TESTEMUNHA DE JEOVÁ, ARREPENDIMENTO, DESEJO, TESÃO.
Olá a todos, sou o Paulo sou de Portugal, e venho contar aqui alguns casos que foram acontecendo comigo. Vivia com os meus pais, uma quinta com quintal com jardins que tinha que cuidar e junto a casa tínhamos uma zona com mesa sofás chamávamos a zona de relaxamento. Estávamos na primavera, num sábado andava a arranjar o jardim, quando ouço alguém ao portão a chamar. Respondo com vou já. Vou ao portão e vejo que são dois Jeovás. Disseram-me bom dia e eu também, se podiam falar um bocadinho comigo, não quis ser indelicado disse que sim, mas também disse que não acreditava em nada. Lá falaram um pouco e deixaram umas revistas. Passado 2 semanas já nem me lembrava dos Jeovás ouço chamar vou ao portão e lá estava dois Jeovás um era o mesmo do outro dia, Luís e hoje vinha com uma mulher. Disseram bom dia, e Luís disse esta é a minha esposa Renata. Disse um olá prazer e ela simplesmente abanou a cabeça, Renata loira, óculos escuros nunca tirou os óculos, blusinha e saia até ao joelho mamas medias boa anca não deu para observar muito mais mas parecia ser jeitosa a roupa não favorecia. Ambos deviam andar na casa dos 30 e poucos eu era mais novo. Luís lá começou a falar sobre o Jeová e os temas que vinham nas revistas despertai e sentinela eu sempre lhe disse que não acreditava em nada, era agnóstico. Mas ele insistia. A mulher sempre calada, nem parecia que ali estava. Tive que lhes dizer que tinha coisas para fazer para terminar a conversa. Ele perguntou se poderia voltar. Disse que sim, mas que não valia a pena e que tinha sempre coisas para fazer e tal. Ele então deixou-me as revistas e disse que voltaria. Sábado seguinte novamente, já me chamavam pelo o nome e tudo havia vezes que pensava em não ir, mas lá ia até ao portão e lá falávamos um bocadinho sobre os temas das revistas e uma vez por outra passagens bíblicas do Jeová. Mas Renata sua mulher não dizia uma única palavra, por vezes em alguns temas abanava a cabeça, aquela atitude despertou-me atenção. Houve um sábado em que Luís diz-me que por motivos de trabalho não poderia vir me visitar até fiquei aliviado, mas que viria a Renata se eu não me importasse. Disse que não me importava mas que não valia a pena. Ele disse que Renata fazia questão de vir (treta, ele queria-me levar para o reino dos Jeovás) sábado seguinte aparece Renata, chamou-me fui ao portão e lá estava ela, esticou-me a mão para um cumprimento e tirou os óculos, hoje pude observar com detalhe que era bonita, olho azul, leu-me umas passagens da bíblia, falamos sobre os tópicos das revistas e foi-se embora não era como o marido, fez isso alguns semanas até que um sábado Renata voltou novamente abriu a bíblia falou e dos temas das revistas e a conversa Renata simplesmente lia o que lá vinha e queria era se ir embora, estava quase no fim e ela estava para se ir embora quando eu lhe disse. Renata posso fazer-lhe uma pergunta?
Renata: claro Paulo está a vontade.Paulo: Mas não é diretamente relacionado com os temas falados
Renata: pode falar
Paulo: está contente com esta vida?
Renata: como assim Paulo, não estou a entender ?
Paulo: acredita nisto, no Jeová, gosta de andar a bater à porta das pessoas? Da vida que vocês fazem? Ela ficou a olhar para mim com cara de espanto e baixou a cabeça. E eu voltei a falar, peço desculpa estar a dizer isto mas para mim não está feliz, o seu marido adora isto, vibra com isto, mas você? Acho que não.
Renata: Paulo, essa pergunta é muito complicada de responder ao qual não estava a espera.
Paulo: Renata não tem que responder nada, até porque não tenho nada a ver com isso. A vida é sua.
Renata: mas se fez a pergunta foi por algum motivo
Paulo: foi, foi o facto do seu olhar ser triste, chega aqui le os temas e vai embora, algum não esta bem não acha?
Renata: Paulo agora é que estou mesmo surpresa não estava mesmo nada a espera disso da sua parte. Se calhar não sou feliz, se calhar não gosto disto, detesto. Mas meus pais vivem isto, meu marido adora isto, meus sogros minha família é disto e com isto que eles vivem.
Paulo: então e você Renata, não conta? Vive pelos outros?
Renata: é como lhe disse é complicado, cresci numa família assim, conheci meu marido assim, a minha vida é assim.
Paulo: Você é que sabe da sua vida, mas acho que devia pensar em você, mulher jovem, bonita anda a viver a vida dos outros e a sua?
Renata: pois é Paulo se calhar até tem razão...
Paulo: não estou a julga-la simplesmente acho que você não esta bem, não esta feliz.
Renata: tenho de ir. Resto de um bom dia para si.
Pensei que ela não voltasse mais mas no sábado seguinte apareceu
Renata deu-me os bons dias, estava diferente, convidei-a entrar mas ela disse que não insisti e ela acabou por ceder, fomos até a zona onde tinha uma mesa e um sofá no exterior, ofereci-lhe uma água café ou chá, aceitou uma água. Então perguntei
Paulo: então Renata está tudo bem?
Renata: está tudo mais ao menos, desde da nossa conversa nada ficou igual na minha cabeça e depois muito pensar acabas por ter um bocado de razão se não for toda. Não quero isto para a minha vida. Eu tenho vindo aqui porque o meu marido acredita que é capaz de conseguir que vas a uma reunião, no próximo mês vai haver uma assembleia em que vem um orador importante e ele quer que vás então como não pode vir mandou-me a mim. Aqui ja lhe escorria as lágrimas pela cara, fui buscar papel e dei-lhe ela continuou, é obvio que eu não gosto de isto, andar a incomodar as pessoas, mas para agradar ao Sr. Dr. (Luís o marido) aqui venho eu, mas ainda bem que fiz isto, tive oportunidade de te conhecer e de tu me fazeres ver a nossa vida somos nós que a fazemos. Ela acabou de dizer isto e abracei-a ela inicialmente hesitou mas depois abraçou-me quando ela se afastou, olhei-lhe nos olhos e disse-lhe
Paulo: és uma mulher jovem, bonita, inteligente vive a tua vida não vivas a vida dos outros. E fui com a minha boca a boca dela tinha uns lábios pequenos e beijamo-nos inicialmente parecia que não queria mas depois entregou-se completamente, foi um beijo delicado
mas de repente afasta-se e eu
Paulo: desculpa Renata, desculpa
Renata: não esta correto Paulo não podemos fazer isto é melhor eu ir-me embora e começou a ir em direção a saída, eu pedi desculpa e ela disse Renata: tchau Paulo. Fiquei ao portão a olhar para ela se ir embora e a pensar no que tinha acontecido, mas fiquei com a sensação que ela tinha gostado...
Andei a pensar na Renata a semana toda e se ela voltaria, se ela tinha contado ao marido, o que poderia acontecer se o marido descobrisse. Sábado seguinte aparece Luís e Renata. Pensei, vai haver merda, ela contou ao marido. Disseram-me bom dia apertei a mão aos dois, notei que estava tudo pacífico, falei com eles na boa, Renata não tirou os óculos de sol e pelos vistos não contou nada ao marido. Luís então falou-me na reunião de Jeovás que iria haver e que gostava muito que eu fosse. Eu disse que não ia que não tinha tempo e não acreditava em nada daquilo. Então ele disse para eu pensar que no próximo fim de semana a Renata viria levar o convite porque ele não tinha tido tempo de ter ido buscar. Eles despiram-se e foram embora. No sábado seguinte preparei-me para receber a Renata vesti-me um pouco melhor perfumei-me e fui para a área de lazer esperar, por volta das 9 e 30 ouço alguém chamar, era Renata, quando me viu olhou-me de alto a baixo mas não disse nada. Hoje era o dia ou não...
Ela também vinha mais bonita ou mais arranjada, a blusa mais justa ao corpo e saia também. Convidei-a para entrar, não queria, insisti e acabou por aceitar. Ofereci-lhe um café ou um chá ela quis um café, então fui buscar café e enquanto preparava o café da janela notei que ela observava tudo a sua volta, parecia nervosa. Dei-lhe o café ela estava encostada a mesa e disse-lhe
Paulo: Renata quero-te pedir desculpa pelo que sucedeu no outro dia. Ela veio em minha direcção e diz-me.
Renata: és grande cabrão, pensei muito no que falamos e principalmente no que aconteceu, e sabes o que digo? Simplesmente acenei a cabeça e ela continuou, hoje quero acabar o que começamos, beija-me. E assim foi, começamos a nos beijar, sentei-a na mesa e eu de pé, ao ter sentado a saia subiu, beija-nos muito ela tinha necessidade de carinho afecto, mimo, estava nervosa, comecei-lhe a beijar o pescoço dei-lhe uma chupada numa orelha, ela tremia, e dizia que o que estava acontecer era errado e era uma grande loucura, fui desapertando a blusa e comecei a percorrer o seu corpo com as mãos, desapertai-lhe o sutiã, e ela tinha os olhos fechados, pude observar bem as maminhas era médias arrebitadinhas boas mesmo. Lamb-lhe o pescoço e desci as mamas comecei a beijar a lamber os bicos que estão muito tesos dei uma chupada ela estremeceu, tentei ir com calma mas a tesão já era muita, então beijei-a levantei-a de modo a subir mais a saia, então com a mão fui em direcção a sua gruta estava quente e molhada desviei a calcinha para o lado e comecei a acariciar lhe o clitóris e ela começou a gemer e a tremer as pernas gozou na minha mão, ela recuperou, baixei as minhas calças e pus o caralho para fora estava duro, e apontei na sua gruta, e ela diz
Renata: ai Paulo que loucura Paulo isto esta errado,
Paulo: queres ficar por aqui?
Renata: agora? Depois destas sensações todas? O meu marido nem me toca sequer, agora quero que me fodas...
Então fui empurrando muito lentamente o meu pau até ao fundo beijamo-nos e comecei a meter muito devagarinho aumentando o ritmo ela gemia muito e gozou novamente. Já não aguentava muito mais aquela cona estava quente e encharcada, mandei ela descer, tirei-lhe a saia e as calcinhas disse-lhe para apoiar-se com os braços na mesa.
Apontei na entrada e meti de uma só vez ela soltou um Aaaiiiiii comecei num vai e vem ritmado e acabamos por gozar os dois. Ela virou-se para mim abraçou-me, beijou-me e agradeceu-me por aquele momento fantástico. Perguntei se queria limpar ou tomar duche disse que não. Disse que queria ir assim para casa, trocamos o contacto telefónico e deu-me o convite para eu a tal reunião de Jeovás. Demos um beijos e ela foi-se embora com um brilho nos olhos que a até a data nunca tinha visto naquela mulher. Será que ia acontecer mais alguma coisa? Será que devia de ir a tal reunião? A tarde recebi uma mensagem dela que dizia "tomei um duche estou deitada na minha cama e não me sais da cabeça e tudo o que aconteceu, obrigado por tudo. Estas a mudar a minha vida. Beijinhos." Contarei no próximo relato se fui ou não a assembleia dos jeovás. Espero que tenham gostado, votem e comentem. Beijos.

Se ele não come , nós come
ResponderExcluirComeu a irmãzinha bem gostoso, valeu
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