher dele, ele queria ganhar uma testemunha nova e ganhou um par de cornos, nesta altura já lhe tinha levantado as pernas para os meus ombros e metia bem forte ela começou a gemer e a gritar e gozamos os dois.    Cai sobre ela beijamo-nos ela disse que estava adorar . Fomos novamente para o duche mais beijos caricias, saímos ela mandou-me deitar na cama e disse espera ai, voltou com duas taças de vinho, brindamos beijamo-nos e falamos o que estava acontecer, estávamos deitados de lado de frente a frente ela então rebolou e ficou encostada a mim era o inicio de mais uma sessão, beijei-lhe a nuca ainda meio teso apontei na entradinha aquela maravilhosa gruta e comecei a meter devagarinho   enquanto lhe beijava as costas e mexia-lhe nas mamas, estava muito bom, então coloquei ela de 4 e comecei-lhe a lamber a cona e o cuzinho que era o que eu queria não sabia se iria haver uma próxima então era aproveitar ao máximo, comecei-lhe a lamber o cuzinho e enfiar um dedo na cona ela começou a gemer muito então posicionei-me e meti fundo ela gritou e comecei a meter forte ela gozou, continuei dentro dela fui tirando devagarinho e meti lentamente, ela dizia ai Paulo que loucura arrebentas comigo ai que gozos incríveis e comecei a meter lentamente tirava e passava no cuzinho tinha o caralho melado de gozo dela o cuzinho ficou melado e comecei a meter um dedinho enquanto metia na cona ela percebeu a minha intenção e disse que não não queria nunca tinha feito e que tinha medo e tal eu acalmei-a dizendo que ia com calma mas se ela quisesse parar parávamos ela disse para continuarmos então continuei na cona e muito devagar lubrifiquei o cuzinho com os dedos dei umas bombadas na cona e tirei apontei no cuzinho e muito devagar mesmo fui forçando tinha o pau melado que estava ajudar, ela dizia ai Paulo devagar ai está a doer um cadinho, fui metendo muita calmamente até que entrou tudo, fiz o pausa ela diz: nunca imaginei ter um caralho todo enfiado no meu cuzinho mas acho que estou a gostar... tirei devagar e meti devagar ela dizia que estava a começar a gostar comecei num vai e vem bem devagar ela começou a gemer e a gritar perguntei se estava a doer e ela com uma voz trêmula respondeu Não está muito bom arromba-me o cu, comecei aumentar o ritmo ela tentava abafar os gemidos com a almofada, tirei o cuzinho e meti na cona estava encharcada dei umas bombadas fortes na cona ela gozou fiquei com o pau atolado naquela gruta encharda ela gemia dizia que estava a ser demais que era uma loucura tudo aquilo então tirei da cona e meti de uma só vez no cuzinho e gemeu bem alto comecei arrombar aquele cuzinho sem dó e gozamos os dois caímos os dois na cama. Ela beijou-me e disse-me obrigado pelo este momento tão prazeroso. Fomos tomar banho vesti-me estava na hora de me ir embora. Beijamo-nos e despedi-me dela. Desci o prédio a pensar no que realmente tinha acontecido naquele apartamento cheguei a minha casa deitei-me no sofá e adormeci. De madrugada acordei e tinha o mensagem de Renata que dizia: já estou com saudades desse caralho. mudasta-me. Beijão molhado. A partir daquele dia tornamo-nos "amantes"



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O PASTOR DA IGREJA ME COMEU BEM GOSTOSO

SUBSTITUINDO MINHA MÃE NA CAMA COM MEU PAI

A NOIVA EVANGÉLICA E O COROA DOTADO